<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843</id><updated>2012-02-16T10:47:20.689-08:00</updated><category term='jcLUZ'/><category term='Jesus Disse'/><category term='Florais'/><category term='Vida Cigana'/><category term='Urântia'/><title type='text'>Seguindo os passos de JC</title><subtitle type='html'>jcnavegador57@gmail.com</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>111</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-1472062735220397115</id><published>2012-02-15T02:22:00.000-08:00</published><updated>2012-02-15T02:22:52.392-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Livro de Thot (tarot Egípcio)</title><content type='html'>Alguns estudiosos e pesquisadores defendem a idéia de que o tarot nasceu de uma cultura milenar, originária do “Livro de Thot”, a chave de toda a sabedoria do Antigo Egito. Thot é o deus da sabedoria, da escrita e da magia, e é representado por um homem com cabeça de Íbis ou de babuíno, segurando uma pena para escrever e uma paleta de escriba.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2HSZ9caluLU/TzuEjBeq55I/AAAAAAAAAdM/OWots-qZ84w/s1600/7%2BThot.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="372" src="http://4.bp.blogspot.com/-2HSZ9caluLU/TzuEjBeq55I/AAAAAAAAAdM/OWots-qZ84w/s400/7%2BThot.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ele foi o criador dos hieróglifos e da linguagem, e era patrono dos escribas, dos médicos e sacerdotes. Era o deus do tempo (antecessor de Cronos, na Grécia e de Saturno, em Roma) e nada escapava dele. Não havia julgamento dos mortos sem a presença de Thot e era ele quem levava as almas dos mortos para o outro lado do rio que separa os mundos. Thot também ficou conhecido como Hermes Trismegisto. Era chamado de “duas vezes grande” pelos antigos egípcios, devido ao fato de que seus ensinamentos se referiam a dois mundos: o material e o espiritual e foi chamado de “três vezes grande” pelos continuadores de sua obra, pois seus ensinamentos se relacionavam aos três planos em que se move o pensamento do homem e este identifica e expressa o quanto sua natureza é capaz de perceber e discernir.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ynjWdqwM7nI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;O Livro de Thot ou tarot egípcio, como ficou conhecido, era conhecido desde a mais remota antiguidade, embora a ciência espiritual nele contida tenha ficado oculta durante muitos séculos. Ele é a base do conhecimento. Segundo a terapeuta holística Jamile Castro, &lt;i&gt;O Livro de Thot é conhecido como primeiro livro da humanidade e levou o Egito a base dos conhecimentos dos processos iniciáticos, para aqueles que desejassem e se mostrassem merecedores de obter o conhecimento e a consciência de si mesmos, podendo assim atingir a iluminação interior e servindo aos deuses e à humanidade&lt;/i&gt;, finaliza Jamile.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/dHE2x4NH3D0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;De acordo com as referências, nesse livro as divindades representam os princípios universais, que se manifestam através de símbolos. Esses símbolos são interpretados através de números, os quais se traduzem em arquétipos. O escritor Iglesias Janeiro em seu livro “ A Cabala da Predileção” conta a lenda do Livro de Thot, como veremos no trecho a seguir:&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/glVNDi0EFsc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/K4NA5cjMzpI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Thot era uma divindade lunar, que resolveu morar na Terra e instalar-se no Egito, local que elegeu para dividir seu conhecimento com os homens, como a escrita, a divisão do tempo e os mistérios cifrados das medidas. Ele então escolheu alguns discípulos de alto nível intelectual e espiritual para passar seus ensinamentos, pois era conhecedor das profecias sobre as transformações pelas quais o mundo iria passar – principalmente o apogeu e a decadência da civilização egípcia. Desejando transmitir seus conhecimentos às futuras gerações, esses dados foram escritos e registrados num “livro”, ou seja, o tarot egípcio – um conjunto de 78 lâminas que continha figuras das divindades do Egito, além de símbolos astrológicos e ocultistas. Mas logo percebeu que sua total compreensão não seria captada naquele tempo e para que esses segredos só fossem revelados à humanidade na época certa Thot guardou o livro numa caixa de ouro e pôs a caixa de ouro numa de prata, e a caixa de prata ele pôs numa de marfim, e a de marfim ele pôs numa de bronze, a caixa de bronze ele colocou em outra de cobre, a de cobre ele pôs numa de ferro e esta última contendo o livro e as demais caixas ele depositou no fundo do rio Nilo. Essa lenda contém todo o princípio alquímico do tarot (os elementos herméticos).&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4-_KN5max0E" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Dizem que quem encontrou o livro foram os hebreus, pois há indícios de que entre os “vasos de ouro e prata” que Moisés levou do Egito por ocasião do Êxodo, estaria o Livro de Thot (tarot egípcio), que mais tarde se tornou a base de todos os fundamentos da Cabala, base da religião judaica. Os hebreus transformaram as 78 lâminas do tarot egípcio em 22 arcanos maiores de acordo com as 22 letras hebraicas e em 56 arcanos menores restantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jose Geraldo Guimarães&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wuiphL7XyMQ/TzuEjY8kGQI/AAAAAAAAAdU/WmTUT6npmGY/s1600/7%2BDeusa%2BIsis.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="313" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-wuiphL7XyMQ/TzuEjY8kGQI/AAAAAAAAAdU/WmTUT6npmGY/s400/7%2BDeusa%2BIsis.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Deusa Isís&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/FS2DhnwWJuE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Texto pesquisado por Sergio Carvalho com inspiração da Federação Galáctica pára esta edição, a Hermes Trimegistro e a Federação Galáctica meu eterno Amor e Gratidão com Amor pela humanidade.&lt;br /&gt;Musica - Mental Voyager - Inner Romance&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-1472062735220397115?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/1472062735220397115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=1472062735220397115' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/1472062735220397115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/1472062735220397115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2012/02/livro-de-thot-tarot-egipcio.html' title='Livro de Thot (tarot Egípcio)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2HSZ9caluLU/TzuEjBeq55I/AAAAAAAAAdM/OWots-qZ84w/s72-c/7%2BThot.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-8264326031216057554</id><published>2012-02-02T17:45:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T17:45:12.020-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Disse'/><title type='text'>As Cartas de Cristo</title><content type='html'>A Almenara editorial, que traduziu e colocou no mercado o livro em português, disponibiliza em seu site cinco textos básicos. De leitura fundamental. Por gentileza, abra seu coração e perceba a importância do livro e das informações nele contidas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-f5T4S5GxmlY/TyswaS74fSI/AAAAAAAAAcQ/h8PVmmhUlxg/s1600/cartas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="330" width="245" src="http://3.bp.blogspot.com/-f5T4S5GxmlY/TyswaS74fSI/AAAAAAAAAcQ/h8PVmmhUlxg/s400/cartas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Prefácio&lt;/b&gt; nos conta um pouco da história, das sincronicidades que o Universo produziu para que a obra pudesse ver a luz. Sugere-nos a importância acerca do conteúdo das mensagens e não da identidade do mensageiro, uma mulher de origem inglesa, com 92 anos de idade, lúcida e ativa, que continua recebendo até hoje "artigos" de Cristo, que serão objeto de novo livro. Destaca que deverá se formar uma forte ligação do leitor com a Consciência Crística (algo indescritível que aconteceu de fato comigo), recomendando "ponderar" cuidadosamente sobre as frases, a fim de entrar na sintonia correta de sua substância, seu significado mais profundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, temos a &lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt; onde o mensageiro abre mais e mais seu relato acerca de toda sua longa preparação e afinação para se tornar um fiel porta-voz de Cristo, numa cronologia de quarenta anos cheia de eventos, que consegue colocar em destaque os aspectos humanos -e ao mesmo tempo divinos-, de uma incrível e belíssima parceria. Nada há de sobre-humano, de misterioso, de pirotécnico. Tudo é à medida do homem; sublime, quase palpável, como a vida é, até levando o canal a um estado de "paz e alegria interior". &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-j2i6aqlfl-M/Tys7aQpe6rI/AAAAAAAAAdA/SRSE0sxuquk/s1600/download.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="192" width="192" src="http://1.bp.blogspot.com/-j2i6aqlfl-M/Tys7aQpe6rI/AAAAAAAAAdA/SRSE0sxuquk/s400/download.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, podemos conferir no &lt;b&gt;Sumário das Cartas&lt;/b&gt;, um rápido resumo da cada capítulo e ainda da diversidade e importância dos temas abordados. Tudo é contemplado de maneira clara, mesmo que por vezes exija concentração e até meditação para chegar à compreensão profunda das questões. Não há dogmas, provas de fé, tradicionalismos de nenhum tipo. Nas "Cartas", encontramos -além disso-, técnicas excelentes para melhorarmos nossa essência, socorrendo a tempo nossa alma tão maltratada e agora definitivamente resgatada da escuridão, da hipocrisia, da manipulação e da ignorância. Aspectos mais práticos como educação dos filhos, Ego, relacionamentos, afetivos e sexuais, são tratados de forma clara e amorosa, proporcionando a esperança de um novo e magnífico horizonte de realização plena também para os casais. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nPR4bbgOKjA/Tys57yOy0XI/AAAAAAAAAco/86eaYa7vo6A/s1600/Mi%2BAnrim%2B-%2B18dez11%2B20hs%2B-%2BDomingo%2Bem%2BS%25C3%25A3o%2BPaulo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-nPR4bbgOKjA/Tys57yOy0XI/AAAAAAAAAco/86eaYa7vo6A/s400/Mi%2BAnrim%2B-%2B18dez11%2B20hs%2B-%2BDomingo%2Bem%2BS%25C3%25A3o%2BPaulo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Imagens do site Fada San, Mi Anrim - 18dez11 20hs - Domingo em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-C3s4FEpzpKI/Tys58NHTSTI/AAAAAAAAAc4/GqElzpXiVe8/s1600/Mi%2BAnrim.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-C3s4FEpzpKI/Tys58NHTSTI/AAAAAAAAAc4/GqElzpXiVe8/s400/Mi%2BAnrim.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na primeira das 9 cartas. Procure sentir o fluxo das palavras se transformando em luz enquanto tomam conta de seu ser. É deveras confortador conferir finalmente a realidade da natureza humana de Jesus, com seu nascimento do ventre de Maria igual ao de toda criança, sendo ele ainda menino levado e rebelde... "eu não era uma criança santa" ele disse, e afirma, todavia, algo libertador que nos faz respirar profundamente várias vezes: &lt;br /&gt;&lt;i&gt;A verdade a respeito do meu estado humano, por um acordo comum entre meus discípulos, foi suprimida para dar maior credibilidade à minha suposta "Divindade" e ministério. Segundo os evangelhos, eu era o "único Filho de Deus". Por que então frequentemente eu me referia a mim mesmo como o "Filho do Homem"? Fiz estas afirmações especificamente para confrontar as crenças predominantes a respeito da minha "divindade" e para gravar na mente das pessoas que eu tinha a mesma origem física delas. Minha intenção era a de que compreendessem que, o que eu podia fazer, elas também poderiam, se tivessem o meu conhecimento e seguissem as minhas instruções para pensar e atuar acertadamente. Ainda a respeito de sua atitude sempre serena, coerente e de seu legado espiritual: Eu fui um rebelde contra as tradições judaicas existentes. Quando emergi das seis semanas de jejum no deserto, vi uma forma melhor de pensar -e viver- e tentei transmitir o meu conhecimento aos meus companheiros Judeus, com pouco sucesso. (...) Meus discípulos e Paulo construíram seu próprio edifício de "crenças sagradas" com aquilo que queriam preservar de minha vida e ensinamentos. Eles ensinaram e consolidaram somente o que consideravam valioso para as pessoas -Judeus e gentios do mesmo modo- os daquele tempo e do futuro. Consequentemente, filtraram o que podiam usar e "deixaram de fora" a maior parte do que eu chamava os "Segredos do Reino de Deus", pois eles nunca os compreenderam. Tampouco os acharam desejáveis na criação de uma nova percepção do "Divino" - o "Pai".&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;E paro por aqui, tudo que é apresentado no livro é absolutamente enriquecedor, essencial e profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, por fim: &lt;b&gt;Como Meditar&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Quero lembrar aqui que não se trata absolutamente de um livro de auto-ajuda, no entanto, Jesus coloca ênfase em técnicas diversas, em particular na meditação, por sua importância na libertação de fardos emocionais, mentais; para a compreensão das próprias cartas e ainda para atingir um estado de união sutil com o Divino, de percepção dos aspectos mais profundos da existência, para chegar ao estado de samadhi (nirvana), a fusão com o Todo, a verdadeira bem-aventurança. Experimente, treine com afinco silenciando sua mente; procure memorizar a oração do texto e vá acompanhando as instruções. É o que estou fazendo diariamente e recomendo de todo coração. Desejo que seu coração seja tocado amorosamente pela energia do livro, que V. se encontre nele, que possa progredir em todos os sentidos, rumo a um novo e prazeroso entendimento de sua existência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link para arquivo digital em PDF dos textos disponibilizados pela editora:&lt;br /&gt;http://www.4shared.com/office/DHmDFar3/As_Cartas_de_Cristo.html&lt;br /&gt;http://www.4shared.com/office/T3zy03VS/As_Cartas_de_Cristo_1.html&lt;br /&gt;http://www.4shared.com/office/UDsq919o/As_Cartas_de_Cristo_-_Sumario.html&lt;br /&gt;http://www.4shared.com/office/22zoZxDS/As_Cartas_de_Cristo_-_Prefcio.html&lt;br /&gt;http://www.4shared.com/office/xbpMfrZa/As_Cartas_de_Cristo_-_Introduo.html&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/EvcLC13ZXfc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Akiane Kramarik é uma artista autodidata em pintura e poetisa. Ela nasceu em 1994 em Mount Morris, EUA. Filha de um ex-chefe de cozinha e de uma dona de casa. Segundo a Akiane, durante a noite quando dormia, passou por uma experiência fora do corpo (projeção da consciência) onde um espírito a visitou e levou para conhecer um mundo cheio de cores, ele falou sobre o dom dela e disse que ela deveria aprender a usá-lo. Após esta experiência Akiane começou a desenhar aos quatro anos de idade, pintar aos seis e compor poesias aos sete anos. Aos doze anos ela fala russo, lituano, e a linguagem dos sinais. Ela também vem se destacando em suas aulas de música.&lt;br /&gt;Akiane diz que sua arte é inspirada nas visões do "Paraíso", bem como em sua ligação com o "Criador". Sua arte inclui paisagens, vida selvagem, pessoas... Há oito anos atrás, com apenas oito anos de idade, Akiane se trancou no quarto e pediu pra Deus mostrar como era Jesus, na manhã seguinte um homem bateu na porta da casa dela dizendo que era carpinteiro e disse que seria o modelo para o quadro dela. As pinturas de Jesus que Akiane pintou são muito semelhantes ao rosto em 3D que os cientistas recriaram em 2010 baseado no Sudário (3:33). Para obter uma visão tridimensional do rosto no manto, estes cientistas empregaram a mais avançada tecnologia 3D e recursos da computação gráfica revelando características jamais vistas.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;As primeiras fotos deste vídeo que mostram algumas pinturas de cidades espirituais feitas por ela,(7:07) lembram a colônia "Nosso Lar", tanto a arquitetura das construções quanto o muro da cidade. Akiane não conhece o livro "Nosso Lar" psicografado em 1940 por Chico Xavier e nem assistiu o filme pois quando ela pintou os quadros o filme nem existia&lt;/i&gt;. Eu e minha amiga reparamos que o rosto de Jesus em 3D criado por cientistas era muito parecido com o rosto que a Akiane pintou anos antes, então resolví criar este video comparativo. Enviei o vídeo para o site oficial da Akiane e eles me responderam: &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dear Fernando,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Akiane, my wife and all our family watched in amazement, we were so impressed that we were wondering if we could link it and place it on our website. I would like to ask at this time, your permission to do so...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blessings to you and your family&lt;br /&gt;Mark - Akiane's father&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site oficial de Akiane e suas belas obras: http://www.akiane.com/&lt;br /&gt;Assista também: &lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/SgFXqwi_Z3Y" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Cientistas reconstruindo o rosto de Jesus em 3D&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/awCl_dmZz90" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Mediunidades - Análises Científicas&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ryevh8AHIm0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Projeção da Consciência&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-H1qGhyrKzn4/TyswaSDAwEI/AAAAAAAAAcY/dSr2BI8lmEc/s1600/cartas2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="215" width="210" src="http://3.bp.blogspot.com/-H1qGhyrKzn4/TyswaSDAwEI/AAAAAAAAAcY/dSr2BI8lmEc/s400/cartas2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-8264326031216057554?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/8264326031216057554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=8264326031216057554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/8264326031216057554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/8264326031216057554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2012/02/as-cartas-de-cristo.html' title='As Cartas de Cristo'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-f5T4S5GxmlY/TyswaS74fSI/AAAAAAAAAcQ/h8PVmmhUlxg/s72-c/cartas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-7459212583759429676</id><published>2012-01-28T17:21:00.000-08:00</published><updated>2012-01-28T17:21:49.132-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jcLUZ'/><title type='text'>A Presença Extraterrestre - Laércio B. Fonseca e CLARLIN (amigo das estrelas)</title><content type='html'>Uma visão esotérica sobre os extraterrestres, abordando sua natureza e suas missões junto ao Projeto Terra, desde os primórdios da humanidade. Através de suas experiências psíquicas, junto aos extraterrestres, Laércio nos traz verdadeiras mensagens de fé e de esperança. O leitor poderá compreender a natureza intrínseca, bem como a presença extraterrestre no planeta Terra e sua atuação nos momentos críticos da Grande Transição Aquariana.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DMTVE-J9A4U/TySJ_3Cy31I/AAAAAAAAAaY/Y8CBRLZ7Nbg/s1600/3a4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="202" width="186" src="http://4.bp.blogspot.com/-DMTVE-J9A4U/TySJ_3Cy31I/AAAAAAAAAaY/Y8CBRLZ7Nbg/s400/3a4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vamos aqui enumerar alguns fatos que, ao longo da história da humanidade, marcaram de forma clara e explícita a presença extraterrestre junto à nossa humanidade. Vamos iniciar nos tempos pré - bíblicos e pré - diluvianos. Lá vamos encontrar o Livro de Enoc. Ele compreende três apócrifos, denominados, segundo as suas línguas de transmissão de hebreu, etiópio e eslavo. O apócrifo etiópio é dividido em cinco partes: a terceira tem como título: "Trajetória das Luzes no Céu". É uma compilação de um grande numero de relatos, observações e notas referentes a objetos percorrendo os céus, É óbvio que não se tratava de cometas, estrelas ou planetas.&lt;br /&gt;Na Gênese Mosaica vamos encontrar o seguinte relato:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rzxU06xY4i8/TySKYzZ9nzI/AAAAAAAAAak/_PDbkxPFbdo/s1600/3a2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="203" width="168" src="http://3.bp.blogspot.com/-rzxU06xY4i8/TySKYzZ9nzI/AAAAAAAAAak/_PDbkxPFbdo/s400/3a2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"E todo tempo que Enoc viveu foi de trezentos e sessenta e cinco anos... Ele andou com Deus, e não apareceu mais, porque Deus o levou."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Versículo 23 e 24&lt;br /&gt;Ezequiel teve visões incríveis e contatos com seres que pilotavam naves aéreas muito estranhas para sua compreensão, naquela época. Segundo as escrituras temos as seguintes palavras de Ezequiel:&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;No trigésimo ano, no quinto dia do quarto mês, enquanto eu estava no meio dos cativos, perto do rio Chobar, os céus se abriram e tive visões divinas. ...e eis que um turbilhão de vento vinha do aquilão, e uma espessa nuvem, e um globo de fogo, e uma luz brilhava em toda a volta; e no meio do fogo, havia uma espécie de metal brilhante... E no meio desse fogo apareciam quatro animais, cujo aspecto se assemelhava ao homem&lt;/i&gt;..."&lt;br /&gt;A descrição de Ezequiel segue prolongada, porém aqui deixo essas palavras que já são o suficiente para comprovar o que ele estava vendo. Vamos agora analisar uma série de relatos registrados por grandes historiadores romanos do passado que são documentos vivos da presença extraterrena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;223 a.C. "Em Auriminiun, uma luz brilhante como o dia iluminou a noite; em várias regiões&lt;br /&gt;da Itália, três luzes se fizeram visíveis durante a noite." (Dion Cassius, História Romana, livro 1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;222 a.C. "Três luas apareceram também ao mesmo tempo, sob o consulado de Gnaeus e Gaius Faunus." (Plínio, História Natural, livro II, cap. 32).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;218 a.C. "Na província de Amiterna, viu-se em vários lugares o aparecimento de homens com vestimentas brancas, vindo de muito longe. O globo do sol tornou-se menor. Em Plaeneste, lâmpadas cintilantes no céu. Em Arpia, um escudo no céu... Navios fantasmas apareceram no céu". (Tito Livio, História Romana, livros XXI e XXII).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;214 a.C. "Em Hadra, um altar (plataforma) foi visto no céu, e junto a ele formas de um homem em vestimentas brancas." (Tito Livio, História Romana, livro XXI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;122 a.C. "Na Galia foram vistos três sóis e três luas." Julius Obasequens, Prodigiorum, cap. 114).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91 a.C. "Perto de Espoletium, uma esfera da cor de ouro rolou até o solo, aumentou de tamanho, parecendo em seguida deslocar-se acima do solo em direção a Leste, e tornou-se grande a ponto de cobrir o sol." (Julius Obasequens, Prodigiorum, cap. 114)...&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4fLFNiLoBbs/TySLamMb3jI/AAAAAAAAAaw/XmUY4RrB8iA/s1600/3a0.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="202" width="290" src="http://4.bp.blogspot.com/-4fLFNiLoBbs/TySLamMb3jI/AAAAAAAAAaw/XmUY4RrB8iA/s400/3a0.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A FASE MODERNA DA UFOLOGIA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Após a Segunda Guerra Mundial, exatamente a partir de 1947, iniciou-se o período moderno da ufologia. Desta data em diante, o mundo foi assolado por milhares de aparições dos chamados discos voadores, avistados por toda parte e por cidades inteiras. Tudo foi profundamente documentado através de filmes, jornais, revistas da época e depoimentos de autoridades políticos e científicas. Programas governamentais foram elaborados pelas grandes potências para estudar a fundo três fenômenos que começaram a intrigar as autoridades científicas Porém, as pesquisas oficiais sempre ficaram à margem da população civil e tudo foi, e ainda é, tratado como algo de segurança nacional por parte das autoridades. Notórios fatos de conhecimento popular, pois os fenômenos não estão restritos aos cientistas e são algo que vem para toda a humanidade, o que resultou em relatos de pessoas comuns que tiveram avistamentos de objetos estranhos nos céus. Uma gama muito grande de classes sociais, que passaram a relatar tais acontecimentos, dando grande credibilidade ao assunto. Pilotos de aeronaves comerciais são comumente seguidos por discos voadores e toda a tripulação relata posteriormente tais fatos. Além dos avistamentos, temos vestígios mais concretos das aparições desses objetos. Quando tais naves pousam em algum local, deixam marcas físicas que são pesquisadas e levantadas por grupos de especialistas no assunto. As regiões de pouso ficam queimadas e toda a vida biológica nas proximidades sofre alterações drásticas. De maior interesse em nosso caso, são os chamados contatos diretos entre os tripulantes dos discos voadores com pessoas comuns. Muitos desses casos já foram levantados pelo mundo e eu, particularmente, já pesquisei uma dezena desses casos com informações magníficas e surpreendentes. Pude confirmar a veracidade do fato diretamente com tais pessoas e analisar o comportamento e forma pela qual esses irmãos extraterrestres agem com pessoas comuns.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-z4qxqKOj3Jg/TySMMT47paI/AAAAAAAAAa8/8eOanr_tgNc/s1600/3a6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="202" width="148" src="http://3.bp.blogspot.com/-z4qxqKOj3Jg/TySMMT47paI/AAAAAAAAAa8/8eOanr_tgNc/s400/3a6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na casuística ufológica mundial, existem centenas de relatos de contatos íntimos entre homens e seres extraterrestres. Em muitos casos os humanos são levados aos interiores das naves e lá permanecem por até semanas, sendo devolvidos em seguida. Na maioria dos casos ocorrem raptos de humanos, pois os homens não estão ainda preparados para esse tipo de experiências. Poucos são aqueles que voluntariamente se submeteriam a esse tipo de contato. Assim os irmãos extraterrestres necessitam abduzir algumas pessoas, no sentido de adiantar os fatos para alguns, em contrapartida despertar a curiosidade e o espírito de pesquisa em outros para que a humanidade possa ser paulatinamente preparada para contatos futuros. Hoje existem milhares de grupos sérios que reúnem-se pelo mundo todo em congressos para discutir e avaliar as pesquisas. Livros, revistas, jornais, televisão, todos os meios de comunicação estão atentos às noticias sobre a aparição de UFO's e coisas do gênero. A humanidade começa a despertar para essa nova realidade e possibilidade. Com o advento da era espacial o homem começou a olhar mais longe, lá para as estrelas, e perceber que faz parte de um universo monstruoso que desafia a sua inteligência. O homem começa a compreender que existe um universo de bilhões de estrelas e bilhões de galáxias e que a vida não é privilégio deste pequeno e isolado mundo neste canto íntimo dessa ínfima galáxia.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wN7u_M1Smqo/TySM3FHd-NI/AAAAAAAAAbI/v_vVBxBhRsQ/s1600/3a6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="202" width="148" src="http://4.bp.blogspot.com/-wN7u_M1Smqo/TySM3FHd-NI/AAAAAAAAAbI/v_vVBxBhRsQ/s400/3a6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CONTATOS PSÍQUICOS - O DESPERTAR PARA A NOVA CONSCIÊNCIA EXTRATERRESTRE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores da ufologia ficaram bastante divididos a partir do momento que o estudo passou a tomar novos rumos e novas linhas na pesquisa. O fenômeno paranormal que anteriormente era apenas pesquisado por religiosos, espíritas, parapsicólogos, etc., começou a fazer pane da pesquisa ufológica. Com a introdução da possibilidade de contatos psíquicos e mentais com os irmãos extraterrestres, a ufologia teve um novo rumo e uma abertura maior para a concepção da vida extraterrestre. Particularmente, minhas experiências dentro da ufologia sempre se mesclaram entre experiências psíquicas e espirituais com os contatos mediúnicos com seres extraterrestres.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Antigamente os pesquisadores morriam de medo em misturar ufologia e espiritualidade&lt;/i&gt;. Principalmente essa controvertida questão da mediunidade e paranormalidade. Todos tinham muito medo de perder o caráter sério e científico da já desacreditada ufologia. Até hoje, muitos pesquisadores relutam em aceitar e, até mesmo, em pesquisar tais possibilidades. De meu ponto de vista, é imprescindível que os pesquisadores tenham uma postura mais transcendental para compreender o fenômeno extraterrestre em sua totalidade. A espiritualidade é uma porta para a compreensão de nós próprios e de nossa natureza cósmica. É necessário estar muito bem preparado interiormente para entrar em contato direto com os ETs. O mais correto é procurarmos conscientemente provocar esses contatos. É de extrema importância o crescimento individual da consciência para que assim possamos compreender melhor as naturezas intrínsecas dos irmãos extraterrestres. Em meu primeiro contato com seres extraterrestres tive uma grande lição que jamais esqueço em toda a minha vida. O que talvez resuma tudo o que quero dizer aqui, neste trecho. Diante do ser que me apareceu pela primeira vez em uma montanha da cidade de Limeira -&lt;br /&gt;SP, um ser de pequena estatura, cerca de 90 cm, que se identificava com o nome de CLARLIN, fiz as seguintes perguntas:&lt;br /&gt;QUEM É VOCÊ? DE ONDE VOCÊ VEM? E O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO AQUI NESTE PLANETA?&lt;br /&gt;Perguntas ingênuas de um menino muito ingênuo na época. As respostas dadas por aquele ser foram muito desanimadoras, porém de extrema sabedoria e conteúdo para toda a minha vida. Ele respondeu-me da seguinte maneira:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Você me perguntou quem sou, e eu digo que você só poderá compreender totalmente minha natureza quando compreender a sua própria natureza. Quando compreender quem você é, poderá então compreender quem sou. Agora, quanto a minha origem cósmica, da mesma forma eu lhe respondo: só poderá compreender minha origem cósmica quando conhecer e compreender a sua própria origem. Quando compreender de onde você vem poderá compreender de onde realmente eu venho. Poderia apontar para você essa ou aquela estrela no céu, mas isso não seria a realidade, nem tão pouco a verdade maior das coisas. Agora, quanto ao motivo que nos traz a esse planeta, é muito simples. Estamos aqui para ajudá-lo, meu menino, a você e a toda a humanidade Terra para que descubra quem vocês são&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;A partir desse primeiro contato com esses seres, toda a minha concepção dos extraterrestres tomaram um novo rumo. Minhas experiências pessoais no campo da mediunidade e da sensitívídade no contato com os irmãos dos planos espirituais facilitaram em muito minha compreensão das coisas. Meus mestres espirituais, aos quais já vinha mantendo contatos ao longo de minha vida, começaram a fornecer muitos esclarecimentos sobre a natureza da minha vida cósmica e espiritual. As minhas viagens astrais fora da matéria, trouxeram definitivamente a maioria das respostas que tanto procurava acerca de minha natureza extra física e a dos irmãos extraterrestres. Contatos maravilhosos fora da matéria com esses irmãos extraterrestres forneceram para mim a base de minha vida e de meu trabalho atual. É óbvio que essas experiências não podem ser transmitidas em congressos científicos, onde se discuta ufologia e discos voadores, pois não são coisas da ciência objetiva, mas sim fatos concernentes à experiência espiritual de vida de cada homem. Nos &lt;b&gt;ensina o Mestre Chuang Tzu: "Se essas coisas pudessem ser transmitidas em palavras, certamente as teríamos ouvidos de nossos antepassados."&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Esses ensinamentos são idênticos àqueles transmitidos pelos mestres de linhas taoístas e budistas que utilizavam o método da não-mente, da morte do intelecto e do instrumento da meditação e do vazio para buscar o conhecimento. A pesquisa da natureza extraterrestre neste ponto deve seguir as mesmas tradições espiritualistas dos grandes mestres tibetanos, hindus e chineses, que nos transmitiram métodos eficazes para mergulharmos fundo em nós mesmos e compreendermos nossa natureza espiritual e universal. Segui esses métodos e essas tradições. A medida que meu desenvolvimento interior foi acontecendo e minhas capacidades psíquicas aumentaram, pude ter uma maior visão da realidade da vida e, em conseqüência disto, um contato mais íntimo e real com os seres extraterrestres em sua própria natureza espiritual. Os contatos com espíritos ou com ETs se dão comumente através da sensitividade que pode ser enumerada da seguinte forma:&lt;br /&gt;Clarividência: visão e contatos com seres energéticos habitantes de dimensões astrais.&lt;br /&gt;Psicofonia: Uso de médiuns para contatos verbais entre o plano físico e seres do plano astral.&lt;br /&gt;Psicografia: Uso de médiuns para receber mensagens escritas de seres dos planos astrais.&lt;br /&gt;Projeção Astral: Saída consciente da matéria para contatos com seres do plano astral em seu próprio ambiente, as cidades do plano astral.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RqS3DjX3BjE/TySPL1e9ibI/AAAAAAAAAbU/dhYWHbDz9ZQ/s1600/3a1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="174" width="326" src="http://3.bp.blogspot.com/-RqS3DjX3BjE/TySPL1e9ibI/AAAAAAAAAbU/dhYWHbDz9ZQ/s400/3a1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Enfim, uma série de outras formas de contatos espirituais podem ser utilizados para se compreender e receber instruções de seres da evolução Terra ou para contatos com seres extraterrestres que operam neste orbe terrestre, porém nas dimensões astrais que, segundo eles próprios revelam, são seus ambientes naturais.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/2ZdX9if8MzI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O PAPEL DOS EXTRATERRESTRES NA GRANDE TRANSIÇÃO AQUARIANA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;1- QUEM SÃO OS EXTRATERRESTRES&lt;br /&gt;Para falarmos da atuação dos extraterrestres nos dias atuais, necessitamos recapitular um pouco as idéias do primeiro livro desta coleção. Quando dissertamos sobre a origem cósmica do homem foi mostrado uma visão bem clara e abrangente quanto a natureza das nossas almas bem como a origem comum de todas as coisas, a partir do conceito clássico oriental da unidade cósmica. Assim podemos conceituar os seres extraterrestres como irmãos cósmicos, porém hoje, atuando em mundos e dimensões diferentes da nossa, em seus avançados estados de consciência com relação à nossa atual condição. Pelos conceitos espirituais aqui estabelecidos, somente as raças que estão atuando em planos densos e em estados de individualização de suas consciências maiores, perdem as suas relações com as dimensões superiores. Essa situação está intimamente ligada com Projetos planetários da horda em questão e, no caso do atual Projeto Terra, observamos a total perda de consciência com relação a nossa origem cósmica. &lt;i&gt;Quem são os extraterrestres então? Pela própria expressão da palavra é todo ser que não habita a superfície e possui origem exterior&lt;/i&gt;. Mas dentro desse conceito primitivo, nós também podemos nos considerar seres extraterrestres, pois dentro de uma visão mais ampla e esotérica da vida no universo e do próprio Projeto Terra, estamos apenas de passagem neste planeta. Isso significa que estamos aqui apenas cumprindo parte de nossa experiência universal, como seres humanos, a nossa horda mãe. Nossa própria origem remonta aos níveis mais elevados da esfera celeste, dos planos superiores da criação, ou seja, da própria fonte original - BRAHMAN - TAO - DEUS -, etc. Dessa forma somos todos extraterrestres cumprindo uma determinada missão aqui, dentro das regras e das leis do Projeto Terra. Na verdade temos que ver o homem como alma cósmica e não como um corpo que hoje anda na superfície terrestre. Muitas almas ascencionadas hoje aqui na Terra, foram transmigradas para outros orbes e estão encarnadas nestes planetas sob novo projeto planetário com leis e regras bem distintas da Terra. Da mesma maneira, ainda hoje, recebemos encarnações de almas oriundas de outros orbes que chegam até o Projeto Terra em busca de experiências, importantes para suas almas. Assim, pergunto: quem são os extraterrestres?.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/anNy5w1GrPA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;2- AS VÁRIAS DIMENSÕES ONDE ATUAM OS ETs.&lt;br /&gt;É importante compreender que o Universo está dividido em sete dimensões como explicamos no capítulo 1, e quanto mais elevadas, mais próximas da consciência total estão os seres que nelas habitam. Por esses conceitos podemos compreender que existe no Universo uma infinidade de seres habitando todos os níveis e dimensões. Teremos então, uma gama muito variada de seres extraterrestres em vários estágios de consciência e de atuação no cosmos. A estrutura do Universo está dividida, a grosso modo, em sete dimensões. Sete planos, onde toda a vida cósmica se manifesta. Os sete planos podem ser descritos dessa maneira:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2z6JT4JYUek/TySRInDB5LI/AAAAAAAAAbg/1H7_9yYWMSA/s1600/3a7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="203" width="243" src="http://2.bp.blogspot.com/-2z6JT4JYUek/TySRInDB5LI/AAAAAAAAAbg/1H7_9yYWMSA/s400/3a7.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PLANO CRÍSTICO:&lt;br /&gt;Habitado pelos coordenadores do Universo e com as consciências unidas a Brahman e a todas as coisas. Seres onipresentes, pois a estrutura espaço temporal dessas regiões são quase que inexistentes. É muito difícil para um ser humano de superfície compreender estas coisas, pois somos muito limitados por nossa capacidade mental de seres individualizados e mentes cristalizadas.&lt;br /&gt;CORPOS CRÍSTICOS&lt;br /&gt;As manifestações da vida ou da consciência nesta dimensão só podem ser efetuada com o ser possuindo um corpo no mesmo estado de energia desta região. Nem é possível falar em corpos individualizados nestas condições, portanto quero apenas dar uma idéia grosseira das coisas nesses planos. Será que é possível imaginar um corpo sem forma definitiva, sem tamanho definitivo, apenas uma luz, uma energia, uma Consciência? Pensem; pois tenho a certeza de que não chegarão a conclusão alguma. Estas coisas estão mesmo longe de nossas realidades, mas é bom pensarmos um pouco sobre elas.&lt;br /&gt;PLANO BÚDICO E PLANO INTUICIONAL&lt;br /&gt;Nestas duas dimensões elevadas da consciência e manifestação da vida cósmica, as coisas são ainda muito difíceis de serem expressas em palavras. Portanto, vamos deixar de explicações técnicas e ficarmos com as idéias gerais apenas. No momento só basta sabermos que elas existem e manifestam-se seres muito elevados em consciência.&lt;br /&gt;PLANO MENTAL&lt;br /&gt;Nesta dimensão as coisas começam a ficar mais concretas e mais próximas de nossa compreensão. Os seres já são mais densos e individualizados, ao menos em aparência, pois aqui operam raças muito ascencionadas e dotadas de altas tecnologias operando em quase todo o universo conhecido. Aqui no planeta Terra, esta dimensão é profundamente habitada e é dessa dimensão em especial que estão baseadas as centrais de operações de comando do Projeto Terra. Portanto muitos são os seres a habitar estas dimensões e geralmente é nesses planos que a maioria dos extraterrestres se transportam com suas naves pelo cosmos todo. Pois aqui as facilidades de navegação são muito maiores que na dimensão física.&lt;br /&gt;PLANO ASTRAL&lt;br /&gt;Este é o plano mais conhecido por todos nós. É onde habitam os espíritos desencarnados e que estão fora do plano físico. Todos nós, de alguma forma, conhecemos essas dimensões, pois em nossas entre vidas ficamos operando e vivendo nesta dimensão. Basta apenas lembrarmos de nossa vida espiritual para que tais coisas voltem a ficar claras. Nas projeções astrais, muitos de nós retornamos a esta dimensão para recarregarmos nossas energias enquanto dormimos. Esta operação diária e natural ocorre mesmo sem nossas consciências. Outra coisa importante que devemos falar aqui é que o plano astral está dividido em sub-níveis energéticos, em sub-planos, onde os seres com mais consciência e energia áurica vão se instalando nos sub-níveis de maior freqüência energética. Os sub-níveis inferiores são reservados aos espíritos com pouca consciência e presos às leis inerentes ao seu projeto. Aqui estamos falando especificamente da Terra, mas em todo o universo este nível existe e é muito ampla a sua faixa espectral e muito habitado.&lt;br /&gt;PLANO ETÉRICO&lt;br /&gt;Este plano é apenas uma preparação estrutural para realização do plano físico. É como se fosse um negativo fotográfico, de onde se originara a foto real. Desta mesma maneira, o plano Etérico é uma imagem de menor densidade energético do plano físico. Os átomos etéricos são réplicas dos átomos físicos, diferindo apenas em suas freqüências energéticas.&lt;br /&gt;PLANO FÍSICO&lt;br /&gt;Estrelas, planetas, galáxias e todas as manifestações biológicas, compõem esta dimensão. Notem que a estrutura espaço-temporal do plano físico impede que raças primitivas interrelacionem-se. As distâncias interplanetárias e interestelares são intransponíveis por raças primitivas dotadas de tecnologias adaptadas ao plano físico da matéria. As navegações estelares só são realmente possíveis quando estamos operando nas dimensões superiores. Nesse caso devemos estar sujeitos à novas regras cósmicas e não mais às leis humanas das raças de superfície. O homem precisa compreender essas coisas para que possa assim, libertar-se do orbe terrestre e navegar pelo cosmos. Ao invés de ficar investindo bilhões de dólares na corrida espacial ele necessita investir em sua própria consciência. Reencontrar-se como ser cósmico para assim compreender seus desígnios maiores. Esperamos que o contato com seres extraterrestres possam nos trazer as luzes dessa nova era para que vejamos o universo e a vida nela manifestada.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-lTaZgbp2YiY/TySSwl7mmCI/AAAAAAAAAbs/qZ5k2oCznUo/s1600/3a3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="202" width="206" src="http://3.bp.blogspot.com/-lTaZgbp2YiY/TySSwl7mmCI/AAAAAAAAAbs/qZ5k2oCznUo/s400/3a3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No orbe terrestre, no próprio Projeto Terra, a vida espiritual transcorre em várias dimensões, o que chamamos de plano astral, plano mental, etc. O próprio plano astral é subdividido em vários níveis, separados pela freqüência energética e vibracional, característica de cada um. À vida é muito bem coordenada em cada uma dessas dimensões e as ações das almas nesses planos estão intimamente ligadas ao Projeto Terra em seu nível astral. É lá que atuam bilhões de almas vinculadas ao Projeto, ainda presas ao ciclo reencarnatório na superfície. Porém, há milhares de almas que já transcenderam tais experiências, habitando os planos elevados do astral, e que continuam ainda suas experiências no Projeto Terra a nível do astral superior. Nessas dimensões espirituais é comum encontrar uma gama variada de seres oriundos de outros orbes em visitas de estudos ou missões de trabalho junto ao Projeto Terra. Seres que vêem em missões a mando das potestades maiores do comando central de operações da galáxia. Esses seres podem operar em várias dimensões, de acordo com as necessidades e de suas capacidades operacionais. Muitos deles são originários de dimensões muito elevadas, podendo operar em qualquer dimensão até mesmo no plano físico se assim exigir suas missões. É muito fácil para esses seres mudarem de dimensão. É apenas uma operação tecnológica muito simples. Perguntei uma vez a um amigo extraterrestre se era difícil para eles a operação de materialização em nossos planos densos com suas naves ou seu próprio corpo. Ele me respondeu que esta operação é mais simples para eles do que acender um palito de fósforo. Estamos muito longe ainda de compreendermos a capacidade tecnológica de seres que atuam em dimensões muito elevadas e em estados de consciência superior. Nós aqui na Terra temos uma visão muito simplória da ciência da matéria e tudo para nós é muito difícil, quase que impossível. Para eles a palavra impossível é um sacrilégio.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resumindo esta idéia temos que ter em mente os seguintes fatores:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;a) Todos somos extraterrestres.&lt;br /&gt;b) A vida está dividida em muitas dimensões no Universo além do plano físico.&lt;br /&gt;c) A palavra extraterrestre perde seu sentido original dentro deste nosso conceito.&lt;br /&gt;d) Os seres extraterrestre de uma forma geral atuam em todas as dimensões do Universo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TtDJYjQQCrU/TySTn6BBuhI/AAAAAAAAAb4/s2Hk8jyyJes/s1600/3a5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="202" width="178" src="http://3.bp.blogspot.com/-TtDJYjQQCrU/TySTn6BBuhI/AAAAAAAAAb4/s2Hk8jyyJes/s400/3a5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;3- QUEM SÃO OS MENTORES DO PROJETO TERRA&lt;br /&gt;Com esses conceitos bem enraizados em nossa mente podemos agora compreender quem são na verdade os mentores do Projeto Terra e quem comanda todas as operações vitais. Obviamente nossos mentores são seres oriundos das dimensões superiores a mando do comando central da galáxia, que rege todos os projetos planetários. São seres iluminados em alto grau de consciência cósmica, verdadeiro seres crísticos em toda acepção da palavra. Dessa forma podemos dizer que nossos mentores também são extraterrestres. Notem que a palavra extraterrestre perdeu toda a sua força de expressão enigmática que anteriormente afetava nossas mentes nas trevas. Falar em extraterrestre era uma heresia, coisa de fanático, de tolo. Nem mesmo as religiões podiam conceber tais idéias fazendo parte de suas doutrinas. Agora esses conceitos podem aclarar nossas mentes e ampliar nossas visões da vida cósmica. Inevitavelmente poderá transferir nosso ser para o universo. Assim passamos a ser cidadãos das estrelas e não mais terrestres apenas presos à superfície planetária e a nossos egos. Existe no astral Terra a central que comanda todas as operações de ordem planetária em todos os níveis, desde o astral maior até a nível físico na superfície terrestre. Esse comando é conhecido no mundo astral pelos espíritos e seres que nos transmitem suas mensagens pelo nome de COMANDO ASTHAR. É óbvio que este nome não é real: é apenas um som adaptado para a nossa dialética de superfície. No mundo astral a comunicação se faz de forma totalmente diferente e portanto a linguagem é outra e os sons também.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/9BC4m5vupTQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;O CONSELHO GALÁCTICO E A FEDERAÇÃO ESTELAR CÓSMICA&lt;br /&gt;Todas as operações no Universo em todas as dimensões, todos os projetos planetários de uma forma geral, são gerenciados a partir de um comando central. Tal comando está localizado na mais alta das dimensões, nos planos crísticos, habitado apenas por seres profundamente identificados com a consciência maior. De lá delega-se comissões para operarem nos bilhões de galáxias existentes no Universo. Logo, cada galáxia possui seu comando central que responde ao comando cósmico geral. Em nossa galáxia temos o comando central de operações galácticas. Esse comando central coordena todas os projetos em andamento em todas as estrelas e em todas as dimensões. Assim esse comando central galáctico delega ações para comandos estelares menores dividindo tecnicamente a coordenação dos trabalhos funcionais. Em cada setor da galáxia existe um sub-comando que responde por um conjunto muito grande de estrelas e projetos, assim a burocracia cósmica vai se desenrolando. Muitos podem estar pensando que é coisa de ficção científica, que parece história tirada da cabeça de um bom romancista, porém devo advertir aqui que necessito usar conceitos humanos para tentar explicar coisas que estão longe da compreensão. É óbvio que as coisas não são bem assim, mas estão próximas de ser e é a forma mais simples que eu e alguns irmãos do espaço encontramos para traduzir essas idéias para a compreensão dos humanos aqui da superfície. A idéia central que aqui quero transmitir é que existe uma ordem funcional no cosmos muito bem estruturada. Tudo acontece dentro de uma ordem muito bem planejada. A visita de seres extraterrestre ao planeta Terra e sua posterior manifestação no plano físico terrestre com suas naves ou mesmo fisicamente para manter contato com qualquer ser humano necessita de planejamentos e de ordens superiores muito antecipadas. A própria viagem interestelar efetuada por qualquer raça necessita de autorização prévia do comando estelar. Certa vez perguntei a um amigo do espaço como funcionava essa burocracia de navegação estelar, pois estava querendo compreender as aparições ufológicas na Terra, bem como alguns casos esquisitos de raptos de pessoas e mutilações de animais, experiências estranhas efetuadas por algumas raças com seres humanos que são relatadas na casuística ufológica mundial. Então ele me relatou o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Todas as vezes que qualquer raça em qualquer planeta e em qualquer nível dimensional desejar fazer viagem interestelar, terá antes que passar por várias operações burocráticas para colocar suas naves em vôo. Em primeiro lugar, precisam do consentimento de seus comandos em seus próprios mundos ou seja, dos mentores de seus projetos em questão. Necessitam de um plano de vôo dizendo por onde irão transitar e qual será seu destino. Deverão obter autorização da base de operação estelar de seu destino, caso queiram visitar planetas ou dimensões habitadas cujos projetos estão em andamento. Melhor explicando, necessitam de autorização dos mentores do projeto de destino. Precisam notificar o comando de operações estelares do setor ao qual estão subordinados com um projeto de intenções de suas viagens para ser submetido a avaliação. Somente depois de todas essas operações burocráticas é que uma nave estelar pode levantar vôo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Como vêem, tudo é muito bem organizado. Nós que estamos acostumados às instituições aqui na Terra, que nunca funcionam, e que são sempre mal dirigidas, com interesses muito particulares, não podemos compreender essas instituições cósmicas que sempre refletem o interesse do amor maior. Essas instituições cósmicas são dirigidas por seres altamente ascencionados e profundamente identificados com o amor divino. Elas realmente funcionam para o interesse geral do amor e progresso da consciência cósmica.&lt;br /&gt;O PAPEL DOS ETs NA GRANDE TRANSIÇÃO AQUARIANA&lt;br /&gt;Estamos cientes que a grande transição aquariana faz parte de uma fase extremamente importante do Projeto Terra. Encontramo-nos num momento crucial para nossa civilização. Estamos face ao término de um longo estágio em que viveu o Projeto Terra e todas as almas que por ele transitou. Uma operação de alta envergadura se faz necessário para a efetivação dos planos maiores. Assim o comando central de operações do Projeto Terra solicitou ao comando Central da galáxia uma ajuda extra, para que seja efetivado a grande operação de transição do projeto Terra. Milhões de almas deverão ser rearranjadas no astral Terra e posteriormente transmigradas para outros projetos que harmonicamente, com a transição Terra, estão sendo preparados para receber as almas que para lá deverão seguir, dando prosseguimento às suas experiências cósmicas. Aqui na Terra, em muitos aspectos haverá carência de ajuda superior, principalmente para a implantação da civilização do terceiro milênio a nível físico planetário. Uma operação de limpeza e preparação da superfície do planeta deverão ser efetivadas. Para isso deverão ser solicitadas o auxílio de raças com uma tecnologia apropriada para essas operações. Toda uma frota de naves especiais está sendo preparada para operar nesses momentos no orbe terrestre. Cada raça operará de acordo com suas capacidades e em diversos setores da transição. Uns ficarão encarregados da operação técnica com a superfície planetária. Outros se preocuparão com o auxílio direto aos humanos encarnados, ou com as almas desencarnadas que serão recepcionadas no astral Terra. Assim sucessivamente as forças cósmicas extraterrestres serão os grandes protagonistas da grande transição aquariana no setor de comando e ação direta da operação. Devemos estar conscientes da manifestação extraterrestre nesses momentos especiais e devemos preparar mossas mentes para recebermos desde já os contatos com tais seres preparando nosso ser para um grande salto espiritual que todos nós seremos submetidos. A grande transição aquariana será para nós, humanos encarnados, uma grande experiência para nossas consciências. Nossa civilização de superfície nunca mais será a mesma. Estaremos face a uma nova consciência planetária e face às forças extraterrestres que virão colocar o planeta Terra em conflito com as leis maiores do Universo, tirando-nos das trevas que a milênios nossas almas estiveram mergulhadas. Devemos estar com a mente e o coração abertos para recebermos as devidas instruções e a mensagem fraterna de amor e de paz de nossos irmãos das estrelas. Eles vêem em paz, com muito amor, trazendo mensagens dos nossos mentores maiores para que a Terra inicie uma nova jornada rumo à consciência cósmica.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/swjkHzNiKiQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;A PREPARAÇÃO INTERIOR PARA O CONTATO COM OS EXTRATERRESTRES&lt;br /&gt;As forças estelares estão operando na Terra com mais intensidade nesses últimos tempos, pois há uma necessidade maior da conscientização espiritual dos seres encarnados. Os irmãos extraterrestres estão operando tecnologias incríveis e mudando certas regras para que a humanidade possa receber o que há de melhor nesses momentos da transição. Segundo informações espirituais, as distâncias entre os planos astrais superiores e o plano físico, medidos a níveis das freqüências energéticas, estão diminuindo. Esta diminuição proporciona uma facilidade maior de interação entre os seres superiores e os encarnados. Muitos seres humanos do plano físico começam a entrar em contato com seres superiores do plano espiritual terrestre, bem como com os irmãos extraterrestres.&lt;br /&gt;COMO OCORREM ESTES CONTATOS&lt;br /&gt;Foi dito certa vez, que um dispositivo extraterrestre havia sido ativado no astral superior, que enviada para todos os planos inferiores uma espécie de onda energética, chamada pelos mentores de ONDA SHAN, ela iria influenciar os seres humanos a buscar um contato mais íntimo consigo mesmos, bem como proporcionar uma mudança radical nas vidas de muitas pessoas que por ventura estivessem prontas para um despertar maior. Essa onda assemelha-se a uma transmissão de rádio ou TV e quando captada por nossos aparelhos internos, proporciona ao nosso subconsciente uma série de estímulos para melhor orientação de nossas vidas. Compatível com o grau de sensibilidade , cada um receberá este estímulo de uma maneira diferente e processará essa informação de acordo com seu grau de consciência, cultura e capacidade interior. Após processada, as informações irão causar uma série de mudanças estruturais nas vidas das pessoas das formas mais variadas possíveis. Muitos acreditarão que estarão recebendo mensagens psicografadas dos extraterrestres, mensagens telepáticas, mensagens em sonhos, premonições e muitas outras formas de contato, variando de acordo com o nível de paranormalidade de cada indivíduo. Isso a princípio poderia causar uma enorme confusão, pois os homens estarão em contato com partes de si mesmos e, pela primeira vez, utilizando instrumentos de seus mecanismos internos. Mas isso, de um ponto de vista mais cósmico, é muito bom, pois é o início de uma nova era para a humanidade que se inicia convocando os homens para uma busca e uma pesquisa interior mais profunda. É por isso que tem surgido muitos sensitivos recebendo mensagens extraterrestres, cujos conteúdos são os mais variados possíveis. De medíocres e equivocadas até das de grande teor espiritual. Quanto mais perfeito for o canal, quanto mais harmonizado o contatado estiver com as forças superiores, mais pura será a captação da verdadeira mensagem dos irmãos do espaço.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A PREPARAÇÃO INTERIOR&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O contato com os irmãos extraterrestres requer um nível de preparação interior muito elevado se quisermos estar em contato profundo e real com essas forças. As regras básicas são bem simples até. Perguntamos aos nossos irmãos através de nossos contatos espirituais, e eles nos orientaram, inclusive na redação destes textos. Basicamente os fatores a serem observados são os seguintes:&lt;br /&gt;1 - Possuir a vontade interior real de manter contato. É imprescindível que a vontade seja maior do que a curiosidade, caso contrário nada receberão.&lt;br /&gt;2 - Pesquisar muito, a fim de obter informações a respeito das manifestações ufológicas e preparar-se psicologicamente para esse contato maior.&lt;br /&gt;3 - Buscar um contato maior com seu próprio interior, através de exercícios de meditação, respiração, movimento corporal, enfim, tudo que possa melhorar suas condições energéticas, seus chakras e seu mecanismo de percepção.&lt;br /&gt;4 - A alimentação é um fator muito importante, devendo ingerir apenas alimentos de origem vegetal, abolindo de vez os alimentos de origem animal, principalmente as carnes. Para maiores esclarecimentos consultar o livro ou a palestra do prof. Laércio, com o título "Aspectos esotéricos da alimentação".&lt;br /&gt;5 - Não é importante filiar-se a ordens religiosas, grupos esotéricos, grupos ufológicos. Mas tão somente construir um mecanismo de mudança interior a partir de você. No entanto, os métodos e caminhos ficam a critério de cada um. Cada pessoa irá buscar aquilo que mais lhe convém, seja um grupo, uma técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses fatores são simples e imprescindíveis para aumentar as chances de contatos. Estamos vivendo numa época que o fator interiorização é extremamente importante. É vital estarmos em vigília constante, em meditação, em harmonia com nós mesmos. Esses são pontos fundamentais para o homem aquariano. Nós nunca saberemos a hora exata que seremos convocados, ou contatados. Devemos estar sempre atentos aos acontecimentos na sociedade e em nós mesmos. A medida que os tempos se aproximam a intensidade dos contatos aumentarão em muito e necessitaremos estar bem preparados para esse encontro com os irmãos maiores. Paz interior, harmonia com a natureza e coração aberto para as estrelas, são esses os fatores para um verdadeiro encontro. Quando uma pessoa muito importante está para nos visitar em nossas casas, nossa primeira atitude é a de limparmos bem tudo, enfeitarmos com flores, com perfumes, preparamos o melhor jantar e darmos ao nosso ilustre visitante tudo o que de melhor possuirmos. Assim também deve ser com nosso interior, um visitante ilustre está para chegar em nossa casa, em nosso mundo, portanto vamos manter nosso edifício interior preparados para essa visita.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/2c6zbq9LLkk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;AS ARCAS DE NOÉ AQUARIANAS&lt;br /&gt;Em determinados momentos da grande transição aquariana, será necessário que bases de preservação sejam construídas por grupos bem estruturados para que assim possam suportar o rigor das mudanças planetárias. É muito difícil construí-las agora, pois demanda recursos materiais altíssimos e a maioria das pessoas envolvidas no movimento aquariano possuem poucos recursos materiais. Mesmo assim, a maioria ainda não crê o suficiente nestas coisas para investir seus recursos materiais em coisas tão absurdas. Somente nos momentos mais difíceis da transição, quando estiver acontecendo todas as coisas é que muitos despertarão para a real situação planetária e começarão a construir as bases de preservação. Certamente eles serão construções bem improvisadas, sem muitos recursos e estaremos em grande parte a mercê da sorte. É importante que muitos comecem desde já a pesquisarem locais seguros onde possam se instalar em caso de agravamento súbito da situação planetária. Pesquisar formas alternativas de construção, de armazenamento de alimentos, combustíveis, energia elétrica, enfim todos os recursos necessários para enfrentar um período longo e de muita escassez de recursos naturais. Essas bases só resistirão se possuírem internamente uma ordem muito bem centrada na espiritualidade e na consciência aquariana, caso contrário a desordem tomará conta, os egos individualizados causarão grandes conflitos e a ordem será quebrada. Dessa forma, estarão refletindo a sociedade e as pessoas do mundo velho que nunca conseguirão viver em harmonia. Para que as bases de preservação possam ter seus objetivos primários alcançados, é necessário que todos estejam muito bem equilibrados e em concordância com as leis espirituais buscando um contato maior com as forças superiores para que a ordem interna seja o reflexo da ordem externa. Essas bases deverão estar sempre preparadas para contato com os extraterrestres e deverão ser construídas arquitetonicamente com este intuito básico, pois se houver a necessidade de arrebatamento, esta operação será facilitada pela estrutura da base.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OS ARREBATAMENTOS NOS MOMENTOS DIFÍCEIS DA TRANSIÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Quando a transição estiver em seu ponto mais crítico, nos foi revelado que ocorrerão intervenções extraterrestres arrebatando milhares de pessoas e levando-as a locais seguros, previamente preparados pelos irmãos do espaço. Estes arrebatamentos estariam acontecendo por todo o planeta; porém, os meios de comunicação em colapso não registrariam esses fatos, pois a desordem estrutural da sociedade não permitiria que qualquer instituição estivesse funcionando. Dessa forma se faz necessário que estejamos preparados para tudo, inclusive para essas operações de arrebatamentos. Muitos poderiam perguntar: qual seria o critério dos extraterrestres para selecionar as pessoas que seriam arrebatadas e salvas nessas ocasiões? A resposta é a seguinte: Para o cosmo não existe privilegiados. Não estamos predestinados a sermos salvos e nem estamos condenados. Quais os escolhidos? Não há critérios humanos que possamos usar aqui para definir essas coisas. Os critérios usados serão superiores e muito diferentes da nossa ética e da nossa moral. Muitos dos chamados santos serão deixados para trás e muitos outros serão arrebatados. Poucos humanos compreendem essas leis maiores. A verdadeira consciência das coisas não ocorrem da noite para o dia. De nada adianta você despertar agora, em meio a crise, e a partir de então resolver ser bonzinho e espiritualista de última hora, que nada se resolverá. O ser humano ficou na Terra por milênios e não se resolveu como homem cósmico: Por que somente nos últimos instantes isso iria acontecer?&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QoLerExZkGM/TySa4JkEg4I/AAAAAAAAAcE/vMwPFKQUtOQ/s1600/gordo3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="376" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-QoLerExZkGM/TySa4JkEg4I/AAAAAAAAAcE/vMwPFKQUtOQ/s400/gordo3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro crescimento interior acontece com um despertar real para as coisas do espírito. Numa situação que agora nos deparamos é como se o homem fosse coagido a espiritualizar-se e isso é falso do ponto de vista superior. Portanto é imprescindível que cada um olhe bem para seu interior, veja as reais condições de sua alma e trabalhe conscientemente.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;AS OPERAÇÕES DE LIMPEZA E ESTRUTURAÇÃO PLANETÁRIAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Após um longo período de reestruturação geológica, os irmãos extraterrestres estarão operando tecnologias avançadas no preparo da implantação da civilização do terceiro milênio. Para isso muitas coisas deverão mudar. Os vestígios poluentes da velha civilização deverão ser todos transmutados. O planeta deverá estar limpo para a nova era. Grandes naves extraterrestres já se posicionam próximos ao orbe terrestre para futuras intervenções. Dotadas de alta tecnologia, deverão despoluir os rios, mares, florestas e o ar. Enfim, resíduos radioativos e toda gama de poluentes prejudiciais à natureza do planeta. Cidades que permanecerem intactas no processo geológico deverão ser destruídas para que a aura psíquica dessas construções não afetem a civilização futura. Elas não servirão mais para nada, visto que a nova sociedade não viverá mais sob as regras da velha sociedade. Sendo assim a arquitetura das velhas cidades não servirá mais para nada. Os velhos conceitos de família, posses, nossa casa, nosso trabalho, transportes, tudo mudará, pois as velhas cidades não estão preparadas para isso.Teremos que começar tudo do zero, porém construindo sob novas leis e como auxílio dos irmãos extraterrestres. Nunca se esquecendo dos irmãos intraterrenos que possuem grandes presentes para a nova civilização que desperta. Tudo deverá ocorrer da maneira mais harmônica possível. Embora, em certa fase do processo tudo pareça destruição, será na verdade, o nascimento de uma era que todos nós humanos sempre sonhamos e desejamos no mais íntimo de nossos corações.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/cxhkvpYCAJc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;MENSAGENS EXTRATERRESTRES&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mensagem recebida em reunião espiritual - Campinas 16abr1991&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Que vossas vidas sejam repletas de muita paz, de muito amor e de felicidade. Nosso desejo é que vossas vidas estejam sempre em progresso, em muita luz, compreensão e paz. Saibam que mesmo que por muito tempo não damos comunicação através desse processo de contato, nós estamos sempre presentes fazendo o nosso trabalho e auxiliando da melhor forma possível a todos. Vocês imaginam que nós nos afastamos e que nos distanciamos, mas não é verdade. Há muito tempo estamos aqui neste orbe trabalhando para o progresso dessa humanidade. Nós sempre estivemos presentes ao longo da história das civilizações, colaborando com os mentores maiores desse projeto planetário. Caros e queridos amigos, guardem sempre o ânimo, o espírito de pesquisa e de busca. Se vocês pesquisarem poderão encontrar novos horizontes, novas formas de ver a natureza, o mundo e a vida. Poderão descobrir a maravilhosa natureza que vós próprios sois. Basta olhar lá dentro de vossos corações, de vossos interiores para descobrir que já sois. É necessário buscar o conhecimento, é necessário pesquisar, treinar vossos interiores para que os vossos espíritos, mentes e seres, como um todo, possam despertar para uma nova condição e para um novo tempo. Assim, seus espíritos acordarão para uma nova realidade muito além desta que agora desfrutam. Esta realidade atual é muito importante e tem sua razão de ser, caso contrário não as estariam vivendo. No entanto, o que estamos querendo realizar junto a todos, com nossa presença aqui entre vós, é lançar um estímulo, uma semente para que todos cultivem e assim possam progredir muito mais e transformar suas vidas, o que trará mais paz interior e harmonia entre os homens.&lt;br /&gt;Se tiverem uma consciência cósmica de vós próprios, vossas vidas poderão melhorar em muito. A alegria e felicidade poderão estar muito mais próximas e presentes no dia a dia em vossas vidas.&lt;br /&gt;Logo o ser humano dessa civilização poderá entrar em contato com essa realidade e visitar esses outros mundos, e até vivenciar experiências em alguns deles. Tudo é uma grande família cósmica e nós somos seus irmãos das estrelas. Quando suas consciências despertarem, poderão relembrar de tudo isso e se lembrarão de nós como quem se lembra de seus entes queridos de outras encarnações. Verão que somos criaturas amigas e retinidos no mesmo ideal universal. Se hoje estamos nessa condição e vós numa outra, é porque os mentores maiores assim o decidiram e vós próprios aceitaram fazer parte dessa experiência. Nós executamos a nossa tarefa e vós executam as tuas tarefas, tudo dentro de uma harmonia universal. Portanto, caros amigos, caros irmãos, os instrumentos da busca, da perseverança, do desenvolvimento interior, das filosofias orientais e da ciência, são todos sinônimos. São todos ferramentas para a construção do edifício da sabedoria, da espiritualidade e do desenvolvimento interior. Em todo esse tempo passado da humanidade Terra, civilizações das mais diferentes origens e experiências cósmicas estiveram presentes com todos vós, caminhando lado a lado, orientando e auxiliando nos planos espirituais. Em muitos casos e em épocas específicas, até mesmo em planos materiais. A solidão e o desamparo nunca existiram de fato, somente os homens, fechados em suas cascas e em suas personalidades, é que se sentem solitários e desamparados, tudo porque não compartilham dessa realidade maior. Nós e muitos outros de outros orbes e dimensões, sempre estivemos presentes, acompanhando esta humanidade desde a sua implantação neste Projeto. Houve épocas em que as coisas eram mais claras e podíamos caminhar livremente com os homens de superfície e transmitir-lhes diretamente os trabalhos de instrução. Porém, hoje as coisas são bem diferentes e temos que agir diferente, de acordo com as leis maiores. Portanto, caros e queridos amigos, caros e queridos irmãos dessa humanidade Terra, é necessário que pouco a pouco essa realidade vá sendo substituída por uma outra mais espiritual, por uma outra maior, por uma consciência superior onde cada ser humano reconheça a sua própria natureza como cidadão cósmico. O homem precisa compreender sua natureza universal e que faz parte de uma hierarquia maior, pertencente a dimensões mais elevadas e que estão aqui neste mundo denso em busca de experiências para a consciência da criação. Se assim é, vós tendes então que despertar pouco a pouco para essa realidade subjetiva. Vós próprios, através de vossos trabalhos de pesquisas, irão encontrar subsídios para o crescimento e aperfeiçoamento de vossas personalidades. É esse o desejo de todos os irmãos, oriundos de outras estrelas distantes, que para este orbe se dirigem atendendo ao chamado maior. Todos estão imbuídos numa missão maior de auxiliar essa humanidade e atingir os degraus hierárquicos que a tornará liberta das superfícies densas planetárias. Pouco a pouco a luz despertará no coração de todos e dará subsídios importantes para a renovação planetária, trazendo crescimento e progresso para toda a humanidade. Pouco a pouco os dias chegarão, os momentos chegarão e todas as coisas que hoje estão ocultas, virão à luz. Todas as coisas passadas que viveram e não compreenderam, poderão ser esclarecidas. Vocês verão que todo tempo as coisas estavam claras, porém só vocês não as compreendiam. Tudo tem uma razão de ser e os construtores maiores desse projeto Terra sabiam e sabem o que fazem. Somente vossas mentes não podem compreender a magnitude de tudo. Quando vossas mentes transportarem-se para uma outra condição, poderão compreender o todo enigmático de então. As constantes transferências das almas de planos espirituais para planos densos, e de planos densos para planos espirituais, são as chaves desse ocultismo. As experiências planetárias que compreendem essas operações, a qual vós chamais de reencarnação, são freqüentemente usados em muitos orbes pelo Universo e são muito importantes para o desenvolvimento das bordas. Projetos grandiosos como o executado aqui na Terra estão em andamento por galáxias e mais galáxias pelo Universo. Dia chegará em que vossos olhos olharão, vossos olhos poderão ver lá no alto as frotas iluminadas de naves que virão das estrelas para comungar com todos vós. Para trazer trabalhos de instrução, palavras amigas. Palavras que trarão o despertar da consciência interior dessa humanidade para um novo tempo, para uma nova era e para uma nova vida. O dia chegará e vossos olhos poderão ver claramente, nesse fundo azul e maravilhoso, as frotas iluminadas do espaço que virão para o contato com todos vós. Caros e queridos amigos, caros irmãos, até esse dia chegar, guardem o ânimo, o espirito de pesquisa, de luta e de busca. Porque quem busca, encontra.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/1mfqph_SG8w" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-7459212583759429676?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.projetoterra.com' title='A Presença Extraterrestre - Laércio B. Fonseca e CLARLIN (amigo das estrelas)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/7459212583759429676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=7459212583759429676' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/7459212583759429676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/7459212583759429676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2012/01/presenca-extraterrestre-laercio-b.html' title='A Presença Extraterrestre - Laércio B. Fonseca e CLARLIN (amigo das estrelas)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DMTVE-J9A4U/TySJ_3Cy31I/AAAAAAAAAaY/Y8CBRLZ7Nbg/s72-c/3a4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-194069840488503689</id><published>2012-01-26T12:30:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T12:30:18.577-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jcLUZ'/><title type='text'>Aindan Dwyer - (vídeo:Corning Gorilla Glass)</title><content type='html'>Um estudante americano de 13 anos conseguiu criar energia solar a partir da sequência de Fibonacci. Com o experimento Aindan Dwyer ganhou uma patente provisória do Governo dos EUA, além do interesse de diversas entidades em comercializar a inovação.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-k-tiGN1Vxqo/TyGywejdUXI/AAAAAAAAAaA/JPdv5RBRNQA/s1600/2a3.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="265" src="http://2.bp.blogspot.com/-k-tiGN1Vxqo/TyGywejdUXI/AAAAAAAAAaA/JPdv5RBRNQA/s400/2a3.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A sequência de Fibonacci se caracteriza pelo início no número 0 e a cada número subsequente faz-se a soma dos dois anteriores; explo: 0-1-1-2-3-5-8-13..... O que Aidan criou foi uma espécie de árvore em PVC em que as folhas e galhos são pequenos paineis solares que respeitam a sequência.&lt;br /&gt;Ele disse que ficou fascinanado quando percebeu durante uma caminhada pelas montanhas de Catsilks, nos EUA, que a organização das folhas e dos galhos obedecia à Fibonacci.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/LHYCJKWjgtE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;"Eu sabia que aqueles galhos e folhas coletavam a luz do sol para a fotossíntese, então meu próximo experimento foi investigar se a sequência de Fibonacci ajudaria", disse o estudante.&lt;br /&gt;O resultado foi que ao analisar a coleta da luz solar na "Arvore de Fibonacci" e em um painel plano, a imitação da natureza se mostrou mais eficaz.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/sf0wEmgsz7s" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a árvores ocupam  menos espaço físico que um painel plano e aumenta a coleta de luz solar durante o inverno. &lt;i&gt;É bom lembrar que a sequência (ou escala) de Fibonacci está presente em  toda a natureza, como uma assinatura do Divino&lt;/i&gt;...&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-KniGhnQo59E/TyGywvZ7YxI/AAAAAAAAAaQ/N9Vzvv7PUuM/s1600/2a17.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="283" src="http://1.bp.blogspot.com/-KniGhnQo59E/TyGywvZ7YxI/AAAAAAAAAaQ/N9Vzvv7PUuM/s400/2a17.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/C3MQhUuye0E" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o grande cientista Michio Kaku. Teoria das cordas e futuro da ciência.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/DoSJbB-3sIo" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/X0MhSIFgW9U" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/5Qxknat5o_Q" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ZUQEFL45Iko" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/q_L5sV8Uol4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/UnX8OaHY3-0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-194069840488503689?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/194069840488503689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=194069840488503689' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/194069840488503689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/194069840488503689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2012/01/aindan-dwyer-videocorning-gorilla-glass.html' title='Aindan Dwyer - (vídeo:Corning Gorilla Glass)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-k-tiGN1Vxqo/TyGywejdUXI/AAAAAAAAAaA/JPdv5RBRNQA/s72-c/2a3.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-9041055241304257516</id><published>2012-01-26T12:05:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T12:05:58.423-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jcLUZ'/><title type='text'>Mundos Paralelos - Michio Kaku</title><content type='html'>O livro "Mundos paralelos" de Michio Kaku, descreve que existem diferenças entre um mundo e um planeta. Um mundo é a soma total de todas as situações espirituais em um planeta, que determina como será a vida, a energia predominante que exercerá movimento, ação e tipo de matéria. Um planeta é a base física para esses diversos mundos. O plano material, onde as diversas vidas são vividas em seus respectivos planos. Um planeta pode ter vários mundosem anexo trabalhando no mesmo espaço físico.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-67wmCevwW6E/TyGtLL5y5OI/AAAAAAAAAZc/s5ohfq88j_4/s1600/2a16.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="183" width="275" src="http://2.bp.blogspot.com/-67wmCevwW6E/TyGtLL5y5OI/AAAAAAAAAZc/s5ohfq88j_4/s400/2a16.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os “Mundos” anexados a um planeta específico são chamados de mundos paralelos. O que são seres multidimensionais? &lt;i&gt;Surpresa! Somos nós!&lt;/i&gt;  &lt;br /&gt;Apesar de muitos usarem essa expressão, não entendem o que realmente significa. Existe um número infinito de realidades paralelas, todas existindo simultaneamente e seres multidimensionais são seres que vivem em diversas dimensões paralelas simultaneamente. Nossas escolhas e aprendizados interferem nos nossos outros "eus" espalhados nas outras dimensões, assim como nossos outros "eus" interferem no eu da 3ª dimensão, essa da qual escrevo. Todos esses "eus" juntos formam nossa essência, o que somos, o que aprendemos e onde estamos eonde vamos estar. Um "tipo de frequência" para cada mundo e estamos nesse mundo da 3ª dimensão (Mundo/Terra), para experienciar situações que estejam de acordo com essa frequência, não podemos mudar o mundo em que estamos inserido, mas você pode mudar a sua frequência para estar de acordo com o mundo que você prefere experienciar, num mundo (Terra) paralelo, que já existe num outro nível de frequência e todos na mesma frequência estarão nesse mundo. Fala-se muito da ascensão da Terra para um mundo de 5ª dimensão, mas entenda, o mundo 3D não deixará de existir num passo de mágica, pois zilhões de seres vibram nessa frequência e precisam ou vão escolher (inconscientemente e conscientemente) continuar a reencarnar nesse mundo de ilusões, polaridades, dualidades.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/nHi5nnfJL1Y" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por que reencarnar? Vamos ter que "morrer" nesse processo todo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Com certeza! Mas, você já sabe que a morte não existe e que cada um irá despir-se da carne da forma que precisa, ou você pode salvar sua pele, subindo numa das naves que com certeza um dia estarão visíveis em cima de nossas cabeças, seguir Jesus, Maomé, Buda, Marias, Ashtar Sherans,  Migueis etc,  quando esses aparecerem entre as nuvens no céu, a escolha é sua!&lt;br /&gt;Não entendeu? Apenas continue estudando. Não é possível entender tudo de imediato, primeiro absorvemos as informações e com o auxílio da intuição, o entendimento acontece mais tarde naturalmente. Você pode escolher o caminho que é um pouco mais difícil porque demanda empenho para compreender o que ainda não compreendeu ou escolher o caminho mais fácil e manter-se iludido, pois montar o quebra-cabeça dá um trabalho danado, e temos a tendência de focar nossa atenção apenas num ponto, ou em alguns pontos, família, trabalho, dinheiro, entretenimento, religião, pois isso é a matrix. Focados apenas nesses pontos, não conseguimos ver o cenário todo, apenas enxergamos algumas pecinhas, aquelas que eles desejam que vejamos. Ficamos limitados quando focamos nosso aprendizado apenas em um ponto, por isso estudar um pouco de tudo é importante para conhecer todos os lados do mesmo ou de vários pontos e assim alcançar entendimento para nos libertar da vivência nessa frequência. Sempre me questionam se eu não acredito no auxílio de seres mais evoluídos, e eu sempre respondo do mesmo jeito. Claro que acredito! Eles estão por aí, sempre estiveram e sempre estarão, nosauxiliam sutilmente, nos levam a texto, links, nos ajudam a encontrar respostas, basta sentir. &lt;br /&gt;O que você precisa se perguntar é: &lt;i&gt;Que tipo de auxílio quero?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Naves, tecnologia, resgate, interferência brusca, são necessários para nos proteger ou nos auxiliar na 3ª dimensão, para aqueles preocupados com a matéria. Os seres com informações que no meu ainda pobre entendimento descrevem-se evoluídos, preocupam-se com o nosso crescimento através da experimentação, pois sabem que para crescer é preciso aqui na 3D compreender o dualismo, as polaridades e buscar o equilíbrio, enxergar nível de informação ao invés de certo ou errado, bom ou mau. Eles já passaram por isso.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na 5ª dimensão não existe essa matéria densa que estamos acostumados, tudo é construído através do pensamento e das informações contidas no fluido universal de acordo com a consciência de quem cria&lt;/b&gt;. Não precisa de naves ou qualquer outro meio de transporte, não é necessário tecnologia de qualquer tipo, não é necessário se alimentar, dormir ou mesmo falar. O tempo é ilusório, um meio de controle necessário quando se está na 3ª dimensão, mas na 5ª dimensão tudo simplesmente acontece de acordo com o que se pensa. &lt;i&gt;Tempo, é como medimos a velocidade e percurso entre um ponto A e B, ou por exemplo, o tempo de percurso da Terra em volta do Sol.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-2H3SMtV4_QA/TyGtLKXn_fI/AAAAAAAAAZo/5D7KGcVE16Q/s1600/2a18.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="192" width="256" src="http://3.bp.blogspot.com/-2H3SMtV4_QA/TyGtLKXn_fI/AAAAAAAAAZo/5D7KGcVE16Q/s400/2a18.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O conceito de tempo só existe porque há necessidade de medir, é como nos orientamos, criamos o tempo e/ou ele nasceu com a Matrix que sustentamos, por isso é um conceito. A física quântica diz que não devemos olhar para o tempo, pois olhamos para ele e ele já não está mais lá.&lt;br /&gt;Medimos a distância ou percurso do ponto A ao B, através da velocidade, não existe nave ou tecnologia mais veloz que o nosso pensamento. Na 5 dimensão não se faz o percurso e nem mede-se a distância, pois cria-se através do pensamento. Você deseja estar, estará. Cria-se o que pensa, tudo é realizado no presente, no agora. &lt;b&gt;A matrix é um estado de consciência&lt;/b&gt;, ou melhor de nossa inconsciência. Conforme expandimos nossa consciência, modificamos esse estado. Não é só uma questão de ciclos, as mudanças estão acontecendo e acontecerão em larga escala, porque a grande maioria deseja mudanças. Criamos individualmente e coletivamente, atraímos o que pensamos, desejamos. A cada aceleração daquilo que percebemos como o tempo, nossa consciência se amplia, porque o fluxo de informações está acelerado, por isso percebemos essa aceleração. &lt;br /&gt;As informações sempre estiveram aqui, mas só agora estamos percebendo eorganizando-as. E sempre que organizamos algo, muita coisa é descartado ou substituído. Você não precisa morrer acreditando no caminho da salvação através de outros, porque seremos salvos do que?De nós mesmos e nossas criações e estados de consciência? Estou focando nesse ponto, pois essa crença é a mais difícil de ser alterada, pois fomos muito bem doutrinados nesse aspecto e é preciso ser humildade para mudar de opinião, ponto de vista, etc. Assim como aqui na 3D as informações estão disponíveis, basta que desejemos acessa-las e haja empenho na busca, igualmente existem informações nas outras dimensões, a diferença é que há mais liberdade (sem influência ou controle) para acessar esse vasto campo informacional. Não há guias, professores, alunos, mãe, pai, filho, esposa ou marido, apenas consciências em sintonia e em crescimento, todos se ajudam pensando, criando, buscando no campo informacional universal ilimitado as informações e respostas que precisam sem manipulação de nenhum tipo. Seres que ainda permanecem na vibração da matéria é que se preocupam em proteger seus corpos de carne e osso e igualmente seres que se preocupam com nossos corpos de carne e osso é que desejam salvá-los. A Terra 3D irá continuar após inúmeros cataclismas, os sobreviventes e os resgatados povoarão esse mundo novamente cumprindo a transição para a Era de Aquário, vivendo entre os "Deuses" e suas tecnologias, novamente esses serão seus guias, guias velhos com roupas novas, mais um ciclo começará e aqueles que se sintonizarem com a vibração dessa Era, estarão realmente vivendo uma Era de Ouro.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ciclo – Cíclico – Repetição – Começo – Meio – Fim – Recomeço.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não existe verdade... existe ou não sintonia entre o que eu percebo e você percebe. Ninguém precisa convencer ninguém ou travar brigas de egos, pois cada um sintoniza seu radinho na estação de músicas que mais lhe agrada. &lt;i&gt;Provas sobre manipulação e conspiração? Provas sobre ovnis e alienígenas? Pra quê?&lt;/i&gt; Quem sintoniza seu radinho nessa estação, não precisa de provas, porque já consegue ver, se processou a informação é outra estória. Os avistamentos de ovnis se intensificarão ainda mais, faz parte do processo de expansão de consciência, faz parte da agenda dos seres que comandam o show na 3D, faz parte da transição. Reais, fakes, militares ou não, eles já estão aqui e outros estão chegando trazendo um novo "perfil de espiritualidade". &lt;br /&gt;Para viver a espiritualidade, basta se conectar com o Cosmo, que nada mais é que um imenso campo informacional, onde todas as respostas estão disponíveis, informações que passam pelo filtro do seu coração, filtro cheio de bloqueios, preconceitos, crenças, medos, apegos, egos inflamados.&lt;br /&gt;“Um filtro limpo filtra melhor”. &lt;b&gt;Espiritualidade não é Deus, religião, doutrina, dogmas, comunicação psicografada ou canalizada, tudo isso são apenas mais filtros. Espiritualidade é uma filosofia de vida, é viver para ser, se encontrar, se conhecer , se amar, reconhecer em si a divindade, a luz, a criação&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;“&lt;i&gt;Ó homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo&lt;/i&gt;” - Inscrição no oráculo de Delfos, atribuída aos Sete Sábios (650 a.C.- 550 a.C.). A resposta está sempre na simplicidade, simplifique: busque por você. Você está mais para o mundo do pensamento ou o mundo da tecnologia? O vídeo abaixo é uma "demo" do futuro. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/6Cf7IL_eZ38" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Beijão no coração&lt;br /&gt;Ravena&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kiSHmewQZ_g/TyGtLYPYo1I/AAAAAAAAAZ0/FCdTwXXwOW0/s1600/Noruega%2BAurora%2BBoreal%2B25jan2012.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="237" width="316" src="http://1.bp.blogspot.com/-kiSHmewQZ_g/TyGtLYPYo1I/AAAAAAAAAZ0/FCdTwXXwOW0/s400/Noruega%2BAurora%2BBoreal%2B25jan2012.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Noruega - Aurora Boreal no dia 25jan2012.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-9041055241304257516?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://evoluindo-sempre.blogspot.com' title='Mundos Paralelos - Michio Kaku'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/9041055241304257516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=9041055241304257516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/9041055241304257516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/9041055241304257516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2012/01/mundos-paralelos-michio-kaku.html' title='Mundos Paralelos - Michio Kaku'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-67wmCevwW6E/TyGtLL5y5OI/AAAAAAAAAZc/s5ohfq88j_4/s72-c/2a16.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-7132749559287850431</id><published>2012-01-17T16:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T16:04:53.024-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jcLUZ'/><title type='text'>Um Olhar sobre o Magnífico ano à Frente - Metraton (James Tyberonn)</title><content type='html'>Saudações, Mestres! Nós envolvemos todos vocês com uma energia nutridora e num campo de auto-capacitação, pois cada um de vocês é verdadeiramente um Mestre no seu caminho de Ascensão. Nosso propósito é oferecer-lhes inspiração e clareza, mas é realmente necessário que VOCÊS, como SERES sagrado e soberanos tenham discernimento em relação a esta e a qualquer outra mensagem “canalizada”. (out2011)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qYtry4iMQ6o/TxYFRzb4JtI/AAAAAAAAAYs/GOO2xsCDV7s/s1600/3a0.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="194" width="260" src="http://4.bp.blogspot.com/-qYtry4iMQ6o/TxYFRzb4JtI/AAAAAAAAAYs/GOO2xsCDV7s/s400/3a0.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Iniciaremos esta conversa sobre 2012, um ano verdadeiramente auspicioso, falando sobre os medos que alguns de vocês possam ter. Primeiro lhes diremos que a Ascensão está a caminho e de fato ocorrerá. Em muitos aspectos, a Ascensão já ocorreu. Entretanto o que resta é vital para a conclusão da Grade Cristalina e as ativações finais da Transição Cristalina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos medos, gentilmente lhes pedimos que olhem para o mundo ao redor de vocês. O que vêem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia está noticiando guerra, fome, desastres e colapso econômico. Ela transmite o que é visto na terceira dimensão. E geralmente é um cenário sombrio, cheio de tristeza e desgraças, não é? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profetas do fim do mundo estão especialmente em alta, não é? Alguns especuladores encontraram um terreno particularmente fértil nessa área, criando medo em torno de colisões de cometas, asteróides, reversão cataclísmica dos pólos e colapso econômico. Quer reconheçam ou não, esses pessimistas se alimentam do medo que eles geram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos, nós lhes dizemos de novo que a Ascensão ocorrerá, e foi a humanidade que a tornou possível. Está na hora de abandonarem a velha energia do MEDO. Os desastres cataclísmicos globais que alguns videntes previram NÃO vão acontecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós lhes dizemos que um novo sol está surgindo e certamente é o sol da mudança. Ele traz a luz da magnífica Nova Terra. E queridos, nós realmente queremos dizer magnífica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestres, sempre existiram negativistas neste planeta – aqueles que predizem tristeza, tragédias e advertem sobre perigos. Eles servem a um propósito na dualidade e, com certeza, uma olhada rápida ao redor do globo pareceria justificar o ponto de vista dessas pessoas. Mas lhes dizemos que isso é energia antiga. E não é função do Espírito dizer-lhes para desistirem da esperança nem do livre arbítrio. Nossa mensagem é falar-lhes sobre sua Divindade e dizer-lhes que, de fato, o planeta e toda a humanidade vão Ascender… e que estão no caminho certo para isso. Ponto final. Falemos, então, de 2012!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yo1ZB-15XoY/TxYFSFaraqI/AAAAAAAAAY4/eqHGXsW1hZ8/s1600/3a1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="201" width="251" src="http://4.bp.blogspot.com/-yo1ZB-15XoY/TxYFSFaraqI/AAAAAAAAAY4/eqHGXsW1hZ8/s400/3a1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O ANO QUE VEM&lt;br /&gt;2012 é um ano incrivelmente importante. Em seu fluxo linear sequencial, ele contém pontos de interseção multidimensional e portais de tempo. De fato, são esses pontos que permitiram que a Ascensão ocorresse. Eles são os portais através dos quais muitos de vocês entraram – aqueles que são Navegadores Sirianos e Pleiadianos e Portadores de Códigos, enviados do futuro para estarem aqui no planeta para a Ascensão. 2012 é o toque de clarim final para o despertar de muitos portadores de códigos. E há muito a fazer em 2012. De certo modo, o trabalho de vocês começa realmente em 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS ENVIADOS DE 2012&lt;br /&gt;Muitos de vocês, que estão envolvidos na Ascensão Planetária, se encontram numa fase do tempo terreno que nem sempre conseguem compreender totalmente. Às vezes é como se fossem um visitante aqui, longe de casa, e suas energias não se ajustassem exatamente na Terra de 2011 e além. De fato, muitas vezes vocês se sentiram perdidos durante a última década. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos, saibam que esses sentimentos são válidos e que, realmente, há uma espécie de choque cultural, quando vocês despertam na multidimensionalidade florescente que se descortina diante de vocês à medida que entram em 2012. Vejam, muitos de vocês, nos seus termos, são realmente do futuro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um número imenso de almas que escolheram vir à Terra neste momento, de dimensões além da quinta, tanto do futuro da Terra, quanto do futuro dos mundos de dimensões mais elevadas, que serão mais bem compreendidos por vocês na progressão do tempo linear… especialmente em 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês são, de fato, Enviados da Luz Cristalina, Embaixadores do Amor. Vocês vieram do futuro – nos seus termos, no tempo linear da Terra – para ajudar a humanidade a navegar através destes tempos tumultuosos que vêm se desenrolando nos últimos 40 anos, e dos tempos que se apresentarão nos próximos 20. Muitos de vocês só estão despertando do seu futuro em papéis do passado agora, em 2011 e 2012. E isto é proposital. Os portais de 2012 são pontos de gatilho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês começaram a surgir em massa na geração chamada “Baby-Boomer”, logo após a 2ª Guerra Mundial; e foram crescendo continuamente em número, à medida que foram chegando a chamada Geração X, as crianças Indigo e Cristal. Vocês são os Enviados da Luz Cristalina, os pioneiros da Terra alternativa… a Ascensão. Muitos de vocês entraram nos corpos atuais durante o seu 7º e 8º setênios (clclos de 7 anos), na idade de 49 e 56 anos, em termos de idade linear. Vocês entraram em corpos físicos que, na verdade, eram versões de vocês mesmos, por meio do que se pode chamar de Entrantes [“walk-ins”] do Segundo Estágio. E esta é uma versão mais altamente desenvolvida do seu eu-futuro, voltando no tempo com uma finalidade específica. Isto é semelhante, mas bem diferente de uma Integração de Alma, pois é uma função específica na qual um eu-futuro evoluído e sucinto se conecta, através do vínculo de um portal de tempo, a uma jornada no presente com o propósito específico de ajudar na Ascensão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês tiveram muitos papéis, muitas atribuições e muitos deveres. Vocês são os Guardiões da Sabedoria, os Guardiões da Terra, os Xamãs Angélicos, os Dançarinos do Fogo, os Caminhantes dos Sonhos, os Guerreiros da Luz, os Mutantes, os Anciões, os Seres das Estrelas, os Portadores da Força e os Curadores do Tempo! Vocês vieram aqui para coordenar a construção de um resultado diferente neste planeta de dualidade, a Terra! Vocês estão aqui para guiar a humanidade através dos paralelos das calamidades prováveis e das catástrofes em potencial que, de outro modo, causariam estragos, como aconteceu tantas vezes antes em tempos de águas turbulentas. Vocês estão aqui para garantir que a história NÃO se repita. E nós lhes dizemos que vocês conseguiram! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês são os solucionadores de problemas, os renegados, os destruidores de paradigmas! Usamos a analogia do mar para esclarecer este conceito de Enviados da Luz. Imaginem a Ascensão como um navio. Os Enviados da Luz são navegantes experientes que sabem exatamente onde as correntes são perigosas, onde as marés batem nas rochas… e sabem como evitá-las, como passar ao largo delas, como manter o lastro. Eles são os professores com experiência em muitos campos, e ao se reunirem em grandes números, trazem uma sabedoria coletiva sem paralelo na Terra em qualquer época da história deste planeta. Muitos de vocês vivenciaram a Ascensão de outros planetas e outros mundos, muitas vezes, e conhecem os perigos. Vocês entendem os mecanismos. E agora quase já terminaram. Restam ainda algumas fases difíceis em 2011 e 2012 e depois o jogo mudará, sendo que vocês permanecerão para liderar as massas em 2013 a partir de 2012… o verdadeiro começo. Talvez o papel mais importante para vocês, os enviados, em 2012, seja irradiar sua luz e não sucumbir ao medo e aos estertores da Velha Energia, ajudando a todos desta forma. Não desanimem, pois em 2012 a velha energia vai fazer de tudo para desencorajar a mudança. Ampliem suas energias e ancorem a luz. Alinhem-se com a energia Cristalina. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/B6eEByuwYjM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;O QUE VAI OCORRER EM 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorrerá em 2012 será um novo começo. Esse novo começo é o Novo Modelo da Nova Terra. A Ascensão da Terra possibilitará a revisão e expansão dimensional do planeta. A Terra está se transferindo para um Campo Cristalino, expandido da 4ª até a 12ª dimensão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A matriz Cristalina é gerada a partir dos principais eventos e ocorrências abaixo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· A codificação do Disco Solar-Cristalino e do Vórtice Cristalino em 11-11-11. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crânio de cristal MAX (o 13º paradigma, a Biblioteca Cristalina extraterrestre original) é chamado para Arkansas para codificar as frequências da Transição Cristalina. Isto ocorre em 11-11-11 e 12-12-12. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAX é a fonte dos códigos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· A Grade Cristalina, que se completa em 12-12-12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· A Unificação Global dos Campos Vorticiais Cristalinos, dos quais os dois principais estão localizados em Arkansas e Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· A finalização da rede Piramidal-Octaédrica que envolve a transferência “Cósmico-Cristalina” através da rede piramidal e infra-estrutura de pontos de poder do planeta Terra com a da Grade Planetária e Grade Cósmica em conexão com Órion e Arcturos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta conclusão dos ajustes finais acima citados é necessária em 2011 e 2012 para completar a anunciada Ascensão. Em muitos aspectos, a Ascensão está em andamento desde 1987, mas ainda restam a Grade, os Discos Solares, os Vórtices Cristalinos e a Rede Piramidal para serem refinados e finalizados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de vocês são, de fato, portadores dos códigos, engenheiros cristalinos e mecânicos quânticos que estão aqui para ajudar nessa conclusão. Alguns de vocês foram enviados de “volta do futuro”. Outros são membros da Aliança Siriana-Pleiadiana que estão aqui para ajudar a elevar o nível das estruturas de poder, centros de Portais-Vórtices e Linhas Ley. Isto se aplica especialmente àqueles de vocês chamados “Guardiões da Terra”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isto que se sentem compelidos a alinhar as energias nos mega centros – Vórtice Cristalino de Arkansas e locais dos Discos. Este é um trabalho que vocês são levados intuitivamente a completar, e que conhecem muito bem. Muitos de vocês possuem contrapartes entre as naves pleiadianas e sirianas designadas para ajudar nesta conclusão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;DATAS DE PODER E FASES DE ATIVAÇÃO DE 2012&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há certas frequências chaves que ocorrerão em datas específicas de 2012. Os equinócios, solstícios e eclipses são extremamente poderosos, cada um apresentando codificações finais para a Ascensão. Aquilo que tem sido chamado de 12ª Onda da Ascensão começa no fim de janeiro e continua até 12-12-12;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 de janeiro – O início da 12ª Onda da Ascensão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 de fevereiro – Netuno em Peixes – A Grande Visão Interior é aumentada na 12ª Onda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 de fevereiro – Quíron em Peixes – Uma grande oportunidade para liberação individual e cura global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 de março – Equinócio – A 4ª e última onda do Impulso Cósmico, descarregando e inicializando os Códigos Cristalinos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 de março – Eclipse Solar – Macro-integração da humanidade – Equilíbrio do Masculino Divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 de junho – Eclipse Lunar – Micro-integração da humanidade – Equilíbrio do Feminino Divino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 de junho – Trânsito de Vênus – Integração com a Aliança Siriana e Pleiadiana, o retorno total da energia do Golfinho Dourado, e integração inicial entre o Feminino Divino e o Masculino Divino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 de junho – Solstício de Verão [de Inverno, no Hemisfério Sul] – Extremamente poderoso, completando um quarteto de datas com o Eclipse Solar de 20 de maio, o Eclipse Lunar de 4 de junho e o Trânsito de Vênus em 6 de junho. Esta será uma energia extremamente intensa que incorporará um influxo final de códigos energéticos e possibilitará a liberação de obstruções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 de setembro – Equinócio de Outono [de Primavera, no Hemisfério Sul] – Formação inicial da rede de todos os 12 Discos Solares Primários em formato Cristalino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 de novembro – Eclipse Total do Sol – Ativação dos 144 Discos Solares Satélites para os 12 Discos Primários. Integração final da Grade do Masculino Divino em equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28 de novembro – Eclipse Lunar – Penumbral – Conclusão final da Grade e integração do Feminino Divino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 de dezembro – Portal de Data Tripla 12-12-12. A culminação e conclusão final da Grade Cristalina. Ativação final dos Cristais-Templos Atlantes no novo código, e unificação com as estruturas Piramidais e Discos Solares. Combinação do equilíbrio das energias masculina e feminina em Unidade Divina. Codificação final de Max no Vórtice Cristalino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 de dezembro – Solstício de Inverno [de Verão, no Hemisfério Sul] – Reinicialização [“reboot”] da Grade da Ascensão e do trabalho em rede do Campo Quântico Cristalino. Expansão para maior acesso às 12 dimensões. Formação de “O Dedo de Deus” por Saturno, Júpiter e Plutão. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Qasm_6xWcyg/TxYFSVo-zzI/AAAAAAAAAZE/1hZKEJQeiss/s1600/3a2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="196" width="258" src="http://4.bp.blogspot.com/-Qasm_6xWcyg/TxYFSVo-zzI/AAAAAAAAAZE/1hZKEJQeiss/s400/3a2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A REINICIALIZAÇÃO [“REBOOT”] DE 12-12-12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 12-12-12, todos os sistemas estarão totalmente codificados. Haverá a ativação do Cristal de Fogo de Bimini correlacionado com o Vórtice Cristalino e o Disco Solar Cristalino de Arkansas. Em seguida ocorrerá uma breve reinicialização [rebooting] e tudo será reativado com total funcionalidade de todos os Sistemas do Campo Cristalino, em 21-12-12 (21 de dezembro de 2012).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ECONOMIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos vêem a montanha-russa da Economia continuando a se agitar e despencar, em clima de grande medo e preocupação. Alguns prevêem um colapso total. Queridos, embora o sistema econômico deva e vá realmente mudar, um colapso total que levasse ao caos global não serviria à Nova Terra. Não haverá uma falência total; não será permitido que isto ocorra. A mudança para o novo sistema acontecerá, mas levará muitas décadas. Será um processo gradual. Antes de terminarmos esta conversa, vamos falar resumidamente sobre as eleições que ocorrerão em novembro de 2012 nos Estados Unidos. Não vamos predizer um vencedor, mas lhes diremos que será um momento extremamente importante. Diremos que o Presidente Obama é uma alma de grande luz e oferece o melhor caminho para os Estados Unidos. As eleições serão difíceis para ele, mas a melhor probabilidade está na sua reeleição. Isto, porém, não é uma certeza, porque muitos fatores estão em jogo. O futuro é um alvo em constante movimento e, neste cenário, não é nosso papel prever o resultado, pois este permanece uma opção e ainda não está determinado. Diremos que Obama é um homem que está mais preocupado com os interesses de todos os cidadãos. Entretanto, os Estados Unidos ainda estão muito longe de terem uma representação verdadeira em seu Governo. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/S8LCUQNldwk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Nós lhes dizemos que 2012 é um tempo anunciado. É a conclusão linear da Ascensão Planetária. A Ascensão Planetária proporciona uma Nova Terra em um Modelo expandido e a Grade Cristalina-144 totalmente funcional. Estas são as energias que possibilitarão a conversão harmônica da humanidade em massa para atingir a Ascensão. Mas lhes dizemos que as mudanças serão graduais na humanidade, em termos de movimento linear. A maior parte dos seres humanos olhará ao seu redor no dia 22 de dezembro e dirá, “Não aconteceu nada! O que houve de tão especial?” Mas aqueles que são iluminados saberão que algo magnífico ocorreu – o verdadeiro alvorecer da Ascensão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou Metatron e compartilho estas Verdades com vocês. Vocês são Amados.&lt;br /&gt;E assim é… e é assim.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dw-g0QF1QYw/TxYFSkqks8I/AAAAAAAAAZQ/4L0fOtmVk60/s1600/3a3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="150" width="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-dw-g0QF1QYw/TxYFSkqks8I/AAAAAAAAAZQ/4L0fOtmVk60/s400/3a3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A publicação em sites da web é permitida, desde que seja apresentada em sua totalidade, sem alterações, e que os créditos do autor e seu site sejam incluídos. Este material não pode ser publicado em jornais, revistas, Youtube e nem re-impresso sem a expressa autorização do autor. Para a devida e necessária autorização, escreva para Tyberonn@hotmail.com.  &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tradução de Vera Corrêa veracorrea46@ig.com.br&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-7132749559287850431?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.earth-keeper.com' title='Um Olhar sobre o Magnífico ano à Frente - Metraton (James Tyberonn)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/7132749559287850431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=7132749559287850431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/7132749559287850431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/7132749559287850431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2012/01/um-olhar-sobre-o-magnifico-ano-frente.html' title='Um Olhar sobre o Magnífico ano à Frente - Metraton (James Tyberonn)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-qYtry4iMQ6o/TxYFRzb4JtI/AAAAAAAAAYs/GOO2xsCDV7s/s72-c/3a0.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-1131119354174393039</id><published>2011-10-13T13:47:00.000-07:00</published><updated>2011-10-13T13:47:53.114-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Florais'/><title type='text'>Método ao diagnóstico e receita Floral de BACH</title><content type='html'>Os estudos do Dr. Edward Bach com o proposito de prescrever de maneira eficiente a composição equilibrada de essências em uma formula especifica ao tratamento consiste ao paciente em responder a um questionário elaborado na relação essência - sintomas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-eF6_Q3mdVXU/TpdCWYzvYwI/AAAAAAAAAUk/_LLXX7v_l_A/s1600/image.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="107" width="242" src="http://2.bp.blogspot.com/-eF6_Q3mdVXU/TpdCWYzvYwI/AAAAAAAAAUk/_LLXX7v_l_A/s400/image.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nos Quadros abaixo de A à G; as essências foram agrupadas por cor/grupo, finalizando na cor verde com a composição do Remedy Rescue.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EEhhg_BFFUY/TpdCWq7SVgI/AAAAAAAAAUw/Pzf0OUyO6pg/s1600/Imagem%2BA.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="169" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-EEhhg_BFFUY/TpdCWq7SVgI/AAAAAAAAAUw/Pzf0OUyO6pg/s400/Imagem%2BA.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--O6Xk0uhcck/TpdCW3YOS5I/AAAAAAAAAU8/CKElIoWQJME/s1600/Imagem%2BB.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="132" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/--O6Xk0uhcck/TpdCW3YOS5I/AAAAAAAAAU8/CKElIoWQJME/s400/Imagem%2BB.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ufaV4udWhIA/TpdCXD6uorI/AAAAAAAAAVM/YEDclP0ndNE/s1600/Imagem%2BC.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="168" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-ufaV4udWhIA/TpdCXD6uorI/AAAAAAAAAVM/YEDclP0ndNE/s400/Imagem%2BC.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OfTxl24t53o/TpdCXkIoWQI/AAAAAAAAAVU/Lsja_UIQXj8/s1600/Imagem%2BD%2Be%2BE.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="174" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-OfTxl24t53o/TpdCXkIoWQI/AAAAAAAAAVU/Lsja_UIQXj8/s400/Imagem%2BD%2Be%2BE.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GV9cH4CRHRY/TpdCymGiJHI/AAAAAAAAAVg/Wu4QG46UU3g/s1600/Imagem%2BF.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="181" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-GV9cH4CRHRY/TpdCymGiJHI/AAAAAAAAAVg/Wu4QG46UU3g/s400/Imagem%2BF.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-U75WEni8dKQ/TpdCyhu04JI/AAAAAAAAAVo/36tEJfleiaw/s1600/Imagem%2BG.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="171" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-U75WEni8dKQ/TpdCyhu04JI/AAAAAAAAAVo/36tEJfleiaw/s400/Imagem%2BG.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na planilha abaixo as questões correspondentes a cada essência, onde &lt;i&gt;o paciente deverá expressar um valor, peso, nota de 1 a 5&lt;/i&gt; sobre sua sensação. Recomendamos ao facilitador para um maior controle dos aspectos que registre a data dos apontamentos, sujeito a avaliação periódica em relação ao paciente que poderá atualizar o questionário periodicamente. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vqvTePt7yYs/TpdCy93wrMI/AAAAAAAAAV4/vKf8Q5Y9Umw/s1600/I%2Bdiagn%25C3%25B3stico.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="143" src="http://1.bp.blogspot.com/-vqvTePt7yYs/TpdCy93wrMI/AAAAAAAAAV4/vKf8Q5Y9Umw/s400/I%2Bdiagn%25C3%25B3stico.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este questionário elaborado em planilha eletrônica (excel) apresenta formula de calculo que facilita a contabilidade e destino de percentuais para cada essência, distribuindo os valores também por grupo, identificando e determinando assim a composição de essências ao receituário. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vMGZUG7xnz0/TpdCzuBSbNI/AAAAAAAAAWE/dcN1br09OAs/s1600/I%2BQuest%25C3%25B5es.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="236" src="http://2.bp.blogspot.com/-vMGZUG7xnz0/TpdCzuBSbNI/AAAAAAAAAWE/dcN1br09OAs/s400/I%2BQuest%25C3%25B5es.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, um demonstrativo dos resultados obtidos. Estou disponibilizando a planilha eletrônica no link:&lt;br /&gt;http://www.4shared.com/document/xmx8NPDn/Floral_de_Bach_-_estudo.html&lt;br /&gt;http://www.4shared.com/document/OiFOMRiT/Floral_de_Bach_-_diagnstico.html&lt;br /&gt;http://www.4shared.com/document/4dSq0UIG/Florais_de_Bach.html&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kx9u4JbWI7M/TpdCzyA6_jI/AAAAAAAAAWQ/NmutvHeKu_o/s1600/I%2BPacientes.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="161" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-kx9u4JbWI7M/TpdCzyA6_jI/AAAAAAAAAWQ/NmutvHeKu_o/s400/I%2BPacientes.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Maiores esclarecimentos envie email: jcnavegador57@gmail.com / Julio Cesar&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/2_GdlNSDhv4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/0LxvtXcq4cg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ZPDAbcUjtEw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-1131119354174393039?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/1131119354174393039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=1131119354174393039' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/1131119354174393039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/1131119354174393039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/10/metodo-ao-diagnostico-e-receita-floral.html' title='Método ao diagnóstico e receita Floral de BACH'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-eF6_Q3mdVXU/TpdCWYzvYwI/AAAAAAAAAUk/_LLXX7v_l_A/s72-c/image.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-5683652812726346685</id><published>2011-09-14T14:39:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T14:39:09.317-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>HGCB - Ciganos no Brasil: Século XIX (vídeos: Cigana)</title><content type='html'>Elaborar estimativas da população cigana no Brasil na época de Dom João VI (1808-1821) é bastante arriscado. Infelizmente, para as autoridades da época e os historiadores atuais, a mobilidade geográfica e a marginalidade social da maioria dos ciganos tornaram os ciganos praticamente ausentes nos recenseamentos e registros paroquiais.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-I9mZt8d3r5Q/TnEbvtzE0mI/AAAAAAAAAUc/HkVH7RLxL1A/s1600/imagesCA135JXO.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="244" width="207" src="http://2.bp.blogspot.com/-I9mZt8d3r5Q/TnEbvtzE0mI/AAAAAAAAAUc/HkVH7RLxL1A/s400/imagesCA135JXO.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conforme Donovan: "Nenhuma evidência foi trazida à luz, ainda, sobre, por exemplo, a taxa de reprodução natural: eram as famílias ciganas no Brasil maiores, menores, ou do mesmo tamanho que outras famílias, brancas ou de forros?". Tanto os depoimentos de cronistas, viajantes e memorialistas, quanto a documentação jurídica e policial, na maioria das vezes não quantificam o número de indivíduos dos bandos ciganos encontrados. Apesar da imprecisão das informações sobre diversos bandos ciganos, fazendo-se um esforço considerável, chega-se a algumas estimativas. Ao que tudo indica, numericamente, os principais grupos de ciganos sedentários estavam na Bahia e no Rio de Janeiro, ou seja, nos dois mais importantes portos marítimos da época. &lt;br /&gt;Sobre os ciganos residentes no Rio de Janeiro, no início do século XIX, sabemos que &lt;i&gt;... quatrocentos ciganos formavam uma comunidade na periferia sul da cidade e outro grupo vivia dentro da cidade em torno da Rua dos Ciganos, Campo de Sant-'Anna e o mercado de escravos da cidade&lt;/i&gt;. Para outras províncias, como a Bahia, são mencionados bandos menores compostos de pelo menos duas dezenas de ciganos. Porém a documentação de modo algum é exaustiva. Donovan acredita que "excluindo escravos e outros itinerantes morando com eles, numa estimativa conservadora de no mínimo quatro até sete mil ciganos viviam no Brasil nas décadas precedendo a independência", conquistada em 1822.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/jS-t-1gdtAk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Alguns testemunhos dão uma idéia do número de indivíduos em bandos ciganos. Em viagem ao norte de Minas (em Contendas, atual Brasília de Minas), James Wells encontrou um grupo de ciganos que "compunha-se de cerca de cinqüenta homens e mulheres e diversas crianças." Um fato interessante é que tal comunidade já então era sedentária. No terreno, existiam "umas poucas casas e certa quantidade de barracas brancas." As “barracas brancas” certamente eram barracas ou tendas de lona. Em todo século XIX predominam noticias sobre ciganos nômades transitando pelo território mineiro, o que dificulta ainda mais as estimativas sobre a população cigana. Mas Raimundo José da Cunha Matos, já em 1837 descrevia as "pequenas casas" dos ciganos em Minas, ou seja, casas de ciganos sedentários. Consta que estes ciganos exerciam as mais diversas profissões. Moraes Filho cita um velho cigano, que seria descendente de ciganos banidos de Portugal em 1718, segundo o qual “logo que desembarcaram [no Rio de Janeiro]...  alojaram-se em barracas no Campo dos Ciganos, enorme e inculta praça que se estendia da Rua do Cano até a Barreira do Senado.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/nIu-bdilVXE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Empregavam-se eles ... no trabalho dos metais: eram caldeireiros, ferreiros, latoeiros e ourives; as mulheres rezavam de quebranto e liam a sina”. Ou seja, mais uma vez temos notícia de ciganos que eram trabalhadores honestos. Era principalmente nas suas transações comerciais que os ciganos eram acusados de serem ladrões e trapaceiros. O já citado Saint Hilaire, em 1819, teve contato com ciganos, aparentemente sedentários ou semi-sedentários, de São Paulo e informa: &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Havia em Urussanga, enquanto lá estive, um bando numeroso de ciganos. Estes homens moravam na aldeia vizinha a Mogy Guassú e circulavam pelas vizinhanças para fazerem, de acordo com o feitio de sua gente, barganhas de mulas e de cavalos. (...) Pareciam extremamente unidos e tiveram para comigo grandes gentilezas. Não lhes ouvi falar língua diversa do portugues. Estavam vestidos como os brasileiros, mas traziam cabelos e barbas compridas (contrariando o costume geral do país). Estavam todos assaz bem vestidos, possuíam escravos, cavalos e cargueiros, bastante numerosos. (...) Os ciganos de Urussanga passaram o dia todo tentando fazer barganha com os tropeiros das duas tropas que comigo compartilhavam o rancho. Em tom de caçoada falei a um deles da pouca probidade de que sua nação é acusada. - Logro tanto quanto posso, respondeu-me seriamente, mas todos aqueles que negociam comigo fazem a mesma coisa. A única diferença que entre nós existe é que esta gente solta grandes berros quando se vê lograda e eu quando me ludribriam nada digo a quem quer que seja&lt;/i&gt;.  &lt;br /&gt;Enquanto Saint Hilaire tenta entender os ciganos e o seu modo de vida, o mesmo não acontece com o preconceituoso viajante francês Freycinet (1817-20): &lt;br /&gt;&lt;i&gt;No número dos elementos de que se compõe a população do Rio de Janeiro, nenhuma sem dúvida alguma é mais digno de espicaçar curiosidade do que a presença dos indivíduos desta nação cosmopolita ..... aqui conhecida, como em Portugal, pelo nome de ciganos. (...) Dignos descendentes dos párias da Índia .... os ciganos do Rio de Janeiro ostentam como eles o hábito de todos os vícios e propendem para todos os crimes. Possuidores de grandes riquezas, em sua maioria ostentam considerável luxo em roupas e cavalos, sobretudo por ocasião de suas bodas que são muito suntuosas, comprazendo comumente na devassidão crapulosa. Há ociosidade absoluta. Falsos e mentirosos, furtam quanto podem ao comerciarem e também são sutis contrabandistas. Aqui, como por toda parte onde se encontra esta abominável raça, suas alianças só se fazem entre eles. Têm sotaque e até mesmo uma gíria própria. Por uma esquisitice absolutamente inconcebível, o governo tolera esta peste pública: duas ruas privativas até lhe são destinadas na vizinhança do Campo de Sant’Anna - a Rua e a Travessa dos Ciganos&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/VE2Zwd8BC00" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Com a mudança de família real portuguesa para o Brasil, em 1808, vieram também alguns milhares de portugueses e, segundo Moraes Filho, “Do interminável séquito da família real poucos prestavam para alguma coisa. Eram fidalgos e vadios. Aos fidalgos mandou-se dar pensões do tesouro... Os vadios foram empregados nas repartições que se criaram para esse fim”. Tudo indica que entre estes funcionários públicos “vadios” encontravam-se também ciganos, e que muitos deles foram contemplados com o cargo então vitalício e hereditário de oficial de justiça. Além disto, há referências a ciganos artistas que alegraram várias festas reais. Porém, a atividade econômica principal dos ciganos parece mesmo ter sido o comércio ambulante, de animais, escravos ou objetos, viajando pelos sertões do Brasil. Para a região Nordeste temos informações, embora de segunda mão, através do inglês (mas nascido em Portugal) Henry Koster, que viveu em Pernambuco de 1809 a 1815: &lt;br /&gt;&lt;i&gt;São muito falados para que se possa esquecer os ciganos. Ouvi assiduamente citar esse povo mas nunca me foi possível avistar um só desses homens. Bandos de ciganos tinham outrora o hábito de aparecer, uma vez por ano, na aldeia do Pasmado, e noutras paragens dessa zona, mas o último governador da província era inimigo deles e tendo feito alguma tentativa para prender alguns, as visitas desapareceram. Descreveram-nos como homens de pele amorenada, feições que lembram os brancos, bem feitos e robustos. Vão errando, de lugar em lugar, em grupos de homens, e mulheres e crianças, permutando, comprando e vendendo cavalos e ninharias de ouro e prata. As mulheres viajam a cavalo, sentadas entre os cestos dos animais carregados e os meninos são postos dentro dos cestos, de mistura com a bagagem. Os homens são cavaleiros eméritos .... Dizem que não praticam religião alguma, não ouvindo missa nem confessando seus pecados. E é sabido que jamais casam fora da sua nação&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/cT9jJYffxwM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Koster morou durante muitos anos no litoral pernambucano e fez duas longas viagens pelo interior nordestino, na época uma verdadeira aventura, e é admirável que mesmo assim nunca tenha encontrado pessoalmente ciganos, o que faz supor, primeiro, que não viviam mais ciganos no litoral nordestino/pernambucano, e segundo, que os ciganos eram bastante raros no interior, ou então até talvez inexistentes, por causa das contínuas perseguições.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-5683652812726346685?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/5683652812726346685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=5683652812726346685' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5683652812726346685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5683652812726346685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/09/hgcb-ciganos-no-brasil-seculo-xix.html' title='HGCB - Ciganos no Brasil: Século XIX (vídeos: Cigana)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-I9mZt8d3r5Q/TnEbvtzE0mI/AAAAAAAAAUc/HkVH7RLxL1A/s72-c/imagesCA135JXO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-5422338434541103968</id><published>2011-09-14T14:22:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T14:22:11.599-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>HGCB cap. 1 - Os ciganos na Corte do Rio de Janeiro (videos: Alma Cigana)</title><content type='html'>A presença de ciganos no Rio de Janeiro é certa, desde pelo menos o início do século XVIII. Primeiramente ocuparam uns brejos, que pela dificuldade de edificar e pela insalubridade, eram terrenos desvalorizados. Esta área viria a ser o Campo de Sant'Ana, conhecido também por Campo dos Ciganos. Posteriormente, a partir de 1821, viria a ser o Largo do Rossio (atual Praça Tiradentes). Este terreno era remanescente de duas chácaras que ficavam em lados opostos: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--_vM58e5Ij8/TnEUlTONVuI/AAAAAAAAAUU/8cFGUAJoi20/s1600/imagesCA3EQS1E.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="254" width="199" src="http://2.bp.blogspot.com/--_vM58e5Ij8/TnEUlTONVuI/AAAAAAAAAUU/8cFGUAJoi20/s400/imagesCA3EQS1E.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;... uma área que parece ninguém pretendera por inaproveitável. Constituída de brejos e alagadiços que as menores chuvas inundavam, tinha fama de pestilenta pelos miasmas que dela se exalavam. Os pauis que a formavam tornavam-na imprópria tanto para a lavoura como para que nela se erigissem construções permanentes. Nesse pantanal abandonado e desprezado, onde ninguém os viria incomodar, ergueram os seus míseros e toscos casebres de moradia dos ciganos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Quando Luís de Vasconcellos e Sousa. vice-rei entre 1779 e 1790, iniciou o saneamento desses brejos, os ciganos foram obrigados a se mudar: &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Não foram para longe. Com o consentimento tácito ou formal da Ordem do Carmo, instalaram–se na chácara que fôra de Paula Carvalho, junto às divisas das terras de Coelho da Silva. Aí levantaram as suas casas, formando uma nova rua, em ângulo reto com a de São Jorge e que deles tomou o nome, conservando-o até à época da Independência. Desde então até hoje a antiga rua dos Ciganos manteve a designação de rua da Constituição, ligando o Largo do Rossio à atual Praça da República.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Foi nessa área que concentrou-se, majoritariamente, a população cigana no Rio durante todo o século XIX, quando viveram momentos radicalmente extremos em sua economia e em seu status social. Nos anos que precederam a Independência, durante a permanência da Corte portuguesa no Brasil, parece ter sido o momento de maior aceitação e de valorização romântica da comunidade cigana, ao menos no Rio de Janeiro, durante o oitocentos. Essa comunidade vivia em pleno florescimento econômico e artístico. Apesar de a comunidade do campo de Sant'Ana ter se formado a partir de miseráveis famílias deportadas no início do século XVIII, diversos ciganos tornaram-se realmente ricos. Entre estes os que tiveram maior sucesso econômico foram os comerciantes de escravos, como veremos mais adiante em detalhes. Mas eram muitas as suas profissões. Além da atividade artística, &lt;i&gt;o ofício de meirinho tinha para eles especial atração. Talvez por ser a porta modesta que arrombavam para derrogar a velha proibição do exercício de cargos públicos. O fato é que houve época em que quase todos os oficiais de justiça do fôro do Rio de Janeiro eram ciganos&lt;/i&gt;. Apesar da diminuição da comunidade cigana em fins do século XIX, mesmo assim, ainda havia ciganos nesse trabalho. Recordando essa época, o lingüista Raul Pederneiras dá o seguinte depoimento a Oliveira China: &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tivemos aqui um quarteirão habitado por ciganos, quando eu era estudante do Pedro II. A rua principal era a da Constituição (que o povo denominava 'Rua dos Ciganos'). Mais tarde, quando estudante de Direito, encontrei nessa mesma rua, muitos ciganos em atividade. Era notável o número delles na funcção de 'officiaes de justiça', ou meirinhos e, nessa mesma rua estavam situados os principaes juizados e cartorios forenses. (...) Anos depois, alguns elementos típicos, ainda meirinhos (a profissão passava de pais a filhos), ainda resistiam esparsos  pelos cartórios e juizados, sendo notável o característico racial da tez morena bronzeada e os olhos garços&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/NROy3AHS-go" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Entre os comerciantes de escravos, quem mais destacou-se foi José Rabelo, "que acumulou grande fortuna, sendo, na época da Independência, um dos homens mais ricos da cidade." Entre os ciganos que moravam na Rua dos Ciganos, nenhum foi mais rico que José Rabelo, "grande traficante de escravos no Valongo no começo do Oitocentismo." Segundo Coroacy, este José Rabelo &lt;br /&gt;&lt;i&gt;... morava em casa própria no Campo de Sant'Ana (praça da República) e diz a lenda, pois deve ser lenda, que guardava grande parte da fortuna em barras de ouro depositadas no fôrro da casa. Tamanho seria o peso desse ouro acumulado que Rabello se viu forçado a escorar com colunas de ferro o teto para que não lhe caísse sobre a cabeça. Invencionices de má língua do povo, provavelmente. Rabello, que obtivera uma patente militar, dedicava-se a operações bancárias e financeiras. O que significa que era prestanista. A juros algos naturalmente. E a lenda das barras de ouro escondidas no fôrro teria sido inventada por algum dos que a ele recorreram&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/cnCJ-Ccewh8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Embaixada da Polônia em Brasília em evento esperantista, 11/12/2009 Alma Cigana Autor: Mario Mascarenhas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possivelmente, os ciganos mais ricos tentassem se passar por brancos de origem européia (não-ciganos), ocultando sua identidade, pela posse de bens (escravos e jóias, por exemplo), desde que "a posse de bens tinha a curiosa faculdade de 'branquear' até mesmo pessoas de tez mais escura." Pelo menos no Rio de Janeiro, onde estavam os ciganos mais ricos do Brasil, eles deviam se interessar em se passar por brancos "autênticos", para conseguir negociar sem que os clientes desconfiassem de possíveis trapaças. Não apenas a riqueza fez com que ciganos se destacassem, também o comportamento de alguns os tornou notáveis. "O rico e humanitário cigano Joaquim Antônio Rabelo" (trata-se do mesmo José Rabelo) patrocinaria as danças e homenagens ciganas, por ocasião dos desposórios de D. Pedro I com a Princesa Leopoldina, em 1813. Ele recebeu a patente de "sargento-mor do 3º regimento de milícias da corte", que "lhe foi concedida a mercê de melhoramento de reforma no posto de tenente-coronel." Além disto, na mesma ocasião, foram nomeados alferes diversos ciganos "agregados das Ordenanças da Corte."&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/GwbdrmymnUI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;Para os portugueses e outros europeus que chegavam em grande quantidade ao Rio, após a transferência da família real, ávidos por encontrar os mais exóticos tipos humanos nos trópicos, os ciganos correspondiam bem a esta expectativa. Atos inconcebíveis em Portugal ocorriam no Rio, como a participação de dançarinos ciganos em festividades reais. Os ciganos participaram das festividades de casamento da princesa da Beira, filha mais velha de D. João VI, com um infante de Espanha, em 1810, dançando no desfile o fandango espanhol, "em que os homens entravam na praça a cavalo com as mulheres à garupa." Segundo o testemunho ocular do Barão de Eschewege, &lt;br /&gt;&lt;i&gt;... os moços dessa nação entraram no circo montando belos cavalos ricamente ajaezados e levando na garupa as suas noivas. Os casais saltaram ao chão com incrível agilidade e executaram, em conjunto, as mais lindas danças que já vi até hoje. Todos os olhos se achavam voltados para os jovens ciganos, e se tinha a impressão de que as outras danças tinham por único objetivo fazer ressaltar a beleza das suas&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Logo depois, um outro evento demonstraria, mais nitidamente ainda, a nova imagem que os portugueses e seus descendentes formavam dos ciganos. Quando se comemorou a elevação do Brasil a Reino Unido em 1815, no segundo dos três dias de celebrações, "Dom João VI levou a corte inteira e a delegação estrangeira do Campo dos Ciganos para uma tarde e noite de danças e entretenimento. "Posteriormente, quando dos desposórios do Príncipe Real Dom Pedro, em 1818, os ciganos foram novamente convidados para apresentarem suas danças e músicas: &lt;br /&gt;&lt;i&gt;... e logo entrou na praça a célebre dança dos ciganos, que se compunha de seis homens, e outras tantas mulheres vestidos todos com muita riqueza; depois tudo quanto apresentaram de ornato era veludo; e ouro: precedia-os uma banda de música instrumental; e sobre um estrato fronteiro às reais pessoas executaram com muito garbo, e perfeição, várias danças espanholas, que mereceram universal aceitação&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/rZV911LeohE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Segundo alguns rumores, Dom João VI cultivava um fascínio especial por uma cigana. O que visto em perspectiva não deixa de ser irônico, pois o pouco apreço de seu avô (Dom João V) pelos ciganos foi o responsável pela vinda de dezenas de famílias acorrentadas para o Brasil. Em meados e fins da década de 1810, o Campo dos Ciganos "havia se tornado o bairro boêmio do Rio, uma área conhecida por uma vida noturna alegre e pelos artistas brasileiros e estrangeiros que ali viviam." Também foi cenário para algumas das divertidas noitadas de Dom Pedro que, como seu pai, lançava olhares às jovens e belas ciganas: &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mais para o Rocio vivia um casal de artistas famosos (ciganos), João Evangelista da Costa e a Ludovina, de encantos fabulosos. Destabocado como era, D. Pedro I saiu certa noite a persegui-la depois do teatro, entrando-lhe pela porta a dentro, talvez por não vê-la fechar-se à sua cara. Mas era que lá em cima, no sobrado, se festejava um aniversário, estando a mesa posta para a ceia e a sala repleta de comediantes e cantores da deles e de outras companhias. E todos, numa reverência, o saudaram ruidosamente, confessando-se honrados em sentar-se pela primeira vez ao seu lado numa festa&lt;/i&gt;..." &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/7UwA53xdSag" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Ressalta-se que os contatos entre a família real e alguns ciganos cariocas não significavam boas relações entre os demais ciganos e a sociedade como um todo. Mesmo durante a estada da corte portuguesa no Rio, período em que o status dos ciganos esteve mais elevado, os ciganos não deixaram de estar associados à criminalidade. Há inúmeros testemunhos de viajantes que falam do temor popular, no interior do país, quanto a supostos furtos cometidos por ciganos. Em 1823, dois anos depois da volta da família real, Maria Graham escreve em seu diário de viagem: "Alguns deles dedicam-se ao comércio e muitos são extremamente ricos, mas são ainda considerados ladrões e trapaceiros, e chamar um homem zíngaro (cigano) equivale a chamá-lo de velhaco." Assim, em fins da década de 1820, os ciganos já não eram mais requisitados para se apresentarem nas festividades na Corte do império recém-fundado. Não havia qualquer possibilidade de eles servirem ao perfil que se queria para o "ser brasileiro". Já nos inícios do século XIX, a questão da raça era um tema fundamental na definição da identidade nacional, mesmo que através de uma afirmação romântica do exotismo. No momento imediatamente posterior a Independência, buscou-se descrever a nação de forma “ahistórica”, via paisagem natural. Afluíam naturalistas ao Brasil, a princípio, procurando pesquisar a flora e a fauna, mas que passaram a se interessar pela população, principalmente das cidades, distinguindo os tipos humanos e analisando os efeitos da miscigenação. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/Mh021vDNqt0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;A gradual incorporação do discurso científico ao conceito de "ser nacional" teve seu marco bem assentado no ano de 1838, quando foi criado o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Isso ia ao encontro da prática historiográfica que vinha se desenvolvendo na Europa. Em meados do século XIX, o Império elegeu o indígena como seu símbolo fundamental e fez-se o discurso de que a miscigenação entre o branco, o negro e o índio promoveria o patriotismo e consolidaria a nação. Diante disso, a presença dos ciganos na composição da população seria omitida, pois era uma minoria difícil de ser apreendida por esse discurso nacionalista. Negando-se aos ciganos o direito à história, tentava-se colocá-los à margem da "boa sociedade." Como se verá mais adiante, paulatinamente, uma série de medidas repressivas fecharam o cerco sobre os ciganos.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/LM3PShsL9pk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Tema da novela "Alma cigana", exibida na TV Tupi em 1964 com Ana Rosa, Amilton Fernandes, Marisa Sanches, Elísio de Albuquerque entre outros. Música: Jeux Interdits - Salatiel Coelho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-5422338434541103968?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/5422338434541103968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=5422338434541103968' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5422338434541103968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5422338434541103968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/09/hgcb-cap-1-os-ciganos-na-corte-do-rio.html' title='HGCB cap. 1 - Os ciganos na Corte do Rio de Janeiro (videos: Alma Cigana)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--_vM58e5Ij8/TnEUlTONVuI/AAAAAAAAAUU/8cFGUAJoi20/s72-c/imagesCA3EQS1E.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-8346671417400456861</id><published>2011-08-15T22:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T22:09:42.656-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>HGCB cap. 1 - Ciganos no Brasil: Séculos XVII e XVIII (video: Ciganos do Porto)</title><content type='html'>Com as fontes históricas conhecidas até agora, é praticamente impossível procurar exatidão em quaisquer dados histórico-demográficos sobre os ciganos no Brasil. As informações sobre os ciganos nos Séculos XVI e XVII são muito limitadas, embora sejam conhecidos documentos relativos às políticas anti-ciganas portuguesas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bhW-i5Z3NJU/TknyD3fqB7I/AAAAAAAAAUE/SjZWYMlJqJU/s1600/images%2B%252831%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="294" width="171" src="http://1.bp.blogspot.com/-bhW-i5Z3NJU/TknyD3fqB7I/AAAAAAAAAUE/SjZWYMlJqJU/s400/images%2B%252831%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa documentação referente ao Brasil torna-se menos escassa somente a partir do Século XVIII. Isto porque a partir do reinado de Dom João V, que durou de 1706 a 1750, a perseguição aos ciganos portugueses se acentuou e dezenas deles foram degredadas para as colônias ultramarinas, inclusive para o Brasil. No entanto, é bastante difícil, praticamente impossível, determinar quantos ciganos vieram para o Brasil até 1822. Segundo Donovan: "Enquanto a Gazeta de Lisboa menciona grandes grupos de deportados, nenhuma lista oficial de criminosos exilados tem sido trazida à luz. Assim o número de indivíduos e famílias embarcadas nos cargueiros anualmente, o volume daqueles transportados, permanece desconhecido.” Inclusive o número de ciganos deportados, que certamente constavam nestas listas de criminosos exilados, e eventualmente os motivos dessas deportações. Mas não há dúvida alguma que os primeiros ciganos que desembarcaram no Brasil foram oriundos de Portugal, e que estes não vieram voluntariamente, mas expulsos daquele país. Foi o que parece ter acontecido, por exemplo, já em 1574, com um certo João de Torres e sua mulher Angelina que foram presos apenas pelo fato de serem ciganos. Inicialmente João foi condenado às galés e Angelina deveria deixar o país dentro de dez dias, levando seus filhos. Alegando, no entanto, que “era fraco e quebrado, e não era para servir em coisa de mar e muito pobre, que não tinha nada de seu”, João pediu para poder sair do Reino, ou então que pudesse ir para o Brasil para sempre. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/MgvQbRLiswQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;O “pobre” cigano João de Torres deve ter pago um bom suborno porque logo, em poucos dias, seu pedido foi deferido e a pena foi mudada para “cinco anos para o Brasil, onde levará sua mulher e filhos”. O número de filhos não é mencionado, mas devem ter sido alguns poucos, talvez dois ou três, porque certamente não iriam deportar gratuitamente para o Brasil um (auto-declarado) miserável e inútil cigano João, sua mulher e uns dez ou quinze filhos. Por causa deste documento João de Torres sempre é citado como o primeiro cigano a entrar no Brasil. Não se sabe, porém, se ele realmente embarcou (ele pode ter pago outros subornos para se livrar disto), se “fraco e quebrado” aguentou a longa viagem marítima, na qual certamente não teve tratamento de primeira classe, ou se chegou ao seu destino, nem aonde desembarcou, nem quanto tempo ficou no Brasil, nem se depois dos cinco anos voltou a Portugal, algo pouco provável. Ou seja, nada, mas absolutamente nada se sabe sobre o destino dele e de sua família. É possível que nunca tenha chegado ao Brasil. De qualquer forma, se ele realmente embarcou, veio acompanhado apenas pela mulher e alguns poucos filhos e não “liderando um bando de ciganos” ou “chefiando numerosas famílias que o acompanhavam”, como erroneamente informam alguns autores, que preferiram usar a fantasia em vez de ler o documento original. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/EQoBjX5f3oA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;A deportação de ciganos portugueses para o Brasil, ao que tudo indica, só começou mesmo a partir de 1686. Dois documentos portugueses daquele ano informam que os ciganos deviam ser degredados também para o Maranhão.  Antes eram degredados somente para as colônias africanas. A escolha da Coroa pela capitania do Maranhão visava pelo menos a dois objetivos. Primeiro, colocar os ciganos "bastante afastados das áreas brasileiras de mineração e de agricultura assim como longes dos principais portos da colônia, do Rio de Janeiro a Salvador." Segundo, esperava-se que os ciganos ajudassem a ocupar extensas áreas dos sertões nordestinos, então ainda ocupadas por índios. Ainda que perigosos, preferia-se os ciganos aos índios. Não foram ainda descobertos documentos com dados sobre o número de ciganos deportados para o Brasil nesta época, para quais capitanias e por quais motivos. Mas sabemos que também outras capitanias receberam ciganos, principalmente a partir de 1718, outro marco na política portuguesa de deportação de ciganos. Segundo Donovan: &lt;br /&gt;"Como uma forma de expor publicamente sua determinação João V ordenou a deportação imediata de uma pequena comunidade cigana consistindo de cinquenta homens, quarenta e uma mulheres e quarenta e três crianças, então detidos na prisão municipal de Limoeiro. Seu banimento foi um procedimento cuidadosamente planejado, servindo como um ato de Estado. A justiça do início do período moderno era praticada de uma forma deliberadamente cerimonial. Oficiais publicizavam o evento antes através de anunciamentos boca a boca ou públicos. Nesse caso o embarque do navio brasileiro, que sempre atraía grandes multidões, forneceu o palco. A visão dos ciganos partindo acorrentados demonstrava para os espectadores o esforço da coroa pelo controle social. Isso é a publicação dos banimentos subsequentes assinalavam, sem dúvida, que a assimilação não era mais uma opção dos ciganos para escapar de seu status criminoso."&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/UGNNCuCANl4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Em 15 de abril daquele ano, foi expedida comunicação de Lisboa para o governador de Pernambuco, apoiando-se no decreto já mencionado de Sua Majestade. Informa-se o embarque de ciganos para aquela capitania, mas parte dos quais deveria ser remetida depois para o Ceará/Brasil, e outra parte para Angola/África. Também devia-se tomar cuidado para que nenhum cigano ficasse em Pernambuco, e aos governadores do Ceará e de Angola recomendou-se que não deixassem os ciganos retornar a Portugal, nem permitissem o uso de sua língua, chamada também de geringonça. Apesar disto, muitos ciganos permaneceram em Pernambuco, entre eles alguns que solicitaram licença de permanência, ou então permissão de mudar-se para outras províncias. Pereira da Costa informa que: &lt;br /&gt;“(.....) ficaram na capitania [de Pernambuco] vários ciganos, aos quais concedeu o vice-rei, por ordem de 14dez1720, que eles fossem estabelecer a sua moradia em Sergipe del-Rei. Permanecendo em Pernambuco avultado número de ciganos, apesar das ordens em contrário, representa contra eles a câmara de Olinda em 16dez1723, dizendo na carta que dirigiu ao soberano, que viviam eles espalhados pela capitania, cometendo toda a sorte de crimes, principalmente de furtos e assassinatos, e em tal escala, que não se podia mais tolerá-los, concluindo que S. Majestade houvesse de os mandar para o Ceará, onde poderiam prestar algum serviço na conquista do gentio bravio, e ficar assim o povo com algum sossêgo”. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/gaipZ7zb2Zc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Também em 1718, foram enviadas de Portugal para a Bahia "diversas famílias de ciganos." Por isto, Dom João V ordenou ao vice-rei, de forma semelhante ao que já havia feito ao governador de Pernambuco, o seguinte: &lt;br /&gt;"Eu, Dom João, pela Graça de Deus, etc., faço saber a V. Mercê que me aprouve banir para essa cidade vários ciganos - homens, mulheres e crianças -  devido ao seu escandaloso procedimento neste reino. Tiveram ordem de seguir em diversos navios destinados a esse porto, e, tendo eu proibido, por lei recente, o uso de sua língua habitual, ordeno a V. Mercê que cumpra essa lei sob ameaça de penalidades, não permitindo que ensinem dita língua a seus filhos, de maneira que daqui por diante o seu uso desapareça." &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/J8b7Z64eQP0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Os documentos históricos comprovam que a então comunidade cigana em Salvador apresentou um grande crescimento demográfico e econômico. A primeira capital colonial brasileira tornou-se também a mais importante cidade para os ciganos do Brasil. Consta que em Salvador os ciganos inicialmente foram alojados no bairro da Mouraria, e posteriormente também no bairro de Santo Antonio d’além do Carmo”.  De Salvador saíram muitos ciganos rumo a região das minas (hoje Minas Gerais), causando grande incômodo às autoridades. Sem indicarem as fontes nas quais se basearam, historiadores como Augusto de Lima Júnior e João Dornas Filho apontam a presença de ciganos nas Minas de Ouro (hoje Minas Gerais) já nos fins do século XVII. Lima Júnior acredita que os ciganos chegaram a Minas logo após o descobrimento do ouro: "os judeus e cristãos-novos, bandos imensos de ciganos, atiraram-se para as terras ultramarinas, buscando a fortuna e a redenção na largueza dos sertões infindos, onde dificilmente chegariam as importunações do Santo Ofício." &lt;br /&gt;Na verdade, sabe-se que a Inquisição se preocupou pouco com os ciganos. O autor ainda informa sobre a preocupação das autoridades com eles. Descrevendo a alarmante escassez de víveres de 1700 em Ouro Preto e arredores, comenta que, naquele ambiente de desespero e desolação, "os negros escravos e os bandos de ciganos bem armados salteavam os vivos e saqueavam os mortos." Mais adiante, quando o autor menciona "a confusão e a desordem reinantes nessas Minas Gerais recém-nascidas", acrescenta que "bandos de ciganos ágeis e aguerridos percorriam as estradas entregues à mais solta rapina." Para esses supostos crimes ciganos, Lima Júnior também não apresenta nenhuma fonte. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/9tTqW2X8Q2U" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;João Dornas Filho, sem apresentar qualquer documento, afirma que os ciganos chegaram a Minas Gerais possivelmente penetrando "pelo Rio São Francisco com as primeiras entradas baianas." Mesmo tendo-se dúvida quanto à presença de ciganos em Minas Gerais no Século XVII, ou mesmo antes, quando das primeiras entradas baianas, parece bem provável que a penetração tenha se dado pelo vale do São Francisco. Pela extensão e características físicas do território, ainda que Minas dispusesse de inúmeras estradas e caminhos, eram os vales fluviais que cumpriam a função de ser a principal forma de adentrar o sertão. As afirmações dos historiadores acima são duvidosas, porque não citam fontes documentais. Certamente alguns ciganos chegaram até as Minas de Ouro em seus primeiros tempos. Mas foi somente a partir de 1718 que diversas famílias ciganas vieram juntas para o território mineiro. A presença comprovada de ciganos em Minas Gerais é registrada desde o início do Século XVIII, ao que tudo indica contrariando as intenções originais da Coroa portuguesa. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/24T6NwvnJBc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Dom Lourenço de Almeida, num bando de 15jul1723, fazendo uma variação do decreto de 1718, recorda que El Rey havia remetido ciganos ao Brasil, apenas para que seguissem em direção a Angola, e não para que ficassem no continente americano. Acrescentando, reclama: "por ser hua gente muito prejudicial aos seos povos porque não vivem se não dos roubos q. fasem, cometendo exacrandos insultos, e porque pelo descuido que houve el algua das praças da Marinha vieram para estas Minas vartas familias de ciganos, onde podem fazer mayores roubos q. em outra nenhua parte (...)." &lt;br /&gt;Um documento de 1723, de Vila Rica (hoje Ouro Preto) informa que “pelo descuido que houve em alguma das praças da Marinha vieram para estas Minas várias famílias de ciganos”, e manda prender todos eles e remeter para o Rio de Janeiro, de onde então seriam deportados para Angola. Não somente manda prender os ciganos, que o documento chama de “ladrões salteadores”, mas também seriam presos e degredados para Angola todos aqueles que se encontrarem em sua companhia ou lhes hospedarem em suas casas ou fazendas. Além disto, qualquer cidadão podia prender ciganos e entregá-los na cadéia mais próxima, podendo a pessoa tomar-lhes todos os bens, ouro, roupas ou cavalos. Porém, em 1737 o governador de Minas Gerais adverte: “Pelo que toca a ciganos as queixas que há são só por serem ciganos, sem que se aponte culpa individual  (.....) tenho recomendado que prendam e me remetam os que fizerem furtos”, ou seja, não qualquer cigano apenas pelo fato de ser cigano. &lt;i&gt;E como tudo que é ruim só podia ser de origem cigana, houve quem suspeitasse que a epidemia de varíola que naquele ano grassava em Minas Gerais tinha sido trazido pelos ciganos! &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/azM4x4EhzOk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Dornas Filho acrescenta longas narrações sobre a ação de salteadores, principalmente na Serra da Mantiqueira, até o final do Século XVIII, citando inclusive cartas de Tiradentes que, segundo ele, “comandou por mais de uma vez a tropa de assalto ao reduto desses malfeitores, prendendo e matando ciganos às dúzias”. Ou seja, o heroi mineiro e nacional Tiradentes assassinou covardamente também algumas dezenas de ciganos, quase todos eles certamente desarmados e trabalhadores honestos, mas um genocídio que na época era motivo até de recompensas financeiras e honrarias especiais. O leitor fica com a impressão que em todos estes casos citados por Dornas Filho se trata de ciganos, porém a maioria dos documentos não faz absolutamente nenhuma referência a ciganos, mas apenas a bandidos em geral ou, quando muito, fala de “ciganos e outros malfeitores”. Alguns podem até ter sido ciganos, mas com certeza a quase totalidade destes bandidos, assaltantes e assassinos da época eram portugueses, mineiros ou brasileiros, não-ciganos. No entanto, sempre quando algo de ruim acontecia e um cigano por acaso estivesse na redondeza, já se sabia a quem atribuir a culpa. Em 1726 há notícia de ciganos em São Paulo, quando foram solicitadas medidas contra ciganos que apareceram na cidade e que eram “prejudiciais a este povo porque andavam com jogos e outras mais perturbações”, pelo que tiveram que abandonar a cidade dentro de 24 horas, sob pena de serem presos. E em 1760 os vereadores de São Paulo resolveram “que por ser notório que nesta cidade se acha um bando de ciganos composto de homens, mulheres e filhos sendo público terem sido expulsos de Minas Gerais por serem perniciosos naquelas povoações e assim se vieram acolher a esta cidade aonde já vão havendo algumas queixas (....)”. Também estes receberam um prazo de 24 horas para sair da cidade. Ou seja, trata-se da velha política de “mantenho-os em movimento”: Minas Gerais expulsa seus ciganos para São Paulo, que os expulsa para o Rio de Janeiro, que os expulsa para Espírito Santo, que os expulsa para a Bahia, de onde são expulsos para Minas Gerais, etc. Ou seja, o melhor lugar para os ciganos sempre é no bairro, no município ou no Estado vizinho; ou então no país vizinho ou num país bem distante. Um alvará de 1760 informa: &lt;br /&gt;“Eu El Rei faço saber aos que este Alvará de Lei virem que sendo me presente que os ciganos que deste Reino tem sido degredados para o Estado do Brasil vivem tanto à disposição de sua vontade que usando dos seus prejudiciais costumes com total infração das minhas Leis, causam intolerável incômodo aos moradores, cometendo continuados furtos de cavalos, e escravos, e fazendo-se formidáveis por andarem sempre encorporados, e carregados de armas de fogo pelas estradas, onde com declarada violência praticam mais a seu salvo os seus perniciosissimos procedimentos; considerando que assim, para sossego público, como para correção de gente tão inútil e mal educada se faz preciso obrigá-los pelos termos mais fortes e eficazes a tomar vida civil, sou servido ordenar que os rapazes de pequena idade filhos dos ditos ciganos se entreguem judicialmente a Mestres, que lhes ensinem os ofícios e artes mecânicas, aos adultos se lhes assente praça de soldados, e por algum tempo se repartam pelos presídios de sorte que nunca estejam muitos juntos, em um mesmo presídio, ou se façam trabalhar nas obras públicas pagando-lhes o seu justo salário, proibindo-se a todos poderem comerciar em bestas e escravos e andarem em ranchos; que vivam em bairros separados, nem todos juntos, e lhes não seja permitido trazerem armas, não só as que pelas minhas leis são proibidas, que de nenhuma maneira se lhes consentirão, nem ainda nas viagens, mas também aquelas que lhes poderão servir de adorno. E que as mulheres vivam recolhidas e se ocupem naqueles mesmos exercícios de que usam as do país. E hei por bem que pela mais leve transgressão do que neste alvará ordeno, o que for compreendido, nela seja degredado por toda a vida para a ilha de São Thomé, ou do Príncipe, sem mais ordem e figura de juizo..... ”. &lt;br /&gt;Ao que Oliveira China acrescenta: “A parte curiosa desse documento é a que nos revela que em nossas plagas a ‘atividade’ desses nômades não se limitou ao furto de animais, na prática do qual, como é sabido, são useiros e vezeiros; ela foi além, pois estendeu-se também ao furto ou roubo de escravos! Fato sem dúvida, original, e que ainda mais ressalta a ‘habilidade’, por assim dizer inata, que eles têm para a rapina, encarada sob todos os seus aspectos e particularidades..”. Por onde se vê que também Oliveira China não escapava dos preconceitos anti-ciganos: se os ciganos vendiam escravos, estes só podiam ser roubados, da mesma forma que qualquer cavalo de um cigano só pode ser um cavalo roubado!  Nunca alguém pensa que estes cavalos ou escravos podem ter sido adquiridos honestamente. Vários outros documentos confirmam que, no Brasil, os ciganos também se dedicavam ao comércio de escravos, mas nenhum prova que roubavam escravos. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/8NNJKsnfWiA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Numa carta de 1761, do governador interino José Carvalho de Andrade ao Conde de Oeiras, consta que os ciganos baianos, então já em número de “alguns mil”, tiveram antecipadamente conhecimento do alvará acima citado, pelo que “(....) foram insensivelmente desertando, o que lhes foi fácil por morar em bairros apartados, e por ser gente que costumava muitas vezes deixar as casas para irem fazer trocas e vendas pelos sertões. Ficaram poucos na cidade”. Continua a carta: &lt;br /&gt;“Logo mandamos ordens a todos os ouvidores, capitães mores, juizes de fora e ordinários, que prendessem todos, os que não fossem dessas terras moradores, e ainda a esses os obrigassem à regularidade da dita lei. Escrevemos logo ao governador do Rio de Janeiro e ao de Pernambuco, para que os não deixassem viver nos matos. Alguns que nos vieram falar, e são velhos e casados os mais deles, nos requerem que lhes deixemos arrendar fazendas e viver da lavoura, o que lhe facultamos, com tanto que os filhos adultos os entreguem para soldados e os pequenos para se porem aos ofícios. As filhas será mais difícil acomodá-las, porque na Bahia não se querem servir com brancas e menos com filhas de ciganos, temendo que alguma noite se ajustem com os pais para roubar as casas e sobretudo quererem só servir-se com mulatas e pretas. (...) (Os ciganos) se se juntarem serão alguns mil em toda a capitania, além dos escravos que possuem, tais como eles, e de alguns índios que poderão coadunar. Por isso lhe temos proposto aos que nos falam, que deles se não procuro outra coisa mais, do que viver como portugueses, vassalos de S. M., que eles mesmos escolham mestres e ofícios para os filhos de menor idade e aos adultos que os tragam para se lhe assentar praça, donde eles elegerem que os velhos e casados e as mulheres se firmem em lojas de vendas nesta cidade donde lhe parecer, para que se lhe darão despachos e guias para as justiças das terras. Com isto alguns tem vindo e entregue os filhos para os ofícios e outros se lhe destina sítio perto desta cidade para lavouras, depois de trazerem arrendamentos dos senhorios....”. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Dois meses depois, numa segunda carta, o mesmo autor informa: &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;“Os ciganos vem vindo bastantes a querer tomar vida regrada, porque por todas as partes os prendiam ..... Os casados entregam os filhos solteiros aos oficiais mecânicos se são de idade competente e os adultos alguns assentaram praça, mas muito raros, por não apparecerem ou porque esta gente casa logo nestas terras de mui pouca idade. Os mais vão arrendando terras, ocupando-se com suas mulheres em lavouras e em abrir terras de novo, deixando totalmente o ilícito comercio e o modo libertino que tinham de vida....”. &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;O mesmo deve ter acontecido também em outras capitanias. Resta saber se os ciganos arrendavam propriedades rurais para se dedicarem realmente às atividades agrícolas, completamente estranhas à sua cultura por ser incompatível com a vida nômade, ou se era apenas mais uma estratégia para, longe dos olhos dos portugueses, terem pontos de apoio para continuarem, unidos e em bandos, a sua antiga vida de comerciantes de animais, de escravos e de produtos artesanais. &lt;br /&gt;Pereira da Costa, falando dos ciganos em Pernambuco, também se refere a ciganos que ganhavam seu sustento honestamente: &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;“Os ciganos andavam em bandos mais ou menos numerosos, e aqueles que não se entregavam à pilhagem, e a certos negócios, como a compra e venda de cavalos, nos quais os indivíduos pouco experientes sempre saíam logrados, eram geralmente caldeireiros ambulantes, e onde quer que chegassem, levantavam as suas tendas, e saíam à procura de trabalho que consistia, especialmente, no conserto de objetos de latão e cobre. As mulheres, porém, importunas, astutas e nímiamente loquazes, saíam a esmolar, e liam a buena dicha pelas linhas das mãos, predizendo a boa ou má-sorte do indivíduo, mediante uma remuneração qualquer”. &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;A deportação de ciganos portugueses continuou pelo menos até o final do Século XVIII. De 1780 a 1786, o secretário de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos, Martinho de Melo Castro, enviou grupos de 400 ciganos anualmente para o Brasil. Julgando pelo teor de uma carta de 1793, vê-se que os ciganos deportados "não eram úteis à coroa nem ao Brasil." Mesmo assim, as deportações continuaram pelo menos até o fim do século. De acordo com uma correspondência de 1761, entre uma autoridade da Capitania da Bahia e o Conselho Ultramarino, "se se juntarem [os ciganos] serão alguns mil em toda a capitania, além dos escravos que possuem, taes como elles e de alguns índios, que poderão coadunar". &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-CWbpT2-NLS4/TknyDzt56YI/AAAAAAAAAUM/sLmmbxLOB4k/s1600/images%2B%252832%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="224" width="225" src="http://4.bp.blogspot.com/-CWbpT2-NLS4/TknyDzt56YI/AAAAAAAAAUM/sLmmbxLOB4k/s400/images%2B%252832%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Co-autor desta parte: Frans Moonen &lt;br /&gt;Diégues Junior, M., Imigração, urbanização, industrialização, Rio de Janeiro, 1964, pp. 26-28 &lt;br /&gt;Vilas-Boas da Mota, A.. “Os ciganos do Brasil”, Correio da Unesco, ano 12, 1984, p. 32; “Os ciganos, uma minoria discriminada”, Revista Brasileira de Política Internacional, ano XXIX, vol. 115/116, 1986, p.32.  &lt;br /&gt;Costa Pereira, C. da, Povo Cigano, Rio de Janeiro,  1985, p.31; “Gli zingari in Brasile”, Lacio Drom, ano 26, n.  6, 1990, p. 3; “La situazione sociale degli zingari in Brasile”, Lacio Drom, Suplemento ano. 1-2, 1992, p.121. &lt;br /&gt;Donovan, B. M., “Changing perceptions of social deviance: gypsies in early modern Portugal and Brazil”, Journal of Social History, Vol. 26, 1992,  p. 42; o autor informa que "o terremoto de Lisboa destruiu a maioria da documentação referente às deportações antes de 1755. O anexo dos Feitos Findos do Arquivo Nacional da Torre do Tombo possui manuscritos não-catalogados sobre deportação" (p. 52, nota 49); acrescenta-se que ainda não foi feita em Portugal nenhuma pesquisa exaustiva sobre a documentação referente a ciganos. &lt;br /&gt;Coelho, A., Os ciganos de Portugal,  Lisboa, Dom Quixote, 1995, pp. 199-200 [1a. edição 1892] &lt;br /&gt;Coelho 1995, pp. 218-220 &lt;br /&gt;Couto, C., “Presença cigana na colonização de Angola”, Studia, Lisboa, no. 36, 1973, pp. 107-115. &lt;br /&gt;Donovan 1992. p. 38.  &lt;br /&gt;Costa, F. A. Pereira da,  Anais Pernambucanos, Vol. V (1701-1739), Recife, Arquivo Público Estadual, 1983. p. 299. &lt;br /&gt;ORDEM por que o Excelentíssimo Senhor Vice-Rei concedeu licença a Luiz de Souza e outros, todos ciganos, todos moradores em Pernambuco para irem morar a Sergipe de El-Rei. Documentos históricos, Rio de Janeiro, vol. 69, p. 121-122, 1945. Para saber mais sobre ciganos no Nordeste deve-se consultar Costa (1983, p. 299-303). Segundo Charles R. Boxer (A idade do ouro no Brasil.  São Paulo, Cia Editora Nacional, 1969. p. 371), os Anais Pernambucanos (5 volumes) de Costa foram compilados em fins do século XIX e início do século XX, embora apresentem um material significativo retirado de fontes manuscritas, "infelizmente nem sempre com as referências adequadas", baseando-se principalmente em: Fernandes Gama, J. B. Memórias históricas da província de Pernambuco. 4 vols. Pernambuco, 1844-1848. &lt;br /&gt;Costa 1983, V,  pp.299-300 &lt;br /&gt;Kidder , D. P., Reminiscências de viagens e permanências nas províncias do Norte do Brasil, Belo Horizonte, Itatiaia / São Paulo, Edusp,  1980, p. 39 [tradução da primeira parte do original de 1845]. &lt;br /&gt;Kidder 1980,  p. 39. &lt;br /&gt;China, J. B. D'Oliveira. “Os ciganos do Brasil; subsídios históricos, etnográficos e lingüísticos”, Revista do Museu Paulista, Tomo XXI,  São Paulo,  1936,  p. 402. &lt;br /&gt;China  1936,  p.402, pp.404-405 &lt;br /&gt;Lima Junior, A. de. A capitania de Minas Geraes; origens e formação, Belo Horizonte,  Instituto de História, Letras e Artes, 1965, p. 54. &lt;br /&gt;Lima  1965,  p. 47, p. 60.&lt;br /&gt;Dornas Filho, J,  “Os ciganos em Minas Gerais”, Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais,  Belo Horizonte, ano III, vol. III, 1948,  p. 146 [este ensaio foi publicado nas pp. 138-187 da revista citada acima,  mas quase todos os ciganólogos brasileiros citam uma ‘separata’ deste ensaio, que inicia na página 1].  &lt;br /&gt;A Capitania de São Paulo e das Minas de Ouro foi criada em 1709,  separando-se do governo do Rio de Janeiro. Em 1720, Minas de Ouro desmembrou-se da Capitania de São Paulo. &lt;br /&gt;Moraes Filho, A. F. de Mello, Os ciganos no Brasil &amp; Cancioneiro dos ciganos, Belo Horizonte, Itatiaia / São Paulo,  EDUSP, 1981,  pp. 26-27. [edições originais de 1886 e 1885,  respectivamente] &lt;br /&gt;Bando de 15Jun1723 de Dom Lourenço de Almeida; apud Dornas Filho 1948. &lt;br /&gt;Dornas Filho 1948,  pp.11-12, p.14&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-8346671417400456861?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/8346671417400456861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=8346671417400456861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/8346671417400456861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/8346671417400456861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/08/hgcb-cap-1-ciganos-no-brasil-seculos.html' title='HGCB cap. 1 - Ciganos no Brasil: Séculos XVII e XVIII (video: Ciganos do Porto)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bhW-i5Z3NJU/TknyD3fqB7I/AAAAAAAAAUE/SjZWYMlJqJU/s72-c/images%2B%252831%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-730816228437456239</id><published>2011-08-15T21:27:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T21:27:46.173-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>População cigana no Brasil (Musical: Los Gallegos)</title><content type='html'>Quase nada sabemos sobre os ciganos brasileiros na atualidade. As pesquisas até agora realizadas no Brasil provam a existência de ciganos de pelo menos dois grupos diferentes: os Calon que migraram para o país, voluntária ou compulsoriamente, já a partir do Século XVI, e os Rom que, ao que tudo indica, migraram para o Brasil somente a partir de meados do Século XIX. Nenhuma publicação trata de ciganos Sinti, mas que com certeza também devem ter migrado para o Brasil, junto com os colonos alemães e italianos, a partir do final do Século XIX.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lIjvaGpI7Mw/Tkntv8yhZiI/AAAAAAAAAT0/npHghc9X6Uk/s1600/images%2B%252824%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="256" width="183" src="http://4.bp.blogspot.com/-lIjvaGpI7Mw/Tkntv8yhZiI/AAAAAAAAAT0/npHghc9X6Uk/s400/images%2B%252824%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados oficiais, de 1819 a 1959 migraram para o Brasil 5,3 milhões de europeus, dos quais 1,7 milhão portugueses, 1,6 milhão italianos, 694 mil espanhois, 257 mil alemães e 125 mil russos. No desembarque registrava-se apenas a nacionalidade do imigrante, e não a sua identidade étnica. É mais do que provável que no meio dos quase dois milhões de imigrantes italianos e alemães também tenham vindo ciganos Sinti, principalmente durante e após a II Guerra Mundial. &lt;br /&gt;Segundo Vilas Boas da Mota, os Rom brasileiros pertencem aos seguintes sub-grupos: “Kalderash, que se consideram nobres e, por conseguinte, os verdadeiros guardiães da identidade cultural cigana; os Macwaia, muito propensos à sedentarização ... e, por isto mesmo, inclinados à perda da identidade étnica... ; os Rudari, provenientes sobretudo da Romênia, localizam-se em São Paulo e no Rio de Janeiro e com bom nível econômico-financeiro; os Horahané, oriundos da Turquia e da Grécia, são renomados vendedores ambulantes; os Lovara, em franco recesso cultural, fazem-se passar por emigrantes italianos”. Nenhum autor brasileiro faz referência a sub-grupos Calon com denominações específicas. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/6UKbrez_iUs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Também não existem dados sobre o número de ciganos no Brasil atual, nem sobre a sua distribuição geográfica. Os censos demográficos brasileiros nada informam sobre ciganos ou indivíduos que são identificados ou se auto-identificam como tais, e até hoje ninguém se interessou ou foi capaz de saber, nem sequer aproximadamente, quantos ciganos vivem num determinado Estado, e menos ainda no Brasil todo. Dispomos de dados demográficos detalhados, bastante confiáveis e constantemente atualizados sobre quase todos os povos indígenas no Brasil, mas nada sabemos sobre a demografia das minorias ciganas.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/ubjnO4jSR-U" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Apesar disto, Costa Pereira escreveu em 1985: “Pode-se afirmar que hoje há cerca de 150.000 ciganos espalhados por todo o Brasil, nômades ou semi-sedentários. Isto sem nos referirmos aos que negam a sua ciganidade, o que triplicaria este número”. A autora não informa como ela conseguiu contar estes 150.000 ciganos, e menos ainda como contou os cerca de 300.000 ciganos brasileiros que não mais se identificam como ciganos, ou seja, ciganos invisíveis, ou melhor ainda, do ponto de vista antropológico, ex-ciganos. Na realidade, estes números nem sequer são estimativas, mas mera fantasia, uma miragem. Em 1990, a mesma Costa Pereira, informando basear-se em dados da Romani Union de Madrid (mas sem citar a fonte bibliográfica), afirmou que a população cigana brasileira era de cerca de 800.000 pessoas, mas dois anos depois, com supostos dados da Unesco, sem maiores explicações (e mais uma vez sem citar qualquer fonte bibliográfica), diminuiu este número para 500.000. O mais grave é que estes dados foram publicados numa revista italiana, pelo que os estrangeiros podem pensar que os brasileiros, em apenas dois anos, eliminaram uns 300.000 ciganos. Um verdadeiro genocício, um novo holocausto brasileiro, e que obviamente não ocorreu! &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nPoDjgjay8w/TkntwIN5GtI/AAAAAAAAAT8/hTS-BppLjhE/s1600/images%2B%252826%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="210" width="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-nPoDjgjay8w/TkntwIN5GtI/AAAAAAAAAT8/hTS-BppLjhE/s400/images%2B%252826%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todos estes números, no entanto, são mera fantasia, são apenas delírios psicodélicos, porque nenhum ciganólogo, e nenhuma organização cigana ou pró-cigana de qualquer parte do Mundo, e menos ainda a Unesco, tem autoridade alguma para divulgar estimativas populacionais ciganas seja de que país for, a não ser que estas estimativas sejam baseadas em dados confiáveis fornecidos por cientistas ou instituições de pesquisa daquele país. E no Brasil, até hoje, nem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelos censos demográficos oficiais, nem qualquer outra instituição de pesquisa demográfica, nem qualquer Organização Não-Governamental (ONG), nem cientista algum tem feito um levantamento sistemático e confiável da população cigana. &lt;b&gt;Em resumo: nada, mas absolutamente nada, sabemos sobre o número de ciganos nômades, semi-nômades e sedentários atualmente existentes no Brasil, nem sobre sua distribuição geográfica.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/0I4pXOAqMTw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-730816228437456239?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/730816228437456239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=730816228437456239' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/730816228437456239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/730816228437456239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/08/populacao-cigana-no-brasil-musical-los.html' title='População cigana no Brasil (Musical: Los Gallegos)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lIjvaGpI7Mw/Tkntv8yhZiI/AAAAAAAAAT0/npHghc9X6Uk/s72-c/images%2B%252824%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-2361255625719952707</id><published>2011-08-15T21:08:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T21:08:55.317-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Ciganos - Denominações e diversidade (musical: Ciganos D'Ouro)</title><content type='html'>Desde o século XV a palavra “cigano” é utilizada como um insulto. O termo aparece registrado pela primeira vez em português em A farsa das ciganas de Gil Vicente, provavelmente em 1521. Nesta obra os ciganos são considerados como originários da Grécia. No século XIX, no Brasil, não se fala nem que são originários da Grécia nem da Índia. Apesar de ganhar cada vez mais força, na Europa, a explicação de que os ciganos teriam vindo do subcontinente indiano. No entanto, há menções sobre ciganos, no Brasil, em que eles se diziam descendentes de antigos egípcios:  &lt;br /&gt;"No Brasil os ciganos afirmam também que procedem do Egito; e contam a velha lenda de que, por terem recusado hospedagem à Virgem Maria quando ela fugia, peregrinam sobre a terra dispersos, sem pátria, por todos os tempos."&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VEqiqm5OtMs/Tknm2b9AQqI/AAAAAAAAATk/X0PAChu5vJU/s1600/images%2B%252821%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="272" width="185" src="http://1.bp.blogspot.com/-VEqiqm5OtMs/Tknm2b9AQqI/AAAAAAAAATk/X0PAChu5vJU/s400/images%2B%252821%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes são chamados de turcos. Notícias de O Pharol, de Juiz de Fora, referem-se a esses "turcos" pedindo esmolas e impingindo bugigangas às pessoas. Há ainda uma "reclamação vinda de Porto das Flores sobre a presença de 'turcos' naquela localidade." &lt;br /&gt;Em geral, nas posturas municipais que tratam de ciganos, em primeiro lugar, eles são associados às "pessoas desconhecidas e suspeitas." Em seguida, são definidos como sendo "os que são por taes havidos", ou seja, reconhecidos socialmente como ciganos. Reconhecimento dado porque eles "costumão a fazer freqüentes trocas e compras de animaes, e vendas de escravos, e não são moradores no Termo, ou não há pessoa capaz, que os conheça, e abone." Assim, eram relacionados, a priori, ao comércio de mercadorias roubadas (escravos, animais e objetos variados), a não ser que houvesse alguém que afiançasse sua honestidade. A idéia que orientava este prejulgamento, era a de que apenas seria confiável o indivíduo com residência fixa. Pois o nômade não tinha  morador que o conhecesse e o abonasse. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/sq6QanCJ2bg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;O historiador traz na mente um cigano típico (um protótipo), mas que necessita ser desmontado pelas evidências de grupos ciganos na diversidade de situações em que se encontram. Se for sensível, compreenderá que, antes de tudo, deve desconstruir o modelo sobre os genericamente chamados ciganos. Uma história de ciganos deve ser feita de muitas exceções, impossibilidades, contradições, incongruências, contra-sensos. Essa perspectiva tem um cigano que extrapola a coerência que a escrita tradicional do historiador exige; as condições espaciais e temporais individualizam muito os ciganos; a história dos ciganos é a história de um mosaico étnico. Este cigano - total abstração - é como a repetição infinita de um modelo ou motivo que se realiza através de variantes ilimitadas. Nas últimas décadas, pesquisadores, ciganos ou não, consagraram a distinção dos ciganos, no Ocidente, em três grandes grupos. O grupo Rom, demograficamente majoritário, é o que está distribuído por um número maior de países. É dividido em vários subgrupos (natsia, literalmente, nação ou povo), com denominações próprias, como os Kalderash, Matchuara, Lovara e Tchurara. Teve sua história profundamente vinculada à Europa Central e aos Balcãs, de onde migraram a partir do século XIX para o leste da Europa e para a América. Muitas organizações ciganas e vários ciganólogos têm tentado substituir, no léxico, Ciganos por Rom. A este processo tem-se denominado romanização, e tem a intenção de conferir legitimidade a estes grupos como sendo o dos "verdadeiros ciganos." Há ainda, pelo menos, duas derivações dessa política. A primeira, a do subgrupo Kalderash, autoproclamada a mais "autêntica" e "nobre" entre as comunidades ciganas. A segunda é a do grupo lingüístico vlax romani, considerado, por muitos pesquisadores, como portador da "verdadeira língua cigana". &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/H9_f3i1rRWs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;Coelho, F.  A., Os ciganos de Portugal; com um estudo sobre o calão, Lisboa, Dom Quixote, 1995. (Original: 1892). p. 199-200. &lt;br /&gt;Bourdieu, P. , Questões de Sociologia, Rio de Janeiro, 1983. p. 30. &lt;br /&gt;Acton,  Th., Gypsy politics and social chance,  London and Boston, Routledge &amp; Keghan Paul, 1974. p. 54. &lt;br /&gt;Bluteau, R., “Cigano”, In: Vocabulário portuguez, &amp; latino, aulico, anatomico, architectonico...; tomo II, Coimbra, Real Collegio das Artes da Companhia de Jesu; Lisboa Ocidental, Pascoal da Sylva, 1712. p. 311-312. &lt;br /&gt;Donovan, B., “Changing perceptions of social deviance: gypsies in early modern Portugal and Brazil”,  Journal of Social History,  Vol. 26,  1992,  p. 35. &lt;br /&gt;Silva, A. de Moraes, “Cigano”,  Dicionário da lingua portuguesa,  Rio de Janeiro, Officinas de S.A. Litho-Typographia Fluminense, 1922, Tomo Primeiro. p. 396. &lt;br /&gt;Schwarcz, L. Moritz, O espetáculo das raças; cientistas, instituições e questão racial no Brasil, 1870-1930.  São Paulo,  Cia. das Letras, 1993. p. 13. &lt;br /&gt;Passando de cerca de 60 mil em 1808 para 122.695 habitantes em 1821, ano de regresso da família Real para Portugal; cf. Mattos, I. Rohloff,  O tempo Saquarema; a formação do estado imperial., São Paulo, Hucitec, 1990. p. 50. &lt;br /&gt;Fraga Filho, W., Mendigos, moleques e vadios na Bahia do século XIX, São Paulo, HUCITEC; Salvador, EDUFBA, 1996, p. 179. &lt;br /&gt;Schwarz, 1993. p. 13. &lt;br /&gt;Cf. Dornas Filho, J., “Os ciganos em Minas Gerais”,  Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, Belo Horizonte, ano III, vol. III, 1948, p. 166. &lt;br /&gt;Fraser, A.,  The gypsies, Oxford, Blackwell Publishers, 1992, p. 48. &lt;br /&gt;Vicente, G., Obras completas,  Vol. 5,  3ª ed. Lisboa,  Livraria Sá da Costa, s.d. [“A farsa das ciganas” (1521?), pp. 319-329]. &lt;br /&gt;Pohl, J. B. E., Viagem no interior do Brasil,, [Primeira Parte], Rio de Janeiro, MEC/INL, 1951  (Original: 1832),  p. 274. &lt;br /&gt;Goodwin Junior, J. W., “Império do Brasil: nesta nação nem todo mundo é cidadão!”, Caderno de Filosofia e Ciências Humanas, Belo Horizonte, ano V, nº 9,  1997. p. 32; baseando-se em: O Pharol, Juiz de Fora, 27 set. 1884 e 07 fev. 1885. &lt;br /&gt;Goodwin Junior 1997,  p. 32; baseando-se em O Pharol, Juiz de Fora, 07 abril 1988. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/3ZMBKTs_lOQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;"A grande falha da literatura sobre ciganos, oficial e acadêmica, é a supergeneralização, observadores têm sido facilmente levados a acreditar que práticas de grupos particulares são universais, com a concomitante sugestão de que qualquer grupo que não seguisse as mesmas práticas não seriam 'verdadeiros' ciganos." (Acton, Th., Gypsy politics and social change,  London and Boston, Routledge &amp; Kegan Paul, 1974. p. 3). &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/JSgdZ94807g" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Rom, substantivo singular masculino, significa homem e, em determinados contextos, marido; plural Roma; feminino Romni e Romnia. O adjetivo romani é empregado tanto para a língua quanto para a cultura. Apesar disto, como fazem muitos outros ciganólogos, a seguir sempre escreveremos "os Rom" e não "os Roma", da mesma forma "os Calon", "os Sinti", etc. Na falta de um acordo formal sobre a grafia das autodenominações ciganas, aplicou-se também a estas a "Convenção para grafia dos nomes tribais", que "se escreverão com letra maiúscula, facultando-se o uso de minúscula no seu emprego adjetival", e "os nomes tribais não terão flexão portuguesa de número ou gênero, quer no uso substantival, quer no adjetival" (“Convenção para a grafia dos nomes tribais”, Revista de Antropologia, São Paulo, vol. 2, nº 2, 1954, p. 152). &lt;br /&gt;Os &lt;b&gt;Sinti&lt;/b&gt;, também chamados Manouch, falam a língua sintó e são numericamente expressivos na Alemanha, Itália e França. No Brasil, nunca foi feita uma pesquisa apurada sobre sua presença. Provavelmente, os primeiros Sinti chegaram ao país também durante o século XIX, vindos dos mesmos países europeus já mencionados. &lt;br /&gt;Os &lt;b&gt;Calon&lt;/b&gt;, cuja língua é o caló, são ciganos que se diferenciaram culturalmente após um prolongado contato com os povos ibéricos. Da Península Ibérica, onde ainda são numerosos, migraram para outros países europeus e da América. Foi de Portugal que vieram para o Brasil, onde são o grupo mais numeroso. Embora os Calon tenham sido pouco estudados, acredita-se que não haja entre eles algo que se assemelhe à complexa subdivisão dos Rom. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/5GABjD8Qn8o" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Historicizar os ciganos nos remete a compreendê-los na sua pluralidade e no seu excepcionalismo. Há uma generalidade reducionista ao se chamar de ciganos indivíduos e/ou comunidades com diferenças significativas entre si. Precisa-se, assim, tomar cuidado ao denominar "cigana" a identidade de grupos que chegaram ao Brasil deportados de Portugal, desde o século XVI e, ao mesmo tempo, a identidade de famílias oriundas dos Balcãs e da Europa Central, que chegaram ao país no final do século XIX. Trata-se de uma enganosa generalização, sem dúvida, pois que o espaço e o tempo modificam sensivelmente a constituição desses "sujeitos". Assim, um cigano Calon  e um cigano Rom só possuem predicado idêntico no domínio da linguagem, quando emitimos proposições como: "Este Calon é cigano" ou "Aquele Rom é cigano". Mas a percepção atenta das singularidades nega, taxativamente, a suposta identidade dos nomes e dos predicados. &lt;br /&gt;Em contraposição a isso tudo, os ciganos pensam em si próprios de forma fragmentária. Cada cigano tem uma forte identificação com seu grupo familiar ou com as famílias que têm o mesmo ofício. Mas não existe uma identidade única entre todos os ciganos. Entretanto, apesar de não corresponder aos atributos percebidos ao nível da singularidade dos indivíduos, o tempo cigano é capaz de nos levar a um reconhecimento ou a uma diferenciação mínima. Por exemplo, não se confundia um cigano com um índio ou um mascate libanês.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/3ZM0Lovoe-U" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Quando alguém usa o predicado "cigano" para qualquer "sigano" ou "pessoa assiganada" (como aparece em documentos coloniais), está querendo propor que este predicado representa uma relação de semelhança entre identidades. Isso é aceitável. Mas não concordamos com a concepção ingênua de que esse predicado estivesse contendo uma correspondência perfeita com os seus referentes. &lt;br /&gt;No domínio dos ciganos, não existem senão múltiplas identidades. Daí que o termo cigano não designa as comunidades por nomes que elas próprias dão para si. Ele designa, isto sim, uma abstrata imbricação de comunidades ciganas. A diferença é muito grande, pois na realidade não existem ciganos, mas sim diversas comunidades (historicamente diferenciadas) chamadas de ciganas, mantendo relações de semelhança e/ou dissemelhança umas com as outras. O termo cigano traz consigo uma série de inquietudes semânticas, ideológicas, antropológicas etc. Uma vez diagnosticada a complexidade e as ambigüidades inerentes à referida expressão, ao dissertarmos, torna-se impossível termos pretensões de elaborar sínteses conclusivas. Pois o complexo de certezas sobre o qual se apoia essa noção é bastante instável. A dispersão e o nomadismo, que tiveram início há mais de dez séculos, propiciou tantos contatos interétnicos e adaptações às condições espaço-temporais, que aplicar qualquer termo para o conjunto das comunidades ditas ciganas é um tanto arriscado. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/ZCHi-Q-5-KM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;O que nos parece claro é que os ciganos não são um grupo religioso ou uma nacionalidade. Além do mais, preferiu-se não chamar os ciganos de povo, pois também esta expressão tem significados pouco precisos e muito ambíguos. Na falta de um vocábulo que designe com propriedade o conjunto completo de todas as comunidades ciganas, adotar-se-á a expressão "ciganos", cujo sentido é aceito na sua generalidade, para referir-se a todos os indivíduos assim chamados. Embora se reconheça que tal uso nunca tenha tido plena legitimidade no seio das várias comunidades analisadas. A categoria "cigano" opera inúmeras descontinuidades, enquanto a narrativa do historiador necessita de conceitos que expressem um mínimo de continuidade. Ao contrário, estar-se-ia a cada momento escrevendo a história de um novo objeto de estudo. Os segmentos do mosaico existem, sobretudo, no domínio das descrições ou das teorias ciganológicas, influenciada pela insistência de classificação neopositivista. Ora, o que temos são grupos e suas variantes, decorrentes de combinações diversas, condicionadas por tempos e espaços particulares. Assim, os ciganos são múltiplos e unos. Nenhum cigano conhece todos os detalhes da identidade em que está inserido. Tal como não conhece todo o espaço cultural que o comporta, não sabendo, pois, ler todo o seu "mapa cultural". Toda cultura, afinal, oferece uma margem de manobra para os seus membros. Há aspectos da identidade cigana compartilhados por todos os ciganos, outros que são particulares de cada subgrupo e ainda outros selecionados pelo indivíduo num leque de opções. Cada cigano é portador de um conjunto singular de elementos dessa identidade, embora, não haja uma noção de individualidade tal como no mundo ocidental. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/zFn6kpolRkw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Toda história dos ciganos é, na verdade, uma viagem nas línguas, nas estéticas, nas políticas antivagabundos e antiartistas, nas religiões, nas concepções de mundo, com os quais vários grupos ciganos, sucessiva e contraditoriamente, tiveram contato. Nisso a universalidade dos ciganos se manifesta. Nesta história dos ciganos a diferença não pode se dissipar. Para ser honesta, ela deve mostrar muitas precauções para não condensar num padrão as particularidades de grupos variados (em momentos e espaços distintos), porque assim o discurso perderia informação, e a história, o sentido. Não se pode também confundir os ciganos com os discursos que os descrevem, ainda que se reconheça a existência de uma conexão entre eles. Dito isto, ressalta-se que as diferenças  e a diversidade entre os ciganos não impedia que houvesse solidariedade. Os ciganos faziam da própria fluidez, da flexibilidade, de sua identidade um fator de fortalecimento desta solidariedade. Pois rearranjavam sua identidade de acordo com suas necessidades, por meio de alianças matrimoniais ou pelas festas que envolviam comunidades distintas. Além disto, colocadas em oposição aos não-ciganos, as várias comunidades se sentiam irmanadas. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/LjTt2SQ933E" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Znr0FTUzclk/Tknm2UZF6MI/AAAAAAAAATs/iSmL1mDGnKg/s1600/images%2B%252823%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="258" width="195" src="http://2.bp.blogspot.com/-Znr0FTUzclk/Tknm2UZF6MI/AAAAAAAAATs/iSmL1mDGnKg/s400/images%2B%252823%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As narrativas históricas sobre os ciganos, muitas vezes, perdem-se pela generalização exagerada (fala-se dos "ciganos" como tendo apenas uma única cultura); apenas umas poucas linhas sustentam o caráter diferencial de cada comunidade cigana estudada. E quando os autores se cansam das individualidades, esboçam a unidade (frágil e talvez inexistente) de múltiplos ciganos. Tanto o historiador quanto o ciganólogo escrevem como se todos os ciganos fossem apenas um só (o "cigano típico" ou o "cigano genérico"). Portanto, resta desconstruir essa unidade discursiva sobre os ciganos, pelo estudo das particularidades do caso em questão, tentando perceber as visões positivas e negativas que orientaram as ações da sociedade mineira frente aos ciganos. E também, como os ciganos flexibilizaram sua identidade diante das transformações conjunturais pelas quais passaram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-2361255625719952707?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/2361255625719952707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=2361255625719952707' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/2361255625719952707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/2361255625719952707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/08/ciganos-denominacoes-e-diversidade.html' title='Ciganos - Denominações e diversidade (musical: Ciganos D&apos;Ouro)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-VEqiqm5OtMs/Tknm2b9AQqI/AAAAAAAAATk/X0PAChu5vJU/s72-c/images%2B%252821%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-1704846430383580565</id><published>2011-08-15T20:39:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T20:39:29.815-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>História dos Ciganos no Brasil (vídeo: Doces Vales de Sonhos)</title><content type='html'>INTRODUÇÃO - Os ciganos, Rodrigo Corrêa Teixeira&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qe8TrkX4Tts/TkndcQKWHmI/AAAAAAAAATU/l8sl33phZEw/s1600/images%2B%252818%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="231" width="218" src="http://3.bp.blogspot.com/-qe8TrkX4Tts/TkndcQKWHmI/AAAAAAAAATU/l8sl33phZEw/s400/images%2B%252818%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este livro tenta narrar, na medida do possível, parte da história de um povo, ou melhor, de um conjunto de comunidades dispersas pelas mais diversas regiões do Brasil, os assim chamados  “ciganos”. Suas origens são incertas, seus costumes e línguas variam entre os muitos grupos em que se dividem. As relações entre estes assim chamados ciganos e os membros das sociedades envolventes, por terem se diferenciado bastante, no tempo e no espaço, nunca forma tranqüilas.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/6zSCv46n_HI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Video aborda o desenvolvimento econômico da região de Itabaiana, Sergipe, Brasil, a partir do desenvolvimento agrícola desde meados do século XVIII. Introdução e contexto histórico. A importância das navegações portuguesas para a civilização atual.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;À parte a complexa definição da identidade cigana, a documentação conhecida indica que sua história no Brasil iniciou em 1574, quando o cigano João Torres, sua mulher e filhos foram degregados para o Brasil. Em Minas Gerais, a presença cigana é nitidamente notada a partir de 1718, quando chegam ciganos vindos da Bahia, para onde haviam sido deportados de Portugal. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/cgHDSe_oeKM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Em Minas Gerais, durante o século XIX, praticamente só se falava de ciganos quando sua presença inquietava as autoridades. Isto ocorria, por exemplo, quando eram acusados de roubarem cavalos. Nas poucas vezes que se escrevia sobre aspectos culturais dos ciganos, não havia qualquer interesse sobre como eles próprios viam sua cultura. Os contadores da ordem pública, com os chefes de polícia, os compreendiam como sendo "perturbadores da ordem", responsáveis pelos mais hediondos crimes. Outras fontes, como viajantes e memoralistas, recorriam aos estereótipos corriqueiros, como "sujos", "trapaceiros" e "ladrões". Isto funciona como um indicador: os ciganos eram raramente considerados por si mesmos, e com freqüência, eram sinônimos de barbárie, imundice, desonestidade e imoralidade. Assim, a documentação se detém pouco sobre os ciganos singulares, que tornam-se desprovidos de existência. Quase sempre incidem sobre "o cigano", entidade coletiva e abstrata à qual se atribuem as características estereotipadas.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/aTNZ_aukB94" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;A documentação sobre ciganos é escassa e dispersa. Sendo ágrafos, os ciganos não deixaram registros escritos. Assim, raramente aparecendo nos documentos, aproximamo-nos deles indiretamente, através de mediadores, chefes de polícia, clérigos  e viajantes, por exemplo. Nestes testemunhos, a informação sobre os ciganos é dada por intermédio de um olhar hostil, constrangedor e estrangeiro. Os ciganos nas cidades mineiras estavam em dissonância aos ideais de civilização e progresso, tão marcantes deste período. São identificados como elementos incivilizáveis, inúteis à sociedade, supersticiosos, corruptores dos costumes, vândalos, enfim, uma anomalia social e racial. Uma vez vistos desta maneira, as autoridades tentavam controlá-los, no entanto, sem obterem grande eficácia. No final do século XIX e início do XX, ocorreu o ápice dos confrontos entre a polícia e os ciganos. Foram as "Correrias de ciganos" que, como veremos mais adiante, eram movimentações destes em fuga, por estarem sendo perseguidos pela polícia. Nestas correrias haviam freqüentes tiroteios, que resultaram em mortos de ambos os lados. A fim de adiantarmos algo sobre a percepção das nuances no discurso sobre os ciganos, iremos dar uma rápida prova disto, analisando duas definições de ciganos em dicionários. Pierre Bourdieu, acertadamente, afirma que "o dicionário está cheio de uma certa mitologia política". No entanto, quando se fala da opinião formada em torno dos ciganos, deve-se considerar que algumas vezes, eles mesmos contribuíram para a construção de uma "mitologia". Assim, "em algumas ocasiões, as autoridades locais e os próprios ciganos produziram por diferentes razões ideológicas, mitos coincidentes sobre o verdadeiro cigano."&lt;br /&gt;Primeiramente, vejamos como o Padre Raphael Bluteau, autor do primeiro dicionário de Portugal, repercute as preocupações que a Igreja tinha com o comportamento considerado herege dos Ciganos, no início do século XVIII: &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/_dE9j8Mk2ZI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ciganos – Nome que o vulgo dá a uns homens vagabundos e embusteiros, que se fingem naturais do Egito e obrigados a peregrinar pelo mundo, sem assento nem domicílio permanente, como descendentes dos que não quiseram agasalhar o Divino Infante quando a Virgem Santíssima e S. José peregrinavam com ele pelo Egito.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;O fato de não empregarem os sacramentos católicos (casamento ou batismo de crianças, por exemplo), em favor de seus costumes, desafiava a moral religiosa, que pretendia controlar todas as parcelas da sociedade. Tomada como afronta a Igreja, as cerimônias que os ciganos faziam a sua maneira, gerou uma duradoura antipatia do clero. Embora a "feitiçaria" cigana poucas vezes ia além da prática da buena dicha, ela era rigorosamente atacada pelos religiosos. O agravante disto, era que uma vez atingida a Igreja, a coroa Portuguesa também se sentia afetada.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No século XIX, os ciganos continuaram a serem vistos como um grupo desprezível, por não se guiarem por preceitos católicos. No entanto, esta visão foi suavizada, porque a compreensão dos ciganos enquanto raça e grupo socialmente desclassificado obteve maior importância. &lt;br /&gt;Um século depois, o dicionário do Padre Blateau passou a ser reeditado sob a direção do brasileiro Antonio de Moraes Silva, que define os ciganos da seguinte forma:   &lt;br /&gt;"Raça de gente vagabunda, que diz vem do Egito, e pretende conhecer de futuros pelas rayas, ou linhas da mão; deste embuste vive, e de trocas, e baldrocas; ou de dançar, e cantar: vivem em bairro juntos, tem alguns costumes particulares, e uma espécie de Germania com que se entendem. (...) Cigano, adj. que engana com arte, subtileza, e bons modos." &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/tX_zkPc_GDs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;As idéias de trambiqueiros, de divulgarem terem vindo do Egito, e a de vagabundo, que contém em si também a de nômade, permanecem. Mas as menções religiosas foram retiradas, e não apenas porque o novo editor não era um clérigo, mas porque realmente a imagem se transformou. Continuavam como um grupo criminalizado, mas dá-se ênfase aos seus aspectos culturais. &lt;br /&gt;Na consulta de outras fontes, muitos outros adjetivos negativos foram listados; imorais, sem honra, gananciosos, esbanjadores, sujos etc. Cada uma destas imagens teve períodos de maior e menor destaque. Além disto, combinaram-se entre si das mais diversas maneiras, produzindo um painel extremamente amplo de imagens dos ciganos. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/5ZGzqZjOD5Q" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;A história e os ciganos.  &lt;br /&gt;Da simples intenção de se estudar os ciganos em Minas Gerais durante o século XIX à construção da hipótese principal, foi preciso que o árduo trabalho de arquivo, em conexão com uma bibliografia sobre o período e sobre os ciganos, fosse realizado num ir e vir incessante. &lt;br /&gt;Comparando os restritos testemunhos literários, com os relativamente abundantes trechos de memórias e relatos de viagens, a série de posturas municipais, as notícias de jornais, a documentação policial e outras fontes menos expressivas, conseguiu-se perceber tanto as semelhanças e diferenças do todo dessa documentação quanto estabelecer referências mais precisas para as balizas cronológicas. Primeiramente, abriram-se duas possibilidades de estudo: a transformação do papel sócio-econômico dos ciganos e as mudanças na imagem que a sociedade formara deles. E descartar a perspectiva de um estudo exaustivo do cotidiano cigano, já que as fontes não propiciavam fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/i9oKfKqYUvQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;As datas limites deste estudo são 1808 e 1903. Este período de quase cem anos justifica-se pela primazia dada às relações entre os ciganos e a sociedade que os abriga. Isso requisitou uma perspectiva que permitisse perceber um movimento, relativamente lento, de transformação das imagens e dos papéis dos ciganos na sociedade. Também a escassez da documentação exigiu que se estendesse tanto os marcos temporais. Pois apenas assim foi possível compreender determinados sentidos da documentação que, se considerada parcialmente e em períodos menores, não permitiria tal contemplação. A instalação da Corte Portuguesa no Rio de Janeiro em 1808, junto com as suas conseqüências imediatas (como a abertura dos portos às nações amigas leia-se Inglaterra) e as muitas mudanças profundas na política, economia e sociedade (principalmente, a interiorização da metrópole), proporcionou a ascensão sócio-econômica dos ciganos, principalmente dos comerciantes de escravos, no Rio. Os ciganos, em Minas Gerais, viveram um momento de expansão desse tipo de comércio, embora não tivessem gozado do mesmo prestígio e riqueza que seus congêneres cariocas. &lt;br /&gt;Em 1798, a população escrava representa 48,7% do total populacional. Isto dá uma idéia da importância do mercado escravista no Brasil. Aproveitando-se do aquecimento econômico, atrelado ao estrondoso crescimento populacional vivido pela cidade do Rio de Janeiro, os ciganos, estabelecidos de forma concentrada no Campo de Santana, aproveitaram-se do espaço desocupado no mercado de escravos de segunda mão, que atendia a proprietários de plantéis menores. &lt;br /&gt;Além dos mercados na rua do Valongo, os ciganos comerciaram escravos por várias partes do interior do país; em Minas Gerais, podemos confirmar que tiveram um papel importante nesse comércio. Isto proporcionou uma maior aceitação e mesmo valorização social dos ciganos, já que exerciam uma atividade reconhecida como útil por grande parte da população. Alguns ciganos tornaram-se ilustres, patrocinando até festividades na Corte. Esse momento sui generis da história cigana no Brasil coincidiu com a ascensão do movimento romântico na Europa que repercutia no Brasil, com a visão de que o cigano era a encarnação dos ideais da vida livre e integrada a natureza. Além disso, houve uma idealização da mulher cigana, agora não mais uma miserável e desonesta quiromante, mas uma mulher forte, sensual e, ainda que vingadora e passional, fascinante. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/8xKjXafZR0w" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Em fins da década de 1820, viram esse breve momento de prestígio começar a ruir, com os movimentos políticos pela Independência. Somaram-se a isso, a partir de meados do oitocentos, os golpes fatais sobre o escravismo (1850, 1871 e que culminaram com 1888). &lt;br /&gt;O impulso que a política de construção de uma identidade nacional teve, a partir da Independência, gerou um cerceamento cada vez maior tanto dos deslocamentos quanto da própria identidade dos ciganos. Tal fato se deu pelo crescimento de importância da idéia de modernização e civilização dos costumes junto às elites brasileiras, que "pretenderam estabelecer um reordenamento físico das cidades, higienizar as vias públicas e excluir dos centros urbanos todos os indivíduos que não se adequaram à nova ordem." Embora "civilização" e "progresso" fossem expressões fundamentais na cultura européia desde os fins dos setecentos, no Brasil, foi no transcurso do século XIX que se almejaram tais metas, cada vez mais. Desse momento em diante, intensificou-se a repressão às populações marginalizadas, entre elas os ciganos. Eles tanto não se enquadravam na nova ordem como, também, segundo a sociedade acreditava, a ameaçavam. Assim, a segregação ou expulsão dos ciganos da cidade passa a integrar o projeto "civilizador" das autoridades imperiais. &lt;br /&gt;A condenação pública do escravismo cada vez mais acentuada e as respectivas leis restritivas debilitaram o comércio escravista e os ciganos passaram a se concentrar nas transações de cavalos e mulas. Em 1872, a população escrava era apenas de 15,2%, muito distante dos quase 50% de sete décadas antes. O comércio de escravos foi sendo visto, no transcurso da segunda metade do século XIX, cada vez mais como um ofício degradante e vil. Após a abolição da escravatura, em 1888, os poucos ciganos que ainda insistiam neste comércio, perderam sua principal fonte de renda e se tornaram miseráveis (como tantos outros ciganos na época) o que os levou a tentar se adaptar à nova conjuntura sócio-econômica. Dos fins do período Imperial até os primeiros anos depois de instalada a República, ocorreram inúmeras diligências policiais no encalço de bandos ciganos em Minas Gerais, que resultaram em sangrentos confrontos. Os anos de maior destaque dessas fugas e perseguições relatadas na imprensa e nos relatórios policiais, foram 1892 e 1897. Depois de 1903, no entanto, foi interrompida a enorme preocupação policial com os ciganos, desaparecendo as referências documentais sobre correrias ciganas. Passados alguns anos, eventualmente, houve problemas entre ciganos e polícia (1909, 1912, 1916 e 1917). Mas não houve qualquer continuidade das "Correrias de Ciganos" ocorridas até 1903, o que justifica o marco cronológico final.  &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_A_4BeIeBrk/TkndcmkYr5I/AAAAAAAAATc/8VaSkMtdtHI/s1600/images%2B%252819%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="256" width="197" src="http://2.bp.blogspot.com/-_A_4BeIeBrk/TkndcmkYr5I/AAAAAAAAATc/8VaSkMtdtHI/s400/images%2B%252819%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não se conseguiu identificar, na lacuna que se seguiu (pela ausência de acontecimentos) o fim das correrias. Nem o contexto histórico forneceu indícios que pudessem sustentar qualquer hipótese viável para o término desses eventos. No entanto, hipoteticamente, pode-se considerar que o grande afluxo de imigrantes tenha polarizado, cada vez mais, as preocupações das autoridades, que tentavam estabelecer planos de assimilação para eles. Com isto, tendo um problema demograficamente mais importante para resolver, o controle sobre os ciganos pode ter se tornado frágil. Também, como hipótese, outro fator pode ter atuado: os ciganos teriam, gradativamente, se reacomodado econômica e socialmente, estabilizando seus negócios e necessitando de realizar menos movimentações, que tanto preocupavam as autoridades policiais. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-1704846430383580565?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/1704846430383580565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=1704846430383580565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/1704846430383580565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/1704846430383580565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/08/historia-dos-ciganos-no-brasil-video.html' title='História dos Ciganos no Brasil (vídeo: Doces Vales de Sonhos)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qe8TrkX4Tts/TkndcQKWHmI/AAAAAAAAATU/l8sl33phZEw/s72-c/images%2B%252818%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-2519753214719003943</id><published>2011-07-12T10:13:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T10:13:13.596-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Florais'/><title type='text'>Florais de Bach - Aspectos (vídeo: curso on line)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PMI67X_P1QA/Thx90NANu7I/AAAAAAAAATE/N42lALinDcw/s1600/images%2B%25283%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="282" width="179" src="http://4.bp.blogspot.com/-PMI67X_P1QA/Thx90NANu7I/AAAAAAAAATE/N42lALinDcw/s400/images%2B%25283%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MEDO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ROCK ROSE - Hellianthemum nummularium&lt;br /&gt;Aspecto negativo: medo ao extremo, terror e pânico. Emergências graves. &lt;br /&gt;Aspecto positivo: coragem heróica. Desprendido de si próprio.&lt;br /&gt;MIMULUS - Mimulus guttatus&lt;br /&gt;Aspecto negativo: medo e temores de coisas conhecidas, de doenças, dor, escuro, pobreza. Acanhamento e timidez.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: coragem de enfrentar todas as situações sem medo.&lt;br /&gt;CHERRY PLUM - Prunus cerasífera&lt;br /&gt;Aspecto negativo: descontrole mental, emocional ou físico. Medo de perder o controle e prejudicar alguém ou a si mesmo.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: controle emocional e mental, clareza de pensamento e sentimentos.&lt;br /&gt;ASPEN - Populus tremula&lt;br /&gt;Aspecto negativo: medo vago e indefinido, medo do desconhecido, ansiedade, apreensão, maus pressentimentos e presságios.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: viver o novo como uma aventura e confiança no Divino.&lt;br /&gt;RED CHESTNUT - Aesculus carnea&lt;br /&gt;Aspecto negativo: preocupação ou medo que aconteça algo de ruim com seus seres queridos. Pensamentos desprotetor.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: Pensamento protetor e positivo em relação ao seres queridos.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/6ekHRjdaRw4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;INSEGURANÇA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;CERATO - Ceratostigma willmottiana&lt;br /&gt;Aspecto negativo: dúvida de suas decisões, precisa de confirmação dos outros. Não confiança em sua voz interior.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: confia em sua intuição , na sua voz interior.&lt;br /&gt;SCLERANTHUS - Scleranthus annuus&lt;br /&gt;Aspecto negativo: indecisão, hesitação entre duas opções, vacilante, desequilíbio e oscilação de humor e sintomas.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: equilíbio, clareza de decisão acompanhada de ações.&lt;br /&gt;GENTIAN - Gentiana amarella&lt;br /&gt;Aspecto negativo: desanimado, facilmente desencorajado por uma causa, perdeu a fé. Dúvida pela perda da fé.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: otimismo e perseverança, confiança na Providência Divina.&lt;br /&gt;GORSE - Ulex europaeus&lt;br /&gt;Aspecto negativo: desânimo muito grande, perdeu a esperança. desistiu de lutar. Exemplo: "não adianta mesmo..."&lt;br /&gt;Aspecto positivo: esperança, luta até o final.&lt;br /&gt;HORNBEAM - Carpinus betulus&lt;br /&gt;Aspecto negativo: insegurança em relação a sua energia para realizar trabalho e as obrigações, mas tem energia para o prazer. Preguiça.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: segurança e ânimo para realizar as obrigações, as tarefas do dia-a-dia, com prazer e satisfação.&lt;br /&gt;WILD OAT - Bromus ramosus&lt;br /&gt;Aspecto negativo: incerteza e insatisfação na escolha de uma vocação ou de um caminho, não sabe a direção de sua vida, se sente como um "peixe fora d'água", sem rumo de vida, perdido.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: vocação definida. Sabe o que quer da vida, dá direção, perseverança.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/9W2s2yGNlBw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;FALTA DE INTERESSE NO PRESENTE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;CLEMATIS - Clematis vitalba&lt;br /&gt;Aspecto negativo: sonhadores, vivem sonhando com o futuro. Idealizam muito mas tem dificuldade de concretizar suas idéias.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: interesse vivo em tudo, inspiração. "Pé no chão", concretiza seus ideais, criatividade.&lt;br /&gt;HONEYSUCKLE - Lonicera caprifolium&lt;br /&gt;Aspecto negativo: nostalgia vive preso às lembranças do passado, dos bons tempos. Saudades.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: capacidade de lembrar o passado, mas ao mesmo tempo viver o presente em sua plenitude. Dá o entendimento das vivências mal resovidas do passado.&lt;br /&gt;WILD ROSE - Rosa canina&lt;br /&gt;Aspecto negativo: apatia e resignação. Não se esforça por melhorar, nem luta por nada. Conformado com a vida, tanto faz viver ou morrer.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: vivo interesse nas coisas. Capacidade de gozar a vida. Participar da vida com vibração com luz, alegria.&lt;br /&gt;OLIVE - Olea europaea&lt;br /&gt;Aspecto negativo: exaustão, completo esgotamento físico e mental. Falta de energia vital.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: energia da vida e luta para enfrentar as dificuldades de nossa existência.&lt;br /&gt;WHITE CHESTNUT - Aesculus hippocastanum&lt;br /&gt;Aspecto negativo: mente perturbada por pensamentos indesejados e persistentes. Tormento mental.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: mente calma e tranquila, calma de pensamento.&lt;br /&gt;MUSTARD - Sinapsis arvensis&lt;br /&gt;Aspecto negativo: tristeza profunda, melancolia súbita sem explicação, que vem e vai sem sabermos o porquê.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: estabilidade, alegria, serenidade dentro do nosso coração.&lt;br /&gt;CHESTNUT BUD - Aesculus hippocastanum&lt;br /&gt;Aspecto negativo: não aprende com as experiências, repete sempre os mesmos erros. &lt;br /&gt;Aspecto positivo: observa tudo ao seu redor. Aprende com as experiências da vida.&lt;br /&gt;SOLIDÃO&lt;br /&gt;WATER VIOLET - Hottonia palustris&lt;br /&gt;Aspecto negativo: sério, reservado, fechado, não interfere nos assuntos alheios. &lt;br /&gt;Aspecto positivo: alegre, consegue compartilhar seus conhecimentos e vivências, doando e participando da vida.&lt;br /&gt;IMPATIENS - Impatiens glandulifera&lt;br /&gt;Aspecto negativo: irritabilidade e impaciência com pessoas mais lentas, ansiedade e tensão mental. Rapidez no pensar e no agir.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: compreensão e paciência com os demais, ritmo harmônico.&lt;br /&gt;HEATHER - Calluna vulgaris&lt;br /&gt;Aspecto negativo: centrado em si mesmo, necessita contar seus problemas a todos. Detesta ficar só.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: conségue ser compreendido pelos outros, tem a comunicação clara e profunda.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/HS0N5O9myI0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;HIPERSENSIBILIDADE A INFLUÊNCIAS E IDÉIAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;AGRIMONY - Agrimonia eupatoria&lt;br /&gt;Aspecto negativo: esconde uma tortura interna atrás de uma fachada de alegria. Náo assume seus sentimentos.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: consegue ser verdadeiro e demonstra o que realmente sente. Alegria espontânea.&lt;br /&gt;CENTAURY - Erythraea centaurium&lt;br /&gt;Aspecto negativo: vontade e personalidade dominada por alguém ou algo, submisso a vontade do outro.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: Vontade forte e definida. Serve ao outro mas preserva a sua vontade própria.&lt;br /&gt;WALNUT - Juglans régia&lt;br /&gt;Aspecto negativo: dificuldade de se adaptar em períodos de transição e ou mudança como: puberdade, menopausa e divórcio. Sofre influências externas do presente e do passado.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: mantém a individualidade, não se afeta por opiniões ou influências. Rompe laços do passado.&lt;br /&gt;HOLLY - Ilex aquifolium&lt;br /&gt;Aspecto negativo: injustiçado pela vida, sente ódio, raiva, vinga-se.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: vence as dificuldades aceitando-a e transformando-as com amor e dedicação.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/taYuLSwmnww" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;DESALENTO E DESESPERO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;LARCH - Larix decídua&lt;br /&gt;Aspecto negativo: não confia em sua capacidade, antecipação e medo do fracasso, não se arrisca. Sentimento de inferioridade, se desvaloriza.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: confia em sua capacidade e desenvolve seus potenciais latentes.&lt;br /&gt;PINE - Pinus sylvestris&lt;br /&gt;Aspecto negativo: culpa, auto-reprovação por seus atos, fica se julgando por tudo e culpa-se por erros alheios. &lt;br /&gt;Aspecto positivo: merecimento de ser feliz na existência, os erros são para o crescimento.&lt;br /&gt;ELM - Ulmus procera&lt;br /&gt;Aspecto negativo: entra em desespero pela sobrecarga de obrigações que a vida Ihe impõe, mas acredita em sua capacidade.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: assume sua responsabilidade, vendo saída de como lidar com sua sobrecarga de obrigações.&lt;br /&gt;SWEET CHESTNUT - Castanea sativa&lt;br /&gt;Aspecto negativo: angústia extrema, desolação, sentimento de ter chegado ao limite da resistência. Quando se busca a luz no fim do túnel, para a saída de seu sofrimentos.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: encontrar a saída do seu sofrimento para ser feliz, para se conectar com o Superior, O que tudo pode.&lt;br /&gt;STAR OF BETHLEHEM - Ornithogalum umbellatum&lt;br /&gt;Aspecto negativo: para os efeitos de perda ou choque físico, mental ou emocional. Necessidade de ser consolado por grandes perdas e traumas.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: corpo e mente, livres de tensão e resquícios de trauma, tem o consolo da alma.&lt;br /&gt;WILLOW - Salix vitellina&lt;br /&gt;Aspecto negativo: ressentimento, rancor, amargura. Sente-se injustiçado pela vida. Muita tristeza e negativismo.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: grande otimismo, positivismo, assume a responsabilidade por sua própria vida e felicidade.&lt;br /&gt;OAK - Quercus robur&lt;br /&gt;Aspecto negativo: normalmente forte e corajoso, um lutador, não se rende a doença ou adversidades. Só pensam em trabalhar e servir e esquecem do lazer não respeitam seu limite.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: bravo "lutador", forte, respeita seus limites e realiza o seu trabalho de vida.&lt;br /&gt;CRAB APPLE - Malus pumila&lt;br /&gt;Aspecto negativo: sente-se sujo, na mente e no corpo, auto condenação, vergonha de si mesmo, não gosta de sua aparência.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: melhora a auto-estima, amor a si mesmo, sente purificado física e mentalmente.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/7au2tnwKNQQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PREOCUPAÇÃO EXCESIVA COM OS OUTROS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;CHICORY - Cichorium intybus&lt;br /&gt;Aspecto negativo: possessividade em extremo, super protetor egoísta, exige respeito e obediência. Cobra tudo o que faz pelo outro, ciúmes possessivo.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: totalmente desprendido de si mesmo em favor do bem-estar dos outros, amor incondicional, confia no sentimento do outro.&lt;br /&gt;VERVAIN - Verbena officinalis&lt;br /&gt;Aspecto negativo: excesso de entusiasmo, eufórico. Quer convencer todos a suas próprias idéias, fanático e luta por causas justas.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: entusiasmo verdadeiro, vibra o que acredita.&lt;br /&gt;VINE - Vitis vinifera&lt;br /&gt;Aspecto negativo: dominante, inflexível, ambicioso, caráter forte, impõe sua vontade.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: inteligente, líder compreensivo e forte, vê a saída em situações difíceis.&lt;br /&gt;BEECH - Fagus sylvatica&lt;br /&gt;Aspecto negativo: intolerante e crítico, arrogante, tendência a julgar tudo e todos, só vê o lado negativo do outro.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: perfeita tolerância em relação a tudo e a todos, vê o lado positivo dos outros.&lt;br /&gt;ROCK WATER&lt;br /&gt;Aspecto negativo: rigidez moral, auto-exigência muito grande, desejo de ser tomado como exemplo. Se nega e se reprime, rígido e austero consigo mesmo e até com os outros.&lt;br /&gt;Aspecto positivo: vive em harmonia, perfeição, a vida flui e é mais leve, sem cobranças, com a mente aberta.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sDqbzyuhSE0/Thx90IfMWhI/AAAAAAAAATM/nE9oay40SRY/s1600/images%2B%25284%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="140" width="140" src="http://3.bp.blogspot.com/-sDqbzyuhSE0/Thx90IfMWhI/AAAAAAAAATM/nE9oay40SRY/s400/images%2B%25284%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/2Rh2l0RvrXE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/-0FzgXN8Vio" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/srQtBAAAYK8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/DASMdd7e02k" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-2519753214719003943?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mariofialho.com' title='Florais de Bach - Aspectos (vídeo: curso on line)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/2519753214719003943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=2519753214719003943' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/2519753214719003943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/2519753214719003943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/07/florais-de-bach-aspectos-video-curso-on.html' title='Florais de Bach - Aspectos (vídeo: curso on line)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PMI67X_P1QA/Thx90NANu7I/AAAAAAAAATE/N42lALinDcw/s72-c/images%2B%25283%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-5272438012076208670</id><published>2011-07-12T09:51:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T09:51:39.299-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Florais'/><title type='text'>Florais de Saint Germain</title><content type='html'>Atitudes, palavras, pensamentos maldosos e negativos bloqueiam a passagem da Luz nos elétrons que compõem nossos corpos físico e suprafísicos, são as causas das doenças. A doença física é a cristalização de uma postura errônea de nossa personalidade, é um distúrbio energético que tem seu início em um dos corpos suprafísicos: etérico, emocional ou mental. Posturas estas que vão contra nossa Divindade Interna. - Neide Margonari&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zn-cFctQM6c/Thx6IRZGRUI/AAAAAAAAAS0/qzIJvsmRgtg/s1600/images%2B%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="136" width="104" src="http://2.bp.blogspot.com/-zn-cFctQM6c/Thx6IRZGRUI/AAAAAAAAAS0/qzIJvsmRgtg/s400/images%2B%25281%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os Florais de Saint Germain foram sintonizados a partir da Energia Sagrada dos 12 Raios Divinos contida em algumas flores. No total são 80 essências florais que vibram em uma freqüência energética de Transmutação, Transfiguração e Iluminação. A elevação da Consciência através desse tipo de essência foi vislumbrada e proclamada pelo precursor dos atuais sistemas florais, o médico inglês Edward Bach (1886-1936).&lt;br /&gt;45 Essências – Módulo I&lt;br /&gt;21 Essências – Módulo II&lt;br /&gt;14 Essências Individuais&lt;br /&gt;12 Fórmulas&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/NKdVK0aAdKA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Este sistema trabalha com o realinhamento dos corpos inferiores – físico, etérico, emocional e mental. Também fortalece a Consciência Crística, o Eu Superior, para a evolução da Alma durante o processo de Ascensão. A consulta pode ser feita presencialmente ou à distância, com jogo de fotos das flores que determina uma fórmula individual e exclusiva de essências ao cliente.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/g9ctekz25lk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Raios Planetários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º Azul (Força – Poder – Determinação – Proteção): Allium, Anís, Canela, Carrapichão, Chapéu de Sol, Erbum, Goiaba, Melissa, São Miguel, Scorpius, Tuia, Varus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Amarelo-Dourado (Sabedoria): Embaúba, Erianthum, Fórmula Leucantha, Leucantha, Perpétua, Sapientum, Thea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º Rosa (Amor Divino – Força Magnética): Alcachofra, Amygdalus, Begônia, Curculigum, Lótus/Magnólia, Pau Brasil, Pepo, Rosa Rosa, Vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º Branco (Pureza – Beleza – Perfeição): Algodão, Cocos, Flor Branca, Gerânio, Grandiflora, Lírio Real, Lótus do Egito, Madressilva SG, Patiens, Purpureum, Unitatum, Wedélia.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/A7r1Bg1Dv0o" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;5º Verde (Verdade – Cura): Abundância, Bom Dia, Capim Seda, Fórmula Emergencial, Gloxínia, Helicônia, Limão, Monterey, Pectus, Sorgo, Triunfo, Verbena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6º Rubi-Dourado (Amor – Paz – Misericórdia): Focum, Panicum, Populus Panicum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7º Violeta (Transmutação – Libertação): Aveia Selvagem, Bambusa, Fórmula Leucantha, Grevílea, Incensum, Poaia Rosa, Saint Germain.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raios Sutis&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/XkChFEc2dro" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;8º Água-Marinha ou Branco-Azulado (Claridade – Clareza): Capim Luz, Jasmim Madagascar, Pinheiro Libertação, Poaia Rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9º Magenta ou Rosa-Dourado (Harmonia Divina – Equilíbrio): Dulcis, Fórmula Emergencial, Mangífera, Myrtus, Poaia Rosa, Sergipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10º Dourado-Solar (Paz Solar – Conforto): Abricó, Ameixa, Boa Sorte, Fórmula Emergencial, Mimosinha, Lírio da Paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11º Pêssego (Propósito Divino – Entusiasmo – Alegria): Aloe, Boa Deusa, Cidreira, Fórmula Leucantha, Piper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12º Opalino ou Arco-Íris (Esperança – Inspiração): Arnica Silvestre, Coronarium, Fórmula Emergencial, Indica, Ipê Roxo, Laurus Nobilis.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-osMlZ_OHr7I/Thx6IuXm6OI/AAAAAAAAAS8/oqzp9UloMsM/s1600/images%2B%25282%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="225" width="225" src="http://3.bp.blogspot.com/-osMlZ_OHr7I/Thx6IuXm6OI/AAAAAAAAAS8/oqzp9UloMsM/s400/images%2B%25282%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-5272438012076208670?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://floraissaintgermainmsm.blogspot.com' title='Florais de Saint Germain'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/5272438012076208670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=5272438012076208670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5272438012076208670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5272438012076208670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/07/florais-de-saint-germain.html' title='Florais de Saint Germain'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zn-cFctQM6c/Thx6IRZGRUI/AAAAAAAAAS0/qzIJvsmRgtg/s72-c/images%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-7142977256578745642</id><published>2011-07-12T09:36:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T09:36:10.715-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Florais'/><title type='text'>Florais de Saint Germain, modulo I</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IicrG3NHOVo/Thx2nixNvWI/AAAAAAAAASk/jYthJ1B0dSc/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="225" width="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-IicrG3NHOVo/Thx2nixNvWI/AAAAAAAAASk/jYthJ1B0dSc/s400/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abundância&lt;/b&gt; - conecta-nos com a energia da abundância e da confiança na providência Divina. Neutraliza emoções negativas e conforta&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Algodão&lt;/b&gt; – Faz a limpeza, remove obstáculos em nossa audição suprafísica. Benéfica para pessoas que atuam cargos de posição de comando: governantes, líderes revolucionários, líderes políticos,  dirigentes sindicais. Atua também em nossos corpos físico e sutis costurando rombos em nossa aura, causados por traumas físicos e psíquicos ou produzidos pela mediunidade forçada e não natural do indivíduo. No plano físico é usado para combater afecções dos ouvidos, doenças de pele (herpes, espinhas, cravos), alivia dores de queimadura e pode ser usado em feridas (uso tópico) Atua na ausência da menstruação, menstruação dolorosa,  hemorragia do pós-parto, inflamação do útero e do ovário. Provoca contrações uterinas na retenção de placenta, devolvendo às paredes do útero suas funções naturais. Tem propriedades diuréticas, atua contra catarro, desinteria, diarréia, enterite, favorece também a digestão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Allium&lt;/b&gt; – Poderoso desobsessor, anulando “mau olhado”. Desfaz encantamentos trazendo proteção aos ataques de forças psíquicas astrais e conseqüentes de vampirismos.  Atua no esgotamento físico e psíquico, insônia, hipocondria, hipotençao, anorexia, distúrbios metabólicos, menstruação atrasada, obesidade. Atua no aparelho digestivo, vias respiratórias e urinárias. É diurético, depurativo e estimulante, expulsa vermes, mesmo a solitária. Nas gripes fortes usar 4 gotas de 15 em 15 minutos até desaparecer os sintomas. É usado contra loucura provocada por mordida de cachorro louco. Pode-se usar topicamente em impingens, sarna, calos, verrugatinha e manchas de pele.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/n035lLTs5UE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Aloe&lt;/b&gt; – Trabalha a baixa auto-estima. Para os que foram traídos e carregam o sentimento de solidão, desvalorização e negação de si mesmo por se sentirem hostilizados. Este floral ajuda a seguir em frentecom alegria  sem medo. Na fitoterapia atua como laxante, cicatrizante,  anti-séptico, podendo ser usado topicamente nas queimaduras, inflamações (olhos, fígado, estômago), quedas de cabelo, e como resolutivo sobre os tumores. Atua ainda como regulador menstrual.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Amygdalus&lt;/b&gt; -  Trabalha as fantasias conscientes e inconscientes, desbloqueando os chacras da criatividade e laríngeo que se cristaliza no físico como afecções: da garganta, renais, intestinais, do fígado, da vesícula e genitais; no descontrole  da pressão arterial (alta ou baixa), combate o vômito na gravidez, tosse, hemorróidas; calmante nas dores dos olhos, nas menstruações dolorosas, contusões, guengrenas, diabetes, úlceras, dores reumáticas, tuberculose; é vermífugo, diurético e laxativo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Arnica Silvestre&lt;/b&gt; – Emergencial, trabalha os ferimentos morais. É indicado para os que sofreram abusos e aos que abusam da alimentação, drogas e bebidas. Trás para a consciência o mais profundo do autoconhecimento e a percepção do desequilíbrio para  transmutar e se curar. Indicado para quem não tem controle daquilo que é capaz.Atua nos traumatismos, fortes contusões, torções e ferimentos. Indicado no pré e pós operatório e  para situações em que há o comprometimento dos corpos físico e suprafísico e nos casos de rompimento da aura devido a mediunidade forçada.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Begônia&lt;/b&gt; – desobstruente e de limpeza, ajuda a resgatar a criança interior para acessar o Oráculo interno e se descobrir, trabalhando o desbloqueio do canal dessa comunicação que é feita por nossa alma. Na Fitoterapia combate catarro da bexiga, desinterias, escorbuto, cólicas, dores e aftas. É refrigerante, desinflama as gengivas. Pode ser usado para tirar manchas de roupas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bom Dia&lt;/b&gt; – Para os que têm dificuldades de acordar pela manhã e ficam mal humorados e irados o dia todo. São sensíveis  e têm dificuldades de enfrentar o peso normal do dia a dia. É uma depressão camuflada. Bom dia trás a energia da disposição e da alegria de enfrentar a vida e sus desafios de maneira natural.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Capim Luz&lt;/b&gt; - trabalha a limpeza de traumas violentos causados por asfixia, estados de desespero e pânico ocorridos em vidas pasadas e que ficam gravados no inconsciente. Trabalha a emoção difícil de acessar e resgatar, atinge a complexidade. Manifesta-se como bronquite asmática. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Capim Seda&lt;/b&gt; -  Para a alma que s desviou do seu caminho por interferência dos outros e não encontra mais saída, está aprisionada numa situação mental ou emocional  claustrofóbica. Manifesta-se no corpo físico como bronquite alérgica. Combate a febre de feno e atua como profundo purificador das vias respiratórias inferiores.  &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cidreira&lt;/b&gt; - Indicado no controle do histerismo, nervosismo, apreensão e insônia daqueles que não coseguem se desligar das perocupações diárias ao dormir.  Ajuda a ter controle sobre seus próprios pensamentos. Indicado também para os que acham que não vão dar conta das tarefas e obrigações e para situações de estresse. Controla a pressão sanguínea. Na Fitoterapia é usado como analgésico, combate dores em geral, reumatismo, espasmos musculares, excitação nervosa, e afecções do estômago. É sedativo e sudorífero. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Curculigum&lt;/b&gt; - Para os que têm dificuldade de estabelecer o seu  limite aos outros. Para quem tem dificuldade de dizer "não" quando necessário. Promove energia da força e da determinação para demarcar sua área de atuação individual mental, emocional e física. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dulcis&lt;/b&gt; - sintoniza nossa alma com os níveis superiores como os elementais do plano etérico, auxiliares do reino vegetal. Atua como tônico espiritual e físico. Tem o poder de limpar sentimentos de angústia e medos indefinidos que carregamos em nosso peito. Trás serenidade e elevaça ver as coisas com clareza, sem dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Embaúba&lt;/b&gt; - remove as mágoas, angústias, ressentimentos, injustiças. Ajuda a adolescentes e crianças que passaram por processo de perda ou rejeição, como afastado de um dos pais debvido a separação do casal, perda dos pais ou pessoas queridas por morte, o que desencadeia um estado de estagnação afetando estudos, trabalhos e afazeres fazendo parecerem preguiçosos aos olhos dos outros. A dificuldade de administrar esses sentimentos de profundas feridas na alma podem, em alguns casos, desviar para as drogas. Embaúba remove os bloqueios do chacra cardíaco, trás elevação, ânimo, disposição, leveza e contentamento. Na Fitoterapia é usada para  trabalhar as afecções cardíacas, pressão alta, feridas e hemorragias. É diurético e atua também nas afecções das vias respiratórias, dos rins, diabetes, hidropisia, cólicas do fígado, blenorragia e leucorréia.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Erbum&lt;/b&gt; - para os que perderam a cadência rítmica interna devido a algum grande revés da vida, foram muito feridos em seus sentimentos o que os tornou muito sensíveis. Esse florala juda a estabelecer o ritmo e a musicalidade harmoniosa na alma. No nível consciente, abre-nos novamente para o cultivo e o desenvolvimento dos aspectos da delicadeza e da beleza, chaves para entrar na sutil cadência dos propósitos mais profundos e sublimes da nossa divindade interna. O bloqueio dessa energia se cristaliza no corpo físico como diabetes, desequilíbrio esse, causado pela sobrecarga do corpo emocional. Na medicina caseira, essa gramínea em forma de chá para limpar o açucar no sangue.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Erianthum&lt;/b&gt; - trata as pessoas presas nos sentimentos de egoísmo e superficialidade, que, devido esse tipo de bloqueio sentem-se estagnadas paradas , porque estão voltadas somente para si mesmos. Vivem em constante estado de mau humor, são teimosos e irados, desenvolvendo ainda maus hábitos alimentares. Na medicina caseira é utilizado como desobstruente do fígado, estimula a função biliar, a digestão, atua na falta de apetite (anorexia), nas afecções e no ingurgitamento do baço, combate catarros na bexiga, hidropsia, anemais, úlceras, tumores do útero e do abdomen, febres intermitentes, erisipela, hepatites, icterícia, atonia gástrica, cistite, obstrução do conduto urinal. É febrífugo e diurético. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Focum&lt;/b&gt; - trabalha a limpeza de traumas de mortes violentas de vidas passadas e traumas sofridos nesta vida. Para bebês agitados e angustiados sem motivo aparente. Muito útil aos que não conseguem dirigir automóveis por medo (acrescentar a este caso Goiaba e Panicum). Focum limpa resíduos supfrafísicos putrefatos, sendo indicado para os que têm meu hálito.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gerânio&lt;/b&gt; - trabalha a depressão, ansiedade e medos diante das dificuldades frente aos desafios normais da vida devido à imaturidade. Pessoas que vivem trombando em objetos, com pessoas na rua, e com tudo que as cercam, esquecem panelas no fogo,  devido estarem desligadas das realidade e das atividades  que executam. Gerâni ajuda a ancorar  no aqui e agora. Na medicina doméstica pode ser usada como analgésico, regenerativo, adstringnte, antidiarréico,  combate anemias, úlceras da boca e diabetes.  Na farmacopéia pode ser utilizada como antibiótico, sendo eficaz contra estafilococos e estreptocócos.. Combate afecções pulmonares, coqueluche, hemorragias, fortalecendo o sistema imunológico, regularizzando as funções hormonais e as secreções glandulares&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gloxínia&lt;/b&gt; - trabalha a baixa auto-estima e os sentimentos de angústia gerado pelo acúmulo de afazeres o que gera um estado de confusão, dispersão e desordem interna. Gloxínia ajuda na organização mental natural do que deve ser feito trazendo à concentração. Útil para os novos começos, para a futuras mamães para as fases de transição fazendo transpor obstáculos sem medo de errar.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Goiaba&lt;/b&gt; - harmoniza todos os chacras e corpos, principalmente o do plexo solar que em situações de emergência é o primeiro a  a ser desestabilizado dando entrada à atuação de forças astrais negativasem nosso campo energético. Trabalha os medos concretos em geral, trazendo coragem para enfrentar situações de grandes perigos, as grandes provas da alma, ou em situações de muita pressão, e no medo de perda de controle. É útil para bebês que se assustam  com facilidade. Na medicina caseira pode combater àcido úrico, diarréias,  tosse, hemorragias uterinas, bronquite, tuberculose pulmonar, catarros  da bexiga, artrite, reumatismo, acidez gástrica, dispepsia, inchaço nas pernas. Contém vitamina C e atua contra varizes. Útil nas convalescenças, nas lavagens das úlceras e ferimentos, nos gargarejos, lavagens vaginais e incontinência urinária.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Grandiflora&lt;/b&gt; - indicado para pessoas que sentem prazer em submeter o outro a requintes extremos de trotura física, mental e emocional. São personalidades perversas e egoístas. Grandiflora trabalha o sadismo tirando a máscara e ajudando a purificar para que a pessoa seja o que realmente é. Trabalha também a vítima que vive o profundo sentimento de medo, impotência, humilhação moral se submetendo a esses troturadores, pela frieza e pelo extremo requinte de maldade a que é submetida. Floral útil para casais sadomasoquistas, para crianças filhos de pais que espancam, para crianças que judiam de animais e batem em outras crianças. Importante para crianças que são espancadas e humilhadas porque devido aos traumas vão criando máscaras para se defender.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Helicônia &lt;/b&gt;- Para a personalidade narcisista. Essência floral vem trabalhar a vaidade e o exibicionismo. Para os que têm medo de perder o que não tem. Usam artifícios externos e internos. São pessoas que estão aprisionadas na malha da ilusão das glórias da ascensão social. Seu padrão de valores estão voltados somente ao externo. Valorizam as pessoas somente pela aparência. Este aspecto da personalidade causa o bloqueio da comunicação do indivíduo com seus reais propósitos e valores, que são internos e espirituais. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Incensum&lt;/b&gt; - floral de limpeza da aura e ambientes, remove resíduos e manchas (miasmas), energias negativas emitidas por outras pessoas, por baixas entidades astrais ou forças psíquicas. Eleva o padrão vibratório dos locais, sintonizando as linhagens angélicas (rituais religiosos, missas, ...). Usado como spray purifica os ambientes nos conectando com as Forças da Luz. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ipê Rôxo&lt;/b&gt; - Atua alinhando e repondo energias em situações de grande desgaste físico, mental e emocional. Para os que não vêem saída nas situações de grandes traumas e estresse. Fortalece o Eu trazendo elevação, poder e visão. Na farmacopéia é utilizado como depurativo do sangue por conter poder antimicrobiano, antiiflamatório, analgésico e antineoplásico (combate tumores malignos e benignos). Atua  contra impingens, coceiras, sarnas, diabetes, úlcera ástrica, úlcera duodenal, arteriosclerose, gastrite, asma, eczema, estomatite, sífilis, leucorréia, nevralgia, bronquite. Usado com o Aloe ajuda a combater o câncer, trazendo muita paz, conforto e esperaça também às pessoas com neoplasias submetidas a radioterapia.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leuchanta&lt;/b&gt; -  atua no processo de maturação do instinto maternal desfazendo o bloqueio causado pela dificuldade na relação mãe-filho. Esse bloqueio energético faz surgir tanto na mãe quanto na criança estados de oscilação na personalidade, tornando-os indecisos, confusos e dependentes um do outro. Leuchanta atua nas qualidades da vontade e da ação, impulsionando à ação criativa e ao movimento. Indicado para quem tem dificuldade de engravidar, para gravidez psicológica tanto humano como animal, para maternidade imatura, para situações onde há bloqueio de comunicação entre mãe-filho, para crianças rebeldes e inseguras pela falta do elo de ligação com a mãe. para as crianças que foram rejeitadas. Esse floral é útil para as futuras mamães pois aciona e fortalece o vínculo maternal e filial..É utilizada como tônico para as gestantes, atuando beneficamente  nos ingurgitamentos das glândulas mamárias e nos corrimentos vaginais. Atua na diabetes, nos rins, bexiga, amacia a pele, antiséptico, cura icterícia, úlceras de varizes, e nas feridas rebeldes, nas inflamações e tumores de pele, é diurético, vermífugo, eficaz nas coceiras em geral e de animais, desinteria, males de estômago, reumatismos, dores nas juntas, inflamações da garganta, infecções pulmonares e na peneumonia. Utilizado em animais que são tirados da mãe cedo, principalmente pássaros, gatos e cães.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/op89xIkqJgA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Limão&lt;/b&gt; -   para pessoas amargas, mentirosas, de índole destrutiva e invejosa., como também para quem está na polaridade oposta, carregando o sentimento de amargura gerado pelo outro. Esse floral trabalha o despertar da consciência com relação ao sofrimento que estas pessoas provocam no outro por causa dessas atitudes negativas. O poder do limoeiro é enorme, atuando como depurativo do sangue, ação rápida na cura das gripes e resfriados, dissolve depósitos reumáticos e ácido úrico, fdissolve ormação de cálculos, mata bactérias, clareia a pele. Combate acbne, sardas, espinhas, hemorragias, acidez em geral, envenenamento, insônia, epilepsia, esterilidade, astenai, bócio, caspa, herpes (alguns tipos), zumbidos, vermes intestinais, varíola, mau hálito, adenite, afonia, angina no peito, arteriosclerose, artitismo, cãibra, ciática, diabete, furunculose, etc.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Melissa&lt;/b&gt; - ajuda a resgatar a cirança interior trazendo a energia da alegria, da felicidade, da vontade de ser melhor, vencer obstáculos serenamente, com o pleno controle das emoções e sobre os sentimentos negativos. Indicado para os que perderam a capacidade de sorrir e de almejar a felicidade. Atua contra os sentimentos de desesperança, ansiedade, tristeza. É utilizado como calmante, relaxante, combate histerismo, hipocondria, debilidade geral, dispepsia, dasmaios, vertigens, epilepsia, flatulência e palpitação do coração.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Panicum&lt;/b&gt; - Trabalha a síndrome do pânico. São crises constantes de terror e desespero sem causa consciente. Indicada para os que perderam o total controle sobre suas mentes e vidas, estão sob constante estado de agitação. Junto ao desespero surgem os batimentos cardíacos acelerados, transpiração excessiva e uma forte sensação de morte iminente (pensa estar sofrendo um enfarte). A pessoa sente estar mergulhada na total escuridão, distante dos seus reais propósitos e longe do caminho que deveria estar percorrendo. A essência floral Panicum devolve às pessoas o total controle sobre suas vidas, ao mesmo tempo em que aponta a direção a seguir. Surgiram casos em que houve a necessidade de acrescentar junto a essência floral Panicum, as essências florais Capim Luz (Panicum flavum) e Capim Seda (Panicum melinis) por ter sido acionado (por pressão do inconsciente) de um trauma de morte violenta acompanhada do sentimento de claustrofóbia, em alguma vida passada. Nesse caso específico a bronquite asmática ou alérgica surge em algum momento na atual vida, cristalização no físico deste bloqueio energético.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Patiens&lt;/b&gt; - Esta floral traz o entendimento e o desenvolvimento das qualidades da paciência, da flexibilidade e da tolerância. Virtudes que consistem em aceitar e a suportar situações de grande pressão, de dor e certos infortúnios com firmeza e dedicação. É o exercício da alma no desenvolvimento da perseverança tranqüila. O floral Patiens trabalha a disciplina interna como também a organização mental. Ajuda desenvolver na personalidade os aspectos positivos da iniciativa, da dedicação, da vontade para seguir adiante, por mais pressão a que esteja sendo submetido. Útil para quando surge a dificuldade de aliar profissão, vida do lar, tarefas e obrigações a serem cumpridas. Para os que estão sempre iniciando novas atividades e nunca conseguem terminar.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pectus&lt;/b&gt; - Traz a energia para enfrentar. Pectus aciona a energia que ajuda interromper padrões de comportamento repetitivos de submissão e de resignação. Padrões esses, que trazemos também de outras vidas. Limpa mágoas e ressentimentos gerados por situações vexatórias e de injustiça. Para os que vivenciam relacionamentos humilhantes e inaceitáveis, e não conseguem se desvencilhar. Vivem num constante estado mental e emocional claustrofóbico. Têm a sensação de que estão aprizionados, suas almas não conseguem achar uma saída. A pessoa tem a constante sensação de aperto no peito e clautrofobia. No nível físico o bloqueio dessa energia provoca o aparecimento da displasia e de nódulos nos seios. Pectus traz a energia que ajuda as pesoas se libertar de velhas amarras, que bloqueiam o seu real caminho a seguir.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pepo&lt;/b&gt; - Este floral trabalha o balanceamento do chacra básico, que está relacionado com o elemento terra, para a seguir, elevar a energia para o chacra cardiaco. A estagnação energética no chacra básico dificulta a percepção e o despertar. Pepo é indicado para as personalidades ávaras, materialistas e muito apegadas aos bens materiais. Geralmente são medrosos e inseguros com relação a sua sobrevivência no dia-a-dia. O bloqueio dessa energia pode causar: inflamação na próstata, urétra, bexiga, rins e no tubo digestivo; afecções no fígado, afecções renais crônicas, hemorróidas, colite e obstipação intestinal. Em pesquisas realizadas, descobriu-se que a abóbora contém altas fontes de ferro, fósforo, cálcio e vitamina A, ajuda na formação de glóbulos vermelhos, é muito útil nas anemias. Excelente para oxigenar as células; é auxiliar na formação dos ossos, na formação dos músculos e na formação do cérebro. Na medicina caseira é muito usada nas queimaduras de primeiro grau, nas inflamações externas, nos furúnculos, nos tumores gangrenosos, também faz desaparecer verrugas e cicatrizes, dissipa os inchaços. Atua contra: os vômitos e os enjôos das gestantes, a erizipela, as dores de ouvido e a bronquite. É laxante e diurético.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Perpétua&lt;/b&gt; - Floral indicado para os que vivenciaram situações de perdas afetivas e de perdas queridas irreparáveis. Para os que carregam sentimento de saudade dos que partiram por viagem ou por morte. Perpétua traz a energia da compreensão de que não existe a separação e a morte, nos traz o entendimento de que estamos todos unidos eternamente pelo laço fraterno universal, traz a compreensão de que somos todos parte da mesma energia Una, frutos da mesma Fonte Celestial, almas etinerantes nesse cosmos, passando por provas, em busca da perfeição. Perpétua trabalha a lição do desapego. É indicada também para os estados nervosos do coração. Na medicina caseira esta planta é utilizada para combater: tosse, bronquite e outras doenças respiratórias. Atua contra a febre.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Piper&lt;/b&gt; - Palavras chave - me sinto travado. Para os que se sentem travados. Para os que são rígidos e metódicos no seu viver diário, têm hábitos obsessivos, são muito preocupados com detalhes e têm mania de arrumação. No ponto máximo dessa rigidez e inflexibilidade pode surgir no corpo físico a hérnia de disco, que é a cristalização desta rígida postura mental. Este bloqueio energético surge no físico em forma de hénia, trava que paraliza os movimentos devido as fortes dores que causam. No nível da alma essa rigidez provoca o bloqueio da criatividade, levando o indivíduo a um estado de estagnação. Piper traz a energia da flexibilidade, da ação e da criatividade. Traz a soltura da couraça muscular. Esse comportamento mental rígido e inflexível faz surgir no nível físico: hérnia de disco, tiques, dores musculares, dor na coluna, dor no corpo. O floral Piper é muito útil também para ser usado nas situações paralizantes provocadas por grandes impasses e revezes na vida. A energia de Piper aponta a saída para a alma. Piper deve ser usado por um longo período quando existe a cristalização da hérnia de disco no físico.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Purpureum&lt;/b&gt; - É um profundo e poderoso floral de limpeza de todos os corpos inferiores. Floral indicado aos que costumam ter atitudes extremadas para conseguir seus intentos. Por exemplo, roubar para conseguir o que almejam. Trabalha a tensão pré-menstrual, a dor de cabeça e o mau humor que surgem no período pré-menstrual, sintomas causados pela retenção de líquido no organismo, devido a desorganização do emocional neste período do mês. Na medicina caseira esta planta é utilizada como diurético, ativa o intestino, é usada também nas dores em geral.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Saint Germain&lt;/b&gt; - Trabalha a depressão profunda. É a essência floral para os que estão pedindo a misericórdia divina. Indicada para as pessoas que têm seus corpos suprafísicos na sintonia do umbral, suas almas não veem saída. Para os que estão com seu fio prateado (Antahkarana) desligado da Divindade. Estão vivendo o processo da segunda morte. Útil para os estados de insanidade, para os que fazem uso das drogas ou do álcool e querem largar o vício. Útil também aos que vivem no conflito da identidade sexual, e que estão conscientes da doença que suas almas carregam e estão pedindo a misericórdia. O floral Saint Germain contém a energia Divina que resgata a fé aos que estão pedindo a salvação. Tem o poder de ascender a consciência para patamares mais elevados, em direção à Luz. Essência floral útil para os casos de inquietação e desespero da alma, terror noturno, medo de dormir, medo do escuro, acorda em pânico, para os que usam corpos degenerados. A essência floral Saint Germain traz a energia da luz, da lucidez e da paz. A sintonização e a feitura dessa essência floral se deu no dia em que se comemora a ascensão do diretor do Sétimo Raio e Regente da Era de Aquário, Saint Germain, primeiro de maio (feitura da sintonização do floral no ano de1996). Atua contra a depressão severa, fortalece o sistema imunológico e aumenta a capacidade intelectual nas pessoas. Essência floral muito útil aos portadores de HIV + Ipê Roxo + Arnica Silvestre.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;São Miguel&lt;/b&gt; - É um floral que contém o poder de desmanchar trabalhos de magia negra, neutraliza a irradiação da energia preta, cuja fonte são os trabalhos feitos, despachos em macumba, quimbanda e umbanda, etc. O floral São Miguel tem o poder de libertar corpos suprafísicos presos (acorrentados) em subníveis do plano Astral das pessoas que foram vítimas destes trabalhos feitos. A energia São Miguel vem reforçar a determinação em cumprir o seu propósito, não permitindo nada atrapalhar o caminho de sua perfeição. Nós somos o nosso próprio escudo em contato com a Presença Eu Sou. Que é o seu próprio protetor.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sapientum&lt;/b&gt; - Conecta-nos com a energia que aciona as qualidades da sabedoria e da experiência que acumulamos em vidas passadas. É um floral de limpeza de camadas profundas da alma e do corpo físico. Floral que traz o conhecimento e o entendimento até a forma de ascensão. É um floral maturativo, útil à pessoas imaturas, crianças imaturas ou com atrazo em algum aspecto do seu desenvolvimento. Este floral atua em camadas profundas do corpo emocional. Trabalha a impotência sexual e o sensualismo exacerbado. Útil também aos que se sentem medrosos e covardes frente a certas situações, para os de índole frágil e débil, para pessoas indolentes e abatidas, para os que sentem falta de vigor. Qualidades medicinais desta planta: atua contra as diarréias astêmicas. É antiinflamatório, cura feridas (também uso tópico), erizipela e afecções semelhantes, e queimaduras profundas. Atua beneficamente na consolidação das fraturas ósseas. É um reconstituinte de alto valor nutritivo, é mineralizante e rico em vitamina A. É diurético e um contra veneno, extirpa verrugas, olho de peixe quando no início do processo, cura a icterícia, erizipela, trabalha a reconstrução das camadas profundas da pele, anomalias da pele, queimaduras profundas, edemas traumáticos, é cicatrizante, é tônico capilar e muscular. Útil nas bronquites, asma, tuberculose pulmonar, pneumonia e dispepsia. Combate o catarro da bexiga, gonorréia, leucorréia, hemorragia uterina e hemorragias em geral, aftas, laringite, nefrite, gota, afecções hepáticas, gastrite, colite, hemorróidas, nevralgia, inflamação do reto e prisão de ventre.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Scorpius&lt;/b&gt; - Para a personalidade de índole escorpião, que, através de palavras cruéis destila a energia de um veneno que atuam como verdadeiras ferroadas, deixando o seu interlocutor atordoado e envenenado psicologicamente. Estão sempre criticando a tudo e a todos, é provocadora. Pessoas de difícil convivio. É um floral antídoto do veneno do escorpião no nível da alma. É indicado também aos que no nível físico foram picadas pelo escorpião, e devido a isso, têm suas personalidades alteradas no decorrer dos anos. O veneno da picada do escorpião não é eliminado nos corpos suprafísicos, continua atuando, mesmo que a vítima tenha recebido a vacina contra a picada. Trabalha a agitação.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sorgo&lt;/b&gt; - Palavras chave - sinto um vazio interno e profunda carência afetiva. Trabalha o perdão. Para os que carregam um profundo sentimento de carência afetiva e vazio interno. Sentem muita dificuldade de conviver com seu par e de conviver em grupo, por carregarem o sentimento da separatividade, que é uma sensação de não pertencer a nenhum grupo, quer familiar, de trabalho ou social. Sorgo fornece à alma as energias: da integração, da associação, da entrega e da confiança. Floral indicado para as crianças que estão iniciando suas atividades grupais (escola, clube, esporte, etc). Sorgo pode ser usado na forma de spray em reuniões para harmonizar e direcionar a energia do grupo para o seu propósito essencial.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Thea&lt;/b&gt; - É o floral do estudante, trabalha a concentração e estimula as atividades cerebrais. Combate a depressão, o desânimo e a dispersão. Traz a pessoa para o aqui e agora. Através do conhecimento atingir a consciência expandida. Floral útil de ser usado nas meditações e em situações de mudança. Na medicina popular é utilizado para ativar a circulação sangüínea, atua contra os vômitos da gravidez, é um tônico do aparelho digestivo, é diurético, evita a febre, atua nas afecções renais e da bexiga e favorece o funcionamento do fígado.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tuia&lt;/b&gt; - Para a personalidade promíscua, sem pudor e recato. Para os que não têm controle sobre os seus impulsos sexuais. O floral Tuia traz a energia da consciência da pureza. Para as pessoas sem determinação e pureza, as coisas desandam na vida. O floral Tuia traz o propósito da melhora em se aperfeiçoar cada vez mais. Geralmente são pessoas grosseiras também nas falas. Carregam uma culpa inconsciente do pecado. Na farmacopéia é usado para ativar a circulação sangüínea, é um tônico das fraquezas em geral, fortalece a próstata dos idosos, combate a hipertrofia da próstata, combate a rouquidão, a seborréia, gota (ácido úrico), reumatismo blenorrágico, úlceras, feridas e fístulas anais e genitais, verrugas, condilomas, excrescências das mucosas, excrescências da pele, conserva a cor dos cabelos, combate as varizes e combate a psoríase.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Unitatum&lt;/b&gt; - Trabalha o sentimento de rejeição. Para os que foram rejeitados e abandonados na infância. Trabalha a criança interior, que foi muito ferida, que em decorrência, surge a cisão entre o aspecto masculino e o aspecto feminino na personalidade. Carregam um sentimento constante de que estão sendo traídas. Estão presas no pesadelo do estado da rejeição, é uma dor profunda que não permite perceber a realidade que as cercam no momento presente. Unitatum traz a energia da integração e do sentimento de segurança da entrega tranqüila. Essa energia é o próprio abraço da grande mãe integradora interna. Útil para os que têm medo de altura. Este floral faz a limpeza do mental, do emocional e do físico. Para pessoas desamparadas, desconectadas com o grupo. Traz claridade e clareza. Na medicina caseira é utilizada nas pancadas e nos ferimentos físicos, também para os problemas estomacais, nas azias e na má digestão. Para os que se submeteram a cirurgia plástica, se mutilaram para serem aceitos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Varus&lt;/b&gt; - Para o alinhamento da coluna e dos corpos físico e suprafísicos, conseqüência de traumas físicos e psíquicos. Este floral trabalha a culpa. O bloqueio dessa energia nos distancia do nosso Eu Superior. Esse bloqueio energético no nível físico causa: dor na coluna, tensão muscular, circulação sangüínea deficiente, sensação de peso na região frontal da cabeça, confusão mental, esquecimento, falta de concentração (dispersão), cabeça quente, enformigamento, perda da alegria. É indicada para os que sofreram fratura no cóccix. Essência floral indicada para os que vivem no conflito da vida idealizada e da vida diária das obrigações. Varus leva as pessoas a desempenhar suas tarefas e deveres diários de forma natural sem destruir os seus sonhos. Traz o discernimento do que é um sonho a ser alcançado e o que é a realidade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Verbena&lt;/b&gt; - Essência floral sintonizada por Dr.Edward Bach, a conhecida Vevain. Para os que têm rigidez mental. Possuem idéias fixas, é raro mudarem de idéia, e a todo custo querem convencer os outros de que o seu modo de vida é o melhor. São estusiastas de suas convicções. São mandões, dotados de forte autoconfiança nos próprios esforços. São obstinados, possuem grande força de vontade. São feitores implacáveis com os outros, são presunçosos, idealistas, intolerantes e arrogantes. Possuem enorme capacidade de concentração quando almejam alcançar um objetivo. Geralmente são mártires por uma causa ou possuem obsessão religiosa. Preocupam-se com o bem estar dos outros, mas são extremamente rigorosos. Possuem temperamento violento, são tensos e sugam energia dos outros. Este floral faz o trabalho de cura para chegar no puro amor. Na medicinal caseira este pequeno arbusto é usado como sedativo, tônico e depurativo. É benéfico no tratamento da excitação nervosa, da pressão alta, ativa a secreção da bílis, nas tosses asmáticas, nas inflamações em geral, nas nevralgias, reumatismos, artrite, gota, febre, nos cálculos hepáticos, cálculos renais, nas feridas e chagas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Wedélia&lt;/b&gt; - Trabalha os aspectos da corrupção e da ganância na personalidade. Floral indicado para pessoas materialistas que se desviaram do caminho da retidão, iludidas pelos falsos brilhos da riqueza e do poder. Pessoas egoístas e sem escrúpulos cujas consciências adormecidas, ou desligadas do Eu Maior, não conseguem perceber o grande mal que causam tanto às pessoas com quem convive, à pequenos grupos, quanto a grandes grupos sociais (nações inteiras). Para os que almejam o poder material e a ascensão social a qualquer custo. Pessoas que não acreditam em nada, de que tudo é festa e não têm nada a perder.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YZc-OVTgmV8/Thx2n-3G0CI/AAAAAAAAASs/Z9z5Vg-XsEo/s1600/florais.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-YZc-OVTgmV8/Thx2n-3G0CI/AAAAAAAAASs/Z9z5Vg-XsEo/s400/florais.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-7142977256578745642?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.adeildemarques.jor.br' title='Florais de Saint Germain, modulo I'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/7142977256578745642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=7142977256578745642' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/7142977256578745642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/7142977256578745642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/07/florais-de-saint-germain-modulo-i.html' title='Florais de Saint Germain, modulo I'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-IicrG3NHOVo/Thx2nixNvWI/AAAAAAAAASk/jYthJ1B0dSc/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-4175625177504593979</id><published>2011-06-09T21:24:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T21:24:15.852-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>O termo cigano e a questão de sua origem - Gitanos, Gipzys, Tziganes, Manush, Zíngaros</title><content type='html'>O termo em português "cigano" (assim como o espanhol gitano e em inglês gypsy) é uma corruptela de egípcio, aplicado a esse povo pela crença errônea de que seriam provenientes do Egito. No século XVIII, o estudo da língua romani, própria dos ciganos, confirmou que se tratava de uma língua indo-ariana, muito similar ao panjabi o ao hindi ocidental. Isso demonstrou que a origem do povo rom está no noroeste do Subcontinente Indiano, na zona em que atualmente fica a fronteira entre os estados modernos de Índia e Paquistão. Esse descobrimento lingüístico acabou sendo também respaldado por estudos genéticos. É provável que os ciganos originaram-se de uma casta inferior do noroeste da Índia, que, por causas desconhecidas foi obrigada a abandonar o país no primeiro milênio d.C..&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JWgFcpjefCk/TfGSwAeYLmI/AAAAAAAAASM/vOamnC-VRVQ/s1600/images%2B%252814%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="225" width="225" src="http://4.bp.blogspot.com/-JWgFcpjefCk/TfGSwAeYLmI/AAAAAAAAASM/vOamnC-VRVQ/s400/images%2B%252814%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A procedência dos roma foi objeto de todo tipo de fantasias. Foram considerados descendentes de Caim, ou relacionados com a estirpe de Cam. Algumas tradições os identificam com magos caldeus da Síria, ou com uma tribo de Israel fugida do Egito faraônico. Uma antiga lenda balcânica os faz forjadores (ou ladrões) dos pregos da cruz de Cristo, motivo pelo qual teriam sido condenados a errar pelo mundo, se bem que não há qualquer evidência que situe aos ciganos no Oriente Médio nessa época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro movimento migratório do século X&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os estudos genéticos e lingüísticos parecem confirmar que os roma são originários do subcontinente Indiano, possivelmente da região do Punjab. A causa da sua diáspora continua sendo um mistério. Algumas teorias sugerem que foram originalmente indivíduos pertencentes a uma casta inferior recrutados e enviados a lutar ao oeste contra a invasão muçulmana. Ou talvez os próprios muçulmanos conquistaram os roma, escravizando-os e trazendo-os para o oeste, onde formaram uma comunidade separada. Esta última hipótese baseia-se no relato de Mahmud de Ghazni, que informa sobre 50 mil prisioneiros durante a invasão turco-persa do Sindh e do Punjab. Por que os roma escolheram viajar para o oeste em vez de regressar para a sua terra é outro mistério, se bem que a explicação pode ser o serviço militar sob o domínio muçulmano. O que é aceite pela maioria dos investigadores é que os ciganos poderiam abandonar a Índia em torno do ano 1000, e atravessar o que agora é o Afeganistão, Irã, Armênia e Turquia. Vários povos similares aos ciganos vivem hoje em dia na Índia, aparentemente originários do estado desértico de Rajastão, e à sua vez, povoações ciganas reconhecidas como tais pelos próprios roma vivem, todavia, no Irã, com o nome de lúrios.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vFPAfYbE678/TfGTQfqJUqI/AAAAAAAAASU/Gat6lQv-WCg/s1600/images%2B%252813%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="237" width="213" src="http://2.bp.blogspot.com/-vFPAfYbE678/TfGTQfqJUqI/AAAAAAAAASU/Gat6lQv-WCg/s400/images%2B%252813%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Partiram em direção à Pérsia onde se dividiram em dois ramos: o primeiro, que tomou rumo oeste, atingiu a Europa através da Grécia; o segundo partiu para o sul, chegando à Síria, Egito e Palestina. No século XII, os ciganos enfrentaram o avanço dos muçulmanos, que tentaram impor sua religião na Índia, e lutaram contra os Sarracenos por muitos séculos, inclusive durante a Idade Média. Apesar de que as provas documentais começam a ser fiáveis só a partir do século XIV, alguns autores contemporâneos rebaixaram a data do ano 1000 e inclusive antes. Certas referências sugerem que as primeiras referências escritas da existência do povo rom são anteriores: um texto que relata como Santa Atanásia de Egina repartiu comida em Trácia a uns "estrangeiros chamados &lt;i&gt;atsinagi&lt;/i&gt; durante a escassez do século IX, em plena época bizantina. Inclusive antes, nos primórdios do mesmo século, no ano 803, Teófanes o Confessor escreve que o imperador Nicéforo I usa mão de obra de certos atsigani, que com a sua magia, ajudariam-no a conter uma revolta popular.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/aPpVvlWo4C0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;"Atsinganoi" foi um termo usado também para referir-se a adivinhadores ambulantes e ventríloquos e feiticeiros que visitaram ao imperador Constantino em 1054. Um texto hagiográfico ("Vida de São Jorge anacoreta") refere como os "atsigani" foram chamados por Constantino para ajudá-lo a limpar as fragas de feras. Mais tarde, seriam descritos como feiticeiros e malfeitores e acusados de intentar envenenar o galgo favorito do imperador. A extensão desse termo geraria os modernos substantivos tzigane, Zigeuner, zingari e zíngaros. Um relato histórico-lendário do século X titulado Crônica Persa, de Hazma de Ispaham, menciona a certos músicos solicitados ao rei da Índia, aos que chamou zott. O Livro dos Reis (ou Shahnameh, datado de 1010), do poeta Ferdusi conta uma história similar: vários milhares de Zott, Rom ou Dom ("homens") partiriam do atual Sindh (pode ser do rio Indo) com objetivo de entreter o rei da Pérsia com os seus espetáculos. A partir daí, depois de uma longa estância nessa região, e já descritos como um povo que rejeitava viver da agricultura, espalhar-se-iam em dois grupos migratórios: o primeiro, que tomou rumo oeste, atingiu a Europa através da Grécia; o segundo partiu para o sul, chegando à Síria, Egito e Palestina.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/a9h7JHTX-9Q" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Evidências linguísticas da origem asiática dos ciganos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Desde a sua chegada a terras européias, uma das faces da comunidade cigana que mais chamou a atenção dos demais povos era a sua estranha língua, muito diferente das faladas na Europa. A primeira reprodução escrita do romani remonta a uma enciclopédia de título: First Book of the Introduction of Knowledge. (Primeiro livro de introdução ao saber) escrito por Andrew Boorde. Esta obra, completada em 1542 e publicada em 1547, recolhia exemplos de frases do que o autor chamava Egipt speche (Fala egípcia), dando por válida a crença popular de que os ciganos procediam do Egito. Durante os dois séculos seguintes aparecem mais menções escritas da língua romani. Na Espanha, o marquês de Sentmenat publicou em 1750 um pequeno vocabulário do romani falado na Península Ibérica. Um dos primeiros ou o primeiro documento em que se propõe identificar a língua romani como uma língua indiana é um trabalho de Szekely de Doba na Gazeta de Viena em 1763. Neste artigo, comentou que o predicador Vali, que na Universidade de Leiden estudou o idioma de uns estudantes de Malabar do distrito de Zigânia, nome que lhe recordou o dos zíngaros e que posteriormente expôs o vocabulário a ciganos de Almasch (Komora, Eslováquia), comprovando que estes entendiam as palavras. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/YbxSsnqSw8w" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Em nível acadêmico, o descobrimento da origem indiana do romani corresponde ao alemão Johann Rüdiger, catedrático da Universidade de Halle-Wittenberg, que em 1782 publicou um artigo de investigação lingüística, no que analisava a fala de uma mulher cigana, Barbara Makelin, e a comparava com a língua recolhida numa gramática alemã do hindustani (o nome pelo que se conhecia antigamente os atuais hindi e urdu). No seu artigo, Rüdiger reconhecia a influência nas suas investigações do dicionário de romani de Hartwig Bacmeister, de 1755, a quem já em 1777 comunicara as suas idéias, assim como a sua dívida com seu professor Christian Büttner, que anos antes aventurara a possibilidade duma origem indiana ou acaso afegã dos ciganos. Entretanto, foi Rüdiger que estabeleceu, mediante a sua comparação entre a descrição gramatical do hindustani e a fala de Barbara Makelin, que as similitudes entre ambas variedades lingüísticas evidenciavam uma origem comum.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/b9gQXvXfV_8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Estudos subsequentes da língua romani mostraram um estreito parentesco com o punjabi e o hindi ocidental, tanto no seu vocabulário fundamental como nas suas estruturas gramaticais e nas mudanças fonéticas. As investigações de Alexandre Paspati (Études sur les Tchinghianés, publicado em Constantinopla em 1870), de John Sampson (The dialect of the gypsies of Wales, 1926) e dos suecos Gjerdman e Ljungberg (A língua do cigano sueco trabalhador do cobre Dimitri Taikon, publicado em 1963) evidenciam que existe uma unidade dentro do romani que se estende por toda Europa. Os estudos citados recolhiam mostras do romani grego, galês e sueco, respectivamente. Fica demostrado assim que o vocabulário básico coincide de modo relevante (nota: não se transcreve a grafia original):&lt;br /&gt;•Português: grande. Sânscrito: vadra; hindi: bara; greco-romani: bara; romani galês: baro; romani kalderash (sueco): baró. &lt;br /&gt;•Português: cabelo. Sânscrito: vála; hindi: bal; greco-romani: bal; romani galés: bal; romani kalderash (sueco): bal. &lt;br /&gt;Determinadas características gramaticais indianas mantém-se no romani contemporâneo (e algumas inclusive no caló espanhol atual):&lt;br /&gt;•o final em -e para o masculino e em -i para o feminino. &lt;br /&gt;•a formação de abstratos por junção de -ben ou -pen: taco (certo) converte-se em taciben (verdade). &lt;br /&gt;•substituição do genitivo por um final adjetivado: dadésko gras (o cavalo do pai onde dad é pai e gras cavalo).&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/68k_CKs4_rE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Evidências lingüísticas da migração cigana&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os estudos de Terrence Kaufman (1973), a origem da língua romani, baseado nos dialetos europeus, pode localizar-se na Índia central e posteriormente, podem documentar-se empréstimos lingüísticos que foi adquirindo nos territórios por onde migrava, que iriam desde o século II a.C. ao XIV d.C: assim tem empréstimos do persa da sua passagem pela Pérsia, mas não da língua árabe, o que demostra que a sua passagem pela Pérsia foi anterior à sua islamização, no ano 900. Dos séculos XI - XII, tem empréstimos de línguas do Cáucaso (osseto, georgiano e armênio). Logo, detecta-se a migração em direção à atual Turquia, onde recebe empréstimos do grego, mas não do turco, o que indica que a sua passagem foi anterior à invasão turca. No ano 1300, procederia a entrada nos Balcãs, onde adquiriu palavras das línguas eslavas. Posteriormente, os dialetos europeus do romani dividem-se, ainda que Kaufmann indica uma distinção entre os que tem influência léxica do romani e os que não, que seriam os ciganos da Bulgária e os da Espanha.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/q72onsUT6j8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Evidências genéticas da origem asiática dos ciganos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os estudos genéticos corroboram a evidência lingüística que situa a origem do povo cigano no subcontinente indiano. Estudos genéticos realizados em ciganos búlgaros, bálticos e valacos sugerem que cerca do 50% dos cromossomos Y e do ADN mitocondrial pertencem ao haplogrupo homem H e ao haplogrupo mulher M, amplamente estendidos na Ásia meridional e Ásia Central.&lt;br /&gt;Os homens correspondem maioritariamente com os haplogrupos H (50%), I (22%), J2 (14%) e Rlb (7%) ; as mulheres com H (35%), M (26%), U3 (10%), X (7%), e outros (20%). Tais haplogrupos são raros nos não ciganos, e o resto encontram espalhados por toda Europa. Os haplogrupos femininos U2i e U7 praticamente não existem nas mulheres ciganas, mas estão presentes na Ásia meridional (entre 11 e 35%). Pode-se calcular que aproximadamente a metade do patrimônio genético cigano é parecido ao dos grupos europeus circundantes. Mas os homens ciganos do grupo sinti da Europa Central são H (20%), J2 (20%) com uma frequência elevada de R2 (50%), frequência que se encontra também na Índia, concretamente na Bengala Ocidental e entre os cingaleses do Sri Lanka. O marcador M217, presente em 1,6% dos homens ciganos, encontra-se também em Bengala Ocidental (Kivisild et alter, 2003). Os haplogrupos L, que se encontram nos 10% dos indianos e paquistaneses, não são registrados entre os ciganos (a equipe de Greshman não parece ter investigado o haplogrupo L), assim como tampouco nos originários de Bengala Ocidental. A partir da base de dados YHRD (Y Chromosome Haplotype Reference Database), pode-se comprovar que algumas populações ciganas européias possuem uma grande porcentagem de haplogrupos masculinos R1A1. Os dados de YHRD informam poucas correspondências, em geral, com a população do subcontinente, mas uma alta correlação no haplogrupo H com a comunidade de origem sul-asiática de Londres, na que há uma porcentagem muito alta de indivíduos procedentes de Bengala Ocidental e do Sri Lanka. &lt;br /&gt;As investigações genéticas de Luba Kalaydjieva mostram que o grupo original apareceu há umas 32 a 40 gerações, e que esse grupo era pequeno, de apenas uns 1.000 indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/EJPet1Z2Tv0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Parada na Ásia Menor no século XIV&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em 1322, um monge franciscano chamado Simon Simeonis descreve um povo com características similares aos "atsigani" vivendo em Creta, e em 1350 Ludolphus de Sudheim menciona um povo similar, com uma língua única, ao que chama "mandapolos", uma palavra que segundo se pensa deriva do grego "mantes" (profeta ou adivinho). Em 1360, um feudo cigano independente (chamado de Feudum Acinganorum) estabeleceu-se em Corfu e converteu-se numa «comunidade estável, e uma importante e consolidada parte da economia». Dado que a região ocupada por essas comunidades rom era chamada "o pequeno Egito", os peregrinos que a atravessavam para ir à Terra Santa estenderam por toda Europa o apelido de "egipcianos", de onde procederiam os nomes de egiptanos, gitanos, gitans, egypsies e gypsies. Além dos assentamentos gregos, está documentada uma longa parada nos Balcãs, em terras de sérvios, búlgaros e romenos, no século XIV.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/_Q5P53REVH4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O século XV, a primeira grande diáspora&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Devido às frequentes guerras entre bizantinos e turcos, os roma iniciaram uma nova migração, a primeira que está documentada. As evidências lingüísticas permitem a reconstrução desta nova peregrinação. Partindo de que os ciganos abandonaram o Subcontinente Indiano, e dali passariam pelo Irã, supõe-se que mais tarde tomariam duas rotas. A primeira, desde a Armênia até Bizâncio (o que explicaria a presença de vocabulário greco-bizantino na língua dos ciganos). A outra rota, através da Síria e Oriente Médio e o Mediterrâneo (da que ficariam vestígios de vocabulário árabe). Em sua estadia nos Balcãs, a língua cigana absorveu o vocabulário germânico, mas a ausência desse resto lingüístico nos ciganos espanhóis faz pensar que a migração dividiu-se em dois, antes desse assentamento centro-europeu. Uma dirigiria-se ao oeste, ao interior de Europa, e outra ao sul, até a Síria. A primeira ponta estender-se-ia por todo o continente europeu, enquanto a segunda cruzaria a África do Norte para reaparecer na Europa depois de cruzar o estreito de Gibraltar no século XV, reencontrando-se ambas correntes migratórias em algum ponto do sul da Europa. Dessa maneira, a chegada dos ciganos à península Ibérica é também um assunto controverso, analisado mais adiante.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/2cs4Nva6G1A" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;O certo é que a migração foi massiva e extraordinariamente rápida, e foi objeto de uma acolhida desigual. No século XV, foram encontrados em diversos locais, e os documentos multiplicam as testemunhas da sua presença por toda a Europa, que foi muito estudada.  Em 1416, sabe-se da presença de ciganos na Romênia, Boêmia (República Checa) e em Lindau (Alemanha). Em 1471, o rei de Boêmia Sigismundo II concedeu-lhes um salvo-conduto, e entre 1418 e 1419, os ciganos já circulavam pela Suíça. Entraram na França em 1419, e em 12 de agosto um grupo chegou às portas de Sisteron e logo circulou pela Provença.&lt;br /&gt;Em janeiro de 1420, estavam em Bruxelas, e em outubro em Flandres e o norte da França. Em 1421 chegaram a Bruges e depois foram a Arras. Em 18 de julho desse mesmo ano, um grupo chegou a Bolonha para solicitar ao Papa um salvo-conduto como peregrinos cristãos. Na Espanha, há informações da sua presença pela primeira vez em 1415, e em 8 de maio de 1425 localizam-se em Saragoça a sua estadia. Em 1427, já se encontravam em Roma.&lt;br /&gt;Também em 1427, produziu-se uma das chegadas de ciganos melhor documentadas, conservada na obra "Temoignage d'un bourgeois de Paris". Em 12 de agosto desse ano, chegaram a Paris, onde causaram grande fascinação pelo seu aspecto miserável e estranho, e o povo acudiu em massa para vê-los adivinhar o futuro. Viviam da magia e dos pequenos roubos, até que o bispo expulsou-os em setembro desse mesmo ano e partiram em direção a Pontoise. Segundo Helena Sánchez Ortega essa crônica resume o quadro de tipificação negativa dos ciganos que se manteve até os nossos dias.&lt;br /&gt;O seu périplo europeu não se deteve, e em 1430, circulavam por toda França sob uma acolhida desigual: Arles, Brignoles, Metz, Troyes, Grenoble, Nevers, Romans, Colmar, Orleães e Le Luc. Em 1435, foram vistos em Santiago de Compostela, e em 1462 foram recebidos com honras em Jaén. A Suíça expulsou-os em 1471. Em 1493, estavam em Madri. Nessa última cidade no Concelho «…acordaram de dar esmolas aos do Egito porque o rogo da Vila passaram adiante, dez reais, para evitar os danos que poderiam fazer trezentas pessoas que viriam…».&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/OJZaAzIqrxA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A questão da entrada na península Ibérica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Como e quando chegaram os ciganos à península Ibérica é uma questão que está longe de se chegar a um consenso. Uma primeira teoria diz que eles procedem do norte de África, desde onde cruzariam o estreito de Gibraltar para reencontrar-se na França com a rota migratória do norte. Distinguiriam-se assim os ciganos do norte, que entraram por Perpignan, os do sul, ou tingitanos (na sua pronunciação deturpada, ciganos, é dizer, procedentes de Tingis, hoje Tânger), e os do leste (ou grecianos) que penetraram pela ribeira mediterrânea na década de 1480 provavelmente por causa da queda de Constantinopla. A entrada melhor documentada é a do norte. O primeiro documento conservado é de 1415. Nele, Afonso (logo o Magnânimo) concede salvo-conduto a um tal Tomás Sabba, peregrino a Santiago de Compostela. Esse mesmo monarca concede outra carta de passagem em 1425 a outro chefe cigano com a sua gente, ordenando que seja bem tratado:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;…&lt;i&gt;Como nosso amado e devoto dom João do Egito Menor… entende que deve passar por algumas partes de nossos reinos e terras, e queremos que seja bem tratado e acolhido… sob pena de nossa ira e indignação… o mencionado dom João do Egito e os que com ele irão e o acompanharão, com todas suas cavalgaduras, roupas, bens, ouro, prata, alforjas e quaisquer outras coisas que levem consigo, sejam deixado ir, estar e passar por qualquer cidade, vila, lugar e outras partes de nosso senhorio a salvo e com segurança… e dando àqueles passagem segura e sendo conduzidos quando o mencionado dom João o requeira através do presente salvo-conduto nosso… Entregue em Saragoça com nosso selo em dia doze de janeiro do ano de nascimento de nosso Senhor 1425&lt;/i&gt;. Rey Alfonso  &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/HzYqHaaW75Y" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Nesses anos sucederam-se os salvo-condutos, outorgados a supostos nobres ciganos peregrinos. O prosseguimento desses salvo-condutos por toda a geografia espanhola revela aos investigadores (como Teresa San Román, ou Helena Sánchez) algumas evidências:&lt;br /&gt;•O número de ciganos que entraram ou habitaram na península no século XV é calculado próximo a 30 mil pessoas. &lt;br /&gt;•Os ciganos viajavam em grupos variados, de 80 a 150 pessoas, lideradas por um homem. &lt;br /&gt;•Cada grupo autônomo mantinha relações à distância com algum dos outros, existindo talvez relações de parentesco entre eles (algo comum nos nossos dias entre os ciganos ibéricos). &lt;br /&gt;•A separação entre cada grupo era variada e em ocasiões uns seguiam aos outros a curta distância e pelas mesmas rotas. &lt;br /&gt;•A estratégia de sobrevivência mais comum era a de apresentar-se como peregrinos cristãos para buscar a proteção de um nobre. &lt;br /&gt;•A forma de vida era nômade, e se dedicavam à adivinhação e ao espetáculo.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Bd_wzDlfup4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;O século XVI pode ser considerado como a idade de ouro dos ciganos na Europa. Vagavam de cidade em cidade, e se bem é certo que foram expulsos com frequência, haveria que esperar ao século XVI para que se desatasse uma onda de perseguição só comparável ao anti-judaísmo secular dos europeus. No século XV os estereótipos negativos ainda não estavam enraizados, e entre a hostilidade e a fascinação, a cultura cigana dispersou-se pelo continente, misturando-se com as culturas e línguas locais. Lentamente, foi-se convertendo em um desafio para os poderes estabelecidos, para a população sedentária e para a religião dominante.&lt;br /&gt;Quando teve lugar o descobrimento da América, em 1492, os ciganos já estavam espalhados por toda a Europa, onde apesar de uma boa acolhida inicial começaram a ser perseguidos, marginalizados, expulsos, severamente castigados, escravizados (como na Romênia, onde a escravidão cigana não foi abolida até 1864) ou simplesmente exterminados. O desencontro entre os ciganos e os não ciganos perduraria desde o século XVI até a atualidade.&lt;br /&gt;Assim, na Espanha, a pragmática de Medina do Campo do ano 1499 obrigou-os a abandonar a vida nômade. Em 1500, o mesmo ano em que entraram na Polônia e Rússia, a Dieta de Augsburgo expulsou-os da Alemanha. Em 1505 Jaime IV da Escócia concedeu-lhes um salvo-conduto e saltaram à Dinamarca. Chegaram à Suécia em 1512, e em 1514 a Inglaterra, de onde seriam expulsos, sob pena de morte, em 1563. Antes disso, na Espanha foi-lhes dado a "escolher", em 1539, entre a sedentarização ou seis anos de galeras e, em 1540, os bispos da Bélgica ordenaram a sua expulsão sob pena de morte. &lt;b&gt;A partir do final do século XVI, sucederam-se em toda a Europa autorizações, leis e decretos contra o modo de vida dos ciganos. A dinâmica dessas disposições será contraditória (são obrigados a sedentarizar-se ao tempo que se lhes impede a entrada em muitas cidades; são obrigados a assimilarem a cultura local ao tempo que se são concentrados em determinados bairros; são obrigados a trabalhar em ofícios reconhecidos ao tempo que são impedidos de entrar nos grêmios…). A tenacidade dos ciganos, as suas estratégias de ocultamento, de multi-ocupacionalidade (como a chama Teresa San Román), de semi-nomadismo ou itinerância circunscrita, de adaptação às circunstâncias instáveis da legislação, a capacidade para cruzar fronteiras ou para aliar-se em determinadas ocasiões com a população autóctone realizando trabalhos imprescindíveis, faz que os ciganos de toda Europa resistam à assimilação e conservem as suas próprias características culturais mais ou menos intactos até a atualidade.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ante a ausência de testemunhas escritas próprias e a visão negativa dos outros, resultam valiosas as referências de uma personagem peculiar que se acercou do mundo cigano com interesse e curiosidade romântica na primeira metade do século XIX: George Borrow. Nas suas viagens por boa parte da Europa, como pregador protestante, teve oportunidade de contatar com grupos ciganos, aprendendo a sua língua e traduzindo e inclusive publicando o Evangelho em caló (entre a sua produção literária encontra-se La Bíblia en España, interessante livro de viagens estudado por Manuel Azaña).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0dbvORUBNW0/TfGZaPYr6yI/AAAAAAAAASc/2jqcGl03H5k/s1600/images%2B%252815%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="227" width="222" src="http://3.bp.blogspot.com/-0dbvORUBNW0/TfGZaPYr6yI/AAAAAAAAASc/2jqcGl03H5k/s400/images%2B%252815%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A ida dos ciganos para a América correu paralelo à própria diáspora dos europeus. O incansável povo cigano empreendeu então uma nova migração. Sabe-se que Cristóvão Colombo, na sua terceira viagem, em 1498, introduziu os primeiros três ciganos que pisavam o Novo Mundo. É sabido também que a Inglaterra e a Escócia enviaram remessas de ciganos às suas colônias americanas da Virgínia, no século XVI e Luisiana. A prática da deportação à América foi seguida nesse mesmo século por Portugal Segundo este autor, os ciganos espanhóis só podiam viajar à América com permissão expressa do rei. Filipe I decretou em 1570 uma proibição de entrada dos ciganos na América, e ordenou o regresso dos já enviados. É conhecido o caso de um ferreiro cigano (Jorge Leal) que conseguiu autorização para viajar à Cuba em 1602. Teria que esperar à autorização de 1783 para que os ciganos tivessem permissão de residência em qualquer parte do reino.&lt;br /&gt;Entre final do XVII e meados do XIX produziu-se outro movimento em direção ao oeste de uma numerosa população cigana, fugindo da escravidão ou aproveitando a sua abolição na Moldávia e Valáquia em 1860, ou como consequência do recrudescimento da perseguição na Europa ocidental (especialmente na França e Alemanha). Os ciganos emigraram à América Latina num número que, como sempre, segue sendo um mistério. Segundo Koen Peeters, a independência da Sérvia em 1878 acelerou essa saída, e as causas que explicam o novo êxodo massivo podem ser várias: "&lt;i&gt;Em primeiro lugar, à pressão de assimilação de costumes; em segundo lugar, às novas possibilidades nas suas atividades laborais; e, em terceiro lugar, a motivos comuns a outros emigrantes da Sérvia, como podem ser, por um lado, a idéia de que no Novo Mundo tinham muitas possibilidades de conseguir grandes fortunas, as leis que favoreceram a imigração ou também a aparição de novas possibilidades no que diz respeito a meios de transporte&lt;/i&gt;". Também em torno de 1860, registra-se a saída de ciganos britânicos ("romnichels") e no início do século XX houve uma nova partida em massa de ciganos valáquios. A onda migratória diminuiu com o começo da Primeira Guerra Mundial, e não voltou a reiniciar até 1989, ano em que começou a terceira grande diáspora, ainda em curso.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/QDtbNj1kqtA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;A detenção do fluxo migratório no início do século XX não significou uma melhora das condições de vida dos ciganos. As disposições legais continuaram sendo inúteis (como já o foram antes) na hora de assimilá-los. Na França, por exemplo, uma "lei sobre o exercício das profissões ambulantes e sobre a circulação de nômades" obrigava em 1912 a serem providos de um "carnê antropométrico de identidade" que deveria ser selado em cada final de prazo.&lt;br /&gt;A medida que se aproxima a Segunda Guerra Mundial, a perseguição fica mais dura. O governo prussiano, por exemplo, decidiu acabar com a "moléstia cigana" mediante um acordo internacional desenhado para acabar com a sua forma de vida. Na Baviera, foi elaborado em 1905 um "Livro cigano", com um censo inicial de 3 mil indivíduos que logo aumentaria com a colaboração de outros estados germânicos. O estado da Baviera autorizou o castigo a trabalhos forçados a todo cigano que não pudesse demonstrar ter um trabalho estável, e a República de Weimar estendeu essa medida à toda Alemanha. Os censos de ciganos multiplicaram-se em toda a Europa (França, Inglaterra) e na Suíça, em 1926, começou o costume de sequestrar meninos ciganos para serem educados entre não ciganos, prática que só seria abandonada em 1973. O auge do nazismo e os excessos da Segunda Guerra Mundial fartaram-se com a crueldade com os ciganos. Tomando como base os censos anteriores, o Centro de Investigação para Higiene Racial e Biologia Populacional do Reich começou a analisar a questão cigana. Depois de uns momentos de dúvida, nos que se esteve perto de classificar aos ciganos dentro da raça ariana, Himmler ordenou a sua internação, e finalmente a sua execução em massa. Em língua cigana, chama-se a esse processo de extermínio "o porraimos", ou "porajmos", a destruição. Como sempre, é desconhecido o número exato de vítimas. As estimativas vão desde 50 mil a 80 mil (Denis Peschanski, La France des camps, l'internement 1938-46, Gallimard, 2002, p. 379) até 500 mil a 1 milhão e meio.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Só em Auschwitz-Birkenau morreram mais de vinte mil ciganos. E num só dia, em 3ago1944, os últimos 2.897 habitantes das barracas ciganas de Auschwitz, incluindo mulheres e crianças, deixaram para sempre de cantar e dar-se ao entusiasmo. O genocídio cigano é um fenômeno relativamente desconhecido, no que colaboraram com mais ou menos interesse (igual ao ocorrido no genocídio judeu) às populações autóctones. Na Europa central e do leste, sob regimes comunistas, os ciganos sofreram políticas de assimilação e restrições da liberdade cultural. Na Bulgária, proibiu-se o uso da língua romani e a representação de música rom em atos públicos. Na antiga Checoslováquia, dezenas de milhares de ciganos da Eslováquia, Hungria e Romênia foram reassentados em regiões fronteiriças da Morávia, e foi proibido o estilo de vida nômade. Na Checoslováquia, onde foram classificados como "estrato social degradado", mulheres ciganas foram submetidas a esterilizações como parte da política do Estado para reduzir o seu crescimento demográfico. Essa política foi posta em prática mediante incentivos financeiros, ameaças de retirada de subsídios sociais, desinformação e esterilização involuntária. No início da década de 1990, a Alemanha deportou a dezenas de milhares de imigrantes à Europa Central e Oriental. Cerca de 60% de uma população de 100 mil cidadãos romenos deportados, de acordo com um tratado de 1992, eram ciganos. No terceiro quarto do século XX começou também um importante movimento associativo cigano, em especial, a partir do Primeiro Congresso Cigano de Londres, de 1971.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/XpO5e9KrGdk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Com a queda do muro de Berlim em 1989, o desmantelamento dos estados autoritários da Europa Central e do leste e a crise econômica e, especialmente, por causa da guerra da Iugoslávia, começa a terceira grande diáspora cigana. Esse movimento migratório (que novamente passa despercebido para a opinião pública), realiza-se, como é habitual, do leste para o oeste. As estimativas são de 200 a 280 mil ciganos desprezados do leste ao oeste europeu desde 1960 a 1997. Com a deterioração política da antiga Iugoslávia, 40 mil ciganos chegaram à Itália e outros 30 mil à Áustria. A crise econômica gerou, também, uma intensa rota migratória desde a Romênia aos países da Europa próspera numa quantidade ainda por calcular. As leis de cidadania discriminatórias na república Checa, por exemplo, são um expoente de velhas e novas formas de discriminação. Segundo informações do Banco Mundial na Europa há uma população entre 7 e 9 milhões de ciganos, dos que ao redor de 568mil (2002) vivem na Romênia, ainda que percentualmente a presença maior do povo cigano é a da República da Macedônia, onde representa 11% da população. A maior parte da população cigana da Europa central na zona balcânica vive com menos de 3 euros por dia per capita e 89% dos ciganos búlgaros não podem cursar estudos primários.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-4175625177504593979?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/4175625177504593979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=4175625177504593979' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/4175625177504593979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/4175625177504593979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/o-termo-cigano-e-questao-de-sua-origem.html' title='O termo cigano e a questão de sua origem - Gitanos, Gipzys, Tziganes, Manush, Zíngaros'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-JWgFcpjefCk/TfGSwAeYLmI/AAAAAAAAASM/vOamnC-VRVQ/s72-c/images%2B%252814%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-2781929085908234623</id><published>2011-06-09T20:39:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T20:39:24.528-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Ciganos na Umbanda</title><content type='html'>Poucos tiveram contacto com os maravilhosos Ciganos do Povo do Oriente.  O Povo do Oriente nos abençoa com a presença de espíritos de diferentes culturas. Tal e qual os Ciganos da Terra, os do espaço tem idiomas diferentes, não só o espanhol (o mais conhecido), e Clãs diferentes mostram diferentes hábitos e alimentos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SAu4hKwWb4c/TfGPIpgEMVI/AAAAAAAAAR8/JUqrCZ6e7Rk/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="296" width="170" src="http://2.bp.blogspot.com/-SAu4hKwWb4c/TfGPIpgEMVI/AAAAAAAAAR8/JUqrCZ6e7Rk/s400/3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para realizarmos uma festa que homenageie os ciganos precisamos estar atentos aos ciganos que trabalham na Casa Espiritual. Consulta-los para montar uma mesa que possa expressar nosso carinho e retribuição pelos trabalhos que realizam durante o ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabendo que a padroeira dos ciganos é Santa Sara, e seu dia de homenagem é 23 e 24 de maio, a figura central da mesa é a imagem dela que deve ser acompanhada do &lt;b&gt;munro&lt;/b&gt;, pão com sal e uma vela azul. As frutas frescas ou secas participam com o simbolismo de cada uma delas. Os ciganos dizem que o sabor adocicado das frutas está ligado a um bom destino. Por isso, têm o costume de comer frutas e alimentos derivados delas, assim como beber vinhos licorosos ou tomar banhos regados a açúcar e mel para atrair sorte e quanto mais doce for a fruta melhor. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OzS_hifQhBI/TfGPVxiFPtI/AAAAAAAAASE/-7ZPmhhZw74/s1600/8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="271" width="186" src="http://4.bp.blogspot.com/-OzS_hifQhBI/TfGPVxiFPtI/AAAAAAAAASE/-7ZPmhhZw74/s400/8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Significados de Algumas Frutas em Rituais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romã: é uma fruta bastante antiga, usada em chás e essências como atrativo de dinheiro e felicidade. Se utilizada em banhos ou talismãs, garantem fertilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Damasco: afrodisíaco, é originário de paises mediterrâneos. A cor laranja-vivo traz vitalidade e fortalece a energia sexual. Os ciganos costumam transformá-la em óleo aromatizante para incrementar o sexo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melancia: tem a ver com a prosperidade, abundância (representada pelas sementes) e fertilidade (por causa da cor de seu interior) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morango: também bastante empregados nas poções de amor. A cor vermelha e o sabor marcante fornecem energia necessária para fisgar o coração do amado. Ainda é usado para curar males como a desilusão amorosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figo: potente estimulante sexual, ainda usado para combater depressão e falhas na memória e ansiedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pêra: uma das frutas prediletas dos ciganos. Está ligada à imortalidade e à boa saúde. Também traz prosperidade, por causa da cor amarela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uvas: simbolizam a amizade e a prosperidade. Os povos ciganos costumam comer doze uvas no Reveillon - uma para cada mês do ano - é tradição se sua própria cultura, assim como o hábito de enfeitar a mesa de Natal com frutas secas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maçã: está presente em todos os rituais ciganos, que incluem essa fruta vermelha em perfumes, banhos, óleos e poções. Nas festas de casamento as mesas devem ser enfeitadas com maçãs, que simbolizam o amor e a paixão.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/71VwqXcQ1vU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Vejam como detalhes são importantes na mesa para os ciganos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem Cigano ê ê&lt;br /&gt;Vem Cigana á á&lt;br /&gt;Minha Tenda está em festa&lt;br /&gt;Prá te homenagear&lt;br /&gt;Com perfumes, flores, laços de fitas&lt;br /&gt;Com alegria te recebo a cantar&lt;br /&gt;Se tua roupa é de seda ou de chita&lt;br /&gt;Não importa vamos todos dançar&lt;br /&gt;A fogueira vai queimar&lt;br /&gt;Os males do coração&lt;br /&gt;Toda e qualquer maldição&lt;br /&gt;Nos ensina os mistérios da vida&lt;br /&gt;Com a sua devoção &lt;br /&gt;E na mesa é bem farta&lt;br /&gt;Com bom vinho vamos todos brindar&lt;br /&gt;A vitória e o sucesso na vida&lt;br /&gt;Com humildade e com fé alcançar&lt;br /&gt;A fogueira vai queimar &lt;br /&gt;Os males do coração...&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/RxGAIXW1znI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Musica do Album CIGANO - MINHA SINA É MUDAR grupo Wal hei e Seus Irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz a canção a mesa deve ser farta, com alimentos diversos que seja o predileto do Cigano ou Cigana, que pretende se homenagear.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se o Cigano é de origem espanhola, oferece-se um belo Cozido com legumes e diversos tipos de carne. Ou puchero, grão de bico feito com diversos tipos de legumes e carnes. Carnes de cordeiro cozida ou assada, ou pernil de porco.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se é ladino, ou com origem judia, aí nem pensar em carne de porco. Somente frango assado, ou cozido, mas pernil de cordeiro pode.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se é francês, podem oferecer charutos de folhas de uva com arroz e carne moída, ou ainda em vez de usar folhas de uva as de repolho. Fiz para o Mestre Gilles um Choux de Provence, que é um repolho recheado com carne.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para os húngaros, romenos o Goulash, carne cortada em cubos cozida com batata doce.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os gregos gostam de berinjela com muito azeite, ou moussaka, que parece uma lazanha feita com fatias de berinjela.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aos árabes as famosas esfihas, kibes, homus, abobrinhas recheadas, e também o charuto de folhas de uva.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Nk4DRsUNmmQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Uma mesa simples, pode conter muitos pães, diversos tipos de queijo, frios, doces como geléias, frutas em calda. Bolo com frutas, pães de mel. Suco de Uva com frutas, Chá mate ou de flores(camomila, rosas, hibisco) com frutas secas como damasco, uva passa, etc..&lt;br /&gt;O mais importante é antes da refeição propriamente, o ritual com oração para Santa Sara. Pedir a Bênção dos Ciganos incorporados, para os alimentos que serão compartilhados.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/cT9jJYffxwM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Opcha! Opcha! Opcha!&lt;br /&gt;Salve o Povo do Oriente!&lt;br /&gt;Salve o Povo Cigano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A magia do pão é tão somente a intenção de quem o faz, a sua energia pessoal, por isso na hora de prepara-lo é bom estar com pensamentos bons e puros, pensando somente coisas boas.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/t3MTWLr7-SE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;É símbolo da vida, da harmonia e da amizade.&lt;br /&gt;INGREDIENTES PARA 3 PÃES.&lt;br /&gt;1 quilo de farinha de trigo&lt;br /&gt;1 litro de leite morno&lt;br /&gt;50 gramas de fermento para pão&lt;br /&gt;3 ovos inteiros&lt;br /&gt;1 colher e meia de manteiga&lt;br /&gt;sal a gosto&lt;br /&gt;manteiga derretida&lt;br /&gt;1 punhado de Erva-Doce&lt;br /&gt;1 pouco de Cravo da Índia&lt;br /&gt;Canela em casca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MODO DE PREPARAR: Misture a farinha de trigo e o fermento dissolvido no leite morno.&lt;br /&gt;Acrescente os ovos e a manteiga, trabalhe a massa, sem sová-la. Acrescente um punhado de cravo da índia e sal a gosto. Deixe descansar coberta com um pano úmido, até crescer. Depois forme três ou mais pães redondos, e coloque para assar em um tabuleiro untado e polvilhado com farinha de trigo. Decore os pães com gravos e canela em casca. Derreta 3 colheres de manteiga e regue os pães. Deixe assar em forno pré aquecido a 250 graus, por 40 minutos. Caso ao final deste tempo ainda não estejam dourados e crescidos, mantenha-os no forno até que fiquem prontos.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/t2m1Wla8tVk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;BOLO LIBANITZA&lt;/b&gt; (CIGANO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INGREDIENTES:&lt;br /&gt;3 e ½ xícaras de farinha de trigo com fermento (controlar)&lt;br /&gt;2 xícaras de amido de milho&lt;br /&gt;1 xícara de açúcar refinado&lt;br /&gt;1 colherinha de essência de baunilha&lt;br /&gt;3 ovos batidos&lt;br /&gt;1 xícara de leite&lt;br /&gt;100g de manteiga em temperatura ambiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RECHEIO:&lt;br /&gt;1 lata de leite condensado&lt;br /&gt;½ xícara de açúcar&lt;br /&gt;1 colher de sopa de manteiga&lt;br /&gt;3 ovos&lt;br /&gt;1 colherinha de essência de baunilha&lt;br /&gt;50g de queijo parmesão ralado&lt;br /&gt;200g de ricota picada&lt;br /&gt;50g de coco ralado desidratado&lt;br /&gt;&lt;i&gt;1h 00min 20 porções&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Az1j6M1pRYY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-2781929085908234623?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/2781929085908234623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=2781929085908234623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/2781929085908234623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/2781929085908234623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/ciganos-na-umbanda.html' title='Ciganos na Umbanda'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SAu4hKwWb4c/TfGPIpgEMVI/AAAAAAAAAR8/JUqrCZ6e7Rk/s72-c/3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-5094325944412070969</id><published>2011-06-09T20:23:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T20:23:44.214-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Os Mistérios de Santa Sara</title><content type='html'>Podemos associar o culto dos ciganos à Santa Sara com o nosso jeito de reverenciar Yemanjá. &lt;br /&gt;Santa Sara é escoltada por cavaleiros, chamados Cavaleiros de São Jorge, até dentro da água do mar. E nós umbandistas fazemos o mesmo com nossa amada Yemanjá, em dezembro. Uma das oferendas que costumo fazer para Mamãe Yemanjá, é um Manjar. Pois bem, encontrei outra coincidência, existe o Manjar para Santa Sara!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TfDYV4okmKE/TfGKiQeMZGI/AAAAAAAAAR0/qpRW18zUgcM/s1600/7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="373" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-TfDYV4okmKE/TfGKiQeMZGI/AAAAAAAAAR0/qpRW18zUgcM/s400/7.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Passo para vocês duas receitas, a da FONTE: Os Mistérios de Santa Sara, O retorno da Deusa pelas mãos dos Ciganos Sibyla Rudana = ed. Cristális&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/FfWHDx-ttog" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;O manjar é servido durante a slava de santa Sara, no dia 24 de maio. Mas poderá também fazer esta receita, sempre que desejar atrair a presença de Virgem Sara para sua vida. É uma receita comum de manjar, a maneira de servir e a oferenda pessoal, é que recebem tratamentos diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Receita do Manjar: leite de coco, açúcar, 1 fava de baunilha, amido de milho e coco ralado. Ameixas secas, claras de ovos e limão.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Misture os ingredientes e leve ao fogo brando para cozinhar, até que se faça um mingau consistente. Depois disso, colocar numa forma de pudim, deixar esfriar e levar à geladeira até endurecer totalmente. Quando desenformar, bater algumas claras em neve, acrescentando açúcar, caldo e raspa de limão branco. Cobrir todo o manjar e levar rapidamente ao forno pré-aquecido para dourar. Serve-se em seguida.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Para Oferenda Pessoal: deve acrescentar as claras em neve, cobrir com pétalas de flores brancas e levar ao mar, acendendo velas à Sta. Virgem Sara, Sta. Maria Salomé e Santa Maria Jacobé. O manjar deve ser recheado dos pedidos de graça de cada pessoa presente&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/r3-RK-wfdZI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Agora a minha receita de &lt;b&gt;Manjar de Coco Especial&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes Do Manjar&lt;br /&gt;1 litro de leite&lt;br /&gt;1 lata de leite condensado&lt;br /&gt;100 g de coco ralado&lt;br /&gt;5 colheres bem generosas de amido de milho&lt;br /&gt;2 vidros de leite de coco (200 ml)&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Da Calda&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;400 de ameixas pretas sem caroço&lt;br /&gt;3 xícaras de açúcar&lt;br /&gt;3 cravos da índia&lt;br /&gt;1 pedaço de canela em pau&lt;br /&gt;1/2 litro de água&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Modo de Preparo&lt;br /&gt;Do manjar: Coloque o leite, o leite condensado e o coco ralado em uma panela, misture bem e leve ao fogo até levantar fervura. Acrescente o amido dissolvido em meio copo de água e mexa até engrossar. Junte o leite de coco e deixe ferver por dois minutos mais ou menos. Retire do fogo e despeje em fôrma umedecida. Deixe esfriar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da calda: Coloque o açúcar em uma panela, leve ao fogo para caramelar. Junte a água e o restante dos ingredientes e deixe ferver por quinze minutos. Deixe esfriar.&lt;br /&gt;Desenforme o manjar, cubra com a calda, espalhe as ameixas.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/p4QpVIpZB-Y" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Na culinária cigana são indispensáveis: o cravo, a canela, o louro, o manjericão, o gengibre, os frutos do mar, as frutas cítricas e as frutas secas, o vinho, o mel, as maçãs, as pêras, os damascos, as ameixas e as uvas que fazem parte inclusive dos segredos de uma cozinha deveras afrodisíaca.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pratos Tradicionais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Armiana&lt;/b&gt;: Salada de alface (em rodelas) com champignon; queijo de cabra, cenoura, beterraba (em pedaços) e beringela frita (em tiras). Enfeitas com uvas-passas, raminhos de hortelã e pétalas de flores.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Assados&lt;/i&gt;: Pernil de carneiro (Bakró); Pernil de leitão (Baló); Cabrito frito com arroz e brócolis (ou lentilha ou nozes); e/ou roletes de carne bovina ou frango com pedaços de cebola, pimentão (verde e amarelo) e tomate. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Brynza&lt;/b&gt;: Queijo de cabra (cru ou frito).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Chivuiza&lt;/b&gt;: Destilado à base de trigo (espécie de aguardente).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Civiaco&lt;/b&gt;: Torta salgada ou doce.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Manouche&lt;/b&gt;: feijões vermelhos grandes, pedaços de carne e de ossos de pernil de porco, alhos-porós em pedaços, salsão com as folhas em pedaços, alhos comuns inteiros com casca, cenouras e batatas cortadas em pedaços grandes, sal e pimenta-do-reino (moída na hora) à gosto; arroz branco que deve ser incorporado na última etapa do cozimento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Goulash&lt;/b&gt;: Cozido de arroz, batata, pedaços de carne bovina e páprica ardida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Malay&lt;/b&gt;: Pão de milho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Manrô/Lolako&lt;/b&gt;: Pão redondo de Farinha de Trigo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mamalyga&lt;/b&gt;: Polenta.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Naut&lt;/b&gt;: Grão de Bico com lingüiça.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Paprikach&lt;/b&gt;: Costela defumada (bovina ou suína) e bacon ao molho vermelho de tomate e pimentão com batatas pequenas, cozidas (na casca) e páprica doce.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Papuchá&lt;/b&gt;: Pirão de Milho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sifrite&lt;/b&gt;: Ponche de Frutas com Champagne, Vinho e/ou refrigerante. Enfeitar com pétalas de rosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sarmá&lt;/b&gt;: Arroz com lentilha, carne seca desfiada e nozes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sarmy/Salmava&lt;/b&gt;: Charutos ou Rolinhos feitos em folhas de repolho recheados com lombo ou carna bovina moída, azeitonas, bacon e molho dourado; e/ou em folha de uva com recheio de bacalhau.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/QlaiH1xCKUc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tchaio/Kavi&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Chá Cigano feito com Chá Preto ou Mate com pedaços de frutas (maçã: felicidade; uva fresca: prosperidade; uva passa ou ameixa: progresso; morango: amor; damasco: sensualidade; pêssego: equilíbrio pessoal; limão: energia positiva e purificação da alma). Fazer o chá em água fervente e deixar amornar. Colocar as frutas maceradas, misturar bem, coar e beber.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Varensky: Pastel cozido podendo ser doce (recheado com uva) ou salgado (recheado com batata ou queijo de cabra).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vino: Vinho tinto.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/MEfj040gliQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Chá Cigano&lt;br /&gt;INGREDIENTES:&lt;br /&gt;1 litro de Água &lt;br /&gt;3 cravos-da-Índia&lt;br /&gt;4 saquinhos de Chá Preto&lt;br /&gt;3 pedaços de canela em pau&lt;br /&gt;1 rodela de limão&lt;br /&gt;1 fatia de maçã&lt;br /&gt;1 morango&lt;br /&gt;1 uva&lt;br /&gt;1 damasco&lt;br /&gt;MODO DE FAZER: Ferva a Água, colocando os saquinhos de Chá Preto, o cravo-da-Índia e a canela. Após ferver, apague o fogo e coloque os outros ingredientes. Adoce a gosto e sirva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-5094325944412070969?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/5094325944412070969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=5094325944412070969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5094325944412070969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5094325944412070969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/os-misterios-de-santa-sara.html' title='Os Mistérios de Santa Sara'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-TfDYV4okmKE/TfGKiQeMZGI/AAAAAAAAAR0/qpRW18zUgcM/s72-c/7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-5756257675479416315</id><published>2011-06-09T20:04:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T20:04:57.652-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Comida Cigana para os dias de festas</title><content type='html'>Estas comidas são servidas em dias de festa cigana, não são oferendas para ciganos astrais, espíritos, são comidas que nós ciganos degustamos em nossas festas. Foi retirados de um livro de receitas antigos de meus bisavós que por graças ainda existe.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MaHfzc-hjZc/TfGE3i84FqI/AAAAAAAAARM/t_HM9bbi0t4/s1600/images%2B%25287%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="225" width="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-MaHfzc-hjZc/TfGE3i84FqI/AAAAAAAAARM/t_HM9bbi0t4/s400/images%2B%25287%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Papo-de-anjo cigano&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ingredientes &lt;br /&gt;Meio cálice de vinho do Porto(ou similar) &lt;br /&gt;1 ovo inteiro &lt;br /&gt;Mais 12 gemas &lt;br /&gt;3 xícaras de água &lt;br /&gt;Manteiga para untar as forminhas &lt;br /&gt;800 gramas de açúcar &lt;br /&gt;8 cravos-da-índia &lt;br /&gt;Canela em pau  &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Modo de Preparar&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;Bata o ovo com as 12 gemas muito bem batido. Unte as forminhas de empada, despeje nela o ovo batido e coloque pra assar. Prepare uma calda com o açúcar e a água. deixe essa calda no fogo, em uma panela funda, até dar ponto, enquanto os doces assam. &lt;i&gt;Depois de prontos, retire os papos-de-anjo das forminhas. Coloque na calda o vinho do Porto. mantenha-a fervendo no fogo e vá jogando, um a um, os papos-de-anjo dentro dela, para que cozinhem mais um pouco. Depois de retirar todos os doces da panela, acrescente na calda o cravo-da-índia e a canela em pau, deixando ferver mais um pouco. Coe a calda em uma peneira, leve-a de volta ao fogo e jogue dentro os papos-de-anjo por mais uns 5 minutos. Deixe esfriar e coloque numa compoteira&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-I9SP63U4obA/TfGFLIoPIjI/AAAAAAAAARU/vb5E3wh_l_8/s1600/images%2B%25288%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="266" width="190" src="http://3.bp.blogspot.com/-I9SP63U4obA/TfGFLIoPIjI/AAAAAAAAARU/vb5E3wh_l_8/s400/images%2B%25288%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mãe-Benta Cigana&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ingredientes &lt;br /&gt;200 g de manteiga &lt;br /&gt;200 g de açúcar &lt;br /&gt;5 ovos(gemas e claras separadas)+4 gemas &lt;br /&gt;200 g de farinha de arroz &lt;br /&gt;meio coco ralado(150g) &lt;br /&gt;Açúcar Cristal &lt;br /&gt;Manteiga para untar as forminhas &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Modo de preparar&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Bata a manteiga com o açúcar até ficar um creme liso e bem claro. Junte todas as nove gemas, uma a uma, batendo sempre entre uma e outra gema. A seguir, bata as claras em neve e junta-a a massa.&lt;i&gt;Por último, acrescente a farinha de arroz e o coco ralado(se quiser uma massa mais fina, pode colocar só leite de coco). Misture até formar uma massa homogênea. Coloque em forminhas untadas e asse em forno quente. Quando tirar do forno, peneire por cima açúcar cristal&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9WFBKBQXpOY/TfGFtDYGo6I/AAAAAAAAARc/Ox7s-rQXPbc/s1600/images%2B%25289%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="232" width="217" src="http://2.bp.blogspot.com/-9WFBKBQXpOY/TfGFtDYGo6I/AAAAAAAAARc/Ox7s-rQXPbc/s400/images%2B%25289%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bolo do Sol&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;1 coco&lt;br /&gt;2 copos de água quente &lt;br /&gt;15 espigas de milho verde &lt;br /&gt;1 colher de sopa de maisena &lt;br /&gt;meia xícara de açúcar &lt;br /&gt;1 pitada de sal &lt;br /&gt;1 colher de sopa de manteiga para untar a forma &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Modo de preparar&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;Rale o coco e esprema seu  leite, apertando o coco ralado num pano. Este é o leite de coco puro. Junte ao bagaço um copo de água quente e torne a espremer. Repita mais uma vez do mesmo jeito. E você terá um leite de coco mais ralo. Rale o milho verde e misture com o leite ralo do coco. Junte a maisena, o açúcar e o sal e misture tudo muito bem. &lt;i&gt;Separe em duas partes o leite de coco puro; misture metade dele na massa, junte a manteiga e volte a bater. Despeje a massa em uma forma untada e asse em forno quente. Quando o bolo estiver quase pronto, derrame ou pincele o restante do leite de coco por cima e deixe terminar de assar. Este bolo só pode ser retirado da forma depois de frio. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-u9z7VT5w2UI/TfGGDl2Q8wI/AAAAAAAAARk/1FE7VWaa6Ms/s1600/images%2B%252810%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="237" width="212" src="http://2.bp.blogspot.com/-u9z7VT5w2UI/TfGGDl2Q8wI/AAAAAAAAARk/1FE7VWaa6Ms/s400/images%2B%252810%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bolachinhas Ciganas&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ingredientes &lt;br /&gt;150g de manteiga &lt;br /&gt;1 e meia xícara de açúcar &lt;br /&gt;1 ovo inteiro &lt;br /&gt;Mais 2 gemas &lt;br /&gt;1 e meio copo de leite &lt;br /&gt;2 e meia xícaras de fubá fino passado na peneira &lt;br /&gt;2 xícaras de maisena peneirada &lt;br /&gt;1 pitada de sal &lt;br /&gt;Manteiga para untar as formas &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Modo de preparar&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme liso e esbranquiçado; junte os ovos e as duas gemas e bata mais um pouco. Acrescente o leite, batendo sempre; coloque a maisena, o fubá e o sal e volte a bater para ficar consistente. &lt;i&gt;Faça bolinhas de massa, achate-as com um garfo e arrume-as em tabuleiros untados. Asse em formo quente, até ficar douradas ou coradas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rttp1K-R4No/TfGGW_aa4NI/AAAAAAAAARs/8MNfM9UM0WE/s1600/images%2B%252812%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="259" width="194" src="http://1.bp.blogspot.com/-rttp1K-R4No/TfGGW_aa4NI/AAAAAAAAARs/8MNfM9UM0WE/s400/images%2B%252812%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Salada Cigana&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ingredientes &lt;br /&gt;1 mamão(400g) &lt;br /&gt;1 manga(500g) &lt;br /&gt;4 colheres de sopa de suco de limão &lt;br /&gt;2 colheres de sopa de rum branco &lt;br /&gt;3 colheres de chá de casca de limão ralada &lt;br /&gt;1 colher de café de pimenta-do-reino branca em pó. &lt;br /&gt;50 g  de castanha de caju &lt;br /&gt;200 g de presunto em fatias finas(pode ser cubinhos) &lt;br /&gt;Meia xícara de creme deleite &lt;br /&gt;2 colheres de iogurte natural  &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Modo de Preparar&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;Descasque a manga e corte ao meio, no sentido vertical, retire o caroço e corte a polpa em fatias finas. Faça o mesmo como mamão. Arrume as frutas em circulo, em uma saladeira aberta redonda. Misture o suco de limão com o rum e respingue sobre as frutas. depois misture a casca de limão ralada com a pimenta e polvilhe por cima. &lt;i&gt;Parta as castanhas de caju ao meio na vertical. toste cuidadosamente em uma frigideira sem óleo e jogue por cima. Arrume o presunto picadinho bem no meio de tudo. Misture o creme de leite sem soro com o iogurte e sal a gosto; coloque esta mistura sobre os pedacinhos de presunto&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Ayq32JZ84IA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Planter Punch Cigano&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes &lt;br /&gt;1/2 xícara de suco de laranja &lt;br /&gt;1/2 xícara de suco de maçã &lt;br /&gt;4 colheres de sopa de rum branco &lt;br /&gt;1 colher de xarope de groselha &lt;br /&gt;Pedaços de maçã para enfeitar &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Modo de preparar&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;Misture todos os ingredientes líquidos em um copo de vidro alto(tipo long drink). Enfeite com pedaços de maçã. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/NY4uD6YoK5g" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mojito Cigano&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes &lt;br /&gt;2/3 de xícara de rum escuro &lt;br /&gt;suco de laranja &lt;br /&gt;2 colheres de sopa de hortelã moído picadinho &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Modo de preparar&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;Coloque o rum em um copo de vidro alto, acrescente a hortelã e o suco de laranja. Enfeite com um galhinho inteiro de hortelã. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/oHd6cgKfcDI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ponche Cigano&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes &lt;br /&gt;3 garrafa de suco de uva &lt;br /&gt;1 garrafa de suco de caju &lt;br /&gt;1 garrafa de extrato de groselha &lt;br /&gt;1 vinho tinto de ótima qualidade &lt;br /&gt;1 vinho branco de ótima qualidade &lt;br /&gt;3 champanhe &lt;br /&gt;Frutas picadinhas a seu gosto de escolha. &lt;br /&gt;Modo de preparar &lt;br /&gt;Em uma poncheira ou jarra misture todos os ingredientes e sirva bem gelado. &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Importante: Os vinhos dever ser doces e suaves. Caso queira deixar o ponche mais alcoólico acrescente licor de menta. As quantidades são para 6 pessoas exceto o ponche, é só acrescentar as quantidades de acordo com o numero de pessoas. São iguarias deliciosas, que podem ser servidas em festividades ou para sua família.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/h4Ow-wYq7B0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;A receita, a seguir, é um prato típico cigano.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Charr Tsulhardo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes do cozido:&lt;br /&gt;1 repolho médio;&lt;br /&gt;1/2 quilo de costelinha do porco defumada;&lt;br /&gt;1kg de bisteca do porco;&lt;br /&gt;100 gramas de bacon picado&lt;br /&gt;2 tomates vermelhos;&lt;br /&gt;1/4 de xícara de arroz;&lt;br /&gt;1/4 de copo de vinagre&lt;br /&gt;sal, a gosto;&lt;br /&gt;pimenta do reino e pimenta dedo-de-moça, a gosto.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Modo de fazer: Colocar as carnes para cozinhar, em dois litros de água. Juntar o repolho cortado bem fininho, o arroz, os tomates inteiros, a pimenta do reino e o vinagre. Quando o tomate estiver cozido, tirar num prato, amassar e retomar a panela. Acrescentar a pimenta dedo-de-moça e deixar continuar a fervura&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes do &lt;b&gt;molho Prejala&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;3/4 de xícara do óleo;&lt;br /&gt;1 concha de sopa de farinha de trigo;&lt;br /&gt;2 colheres de colorau (colorífico);&lt;br /&gt;2 folhas de louro.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Modo de fazer: Numa panela do ferro pequena, esquentar o óleo. Colocar a farinha do trigo, mexendo sem parar, até dissolve-la bem. Depois que a farinha estiver dourada, juntar o colorau.&lt;br /&gt;Juntar esse molho à panela do cozido que está fervendo. Deixar ferver por mais 2 minutos e estará pronto. Servir com arroz branco e uma salada. Nota: Essa receita tem a característica de um creme&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-5756257675479416315?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/5756257675479416315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=5756257675479416315' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5756257675479416315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/5756257675479416315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/comida-cigana-para-os-dias-de-festas.html' title='Comida Cigana para os dias de festas'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-MaHfzc-hjZc/TfGE3i84FqI/AAAAAAAAARM/t_HM9bbi0t4/s72-c/images%2B%25287%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-3475871828148687935</id><published>2011-06-09T19:38:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T19:38:54.174-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Bebidas ciganas</title><content type='html'>Filtro do Amor&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-RhZgcwZuJzY/TfGAzyLfiSI/AAAAAAAAARE/BlJkpouohVY/s1600/5.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="376" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-RhZgcwZuJzY/TfGAzyLfiSI/AAAAAAAAARE/BlJkpouohVY/s400/5.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Compre uma garrafa do melhor vinho branco. Logo em seguida, embrulhe a garrafa em tecido vermelho. &lt;b&gt;Deixe-a embrulhada por duas luas cheias&lt;/b&gt;. É importante deixar o pacote exposto à Lua Cheia – que ele pegue as influências da Lua e do sereno... da noite de uma forma geral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passadas as 2 luas, retira-se o pano; ele vai ser o coador da bebida. Pegue, então, dois pêssegos sem casca e sem caroço. Amasse-los e passe a polpa pelo coador, de forma que o sumo caia no vinho branco. Acrescente raspas de limão. Para servir, coloque um morango dentro de cada copo, juntamente com um pedaço (pequeno) de canela em pau. Uma outra dica é acrescentar damasco. &lt;i&gt;Para ser tomado com a pessoa amada&lt;/i&gt;...&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/6X2QknQIles" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Chá cigano&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Este chá é para ser servido quente. Ele é feito em duas etapas. Na primeira, pique de coloque nas xícaras ou copos nos quais o chá será servido, as seguintes frutas frescas: maçã, ameixa, damasco, morango, limão e uva. Ferva chá preto/ mate com cravo-da-índia, canela e casca de maçã. Para servir, o chá é colocado no copo com as frutas frescas.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/EBm-wguo_E0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vinho cigano&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Este vinho pode ser servido tanto quente como frio&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;Quente; Numa panela misture vinho tinto, cravo-da-índia, canela em pau. As frutas em pedaços: maçã, abacaxi, uva, morango, cereja (pode ser ao marasquino). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelado; Os ingredientes são os mesmos, mas tiramos o cravo e a canela. Acrescentamos laranja e folhas de hortelã.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/xAnbpOF2uyY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Champagne cigano&lt;/b&gt;; Essa bebida é um delicioso afrodisíaco. Mistura-se em partes iguais: champagne com cerejas picadas e guaraná – refrigerante. É servido gelado.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/pHw9ILGfItw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Uma música que toca nossa alma, considerada um hino cigano, pela sua essência e alegria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-3475871828148687935?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/3475871828148687935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=3475871828148687935' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/3475871828148687935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/3475871828148687935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/bebidas-ciganas.html' title='Bebidas ciganas'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-RhZgcwZuJzY/TfGAzyLfiSI/AAAAAAAAARE/BlJkpouohVY/s72-c/5.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-704347576183176335</id><published>2011-06-09T19:23:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T19:23:06.599-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Frutas a maneira cigana - Albino Granada</title><content type='html'>Abacate Ativa o racional e a inteligência (devido à sua cor); Eficaz contra a caspa e a queda de cabelos: esfregue a polpa no couro cabeludo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abacaxi Energético e refrescante; Ativa a confiança / auto-confiança.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/vBkQV9bnhJg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Kumpania Romai dança na Festa de Albino Granado - Associação Cultural Ananke e Escola Holística Harmonia-Primavera e Fundação Harmonia, realizada dia 18jul09, no Clube dos Alemães, Sampa, SP.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ameixa Representa o seio feminino: amor materno, poder feminino, doador da vida; Expressa as qualidades maternais; Pratos em ameixa são oferecidos às parturientes; Semente: representa o desapego ao lado material; eficaz contra o reumatismo e controle de vias respiratórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Banana Representação do falo: poder masculino; Usado em simpatias/ feitiços de amor pelos homens; Recuperação de energia masculina; Ativa a firmeza e a energia; Eficaz para tratamento de obesidade, renal e enxaqueca.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/kAgbUBY_smU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Caqui Afrodisíaco para homens; Umidade da polpa da fruta está ligada ao suco vaginal; Eficaz no tratamento de hepatite e tuberculose.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-X5_0HEY7Hc8/TfF8kikS6bI/AAAAAAAAAQk/cINWDGiHzgI/s1600/images%2B%25282%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="278" width="181" src="http://4.bp.blogspot.com/-X5_0HEY7Hc8/TfF8kikS6bI/AAAAAAAAAQk/cINWDGiHzgI/s400/images%2B%25282%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cereja Fruta do amor erótico, da volúpia; Depura o sangue durante a menstruação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coco Atrai paz e saúde (pela cor branca da polpa e verde da casca); Calmante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figo Ligado à elevação espiritual; Amor universal; Transcendência; Eficaz no tratamento de bronquite, escarlatina e problemas de uretra (podendo ser ministrado até para animais).&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/GKt6lXdaBmg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Laranja Ativa o raciocínio; Revigorante; Eficaz no tratamento de sinusite, laringite, faringite e dores de cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Limão Pela sua forma circular e a cor verde, está ligado à saúde; Purificador e neutralizador; Eficaz contra todas as doenças.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9_TYTQdGRkA/TfF80y8PF0I/AAAAAAAAAQs/GTG6usMqYGU/s1600/images%2B%25286%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="259" width="194" src="http://2.bp.blogspot.com/-9_TYTQdGRkA/TfF80y8PF0I/AAAAAAAAAQs/GTG6usMqYGU/s400/images%2B%25286%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mamão Representa o útero; Desperta a sensibilidade masculina; Regulador do intestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morango Representa o coração; Felicidade e amor; Ativa a energia sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maçã Conhecimento espiritual; Sabedoria e intelecto; Calmante; Eficaz no tratamento de anemia, brônquios, insuficiência hepática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maracujá Atua no sistema nervoso; Traz clareza de raciocínio; Trata da insônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melão Símbolo do renascimento; Força física; Deve ser sempre ingerido sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pêra Associada ao útero; Ativa a criatividade; Também relacionada à energia sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uva Fruta: poder da consciência; Chá: fertilidade; Ingerida pela mulher em rituais; Relacionada ao sêmen masculino.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ywTB_SWIT7Q/TfF9EHnW3OI/AAAAAAAAAQ0/VZekt9KEWgg/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="260" width="194" src="http://2.bp.blogspot.com/-ywTB_SWIT7Q/TfF9EHnW3OI/AAAAAAAAAQ0/VZekt9KEWgg/s400/2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Encantamentos ciganos com frutas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Maçã da Prosperidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Espete numa maçã cravos-da-índia. Tem de cobrir todo a superfície da fruta. Enquanto se procede, visualize os seus pedidos de prosperidade, fertilidade e riquezas. Essa maçã tem poder atrativo. Deve-se, porém, retirar a “pimentinha” da cabeça do cravo.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Uma curiosidade sobre a maçã: quando a cortamos para encantamentos/simpatias, o sentido do corte é de extrema importância para o resultado: horizontal, para prosperidade; vertical, para sentimentos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Coco calmante&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O coco verde é usado para acalmar pessoas de temperamento forte. Abre-se uma tampa nele e serve-se a água – não toda – para a pessoa que está agitada ou de humor “complicado”. A água restante fica dentro do coco, no qual colocamos um pedaço de papel com o nome da pessoa e selamos a tampa com cera de vela. O coco deve ser pendurado pela casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Limão Neutralizador&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para neutralizar energias negativas/ desarmônicas, cruza-se dois pregos em um limão e pendura-se na casa. Se o problema for pessoas com energias negativas ou pessoas que precisam ser neutralizadas por quaisquer razões, escreva o nome da pessoa e finque o papel com os pregos dentro do limão e pendure. Esse limão tende a apodrecer muito rápido. Dispense o limão ruim e troque sempre que necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Melão da Riqueza&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Pegue um melão e abra-o, tirando uma tampa. Limpe-o, enterrando as sementes. Dentro da fruta oca (só com a polpa), colocamos um papel com todos os pedidos de prosperidade e riqueza. Junto, colocamos 21 moedas. Para terminar, preencha o resto da fruta com açúcar cristal. Feche a tampa do melão, selando com cera de vela. Num local ligado à Natureza, acenda 6 velas coloridas (não use vela preta!) em forma de um hexagrama, o melão no meio. Quando as velas se consumirem, leve o melão para uma árvore e antes de deixa-lo, coloque um pano verde sob ele. &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Obs: uma questão a se ter atenção é que sempre que preparamos esses encantamentos, devemos respeito à Natureza que nos proporcionou esses frutos e aos próprios. Então, sempre converse com a fruta, explicando para ela que será parte de uma transformação (transformação do mana – liberação de energia) e deixe clara sua gratidão. Outra coisa é em relação com a dispensa das frutas já usadas: sempre as deixe na Natureza: perto de árvores, em rios ou enterre-as. Durante a execução de um encantamento, é sempre recomendável que se morda ou coma um pedaço da fruta (ou frutas) usada e também que a passe embaixo da língua, pois lá se encontra um ponto de energia. Não podemos esquecer que somos parte do mesmo Organismo e devemos respeitá-lo e preservá-lo. Manter o nosso meio em equilíbrio é um grande trabalho mágico!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nUl5awv8OJA/TfF94L5gCRI/AAAAAAAAAQ8/zWTE0wlQE_A/s1600/4.gif" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="334" width="250" src="http://4.bp.blogspot.com/-nUl5awv8OJA/TfF94L5gCRI/AAAAAAAAAQ8/zWTE0wlQE_A/s400/4.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Frutas no altar cigano&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/xWo7imw0J1k" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;As frutas deixadas no altar cigano são de significação impar para as pessoas e a casa per se. Essas frutas alimentam o espírito doméstico. Elas são:&lt;br /&gt;maçã: força feminina = força, sabedoria e amor da casa;&lt;br /&gt;pêra: força masculina = trabalho e saúde da casa;&lt;br /&gt;uvas: prosperidade da casa;&lt;br /&gt;romã: espiritualidade da casa.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;As frutas também podem ser oferendas: sempre aos seus antepassados. Elas são um pedido de riqueza pessoal: fartura, alegria, prosperidade material, saúde e espiritualidade. Sempre que deixar as frutas, acenda alguma forma de fogo, pois ele representa o espírito dos antigos, para os ciganos. &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-704347576183176335?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/704347576183176335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=704347576183176335' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/704347576183176335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/704347576183176335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/frutas-maneira-cigana-albino-granada.html' title='Frutas a maneira cigana - Albino Granada'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/vBkQV9bnhJg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-6224812955486995118</id><published>2011-06-09T19:03:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T19:03:43.840-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Ciganos é um exônimo para roma (Wikipedia)</title><content type='html'>singular: rom; em português, "homem" e designa um conjunto de populações nômades que têm em comum a origem indiana e cuja língua provinha, originalmente, do noroeste do subcontinente indiano. Essas populações constituem minorias étnicas em inúmeros países, entre a Índia e o Atlântico, e são conhecidas por vários exônimos. O endônimo "rom" foi adotado pela União Romani Internacional (em romani: Romano Internacional no Jekhetanipe) e pelas Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1X-caCC1iXI/TfF0yfv5hAI/AAAAAAAAAQU/8KdUjtWs9wA/s1600/1a1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="245" width="202" src="http://2.bp.blogspot.com/-1X-caCC1iXI/TfF0yfv5hAI/AAAAAAAAAQU/8KdUjtWs9wA/s400/1a1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A história do povo cigano ou rom é ainda hoje objeto de controvérsia. Existem várias razões que explicam a obscuridade que envolve a esse assunto. Em primeiro lugar, a cultura cigana é fundamentalmente ágrafa e despreocupada por sua história, de maneira que não foram conservados por escrito sua procedência. Sua história foi estudada sempre pelos não ciganos, com frequência através de um cariz fortemente etnocentrista. Os primeiros movimentos migratórios datam do século X, de sorte que muita informação se perdeu, se é que alguma vez existiu. É importante assinalar também que os primeiros grupos de ciganos chegados a Europa ocidental fantasiavam acerca de suas origens, atribuindo-se uma procedência misteriosa e lendária, em parte como estratégia de proteção frente a uma população em que eram minoria, em parte como posta em cena de seus espetáculos e atividades.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8oD5h2Mp6V4/TfF09LbqSZI/AAAAAAAAAQc/AmLjKmOcylc/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="287" src="http://2.bp.blogspot.com/-8oD5h2Mp6V4/TfF09LbqSZI/AAAAAAAAAQc/AmLjKmOcylc/s400/1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Outro problema que se deve ter em conta é que a inserção (ou não) na comunidade cigana é uma questão disputada. Não existe uma delimitação clara dentro da própria comunidade (nem fora) acerca de quem é cigano e quem não o é. As principais fontes de informação são os testemunhos escritos, as análises lingüísticas e a genética populacional. Na Europa, esses povos, de origem indiana e língua romani, são subdivididos em diversos grupos étnicos:&lt;br /&gt;•Rom ou roma propriamente ditos, presentes na Europa centro-oriental e, a partir do século XIX, também em outros países europeus e nas Américas; &lt;br /&gt;•Sinti, encontrados na Alemanha, bem como em áreas germanófonas da Itália e da França, onde também são chamados manoush; &lt;br /&gt;•Caló, os ciganos da Península Ibérica, embora também presentes em outros países da Europa e na América, incluído o Brasil. &lt;br /&gt;•Romnichals, principalmente presentes no Reino Unido, inclusive colônias britânicas, nos Estados Unidos e na Austrália. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/zsHhD2egpgA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Além de migrarem voluntariamente, esses grupos também foram historicamente submetidos a processos de deportação, subdividindo-se vários clãs, denominados segundo antigas profissões procedência geográfica, que falam línguas ou dialetos diferentes. Em razão da ausência de uma história escrita, a origem e a história inicial dos povos roma foram um mistério por muito tempo. Até meados do século XVIII, teorias da origem dos roma se limitavam a especulações. No final do século, antropólogos culturais levantaram a hipótese da origem indiana dos roma, baseada na evidência linguística - o que foi posteriormente confirmado pelos dados genéticos.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/IEPeCWaM1XY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Em 1777, Johann Christian Cristoph Rüdiger, professor da Universidade de Halle, na Alemanha, em carta ao linguista Hartwig Bacmeister, sugere uma possível ligação entre o romani e as línguas da Índia. Rüdiger baseava suas conjecturas em pistas fornecidas pelo próprio Bacmeister e por seu professor, Christian Büttner, mas também na sua própria pesquisa, realizada com a ajuda de uma falante de romani, Barbara Makelin, e apoiada em gramáticas hindustani. A hipótese teve ampla circulação entre seus colegas acadêmicos. Em 1782, Rüdiger publicou um artigo intitulado "Sobre o idioma indiano e a origem dos ciganos", no qual compara as estruturas gramaticais do romani com as do hindustani. Trabalhos seguintes deram apoio à hipótese de que a língua romani possuía a mesma origem das línguas indo-arianas do norte da Índia. Baseado no dialeto sinti, este é o primeiro esboço gramatical acerca de uma variedade do romani, e é também a primeira comparação sistemática do romani com outra língua indo-ariana. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/niAYiciIwmE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Os roma originaram-se de populações do noroeste do subcontinente indiano, das regiões do Punjab e do Rajastão, obrigadas a emigrar em direção ao ocidente, possivelmente em ondas, entre c. 500 e c. 1000 d.C.. Iniciaram a sua migração para a Europa e África do Norte, pelo planalto iraniano, no século XI, por volta de 1050. A saída da Índia provavelmente ocorreu no contexto das invasões do sultão Mahmud de Ghazni (região do atual Afeganistão). Mahmud fez várias incursões no norte da Índia, capturando os povos que ali viviam. Segundo o antropólogo José Pereira Bastos, professor da Universidade Nova de Lisboa, no inverno de 1019 - 1020, o sultão saqueou a cidade sagrada de Kannauj, que era então "&lt;i&gt;uma das mais antigas e letradas da Índia, capturando milhares de pessoas, e vendendo-as em seguida aos persas&lt;/i&gt;". Estes, por sua vez, venderam os prisioneiros como escravos na Europa. No Leste Europeu, cerca de 2.300 deles foram para a zona dos principados cristãos ortodoxos da Transilvânia e da Moldávia, onde foram convertidos em escravos do príncipe, dos conventos e dos latifundiários. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/h32KHWF3AhI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Por volta do século XI a língua romani apresenta claros traços de línguas indo-arianas modernas.&lt;br /&gt;Já no século XIV, devido à conquista territorial e política de estados indianos, muitas caravanas rom partiram para a Europa, Oriente Médio e Norte da África. É segunda onda migratória, que os roma denominam &lt;i&gt;Aresajipe&lt;/i&gt;. Um primeiro grupo tomou rumo oeste e atingiu a Europa através da Grécia; o segundo partiu para o sul, adentrando o Império Bizantino e chegando à Síria, Egito e Palestina.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/HKrDz9iwm2s" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Na Europa, em razão de clivagens internas e da interação com as várias populações europeias, os roma emergiram como um conjunto de grupos étnicos distintos, dentro de um conjunto maior. Alguns desses grupos foram escravizados nos Bálcãs, no território da atual Romênia, enquanto outros puderam se movimentar, espalhando-se principalmente pela Hungria, Áustria e Boêmia, chegando à Alemanha em 1417. Em 1422 chegam a Bolonha. Em 1428, já havia ciganos na França e na Suíça. Em 1500, surgiram os primeiros ciganos ingleses.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/-mDkNDIAKBc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;A terceira onda migratória deu-se entre o século XIX e início do século XX, da Europa para as Américas, após a abolição da servidão na Europa Oriental, entre 1856 e 1864. Alguns estudiosos apontam ainda a ocorrência de uma outra grande migração, proveniente da Europa Oriental, desde a queda do Muro de Berlim.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/xYp9hyMSjVw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Durante as perseguições do século XV, contra judeus e muçulmanos, começa também a caça aos ciganos. Segundo o antropólogo Bastos, eram considerados vagabundos e delinquentes. Na Alemanha e na Holanda, eram exterminados a tiros por caçadores pagos por cabeça. Na Europa, o propósito de extermínio dos ciganos sempre foi muito claro. Os anos de 1555 e 1780 são particularmente marcados por atos de violência contra os ciganos, em vários países. A falta de uma ligação histórica precisa a uma pátria definida ou a uma origem segura não permitia que fossem reconhecidos como grupo étnico individualizado, ainda que por longo tempo tenham sido qualificados como egípcios. O clima de suspeitas e preconceitos se percebe no florescimento de lendas e provérbios tendendo a pôr os roma sob mau prisma, a ponto de recorrer-se à Bíblia para considerá-los descendentes de Caim, e portanto, malditos. Difundiu-se também a lenda de que eles teriam fabricado os pregos que serviram para crucificar Jesus (ou, segundo outra versão, que eles teriam roubado o quarto prego, tornando assim mais dolorosa a crucificação). Caracterizados pelo nomadismo, o modo de vida dos ciganos e suas condições de subsistência são sempre determinados pelo país em que se encontram: os mais ricos são os ciganos suecos e os mais pobres encontram-se nos Bálcãs e no sul da Espanha. Embora mantendo sua identidade, em alguns aspectos os roma revelam grande capacidade de integração cultural: sempre professam a religião local dominante, da mesma forma que suas danças, músicas, narrativas e provérbios manifestam a assimilação da cultura no meio em que vivem. Sua capacidade de assimilar a música folclórica permitiu que muitas peças fossem salvas do esquecimento, principalmente as do Oeste Europeu. Excluindo as publicações soviéticas sobre o assunto, existem apenas nove livros escritos em romani.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/hbHDeW-BN4I" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Durante a Segunda Guerra Mundial, entre 200 e 500 mil ciganos europeus teriam sido exterminados nos campos de concentração nazistas. Entre os roma, o massacre é denominado de porajmos e começou a ser recuperado pela historiografia apenas a partir dos anos 1970. No dia 2abr2009, o presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pöttering, recebeu um prêmio pelo trabalho desenvolvido pelo Parlamento Europeu na defesa dos direitos da comunidade rom na Europa. O prêmio foi entregue por representantes das principais organizações europeias, em nome da comunidade rom, antes do Dia Internacional dos Roma, que se celebra no dia 8abril. Dos 12 a 15 milhões de roma que vivem na Europa, 10 milhões vivem em Estados-Membros da União Europeia, a maioria dos quais adquiriu a cidadania europeia com o alargamento de 2004 e a adesão da Romênia e da Bulgária em 2007. Em fins de jul2010, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, decidiu, após dois incidentes envolvendo membros franceses da comunidade cigana, promover o retorno em massa dos roma à Romênia e Bulgária, o que suscitou uma grande polêmica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os roma não têm uma religião própria, um deus próprio, sacerdotes ou cultos originais. Parece singular o fato de que um povo não tenha cultivado, no decorrer dos séculos, crenças em uma divindade particular, nem mesmo primitiva, do tipo antropomórfico ou totêmico. O mundo do sobrenatural é constituído pela presença de uma força benéfica, Del ou Devél, e de uma força maléfica, Beng, contrapostas, numa espécie de zoroastrismo, provável resíduo de influências que esta crença teve sobre grupos que, em época remota, atravessaram o Irã. Ademais, as crenças ciganas incluem uma série de entidades, cuja presença se manifesta sobretudo à noite. Mas, em geral, os roma parecem ter-se adaptado, ao longo da história, às confissões vigentes nos países que os hospedaram, embora sua adesão pareça ser exterior e superficial, com maior atenção aos aspectos coreográficos das cerimônias, como as procissões e as peregrinações, próprias de uma religiosidade popular, sobretudo católica. Um sinal de mudança se dá pela difusão do movimento pentecostal, ocorrida a partir dos anos 1950, através da Missão Evangélica Cigana, surgida na França. Em seguida a isso, registram-se todavia profundas lacerações no interior de muitas famílias, devido às radicais mudanças de costume que a adesão a essa religião impõe, dada a natureza fundamentalista do movimento religioso em questão. Tais imposições muitas vezes acabam por induzir os roma a uma recusa de suas peculiaridades culturais.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/pUhlzZ1s3t0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos roma fala algum dialeto do romani, língua muito próxima das modernas línguas indo-europeias do norte da Índia e do Paquistão, tais como o prácrito, o marati e o punjabi. Tanto o sistema fonológico como a morfologia podem ter sua evolução facilmente reconstruída a partir do sânscrito. O sistema numeral também reflete parcialmente o vocabulário sânscrito. Com as migrações, os roma levaram sua língua a várias regiões da Ásia, da Europa e das Américas, modificando-a. De acordo com as influências recebidas, distinguem-se dialetos asiáticos de europeus. Entre as línguas que mais influenciaram nas formas modernas do romani estão o grego, o húngaro e o espanhol.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/P72t4IwZOEw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;Aumentar o sucesso dos ciganos, do povo roma e das crianças nômadas é responsabilidade de todos dentro do sistema de educação, uma importante medida na eficácia das políticas de combate à exclusão escolar e social&lt;/i&gt;." Segundo o relatório de Ofsted de 1999, os alunos ciganos de famílias itinerantes apresentam resultados mais baixos que os de qualquer grupo étnico minoritário e são o grupo de maior risco no sistema de ensino no Reino Unido. O relatório Swann revela diversos fatores que influenciam a formação de crianças ciganas da mesma forma que influenciam outros grupos minoritários étnicos. Entre estes fatores, os que têm maior peso foram identificados como o racismo e discriminação, mitos, estereótipos e a necessidade de uma maior ligação das escolas com os pais das crianças ciganas. No Brasil, Mirian Stanescon foi a primeira cigana a se formar num curso superior. Formou-se em direito na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro, em 1973.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/JQ3hEmXtD1w" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Maiores concentrações rom no mundo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;País População rom (est.) &lt;br /&gt;Albânia 70.000 &lt;br /&gt;Alemanha 110 / 130mil &lt;br /&gt;Argentina 317.000 &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Brasil 678.000 (est. do governo) – 1milhão&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Bósnia 17.000&lt;br /&gt;Bulgária 370.908 (censo) ou 700 / 800mil&lt;br /&gt;Canadá 80.000 &lt;br /&gt;Croácia: 9.463&lt;br /&gt;Espanha 600 / 800mil&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Estados Unidos 1milhão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Finlândia: 10.000 &lt;br /&gt;França 280 / 340mil&lt;br /&gt;Grécia 300 / 350mil &lt;br /&gt;Hungria 189.984 (censo 2001) ou 450 / 600mil &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Índia 2.274.000&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Irã 110.000 &lt;br /&gt;Itália 90 / 110mil &lt;br /&gt;Macedônia 53.879 - 260.000&lt;br /&gt;Montenegro: 2.601 &lt;br /&gt;Polônia: 15 / 50mil&lt;br /&gt;Portugal: 40.000 &lt;br /&gt;Reino Unido :40.000&lt;br /&gt;República Tcheca 11.746 (censo) ou 220,000&lt;br /&gt;Romênia: 535.140 (2002 censo) ou 1,5 / 2milhões &lt;br /&gt;Rússia: 183.000 &lt;br /&gt;Sérvia: 108.193 &lt;br /&gt;Eslováquia: 92.500&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Turquia 5.000.000&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Ucrania: 48.000 &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/k9MjsF90mJA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Os roma não representam, como já se salientou, um povo compacto e homogêneo. Mesmo pertencendo a uma única etnia, existe a hipótese de que a migração desde a Índia tenha sido fracionada no tempo e que, desde a origem, eles fossem divididos em grupos e subgrupos, falando dialetos diferentes, ainda que afins entre si. O acréscimo de componentes léxicos e sintáticos das línguas faladas nos países que atravessaram no decorrer dos séculos acentuou fortemente tal diversificação, a tal ponto que podem ser tranquilamente definidos como dois grupos separados, que reúnem subgrupos muitas vezes em evidente contraste social entre si. As diferenças de vida, a forte vocação ao nomadismo de alguns, contra a tendência à sedentarização de outros pode gerar uma série de contrastes que não se limitam a uma simples incapacidade de conviver pacificamente.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/wTl3UWw3kXs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Em linhas gerais poder-se-ia afirmar que os sintos são menos conservadores e tendem a esquecer com maior rapidez a cultura ancestral. Talvez este fato não seja recente, mas de qualquer modo é atribuído às condições socioculturais nas quais por longo tempo viveram. Em comunicação apresentada durante o encontro Ciganos no século XXI, realizado em Lisboa, em set2010, o espanhol Santiago González Avión, diretor da Fundação Secretariado Cigano, na Galiza, apontou as divisões entre as próprias comunidades ciganas. "&lt;b&gt;Entre os ciganos de nacionalidade espanhola, a fragmentação é forte. Galegos e castelhanos dividem-se. E há discriminação também entre os ciganos transmontamos, de nacionalidade portuguesa, e os espanhóis&lt;/b&gt;", apontou González. O documento também denuncia a situação de pobreza e exclusão social destes grupos.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/yf5nozc61rE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos roma de imigração mais recente, nota-se, ao invés, uma maior tendência à conservação das tradições, da língua e dos costumes próprios dos diversos subgrupos. Sua origem, de países essencialmente agrícolas do leste europeu, favoreceu certamente a conservação de modos de vida tradicionais. Antigamente era muito respeitado o período da gravidez e o tempo sucessivo ao nascimento do herdeiro; havia o conceito da impureza ligada ao nascimento, com várias proibições para a parturiente. O aleitamento ainda dura muito tempo, às vezes se prolongando por alguns anos. No casamento, tende-se a escolher o cônjuge dentro do próprio grupo ou subgrupo, com notáveis vantagens econômicas. É possível a um rom casar-se com uma gadjí, isto é, uma mulher não-rom, a qual deverá porém submeter-se às regras e às tradições rom. Vige naturalmente o dote.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/SV9-_zOIgxs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;No grupo dos sintos, geralmente o casamento é precedido pela fuga do casal. Aos filhos é dada uma grande liberdade, mesmo porque logo deverão contribuir com o sustento da família e com o cuidado dos menores. No que se refere à morte e aos ritos a ela conexos, o luto pelo desaparecimento de um companheiro dura em geral muito tempo. Entre os sintos parece prevalecer o costume de se queimar a kampína (o trailer) e os objetos pertencentes ao morto. Entre os ritos fúnebres praticados pelos roma está a pomána, banquete fúnebre no qual se celebra o aniversário da morte de uma pessoa. A abundância de alimento e bebidas exprime o desejo de paz e felicidade para o defunto.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/yObIYDOv1Qc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Além da família extensa, entre os roma encontramos a kumpánia, ou seja, o conjunto de várias famílias (não necessariamente unidas entre si por laços de parentesco) mas todas pertencentes ao mesmo grupo, ao mesmo subgrupo ou a subgrupos afins. &lt;i&gt;O nômade é por sua própria natureza individualista e mal suporta a presença de um chefe&lt;/i&gt;: se tal figura não existe entre os roma, é entretanto devido o respeito para com os mais velhos, que sempre são solicitados a dirimir eventuais controvérsias. Entre os roma, a máxima autoridade judiciária é constituída pelo krisnitóri, isto é, por aquele que preside a kris. A kris é um verdadeiro tribunal rom, constituído pelos membros mais velhos do grupo, que se reúne em casos especiais, para resolver problemas delicados, envolvendo controvérsias matrimoniais ou ações que resultem em danos a membros do grupo. Na kris podem participar também as mulheres, que são admitidas para falar. A decisão cabe aos anciãos designados, presididos pelo krisnitóri. Ouvidas as partes litigantes, é punida a parte culpada. Em tempos recentes a controvérsia se resolve, em geral, com o pagamento de uma soma proporcional ao tamanho da culpa. No passado, se a culpa era particularmente grave, a punição podia consistir no afastamento do grupo ou, às vezes, em castigos corporais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciganos famosos&lt;br /&gt;•Mircea Lacatus, escultor cigano, formado pela Universidade Nacional de Arte, em Bucareste, Roménia. &lt;br /&gt;•Ceija Stojka, escritora austríaca, foi a primeira escritora de etnia cigana a escrever um livro sobre o Holocausto. &lt;br /&gt;•Juana Martin Manzano, designer de moda espanhola, ganhou vários prémios no mundo da moda. &lt;br /&gt;•George Bramwell, jornalista da BBC, escritor de livros de história natural. &lt;br /&gt;•Jarmila Balazova, jornalista e editora checa de etnia cigana. &lt;br /&gt;•Alija Krasnici, escritor da ex-Iugoslávia. &lt;br /&gt;•Ricardo Quaresma, futebolista português. &lt;br /&gt;•Zlatan Ibrahimovic, futebolista sueco. &lt;br /&gt;•Eugene Hütz, cantor e ator ucraniano.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/9y2xFcSk8mc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;São várias as pessoas de etnia cigana que, em diversas partes do mundo, destacaram-se em áreas tão diversas como literatura, escultura, música, desporto ou ciências. Outras pessoas como o ator Michael Caine, Sofia Kovalevskaya ou o prêmio Nobel Schack August Steenberg Krogh têm antepassados ciganos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-6224812955486995118?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/6224812955486995118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=6224812955486995118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/6224812955486995118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/6224812955486995118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/ciganos-e-um-exonimo-para-roma.html' title='Ciganos é um exônimo para roma (Wikipedia)'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-1X-caCC1iXI/TfF0yfv5hAI/AAAAAAAAAQU/8KdUjtWs9wA/s72-c/1a1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-4254079751666826441</id><published>2011-06-09T12:28:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T12:28:23.067-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Cigana, Uma Linda Princesa - Luis Alberto Pimenta</title><content type='html'>Esta Página Conterá uma Linda História, Onde Vocês Saberão quem É a Verdadeira Cigana. Espero que Entendam esta História e que Possam Sentir o Quanto é Maravilhoso Ter um Espírito de Luz e Deus ao Nosso Lado! &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-px59WI314dI/TfEQ4iN2aMI/AAAAAAAAAQM/CgfFfoO3-r8/s1600/8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="292" src="http://4.bp.blogspot.com/-px59WI314dI/TfEQ4iN2aMI/AAAAAAAAAQM/CgfFfoO3-r8/s400/8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os ciganos são misteriosos, são como uma porta aberta para o além do que podemos ver com nossos olhos físicos. Talvez pelo fato de serem movidos pela eterna busca da liberdade. Movidos por esta busca que é renovada a cada respiro, a cada sopro de vida, e assim, desta forma os ciganos caminham pelas estradas buscando um rumo certo: a "busca da eterna liberdade do viver". Porque os ciganos são e vão.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Há muito tempo, em uma comunidade cigana haviam um Rei e uma Rainha, onde a riqueza de seus corações eram maiores que a riqueza material. Amaram-se como nunca houve igual e com tal amor Deus mandou uma criança. Os ciganos preferem filhos homens para continuarem seus nomes, mas Deus resolveu mandar uma "Fada", uma linda menina que encantou desde o primeiro momento. Uma "Princesa Cigana".&lt;br /&gt;Ciganinha, a quem todos os segredos e mistérios de como "descobrir os caminhos da verdade" foi transmitido por sua mãe. A Rainha Cigana, ensinou previsões, leitura das linhas das mãos, leitura das cartas e a forma mais correta de usar o amor que é o maior dom de Deus. Entre os ciganos estes ensinamentos são processos naturais e intuitivos que é passado de mãe para filha. Mas com esta ciganinha foi especial. A seu pai competiu ensinar a "verdadeira maneira do viver". &lt;br /&gt;O Rei Cigano ensinou que viver é fazer o presente de futuro, de forma que, tudo que se faz no presente haverá recompensa ou não para o futuro. Sentados em um tronco de árvore, próximo de sua tenda, o Rei Cigano disse-lhe: &lt;br /&gt;- Minha Princesinha, lembre-se, o futuro é espelho do presente. Temos rumos traçados que nunca poderão ser mudados, mas podemos alterá-los, diante do livre arbítrio dado por Deus, única força cósmica e universal, afagou seus cabelos negros e continuou... &lt;br /&gt;- Filha, somos um povo diferente, aprenda usar esta diferença e tenha sempre amor em tua alma e em teu coração. Olhai sempre para frente e nunca para trás, porque o passado não move nada. Aprenda a buscar em ti a tua melhor parte, tua parte guerreira porque na hora certa tu saberás fazer a justiça. Mas filha, tua justiça será julgada por Deus, então cuidado ao julgamento da justiça, pois sem Ele não somos nada.&lt;br /&gt;E assim ciganinha foi aprendendo, mas se nada fosse ensinado tudo ela saberia, pois Deus a fez abençoada. Um dia durante ao cair da noite, Anjos e Estrelas, enviados por Deus, desceram do céu para buscar a "Princesa Cigana" e a levaram em seus braços. Muitos ciganos choraram. Mas assim estava escrito pela mão de Deus no destino de ciganinha. Sua partida do acampamento teve o perfume das flores e o sabor das frutas. Houve paz no coração de cada cigano, todas as flores em botões se abriram e aos pés de cada cigano caiu uma estrela. E este foi o sinal de Deus para mostrar que "Princesa Cigana" estaria sempre viva.&lt;br /&gt;Hoje, "Princesa Cigana" uma Alma de Luz, caminha por todas as estradas e está em todos os cantos desse mundo seguindo apenas uma religião: a que resume Deus, Amor, Respeito e Liberdade. É livre como um pássaro, que bate asas e voa para onde bem quer, livre como uma folha que o vento leva. Caminha sob o sol, a chuva, a lua e as estrelas com um jeito tão faceiro de menina-moça e ao mesmo tempo com a beleza de uma linda e sensual mulher. Formosa com suas vestes. Sua saia possui rosas e flores bordadas com fios de prata e ouro, digna da "Princesa Cigana" que é. Formosa com suas jóias: pulseiras, anéis, colares e brincos de ouro de prata. Andar formoso e firme marcado pelo seu tamanco de ouro. Seu negro e longo cabelo é penteado pelo vento e limpo pela chuva tornando-o tão brilhante e belo quanto ao céu estrelado. "Princesa Cigana" vive sempre em festa, adora música e dançar. Quando dança em volta da fogueira ao som da música cigana, move suas mãos e seu corpo de maneira misteriosa, simples e sensual hipnotizando e transmitindo emoções aos olhos e o coração de quem Ela deseja, mas somente de quem Ela deseja. Roda suas setes saias a volta da fogueira que ilumina parte de suas pernas mostrando um pouco de seu mistério carnal. Enquanto dança seus cabelos longos seguem seu ritmo, seu sorriso largo mostra o quanto é feliz, pois a vida para ela é uma festa! &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/dHV58S5WBOg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;E sendo a vida uma festa, ela adora brincar. Brinca com o coração de quem ela deseja de maneira bonita. "Princesa Cigana" marca sua presença, fica por um tempo e depois vai embora ao seu destino: as estradas, para buscar sua eterna liberdade. "Princesa Cigana", que anda e cavalga pelas estradas sem fim com o vento em seu rosto e em seus cabelos, possui uma morada. Mora em uma choupana confortável como um afago, como o abraço do verdadeiro amor. Prata, ouro e pedras preciosas lá tem, mas a mais valiosa e preciosa de todas as pedras é Ela mesma. Aprecia a vida de uma forma que muitos não sabem fazer, crê que o melhor momento é aquele que se está vivendo e faz de tudo para vivê-lo. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/ckUvg4GDGp0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Segue quem a segue pelas estradas acolhendo-os em seu coração, e, infelizmente aqueles que não conseguem segui-la talvez por medo, insegurança ou descrença, Ela, a eles responde apenas com sorriso deixando-os para trás porque o importante é ir em frente com força e fé naquilo que Deus e ela proverão. Pois quem nela não crê, não é nada para ela, não existe. É apenas mais um ser nessa terra fria e que nunca terá o prazer de encontrar a felicidade através dela. Mas felizes aqueles que conseguem vê-la, senti-la e principalmente amá-la. Com eles estará sempre presente trazendo paz, força, dignidade e felicidade. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/0b3JngupJ5I" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;"Princesa Cigana", não dá explicação nem aceita interrogação porque aqueles com quem ela anda nunca poderão duvidar de sua proteção, de seu amparo e de seu amor. Nunca! &lt;br /&gt;Ela sabe que as estradas possuem pedras, as rosas possuem espinhos, a vida é uma luta, mas todos com quem ela caminha nunca se machucarão de todo; poderão tropeçar e cair, poderão ferir no espinho de uma rosa ou até mesmo perder uma batalha, mas nunca uma guerra! &lt;br /&gt;Ela estará lá para amparar um tombo, curar um ferida e dar força para continuar a guerra. Basta amar e crer, pois assim como Deus prova seus filhos ela também prova os seus para saber se realmente são merecedores do seu amor, do seu amparo e da sua proteção. Pois quem com ela anda nunca estará só. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/z-lILpYys2w" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;"Princesa Cigana", Alma de Luz, de Força e de Amor que vive nessa terra fria, que anda pela estradas, cachoeiras, pela beira do mar sagrado, que possui força, beleza e amor. Tu és o tudo, para quem te ama, és o nada para quem não te ama, pois teu lema é ir em frente, seguir cada estrada, cada caminho, e nunca olhar para trás, pois o que passou, passou. O melhor sempre há de vir, trazido por Ela e por Deus a quem neles acreditam.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/auhwrkIwpEM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Senhor Meu Deus, Obrigado Pela Minha Mente, Pelo Meu Corpo E Pela Minha Alma, Obrigada Por Ter Permitido Que " Ciganinha " Cruzasse O Meu Caminho. Permita Senhor, Que Eu Na Minha Ignorância, Nunca Faça Nada Que A Desagrade. Faça-me Senhor Merecedora Dela E De Ti. Cigana, Quem De Ti Precisar, Que Você Possa Sempre Estar Fazendo Tudo Que Você Pode Fazer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-4254079751666826441?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/4254079751666826441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=4254079751666826441' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/4254079751666826441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/4254079751666826441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/cigana-uma-linda-princesa-luis-alberto.html' title='Cigana, Uma Linda Princesa - Luis Alberto Pimenta'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-px59WI314dI/TfEQ4iN2aMI/AAAAAAAAAQM/CgfFfoO3-r8/s72-c/8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-4183127597842768871</id><published>2011-06-09T11:25:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T11:25:23.481-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Os ciganos e a Atlântida - Luis Alberto Pimenta</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ugK3jgSd_bE/TfEOemK4qeI/AAAAAAAAAP0/qDU-Uh2-rV0/s1600/images%2B%25285%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="259" width="194" src="http://2.bp.blogspot.com/-ugK3jgSd_bE/TfEOemK4qeI/AAAAAAAAAP0/qDU-Uh2-rV0/s400/images%2B%25285%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Embora tenham passado por quase todas as partes do mundo (afinal são considerados o Povo da Estrada), não se sabe, ao certo, sobre uma passagem efetiva dos Ciganos pela Atlântida, mas há uma relação sim, mesmo que indireta. Alguns Sábios do Antigo Continente, prevendo que a tragédia estava próxima, partiram em busca de novas terra, onde pudessem transmitir seus ensinamentos. E muitos foram para o Egito, passando aos Sacerdotes de lá toda a bagagem mística acumulada no Continente Perdido. Por sua vez, os Sacerdotes Egípcios, sempre cuidadosos com os ensinamentos secretos daquele povo, trataram de ensinar esses mistérios somente aos seus discípulos, receosos de que caíssem em mãos inescrupulosas, tendo assim usos errados. Para reforçar essa providência, gravaram esses ensinamentos em lâminas de metal, estando, assim criado o Tarot. De passagem pelo Egito, os Ciganos tiveram contato com essas lâminas, porém, como precisavam de um oráculo mais adaptado ao seu cotidiano nas estradas, ou seja, um oráculo capaz de fazê-los entender o passado, presente e futuro, criaram assim o Tarot Iniciático ou Cigano, repleto de símbolos ligados à magia do Povo do Oriente, linha espiritual que os guia e protege. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wDk6cmtDPUY/TfEOxk6WjkI/AAAAAAAAAP8/ADwolqAc0n8/s1600/Taro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="223" src="http://4.bp.blogspot.com/-wDk6cmtDPUY/TfEOxk6WjkI/AAAAAAAAAP8/ADwolqAc0n8/s400/Taro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O PUNHAL NOS RITUAIS CIGANOS: Acredita-se que os punhais tenham o poder de eliminar de forma efetiva tudo aquilo que precisa ser eliminado ou cortado (negatividades, feitiços), tendo , também, um papel purificador, além de simbolizar a força e o poder. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-k2NTVMW0xFI/TfEO8ifKIYI/AAAAAAAAAQE/xqcU7SvXC-Y/s1600/images%2B%25284%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="235" width="215" src="http://4.bp.blogspot.com/-k2NTVMW0xFI/TfEO8ifKIYI/AAAAAAAAAQE/xqcU7SvXC-Y/s400/images%2B%25284%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;CIGANA THAÍS, A CIGANA DAS FLORES: A Cigana Thaís é morena, cabelos castanho-escuro, olhos pretos e de um temperamento muito meigo, até mesmo no ato de falar. Costuma-se dizer que Thaís é a Cigana das flores, e tanto é que todas as suas magias são feitas com pétalas de flores das mais variadas cores. Seu traje é saia estampada de flores bem coloridas, blusa azul, lenço amarelo e como enfeite, na cabeça, usa uma tiara com flores de variadas cores. As pessoas que "carregam" a Cigana Thaís ou tem por ela afeição , devem ter sua casa, trabalho ou local de incorporação enfeitados com flores bem coloridas. O mistério dessa Cigana está exatamente nas flores e nas essências. Normalmente essa Cigana só incorpora na Lua Cheia e Crescente e quando está "em terra", costuma trabalhar com um girassol na mão esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS BANHOS DE PURIFICAÇÃO DENTRO DA MAGIA CIGANA: Os chamados "banhos de purificação" são banhos feitos na Lua Cheia, é que de preferência se usa uma garrafa de água mineral sem gás para fazê-lo. Para quem é de Áries, por exemplo deve colocar nessa água 7 gotas de essência de Madeira do Oriente, ligada nesse caso a Áries. Escolha o melhor dia e jogue essa água do pescoço para baixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENERGIZANDO A CASA COM A AJUDA DOS ESPÍRITOS CIGANOS: Às vezes nossa casa tem até uma boa energia, só que está negativamente carregada por circunstâncias momentâneas, portanto, vamos falar em termos de limpeza. Para quem é do Signo de Virgem, por exemplo, deve fazer um braseiro com canela em pó, folha-de-louro e açúcar cristal e passe por toda a casa, começando de dentro para fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTIDADE CIGANA, COMO TRATAR?&lt;br /&gt;Infelizmente ainda persiste um modismo com relação aos Ciganos e que foi despertado por uma novela global... a verdade é que se proliferou uma onda de "ciganólogos", abrindo Espaços para ajudar as pessoas a descobrir e a tratar de suas Entidades Ciganas (quero aqui abrir exceção para pessoas sérias e que realizam trabalhos igualmente sérios na área).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando o ensejo do tema, quero lembrar que as Entidades Ciganas estão ligadas à Tradição Espiritual da Umbanda, especificamente à Linha do Povo do Oriente, portanto, é muito perigoso pessoas sem o mínimo de conhecimento da Umbanda, "cuidar" do desenvolvimento da Cigana ou Cigano de alguém, despertando, muitas vezes, uma mediunidade precoce e que, em alguns casos, nem era para ser despertada, causando, com isso, desajustes psíquicos na pessoa ou, quando não, obsessões, por ligarem-se à Espíritos levianos e zombeteiros.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/YLLqTu1JiA0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Mas, quanto à pergunta de como tratar, é necessário se saber qual a Entidade que se tem, e como ela gosta de ser tratada, porém, de um modo geral, Ciganos são tratados às quartas-feiras, de preferência em uma Lua Crescente ou Cheia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de bebida, Ciganas gostam de vinho branco fino e Ciganos de vinho seco, também fino (nunca vinho vermelho, que lembrem sangue). Quanto à frutas, de preferência as de cascas lisas e não cítricas. &lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/wgSQN0j1WL4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;No oferecimento podem entrar, ainda, fitas coloridas, velas também coloridas, ou somente uma vela azul, em intenção de Santa Sarah. Quanto ao local, depende da Entidade, e que poderá ser num descampado, praia ou qualquer outro lugar determinado pela Entidade.&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/w1yTEzICvHw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-4183127597842768871?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/4183127597842768871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=4183127597842768871' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/4183127597842768871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/4183127597842768871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/os-ciganos-e-atlantida-luis-alberto.html' title='Os ciganos e a Atlântida - Luis Alberto Pimenta'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ugK3jgSd_bE/TfEOemK4qeI/AAAAAAAAAP0/qDU-Uh2-rV0/s72-c/images%2B%25285%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-52443721198555787</id><published>2011-06-09T11:14:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T11:14:00.100-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Cigana'/><title type='text'>Caminante no hay  camino</title><content type='html'>Antonio Cipriano José María y Francisco de Santa Ana Machado Ruiz, conhecido como Antonio Machado, nasce em Sevilha, 26jul1875†Collioure, França, 22fev1939, poeta espanhol, pertencente ao Modernismo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-l58u5aXbjFk/TfEKiiFmMwI/AAAAAAAAAPs/PP06qKuvrws/s1600/3.gif" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="241" width="299" src="http://4.bp.blogspot.com/-l58u5aXbjFk/TfEKiiFmMwI/AAAAAAAAAPs/PP06qKuvrws/s400/3.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todo pasa y todo queda, pero lo nuestro es pasar, pasar haciendo caminos, caminos sobre el mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca persequí la gloria, ni dejar en la memoria, de los hombres mi canción; yo amo los mundos sutiles, ingrávidos y gentiles, como pompas de jabón.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me gusta verlos pintarse de sol y grana, volar bajo el cielo azul, temblar súbitamente y quebrarse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca perseguí la gloria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminante, son tus huellas el camino y nada más; caminante, no hay camino, se hace camino al andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al andar se hace camino y al volver la vista atrás se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminante no hay camino sino estelas en la mar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hace algún tiempo en ese lugar donde hoy los bosques se visten de espinos se oyó la voz de un poeta gritar "Caminante no hay camino, se hace camino al andar..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Golpe a golpe, verso a verso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Murió el poeta lejos del hogar.&lt;br /&gt;Le cubre el polvo de un país vecino.&lt;br /&gt;Al alejarse le vieron llorar.&lt;br /&gt;"Caminante no hay camino, se hace camino al andar..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Golpe a golpe, verso a verso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando el jilguero no puede cantar.&lt;br /&gt;Cuando el poeta es un peregrino, cuando de nada nos sirve rezar.&lt;br /&gt;"Caminante no hay camino, se hace camino al andar..."&lt;br /&gt;Caminante no hay camino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo acontece e tudo continua a ser,&lt;br /&gt;Mas nosso negócio é passar,gastar em estradas, estradas para o mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca busca de glória, ou saem da memória dos homens minha canção;&lt;br /&gt;Eu amo os mundos sutis, peso e gentios como bolhas de sabão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto de ver pintura sol e vermelho, voam sob o céu azul, balançando de repente e quebrado ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca exerceu glória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajante, suas pegadas o caminho e nada mais; andarilho, não há caminho, faz-se caminhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao percorrer o caminho e olhando para trás o caminho nunca é andou novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminante no hay camino&lt;br /&gt;Só acorda no mar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo neste lugar onde as florestas estão vestidos de espinhos veio a voz de um grito de poeta "Caminante no hay camino, faz-se caminhando... "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batimento a batimento, verso a verso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta morreu longe de casa.&lt;br /&gt;Coberto pela poeira de um país vizinho.&lt;br /&gt;Quando o viram chorar.&lt;br /&gt;"Caminante no hay camino, faz-se caminhando..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batimento a batimento, verso a verso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o pintassilgo não pode cantar.&lt;br /&gt;Quando o poeta é um peregrino quando ela nos serve não é bom para orar.&lt;br /&gt;"Caminante no hay camino, faz-se caminhando..."&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/QBdCLizaSiw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/2DA3pRht2MA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/eqXF-GoHmZ8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/jSDV-nm5BuQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-52443721198555787?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/52443721198555787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=52443721198555787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/52443721198555787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/52443721198555787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/06/caminante-no-hay-camino.html' title='Caminante no hay  camino'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-l58u5aXbjFk/TfEKiiFmMwI/AAAAAAAAAPs/PP06qKuvrws/s72-c/3.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-3352093200419426429</id><published>2011-05-03T21:46:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T21:46:26.276-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Urântia'/><title type='text'>O Batismo e os Quarenta Dias</title><content type='html'>Documento 136&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LMN_1nuflBw/TcDaBQrEgrI/AAAAAAAAAPg/drymwi5goGI/s1600/JesusCristoReiDoUniverso.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="387" src="http://4.bp.blogspot.com/-LMN_1nuflBw/TcDaBQrEgrI/AAAAAAAAAPg/drymwi5goGI/s400/JesusCristoReiDoUniverso.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(1509.1) 136:0.1 JESUS começou o seu trabalho público em um momento de interesse popular pela pregação de João e em uma época em que o povo judeu da Palestina aguardava ansiosamente o aparecimento de um Messias. Havia um grande contraste entre João e Jesus. João era um operário franco e ardente; e Jesus era um trabalhador calmo e feliz, umas poucas vezes apenas, em toda a sua vida, ele apressou-se. Jesus era um consolo e um conforto para o mundo e, de um certo modo, um exemplo; João não seria nunca nem um conforto, nem um exemplo. Ele pregava o Reino do céu, mas não participava da felicidade do mesmo. Se bem que Jesus falasse de João como o maior dos profetas da velha ordem, ele também dizia que o menor entre aqueles que vissem a grande luz do novo caminho e que por ela entrassem no Reino do céu seria, de fato, maior do que João.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1509.2) 136:0.2 Quando João pregava o Reino que viria, o conteúdo da sua mensagem era: Arrependei-vos, fugi da ira que virá! Quando Jesus começou a pregar, a exortação ao arrependimento permaneceu, mas essa mensagem era sempre seguida por uma palavra divina sobre a boa-nova da alegria e da liberdade do novo Reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;b&gt; Os Conceitos do Messias Esperado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1509.3) 136:1.1 Os judeus nutriam muitas idéias sobre o libertador esperado, e cada uma dessas diferentes escolas de ensinamentos messiânicos era capaz de apontar passagens nas escrituras dos hebreus que comprovavam o seu conteúdo. De um modo geral, os judeus consideravam a própria história nacional como se iniciando com Abraão e culminando com o Messias e a nova idade do Reino de Deus. Em tempos anteriores, eles haviam concebido esse libertador como “o servo do Senhor”, depois como “o Filho do Homem”; ao passo que, mais recentemente, alguns iam mesmo mais longe, a ponto de referirem-se ao Messias como o “Filho de Deus”. Não importava, contudo, que fosse chamado “a semente de Abraão” ou “o filho de Davi”, todos concordavam que o Messias devia ser o “ungido”. Assim, o conceito evoluía de “servo do Senhor” até “filho de Davi”, e de “Filho do Homem” até “Filho de Deus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1509.4) 136:1.2 Nos dias de João e de Jesus, os judeus mais instruídos haviam desenvolvido, para o Messias que viria, a imagem do israelita perfeccionado e representativo; e nele combinavam, ao mesmo tempo, a idéia de “servo do Senhor” e a função tríplice de profeta, sacerdote e rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1509.5) 136:1.3 Os judeus acreditavam com devoção que, assim como Moisés havia libertado os seus pais da servidão egípcia, mediante feitos prodigiosos e miraculosos, o Messias que estava por vir libertaria o povo judeu do domínio romano, com milagres ainda maiores, e pelo poder e maravilhas, em um triunfo racial. Os rabinos tinham reunido quase quinhentas passagens das escrituras que, não obstante as suas aparentes contradições, afirmavam profeticamente a vinda do Messias. Em meio a todos esses detalhes de tempo, técnica e função, eles deixaram perder-se da sua vista, quase completamente, a personalidade do Messias prometido. Eles estavam em busca da restauração da glória nacional judaica — a exaltação temporal de Israel — mais do que da salvação do mundo. Torna- se evidente, pois, que Jesus de Nazaré jamais poderia satisfazer a esse conceito materialista de Messias, criado pela mente judaica. Muitas das famosas predições messiânicas dos judeus, caso tivessem visto essas sentenças proféticas sob uma luz diferente, teriam muito naturalmente preparado as suas mentes para o reconhecimento de Jesus como sendo aquele que colocaria fim a uma idade e que inauguraria uma nova e melhor dispensação, de misericórdia e de salvação, para todas as nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1510.1) 136:1.4 Os judeus haviam sido criados na crença da doutrina de Shekinah. Esse suposto símbolo da Presença Divina, todavia, não era visto no templo. Eles acreditavam que a vinda do Messias efetivaria a restauração dele. E mantinham idéias confusas sobre o pecado da raça e a suposta natureza má do homem. Alguns ensinavam que o pecado de Adão havia amaldiçoado a raça humana e que o Messias iria retirar essa maldição e devolveria o homem ao favorecimento divino. Outros ensinavam que Deus, ao criar o homem, havia colocado no seu ser tanto a natureza do bem como a do mal; e que, quando observou o que adveio disso, Ele ficou muito desapontado, e que “Ele se arrependera, portanto, de haver feito o homem”. E aqueles que ensinavam isso acreditavam que o Messias estava para vir a fim de redimir o homem da sua natureza inerentemente má.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1510.2) 136:1.5 A maioria dos judeus acreditava que eles estavam enfraquecendo-se sob o domínio romano, por causa dos seus pecados nacionais e da tepidez dos prosélitos gentios. A nação judaica não se sentia arrependida no seu coração e, por isso, o Messias retardava a sua vinda. Havia muita conversa sobre o arrependimento; e daí o apelo poderoso e imediato da pregação de João: “Arrependei-vos e sede batizados, pois o Reino do céu está ao alcance da mão”. E, para qualquer judeu devoto, o Reino do céu podia significar uma coisa apenas: a vinda do Messias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1510.3) 136:1.6 Havia um aspecto da auto-outorga de Michael que era totalmente estranho à concepção judaica do Messias, que era o da união das duas naturezas: a humana e a divina. Os judeus, de várias maneiras, haviam concebido o Messias como um humano perfeccionado, como um super-homem e mesmo como um ser divino; mas eles nunca alimentaram o conceito da união do humano e do divino. E esse foi um grande bloqueio no qual tropeçaram os primeiros discípulos de Jesus. Eles compreenderam o conceito humano do Messias como sendo o filho de Davi, do modo como foi introduzido pelos profetas anteriores; e como o Filho do Homem, na idéia super-humana de Daniel e de alguns dos profetas mais recentes; e mesmo como o Filho de Deus, como descrito pelo autor do Livro de Enoch e por alguns dos seus contemporâneos, mas nunca eles haviam, por um só momento, alimentado o conceito verdadeiro da união, em uma personalidade terrena, das duas naturezas, a humana e a divina. A encarnação do Criador, na forma da criatura, não tinha sido revelada de antemão. Estava sendo revelada apenas em Jesus; o mundo nada sabia dessas coisas, até que o Filho Criador foi feito carne e habitou entre os mortais deste reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;b&gt;O Batismo de Jesus&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1510.4) 136:2.1 Jesus foi batizado no apogeu das pregações de João, quando a Palestina estava inflamada pela esperança da sua mensagem — “o Reino de Deus está à mão” — , quando todo o mundo judeu empenhava-se em um exame de consciência sério e solene. O sentido judaico de solidariedade racial era muito profundo. Os judeus não apenas acreditavam que os pecados de um pai poderiam afligir os seus filhos, mas acreditavam firmemente que o pecado de um indivíduo poderia amaldiçoar a nação. Desse modo, nem todos, entre aqueles que se submetiam ao batismo de João, consideravam a si próprios como sendo culpados dos pecados específicos denunciados por João. Muitas almas devotas foram batizadas por João pelo bem de Israel. Eles temiam que algum pecado de ignorância, da sua parte, pudesse retardar a vinda do Messias. Sentiam-se como uma nação culpada e amaldiçoada pelo pecado e apresentavam-se para o batismo no intuito de que, assim fazendo, pudessem manifestar os frutos da penitência da raça. Evidente é, pois, que Jesus de nenhum modo recebeu o batismo de João como um ritual de arrependimento, nem de remissão de pecados. Ao aceitar o batismo das mãos de João, Jesus estava apenas seguindo o exemplo de inúmeros israelitas pios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1511.1) 136:2.2 Quando foi até o Jordão, para ser batizado, Jesus de Nazaré era um mortal deste reino, que havia atingido o pináculo da ascensão evolucionária humana, em todos os pontos relacionados à conquista da mente e à auto-identificação com o espírito. Era como um mortal perfeccionado, dos mundos evolucionários do tempo e do espaço, que ele comparecia naquele dia ao Jordão. Uma sincronia perfeita e uma completa comunicação haviam sido estabelecidas entre a mente mortal de Jesus e o espírito Ajustador residente, a dádiva divina do seu Pai no Paraíso. E, exatamente como este, um Ajustador reside na mente de todos os seres humanos normais vivendo em Urântia, a partir da ascensão de Michael à soberania do seu universo; excetuando pelo fato de que o Ajustador de Jesus havia sido previamente preparado para essa missão especial, residindo, do mesmo modo, em um outro ser supra-humano encarnado à semelhança da carne mortal, Machiventa Melquisedeque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1511.2) 136:2.3 Habitualmente, quando um mortal do reino atinge níveis tão elevados de perfeição da personalidade, ocorrem aqueles fenômenos preliminares de elevação espiritual que culminam na fusão final da alma amadurecida do mortal com o seu Ajustador divino solidário. E, aparentemente, essa mudança deveria ter acontecido, na experiência da personalidade de Jesus de Nazaré, naquele mesmo dia em que ele foi ao Jordão com os seus dois irmãos, para ser batizado por João. Essa cerimônia foi o ato final da sua vida meramente humana em Urântia; e muitos observadores supra-humanos esperavam testemunhar a fusão do Ajustador com a mente residida; mas todos estavam destinados a desapontar- se. Algo novo, e até mesmo maior, ocorreu. Quando João colocou as suas mãos sobre Jesus, para batizá-lo, o Ajustador residente, para sempre, deixou a alma humana perfeccionada de Joshua ben José. E, dentro de uns poucos momentos, essa entidade divina retornou de Divínington, como um Ajustador Personalizado, transformado em dirigente da sua espécie em todo o universo local de Nébadon. Assim, Jesus observou o seu próprio espírito divino anterior descendo no seu retorno para ele, na forma personalizada. E ouviu esse mesmo espírito, originário do Paraíso, agora, dizendo: “Este é o meu Filho amado, em quem Eu muito me comprazo”. E João, junto com os dois irmãos de Jesus, também ouviu essas palavras. De pé na beira da água, os discípulos de João não ouviram essas palavras nem viram a aparição do Ajustador Personalizado. Apenas os olhos de Jesus enxergaram o Ajustador Personalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1511.3) 136:2.4 Após o Ajustador Personalizado, que retornara, agora mais elevado, haver assim falado, caiu o silêncio. E, enquanto os quatro permaneciam na água, Jesus, olhando para cima na direção do Ajustador que se aproximava, orou: “Meu Pai, que reina nos céus, santificado seja o Teu nome. Venha a nós o Teu Reino! Seja feita a Tua vontade na Terra, como nos céus”. Enquanto Jesus estava orando, os “céus abriram-se”, e o Filho do Homem teve uma visão de si próprio, que foi apresentada pelo agora Personalizado Ajustador, como um Filho de Deus, do modo como ele era, antes de vir à Terra à semelhança da carne mortal; e como ele seria, quando a vida encarnada terminasse. Essa visão celeste foi percebida apenas por Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1512.1) 136:2.5 Havia sido a voz do Ajustador Personalizado que João e Jesus ouviram, falando em nome do Pai Universal; pois o Ajustador é como o Pai do Paraíso e provém Dele. Durante todo o restante da vida de Jesus na Terra, esse Ajustador Personalizado esteve solidário com ele, em todos os seus trabalhos; Jesus permaneceu em comunhão constante com esse elevado Ajustador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1512.2) 136:2.6 Ao ser batizado, Jesus não se arrependeu de nenhuma ação errada; e não fez nenhuma confissão de pecado. E esse foi o batismo da consagração do cumprimento da vontade do Pai celeste. Durante o seu batismo, ele ouviu o chamado inconfundível do seu Pai, o chamado final para ocupar-se dos assuntos do seu Pai; e daí Jesus partiu para uma reclusão, em privacidade, por quarenta dias, para pensar sobre todas essas questões. Retirando-se assim, por um período, do contato ativo de personalidade com os seus companheiros terrenos, Jesus, sendo quem era e estando em Urântia, estava seguindo o mesmo procedimento previsto nos mundos moronciais, que um mortal ascendente cumpre, ao fusionar-se com a sua presença interna do Pai Universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1512.3) 136:2.7 Esse dia do batismo pôs fim à vida puramente humana de Jesus. O Filho divino encontrou o seu Pai; e o Pai Universal encontrou o Seu Filho encarnado e Eles falaram-se um ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1512.4) 136:2.8 (Jesus estava quase com trinta e um anos e meio, quando foi batizado. Embora Lucas diga que Jesus foi batizado no décimo quinto ano do reinado de Tibério César, o que teria ocorrido no ano 29 d.C., posto que Augusto morreu no ano 14 d.C., deveria ser relembrado que Tibério foi co-imperador com Augusto, por dois anos e meio, antes da morte de Augusto, e teve estampadas moedas em sua honra, em outubro do ano 11 d.C. O décimo quinto ano do seu governo, na realidade, portanto, foi esse exato ano 26 d.C., o mesmo do batismo de Jesus. E também esse foi o ano em que Pôncio Pilatos começou a governar a Judéia.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;b&gt;Os Quarenta Dias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1512.5) 136:3.1 Antes do seu batismo, Jesus havia suportado a grande tentação da sua outorga mortal, quando ele foi molhado pelo orvalho do monte Hermom, por seis semanas. Lá, no monte Hermom, como um mortal deste reino, sem ajuda, ele havia encontrado e derrotado Caligástia, o enganador de Urântia, o príncipe deste mundo. Nesse dia memorável, segundo os registros do universo, Jesus de Nazaré tornara-se o Príncipe Planetário de Urântia. E esse Príncipe de Urântia, que seria logo proclamado o supremo Soberano de Nébadon, tinha agora ido, por quarenta dias, em recolhimento, para formular os planos e determinar a técnica pela qual proclamaria o novo Reino de Deus, nos corações dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1512.6) 136:3.2 Após o seu batismo, ele iniciou os quarenta dias de ajustamento de si próprio às relações alteradas do mundo e do universo, ocasionadas pela personalização do seu Ajustador. Durante esse isolamento nas colinas pereianas, ele determinou a política a ser seguida e os métodos a serem empregados na fase nova e modificada da vida da Terra, que ele havia de inaugurar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1512.7) 136:3.3 Jesus não saiu em retiro com o propósito de jejuar, tampouco para afligir a sua alma. Ele não era um asceta e havia vindo com o fito de acabar definitivamente com todas as noções errôneas a respeito de Deus. As suas razões para procurar esse retiro foram inteiramente diferentes daquelas que tinham atuado sobre Moisés e Elias e, mesmo, sobre João Batista. Jesus já era, então, plenamente consciente a respeito da sua relação com o universo por ele próprio criado e, também, da sua relação com o universo dos universos, supervisionado pelo Pai do Paraíso, o seu Pai nos céus. Agora, ele se lembrava totalmente da missão de auto-outorga e das instruções administradas pelo seu irmão mais velho, Emanuel, antes que ele entrasse na sua encarnação de Urântia. Jesus compreendia total e claramente, agora, todas essas múltiplas relações; e desejava ficar afastado, durante um período de meditação, em silêncio, de modo a poder pensar sobre os seus planos e decidir sobre quais procedimentos adotar na continuação dos seus trabalhos públicos em favor deste mundo e de todos os outros mundos do seu universo local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1513.1) 136:3.4 Enquanto vagava pelas colinas, procurando um abrigo adequado, Jesus encontrou o dirigente executivo do seu universo, Gabriel, o Brilhante Estrela Matutino de Nébadon. Gabriel restabelecia agora a comunicação pessoal com o Filho Criador do universo; eles encontraram-se diretamente, pela primeira vez, desde que Michael havia deixado os seus colaboradores em Sálvington, quando foi a Edêntia fazer os preparativos para iniciar a auto-outorga de Urântia. Gabriel, por ordem de Emanuel e sob a autoridade dos Anciães dos Dias de Uversa, dava agora a Jesus a informação indicativa de que a sua experiência de auto-outorga em Urântia estava praticamente realizada no que concernia à conquista da soberania perfeita do seu universo e ao fim da rebelião de Lúcifer. A primeira fora conquistada no dia do seu batismo, quando a personalização do seu Ajustador demonstrou que a sua outorga à semelhança da carne mortal estava completa e perfeita; e o segundo passou a ser um fato na história, naquele dia em que ele veio do monte Hermom, ao encontro de Tiglá, o jovem que o esperava. Jesus estava sendo informado agora, pelas autoridades mais elevadas do universo local e do superuniverso, de que a sua obra de outorga estava completa naquilo que dizia respeito ao seu status pessoal, em relação à soberania e à rebelião. Ele já tinha recebido essa garantia, diretamente do Paraíso, na visão batismal e no fenômeno da personalização do seu Ajustador do Pensamento residente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1513.2) 136:3.5 Enquanto Jesus permaneceu na montanha, falando com Gabriel, o Pai da Constelação de Edêntia apareceu, em pessoa, para Jesus e Gabriel, dizendo: “Os registros foram realizados. A soberania de Michael, Número 611 121, sobre o seu universo de Nébadon está completa e entregue à mão direita do Pai Universal. Eu trago a ti a tua liberação da auto-outorga, vinda de Emanuel, o teu irmão e padrinho para esta encarnação de Urântia. Tens a liberdade para terminar, agora, ou em qualquer momento subseqüente, da maneira da tua própria escolha, a tua auto-outorga de encarnação; e ascender à mão direita do teu Pai, para receber a tua soberania e assumir o teu bem conquistado governo, incondicional, de todo o Nébadon. E também eu atesto que se encerra, segundo as formalidades dos registros do superuniverso, por autorização dos Anciães dos Dias, tudo o que existir ligado ao término de toda a rebelião pecaminosa, no teu universo, dotando-te com a autoridade plena e ilimitada para lidar com todos e quaisquer possíveis levantes como esse, no futuro. Tecnicamente, a tua obra, em Urântia e na carne da criatura mortal, está terminada. O teu caminho, de agora em diante, fica sendo uma questão para a tua própria escolha”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1513.3) 136:3.6 Quando o Pai Altíssimo de Edêntia se foi, Jesus manteve uma longa conversa com Gabriel, a respeito do bem-estar do universo, e, enviando saudações a Emanuel, reiterou a sua promessa de que, no trabalho que ele estava para empreender em Urântia, ele lembrar-se-ia sempre dos conselhos que lhe tinham sido ministrados em Sálvington, na sua missão de preparo para essa outorga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1514.1) 136:3.7 Em todos esses quarenta dias de isolamento, Tiago e João, os filhos de Zebedeu, estiveram empenhados em encontrar Jesus. Algumas vezes estiveram a pouca distância do local onde ele estava recolhido, mas nunca o encontraram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;b&gt;Os Planos para o Trabalho Público&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1514.2) 136:4.1 Dia a dia, no alto das colinas, Jesus formulava os planos para o restante da sua outorga em Urântia. Primeiro ele decidiu não ensinar concomitantemente com João. E planejou permanecer em um relativo retiro até que o trabalho de João tivesse atingido o seu propósito, ou até que fosse interrompido subitamente pelo seu encarceramento. Jesus sabia bem que a pregação destemida e sem tato de João iria logo despertar os temores e a inimizade dos governantes civis. Em vista da situação precária de João, Jesus começou definitivamente a planejar o seu programa de trabalhos públicos, em favor do seu povo do mundo, ou seja, em prol de todos os mundos habitados de todo o seu vasto universo. A auto-outorga mortal de Michael acontecia em Urântia, mas para todos os mundos de Nébadon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1514.3) 136:4.2 A primeira coisa que Jesus fez, depois de repensar o plano geral, para a coordenação do seu programa com os movimentos de João, foi rever, na sua mente, as instruções de Emanuel. Cuidadosamente repassou o conselho dado a ele, a respeito dos seus métodos de trabalho e de que ele não devia deixar nenhum escrito permanente no planeta. Nunca mais Jesus escreveu em nada a não ser na areia. Na sua visita subseqüente a Nazaré, e para grande tristeza do seu irmão José, Jesus destruiu todos os seus escritos, que haviam sido preservados em pranchas na oficina de carpinteiro, e aqueles que estavam dependurados nas paredes da velha casa. E Jesus ponderou muito bem sobre os conselhos de Emanuel, sobre a atitude econômica, social e política que devia manter para com o mundo, do modo como ele o encontrasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1514.4) 136:4.3 Jesus não jejuou durante esse período de quarenta dias de isolamento. O período mais longo que passou sem alimento foi o dos seus dois primeiros dias nas colinas, quando estava tão absorto nos seus pensamentos que se esqueceu totalmente de comer. Ao terceiro dia, contudo, ele saiu à procura de alimento. E também ele não foi tentado, durante esse tempo, por quaisquer espíritos do mal, nem por personalidades rebeldes em permanência neste mundo, nem de nenhum outro mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1514.5) 136:4.4 Esses quarenta dias foram a ocasião para a conferência final, entre a mente humana e a mente divina, ou melhor, para o primeiro funcionamento real dessas duas mentes, agora feitas uma. Os resultados desse importante período de meditação demonstraram conclusivamente que a mente divina, de modo triunfal, havia dominado espiritualmente o intelecto humano. A mente do homem tinha transformado-se na mente de Deus, desse momento em diante e, se bem que a individualidade e a mente do homem estivessem sempre presentes, essa mente humana espiritualizada sempre dizia: “Não a minha vontade, mas a Tua seja feita”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1514.6) 136:4.5 As transações dessa época de eventos memoráveis não foram as visões fantásticas de uma mente enfraquecida pela longa fome, nem foram elas repletas dos simbolismos confusos e pueris que posteriormente ganharam registro como as “tentações de Jesus no deserto”. Esse foi mais um período para repensar sobre toda a carreira variada e cheia de eventos, da sua outorga de Urântia; e para o estabelecimento cuidadoso dos planos para a ministração futura, do modo como melhor servisse a esse mundo e que também contribuísse, em alguma coisa, para melhorar todas as outras esferas isoladas pela rebelião. Jesus pensou sobre todo o ciclo da vida humana em Urântia, desde os dias de Andon e Fonta, passando pelos da falta cometida por Adão e até os da ministração de Melquisedeque de Salém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1514.7) 136:4.6 Gabriel havia lembrado a Jesus que havia dois modos pelos quais ele poderia manifestar a si próprio ao mundo, caso escolhesse permanecer ainda em Urântia por um período de tempo. E ficou claro para Jesus que a sua escolha nessa questão nada teria a ver, nem com a sua soberania sobre o universo, nem com o término da rebelião de Lúcifer. Esses dois modos de ministração ao mundo eram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1515.1) 136:4.7 1. O seu próprio modo — o modo que pudesse parecer o mais agradável e o de maior proveito, do ponto de vista das necessidades imediatas deste mundo e para a edificação presente do seu próprio universo.&lt;br /&gt;(1515.2) 136:4.8 2. O modo do Pai — aquele que daria uma demonstração de um ideal de longo alcance da vida da criatura, como era visualizada pelas altas personalidades do Paraíso, na administração do universo dos universos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1515.3) 136:4.9 E, assim, tornou-se claro, para Jesus, que havia dois caminhos, segundo os quais ele poderia ordenar o restante da sua vida terrena. Cada um desses caminhos tinha algo argumentando a seu favor, se fosse visto à luz da situação imediata. O Filho do Homem percebeu claramente que a sua escolha, entre esses dois modos de conduta, nada teria a ver com a sua recepção da soberania do universo; pois aquilo era uma questão já estabelecida e selada, nos registros do universo dos universos, e que apenas aguardava a sua demanda pessoal. Contudo, foi indicado a Jesus que uma grande satisfação seria proporcionada ao seu irmão do Paraíso, Emanuel, se ele, Jesus, concluísse que seria adequado terminar a sua carreira terrena de encarnação tão nobremente quanto a havia iniciado: submetendo-se sempre à vontade do Pai. Ao terceiro dia desse isolamento, Jesus prometeu a si próprio que retornaria ao mundo para terminar a sua carreira terrena; e que, em uma situação que envolvesse apenas um dos dois caminhos, ele escolheria sempre a vontade do Pai. E viveu o restante da sua vida terrena sempre fiel a essa resolução. Até o amargo fim mesmo, ele subordinou invariavelmente a sua vontade soberana à vontade do seu Pai celeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1515.4) 136:4.10 Os quarenta dias na montanha desértica não foram um período de grande tentação; mas foram, antes, o período das grandes decisões do Mestre. Durante esses dias de comunhão solitária consigo próprio e com a presença imediata do seu Pai — o Ajustador Personalizado (ele não tinha mais um guardião seráfico pessoal) — Jesus se pôs frente às grandes decisões, uma a uma, que viriam a reger as suas políticas e a sua conduta, para o restante da sua carreira terrena. Posteriormente, a tradição de uma grande tentação ficou ligada a esse período de isolamento, por causa da confusão das narrativas fragmentadas das lutas do monte Hermom, e também porque o costume era o de que todos os grandes profetas e os líderes humanos houvessem começado as suas carreiras públicas submetendo-se a esses supostos períodos de jejum e oração. Tinha sido sempre da prática de Jesus, quando posto frente a quaisquer decisões novas ou sérias, retirar-se para uma comunhão com o seu próprio espírito, de um modo tal que ele pudesse buscar conhecer a vontade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1515.5) 136:4.11 Em todo esse plano, para o restante da sua vida terrena, Jesus esteve sempre dividido, dentro do seu coração humano, entre dois rumos opostos de conduta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1515.6) 136:4.12 1. O do forte desejo que ele alimentava, de conduzir o seu povo — e todo o mundo — a acreditar nele e aceitar o seu novo Reino espiritual. E ele sabia muito bem sobre as idéias deles a respeito do Messias que viria.&lt;br /&gt;(1515.7) 136:4.13 2. O de viver e trabalhar como ele sabia ser o modo de aprovação do seu Pai, de conduzir o seu trabalho em favor de outros mundos em necessidade e continuar a estabelecer o Reino revelando o Pai e manifestando o Seu caráter divino de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1515.8) 136:4.14 Nesses dias de acontecimentos memoráveis, Jesus viveu em uma caverna antiga de rocha, um abrigo de um lado das colinas, perto de uma aldeia algumas vezes chamada de Beit Adis. Ele bebia água de uma pequena fonte que vinha de um lado da montanha perto desse abrigo na rocha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;b&gt;A Primeira Grande Decisão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1516.1) 136:5.1 Ao terceiro dia, após ter começado esse diálogo com o seu Ajustador Personalizado, Jesus foi presenteado com a visão das hostes celestes de Nébadon, enviadas pelos seus comandantes para aguardarem e cumprirem a vontade do seu amado Soberano. Essas poderosas hostes abrangiam doze legiões de serafins e números proporcionais de cada uma das ordens de inteligência do universo. E a primeira grande decisão de Jesus, no seu isolamento, tinha a ver com a sua escolha de fazer uso, ou não, dessas poderosas personalidades, para o programa seguinte do seu trabalho público em Urântia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1516.2) 136:5.2 Jesus decidiu que ele não utilizaria uma única personalidade sequer que fosse, desse vasto conjunto, a menos que se tornasse evidente que essa seria a vontade do Pai. Não obstante essa decisão ser geral, essas imensas hostes permaneceram com Jesus durante o restante da sua vida terrestre, sempre em prontidão para obedecer à menor expressão da vontade do seu Soberano. Jesus não via constantemente essas personalidades, que o acompanhavam, com os seus olhos humanos; o seu Ajustador Personalizado solidário, contudo, constantemente, não apenas as via, mas podia comunicar-se com todas elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1516.3) 136:5.3 Antes de voltar do retiro de quarenta dias nas montanhas, Jesus designou o comando direto dessa hoste ajudante de personalidades do universo, ao seu Ajustador recentemente Personalizado; e, por mais de quatro anos, do tempo de Urântia, essas seletas personalidades, de cada divisão de inteligências do universo, obediente e respeitosamente funcionaram sob a sábia condução do elevado e experiente Monitor Misterioso Personalizado. Ao assumir o comando desse conjunto poderoso, o Ajustador, havendo uma vez sido parte e essência do Pai do Paraíso, assegurou a Jesus que, em nenhum caso, a todas essas agências supra-humanas, seria permitido servir ou manifestar-se, por qualquer motivo, em defesa da carreira terrena dele, a menos que se tornasse claro que o Pai desejava tal intervenção. Assim, por meio de uma grande decisão, Jesus estava privando-se, a si próprio e voluntariamente, de qualquer cooperação supra-humana, para todas as questões que tivessem a ver com o restante da sua carreira mortal, a menos que o Pai pudesse escolher independentemente participar desse ou daquele ato ou episódio dos trabalhos terrenos do Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1516.4) 136:5.4 Ao aceitar esse comando das hostes do universo, a serviço de Cristo Michael, o Ajustador Personalizado fez um grande esforço para mostrar a Jesus que, embora esse conjunto de criaturas do universo pudesse estar, em todas as suas atividades no espaço, comandado e contido pela autoridade delegada pelo seu Criador, tais limitações deixavam de ser operativas, no que dizia respeito à função dele no tempo. E isso porque tal limitação vinha do fato de que os Ajustadores são seres não temporais, mesmo após personalizados. E, desse modo, Jesus foi advertido quanto ao controle, a ser efetuado pelo Ajustador, das inteligências vivas colocadas sob o seu comando, de que seria completo e perfeito quanto às questões envolvendo o espaço; todavia, não poderia haver limitações tão perfeitas a serem impostas, no que concernisse ao tempo. Disse-lhe o Ajustador: “Como tu me comandaste, impedirei a interferência dessa hoste de inteligências do universo, a qual aguarda para servir-te, de todos os modos, no que disser respeito à tua carreira terrena, exceto nos casos em que o Pai do Paraíso me ordenar liberar esses agentes e agências para que cumpram Sua vontade divina, tal como pela tua escolha puder ser realizado; e essa mesma exceção acontecerá nos casos em que optares por agir segundo a tua vontade divino-humana, casos que envolvam apenas alterações da ordem natural terrena quanto ao tempo. Portanto, em todos esses eventos, eu serei impotente, e as tuas criaturas, aqui reunidas em perfeição e unidade de poder, também, serão impotentes. Caso as tuas naturezas unidas alimentem um desejo, tal mandado da tua escolha será logo executado. O teu desejo, em todas as questões como essas, constituirá uma ponte no tempo, e a coisa projetada será existente. Sob o meu comando, essa é a limitação mais completa possível que pode ser imposta ao teu potencial de soberania. Na minha consciência, o tempo não existe e, portanto, não posso limitar as tuas criaturas em nada que se relacione a ele”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1517.1) 136:5.5 E, desse modo, Jesus tornou-se sabedor de como funcionaria a sua decisão de continuar vivendo como um homem entre os homens. Por uma simples decisão, ele havia excluído todas as hostes do universo à sua disposição, de inteligências variadas, de participarem do seu ministério público, que se seguiria; exceção feita somente àqueles assuntos que envolvessem o tempo. Tornou-se evidente, a partir daí, que qualquer acompanhamento, supostamente supranatural ou supra-humano possível à ministração de Jesus teria pertinência apenas quanto à eliminação do tempo, a menos que o Pai nos céus ordenasse especificamente que fosse de outro modo. Nenhum milagre, nenhuma ministração de misericórdia, nem qualquer outro evento possível, que ocorrer nas obras restantes de Jesus na Terra, não deverá, possivelmente, ser de natureza ou caráter que transcenda às leis naturais estabelecidas e funcionando regularmente nos assuntos dos homens, e do modo como vivem eles em Urântia, exceto nessa questão expressamente declarada do tempo. Nenhum limite, que fique claro, poderia ser colocado às manifestações da “vontade do Pai”. A eliminação do tempo, em qualquer coisa do desejo expresso desse Soberano em potencial de um universo, poderia ser evitada apenas por ato expresso e direto da vontade desse homem-Deus; ou seja, deveria ele próprio decidir que o tempo, enquanto relacionado a algum ato, ou evento em questão, não devesse ser abreviado, nem eliminado. Para impedir o surgimento dos aparentes milagres no tempo, tornava-se necessário que Jesus permanecesse continuamente consciente do fator tempo. Qualquer lapso, da sua parte, na consciência que tinha do tempo, se mantido em relação a algum desejo definido, seria equivalente à realização da coisa concebida na mente desse Filho Criador, sem interferências quanto ao tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1517.2) 136:5.6 Por meio do controle e da supervisão do Ajustador Personalizado, solidário a ele, tornava possível a Michael limitar perfeitamente as suas atividades pessoais terrenas, com referência ao espaço; mas não era possível, ao Filho do Homem, limitar desse mesmo modo o seu novo status terreno, como Soberano potencial de Nébadon, no que concernia ao tempo. E esse era o status de fato de Jesus de Nazaré, quando ele saiu para começar a sua ministração pública em Urântia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&lt;b&gt; A Segunda Decisão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1517.3) 136:6.1 Havendo estabelecido a sua política concernente a todas as personalidades, de todas as classes de inteligências criadas por ele, até onde isso podia ser determinado, em vista do potencial inerente ao seu novo status de divindade; Jesus agora voltava os seus pensamentos na direção de si mesmo. O que iria ele fazer, agora que estava totalmente consciente de ser o criador de todas as coisas e seres existentes neste universo, dessas prerrogativas de criador, nas situações recorrentes da vida, com as quais iria confrontar-se imediatamente, tão logo retornasse à Galiléia, para reassumir o seu trabalho entre os homens? De fato, precisamente ali onde ele estava e já, naquelas montanhas solitárias, esse problema forçosamente se apresentava a ele, na questão de obter comida. Ao terceiro dia das suas meditações solitárias, o corpo humano ficou faminto. Deveria ele ir à procura de comida, como qualquer homem comum iria; ou deveria ele meramente exercer os seus poderes de criação normais e produzir a nutrição adequada ao corpo, pronta e à mão? Essa grande decisão do Mestre havia sido descrita para vós como uma tentação — como um desafio, de inimigos supostos, para que ele “comandasse que essas pedras se transformassem em pães”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1518.1) 136:6.2 Jesus assim estabeleceu uma outra política, também consistente, para o restante dos seus trabalhos terrenos. No que concernisse às suas necessidades pessoais e, em geral mesmo, nas suas relações com outras personalidades, iria ele, agora, deliberadamente, escolher o caminho da existência normal terrena, para seguir por esse caminho; definitivamente decidia contra uma política que transcendesse, violasse ou ultrajasse as suas próprias leis naturais estabelecidas. Entretanto, ele não podia prometer a si próprio, como já tinha sido advertido pelo seu Ajustador Personalizado, que essas leis naturais não fossem aceleradas, e intensamente, sob certas circunstâncias concebíveis. Em princípio, Jesus decidiu que o trabalho da sua vida deveria ser organizado e ter prosseguimento, de acordo com a lei natural e em harmonia com a organização social existente. O Mestre escolheu, portanto, um programa de vida que era o equivalente a decidir contra os milagres e os prodígios. Novamente ele decidiu a favor da “vontade do Pai”; novamente rendia-se, colocando tudo nas mãos do seu Pai do Paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1518.2) 136:6.3 A natureza humana de Jesus ditou que o primeiro dever seria a autopreservação; essa é a atitude normal do homem natural, nos mundos do tempo e do espaço; e, portanto, é uma reação legítima para um mortal de Urântia. Mas Jesus não estava preocupado apenas com este mundo e com as criaturas dele; ele estava vivendo uma vida destinada a instruir e inspirar as múltiplas criaturas de todo um vasto universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1518.3) 136:6.4 Antes da sua iluminação batismal, ele havia vivido em perfeita submissão à vontade e ao guiamento do seu Pai celeste. E decidiu, enfaticamente, continuar na mesma dependência, mortal e implícita, da vontade do Pai. E propôs a si próprio um caminho antinatural — decidindo não buscar a autopreservação. Escolheu continuar seguindo a política de recusar-se a defender a si próprio. E formulou as suas conclusões, sobre as palavras da escritura, conhecidas da sua mente humana: “O homem não deve viver de pão somente, mas de toda palavra que provém da boca de Deus”. Ao chegar a essa conclusão, com relação ao apetite da natureza física, representado pela fome de comida, o Filho do Homem fez a sua declaração final a respeito de todas as urgências da carne e dos impulsos naturais da natureza humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1518.4) 136:6.5 Ele poderia usar o seu poder supra-humano, provavelmente, para os outros, mas, para si mesmo, nunca. E ele seguiu essa política, de modo coerente, até o fim, quando de modo zombeteiro foi dito sobre ele: “Ele salvou os outros; a si próprio ele não pode salvar” — pois ele não queria isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1518.5) 136:6.6 Os judeus estavam esperando por um Messias que fizesse prodígios ainda maiores do que os de Moisés, de quem se dizia haver feito a água brotar da rocha em um local desértico e ter alimentado os seus ancestrais, com o maná, no deserto. Jesus sabia que espécie de Messias os seus compatriotas esperavam; e Jesus tinha todos os poderes e prerrogativas para estar à altura das mais ardentes expectativas, mas ele decidiu-se contra um programa de tanta grandiosidade de poder e glória. Jesus considerava que essa seqüência de milagres esperados seria um retrocesso aos velhos tempos de magia ignorante, quando os curadores selvagens tratavam por meio de práticas degradadas. Para a salvação das suas criaturas, talvez ele pudesse acelerar a lei natural, mas transcender as suas próprias leis, fosse para o benefício de si próprio, fosse para impressionar os seus companheiros humanos, isso ele não faria. E a decisão do Mestre foi final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1518.6) 136:6.7 Jesus condoía-se pelo seu povo; ele compreendia totalmente o modo como eles haviam sido levados à expectativa do Messias vindouro: o tempo em que “a terra dará seus frutos por dez mil vezes; e em um vinhedo haverá mil galhos e cada galho dará mil cachos de uvas, e cada cacho terá mil uvas e cada uva produzirá um barril de vinho”. Os judeus acreditavam que o Messias inauguraria uma era de abundância miraculosa. Os hebreus há muito vinham nutrindo tradições de milagres e de lendas prodigiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1519.1) 136:6.8 Ele não era um Messias vindo com o fito de multiplicar os pães e o vinho. Ele viera, não para ministrar diante das necessidades temporais apenas; ele viera para revelar o seu Pai nos céus, aos filhos na Terra, buscando unir os seus filhos terrenos a Ele, em um esforço sincero para viver de modo a cumprir a vontade do Pai nos céus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1519.2) 136:6.9 Com essa decisão, Jesus de Nazaré retratou, a um universo atento, a loucura e o pecado de prostituir os talentos divinos e as habilidades dadas por Deus, para engrandecimento pessoal ou para conquistas e glorificações puramente egoístas. Esse havia sido o pecado de Lúcifer e de Caligástia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1519.3) 136:6.10 Essa grande decisão de Jesus ilustra dramaticamente a verdade de que a satisfação egoísta e a gratificação sensual, em si e por si mesmas, não são capazes de conferir felicidade aos seres humanos em evolução. Há valores mais elevados, na existência mortal — as conquistas da mestria intelectual e realizações espirituais — , que, em muito, transcendem a gratificação necessária dos apetites e instintos puramente físicos do homem. Os dons naturais, de talento e capacidade do homem, deveriam ser devotados, sobretudo, ao desenvolvimento e ao enobrecimento dos seus mais elevados poderes de mente e de espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1519.4) 136:6.11 Jesus revelou às criaturas do seu universo, assim, a técnica do novo e melhor caminho, os valores morais mais altos do viver e das satisfações espirituais mais profundas da existência humana evolucionária, nos mundos do espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. &lt;b&gt;A Terceira Decisão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1519.5) 136:7.1 Havendo tomado decisões sobre questões tais como o alimento e a ministração física às necessidades do seu corpo material, o cuidado, de si próprio e dos seus companheiros, com a saúde; outras questões ficavam ainda para ser solucionadas. Qual seria a sua atitude, quando se confrontasse com a ameaça pessoal? Ele decidiu exercer uma vigilância e tomar precauções normais, quanto à sua segurança humana, para impedir o fim da sua carreira na carne; porém, decidiu abster-se de qualquer intervenção supra-humana, quando a grande crise da sua vida na carne chegasse. Ao formular essa decisão, Jesus estava assentado à sombra de uma árvore em uma beirada saliente de rocha, tendo um precipício bem diante de si. E entendia, bem claramente, que poderia jogar-se, daquela borda, para o espaço, sem que nada acontecesse para machucá-lo, desde que ele contrariasse a sua primeira grande decisão de não invocar a intervenção das suas inteligências celestes, para prosseguir no trabalho da sua vida em Urântia, e que ab-rogasse a sua segunda decisão, que dizia respeito à sua atitude para com a preservação da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1519.6) 136:7.2 Jesus sabia que os seus compatriotas estavam esperando um Messias que estivesse acima da lei natural. E a ele tinha sido ensinada aquela escritura: “Nenhum mal recairá sobre ti, nenhuma praga se aproximará da tua morada. Pois Ele colocará os Seus anjos para encarregarem-se de ti, para zelar por ti, em todos os teus caminhos. Eles te levarão, nas próprias mãos, para que os teus pés não se choquem contra a pedra”. Essa espécie de presunção, esse desafio às leis da gravidade do seu Pai, poderia justificar-se, para protegê-lo de algum possível dano, por acaso, ou para ganhar a confiança de um povo mal instruído e desorientado? Um tal procedimento, por mais gratificante que fosse, para aqueles judeus que buscavam sinais, seria, todavia, não uma revelação do seu Pai, mas uma manipulação questionável das leis estabelecidas do universo dos universos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1519.7) 136:7.3 Ao compreenderdes tudo isso e ao saberdes que o Mestre recusou-se a desafiar as suas leis naturais, estabelecidas para o seu trabalho, em tudo aquilo que envolvesse a conduta pessoal, imediatamente sabereis, e com toda a certeza, que ele nunca caminhou sobre as águas, nem fez qualquer outra coisa que significasse um ultraje à sua ordem material de administrar o mundo. Claro está, todavia, e deveis ter isso sempre em mente, que não havia sido encontrado nenhum meio pelo qual ele pudesse estar totalmente livre da própria falta de controle sobre o elemento do tempo, para todas as questões colocadas sob a jurisdição do Ajustador Personalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1520.1) 136:7.4 Em toda a sua vida terrena, Jesus permaneceu consistentemente leal a essa decisão. Não importava que os fariseus escarnecessem dele, pedindo para terem um sinal, nem que os espectadores, no Calvário, o desafiassem a descer da cruz; ele aderiu firmemente à decisão tomada nesse momento nas montanhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. &lt;b&gt;A Quarta Decisão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1520.2) 136:8.1 O próximo grande problema com o qual esse Deus-homem debateu-se, e sobre o qual decidiu segundo a vontade do Pai nos céus, foi quanto ao emprego ou não de qualquer dos seus poderes supra-humanos; se deveria usá-los com o propósito de atrair a atenção e de ganhar a adesão dos seus companheiros humanos. Deveria, de qualquer modo, emprestar os seus poderes universais para a gratificação da ânsia dos judeus, pelo espetacular e pelo maravilhoso? Ele decidiu que não devia. Firmou-se em uma política de procedimento que eliminaria todas essas práticas, como método de levar a sua missão a ser notada pelos homens. E, de modo consistente, ele viveu dentro dessa grande decisão. Mesmo quando permitiu a manifestação de inúmeras ministrações de misericórdia, que abreviavam o tempo, ele admoestava, quase que invariavelmente, àqueles que recebiam o seu ministério de cura, para não dizer a nenhum homem sobre os benefícios que tinham recebido. E sempre recusou o desafio sarcástico dos seus inimigos de “mostrar-nos um sinal” como prova e demonstração da sua divindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1520.3) 136:8.2 Jesus, muito sabiamente, previu que a operação de milagres e a execução de prodígios poderiam atrair uma lealdade apenas superficial e exterior, por causar intimidação à mente material; e essas atuações não revelariam Deus, nem salvariam os homens. Ele recusou-se a se tornar um mero operador de prodígios. E resolveu ocupar-se de uma única tarefa — o estabelecimento do Reino do céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1520.4) 136:8.3 Durante todo esse monumental diálogo de Jesus, em comunhão consigo mesmo, o elemento humano, que questiona e quase duvida, esteve presente, pois Jesus era homem tanto quanto Deus. Estava evidente que ele não iria nunca ser recebido pelos judeus como o Messias, caso não realizasse coisas prodigiosas. Além disso, se ele consentisse em fazer qualquer coisa que fosse não natural, a mente humana evidentemente saberia que estava em subserviência a uma mente verdadeiramente divina. E seria isso consistente com a “vontade do Pai”, que a mente divina fizesse essa concessão à natureza cética da mente humana? Jesus decidiu que não; e apoiou-se na presença do Ajustador Personalizado, como prova suficiente da divindade em parceria com a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1520.5) 136:8.4 Jesus havia viajado bastante; relembrou-se de Roma, Alexandria e Damasco. Conhecia os métodos do mundo — como as pessoas atingiam as suas metas, na política e no comércio, por meio de concessões e diplomacia. Utilizaria esse conhecimento para que a sua missão na Terra avançasse? Não! E decidiu, do mesmo modo, contra todas as concessões feitas à sabedoria terrena do mundo e à influência da riqueza, para o estabelecimento do Reino. De novo escolheu depender exclusivamente da vontade do Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1520.6) 136:8.5 Jesus estava plenamente consciente de como os caminhos ficam facilitados e se abrem, para aqueles com poderes como os seus. Ele conhecia muitos modos de atrair a atenção da nação; e o mundo inteiro poderia ter as suas atenções imediatamente focalizadas sobre ele. Logo a Páscoa seria celebrada em Jerusalém; a cidade seria atropelada pelos visitantes. Ele poderia ascender aos pináculos do templo e, diante da multidão desconcertada, caminhar no ar; essa seria a espécie de Messias que eles estavam buscando. E ele iria desapontá-los a todos, em seguida, já que não havia vindo para restabelecer o trono de Davi. E Jesus sabia da inutilidade do método de Caligástia, de tentar adiantar-se ao modo natural, lento e certo, de realizar o propósito divino. De novo, o Filho do Homem inclinava- se obedientemente para o caminho do Pai, à vontade do Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1521.1) 136:8.6 Jesus escolheu estabelecer o Reino do céu, nos corações da humanidade, pelos métodos naturais, comuns, difíceis e cheios de provações; exatamente aqueles procedimentos que as suas criaturas terrenas deveriam adotar, subseqüentemente, no seu trabalho de ampliar e estender este Reino do céu. Pois o Filho do Homem sabia muito bem que seria “através de muita atribulação que muitos filhos, de todas as épocas, entrariam no Reino”. Jesus estava agora passando pelo grande teste do homem civilizado: de ter o poder e firmemente recusar-se a usá-lo para propósitos puramente egoístas ou pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1521.2) 136:8.7 Nas vossas considerações sobre a vida e a experiência do Filho do Homem, deveríeis sempre ter em mente que o Filho de Deus estava encarnado na mente de um ser humano do primeiro século, não na mente de um mortal do século vinte ou de qualquer outro século. Com isso temos a intenção de transmitir a idéia de que os dons humanos de Jesus eram os de aquisição natural. Ele era produto dos fatores da hereditariedade e meio ambiente do seu tempo, acrescentados da influência da sua instrução e educação. A sua humanidade era genuína, natural, integralmente derivada e estimulada pelos antecedentes das condições reais do status intelectual, social e econômico daqueles dias e daquela geração. Se bem que houvesse sempre, na experiência desse Deus-homem, a possibilidade de que a mente divina transcendesse o intelecto humano, entretanto, quando a sua mente humana funcionava como tal, ela o fazia como uma verdadeira mente mortal o faria sob as condições do ambiente humano daquela época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1521.3) 136:8.8 Jesus descortinou para todos os mundos do seu imenso universo a loucura que é criar situações artificiais, com o fito de exibir autoridade arbitrária ou de permitir a si um poder excepcional, no propósito de exaltar valores morais ou de acelerar o progresso espiritual. Jesus decidiu que, na sua missão na Terra, não se prestaria a repetir os desapontamentos do reino dos Macabeus. Ele recusou-se a prostituir os seus atributos divinos, com o propósito de conseguir uma popularidade fora de propósito ou para ganhar prestígio político. Ele não iria aprovar a transmutação da energia divina e criativa, em poder nacional ou em prestígio internacional. Jesus de Nazaré recusou-se a fazer concessões ao mal, e menos ainda a consorciar-se com o pecado. O Mestre pôs, triunfalmente, a lealdade à vontade do seu Pai acima de qualquer consideração terrena ou temporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. &lt;b&gt;A Quinta Decisão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1521.4) 136:9.1 Tendo estabelecido essas questões da política, no que eram pertinentes às suas relações individuais com a lei natural e o poder espiritual, voltou a sua atenção para a escolha dos métodos a serem empregados na proclamação e no estabelecimento do Reino de Deus. João havia já começado o trabalho; como poderia ele continuar a mensagem? Como deveria retomar a missão de João? Como deveria ele organizar os seus seguidores, em um esforço efetivo para uma cooperação inteligente? Jesus estava agora chegando à decisão final que iria proibir que se considerasse a si próprio como o Messias judeu, ao menos como era popularmente concebido, o Messias, naqueles dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1522.1) 136:9.2 Os judeus visualizavam um libertador que viria com um poder miraculoso, para pôr abaixo os inimigos de Israel e estabelecer os judeus como os governantes do mundo, livres de privações e de opressão. Jesus sabia que essa esperança nunca se realizaria. Ele sabia que o Reino do céu tinha a ver com a derrocada do mal nos corações dos homens; e que era uma questão de interesse puramente espiritual. Ele pensou sobre a conveniência de inaugurar o Reino espiritual com uma demonstração brilhante e deslumbrante de poder — e esse caminho teria sido permissível e totalmente dentro da jurisdição de Michael — , mas ele decidiu totalmente contra um plano assim. Ele não se envolveria nas técnicas revolucionárias de Caligástia. Ele havia conquistado potencialmente o mundo pela submissão à vontade do Pai; e propunha-se terminar o seu trabalho como ele o havia começado, e como Filho do Homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1522.2) 136:9.3 Dificilmente podeis imaginar o que teria acontecido em Urântia, caso esse Deus-homem, agora na posse potencial de todo o poder nos céus e na Terra, houvesse decidido desfraldar o estandarte da soberania e invocar os batalhões na formação e militância da execução de maravilhas! Todavia, ele não abriria tais concessões. Não serviria ao mal para que a adoração a Deus viesse presumivelmente como derivada disso. Ele conformar-se-ia segundo a vontade de Deus. Jesus iria proclamar a um universo de olhos abertos sobre ele: “Vós ireis adorar o Senhor vosso Deus e a Ele apenas devereis servir”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1522.3) 136:9.4 Com o passar dos dias, Jesus concebeu com clareza crescente a espécie de revelador da verdade que ele se tornaria. Discernia que o caminho de Deus não seria o caminho mais fácil. Começou a compreender que era possível que o cálice do remanescente da sua experiência humana fosse amargo, mas decidiu-se a beber dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1522.4) 136:9.5 Mesmo a sua mente humana passa a despedir-se do trono de Davi. Passo a passo essa mente humana prossegue no caminho do divino. A mente humana ainda faz perguntas, mas aceita infalivelmente as respostas divinas como direções finais, nesta vida combinada de homem neste mundo, submetendo-se todo o tempo, irrestritamente, a fazer a vontade divina e eterna do Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1522.5) 136:9.6 Roma era a senhora do mundo ocidental. O Filho do Homem, agora em isolamento e tomando essas decisões memoráveis, com as hostes dos céus sob seu comando, representava a última oportunidade dos judeus de alcançar o domínio do mundo; mas esse mesmo judeu, nascido na Terra, possuidor de uma sabedoria e poder tão extraordinários, declinou usar os seus dons universais, fosse para o engrandecimento de si próprio, fosse para levar o seu povo ao trono. Ele viu como eram “os reinos deste mundo”; e possuía o poder para tomá-los. Os Altíssimos de Edêntia haviam colocado todos esses poderes nas suas mãos, mas ele não os queria. Os reinos da Terra eram coisas por demais vis para interessarem ao Criador e Governante de um universo. Jesus tinha apenas um objetivo, a continuidade da revelação de Deus ao homem, o estabelecimento do Reino e o governo do Pai celeste nos corações da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1522.6) 136:9.7 A idéia de batalha, de contenda e massacres era repugnante para Jesus; ele não queria nada daquilo. Ele apareceria na Terra como o Príncipe da Paz, revelando um Deus de amor. Antes do seu batismo, de novo, ele havia recusado a oferta dos zelotes de liderá-los em rebelião contra os opressores romanos. E agora ele tomava a sua decisão final a respeito daquelas escrituras que a sua mãe lhe havia ensinado, tais como: “O Senhor disse a mim: ‘Tu és o meu Filho; neste dia Eu o concebi. Peça a mim e dar-te-ei os pagãos como herança e os confins da Terra para a tua posse. Tu irás quebrá-los com uma vara de ferro; tu irás fazê-los em pedaços como a um pote de cerâmica’ “.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1522.7) 136:9.8 Jesus de Nazaré chegou à conclusão de que essas afirmações e modo de falar não se referiam a ele. Afinal, e definitivamente, a mente humana do Filho do Homem fez uma limpeza em todas essas contradições e dificuldades messiânicas — as escrituras hebraicas, a educação dos pais e a do chazam, as expectativas judaicas e os desejos da ambição humana-; e para sempre decidiu sobre o curso da sua obra. Retornaria à Galiléia e começaria, com tranqüilidade, a proclamação do Reino e confiaria ao seu Pai (no Ajustador Personalizado) o trabalho dos detalhes do procedimento no dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1523.1) 136:9.9 Por meio dessas decisões, Jesus deu um exemplo digno para todas as pessoas em todos os mundos, em todo o seu vasto universo, quando se recusou a dar provas materiais para as questões espirituais, e se recusou a desafiar, com presunção, as leis naturais. E estabeleceu um exemplo inspirador de lealdade ao universo, e nobreza moral, quando se recusou a se apegar ao poder temporal como prelúdio de glória espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1523.2) 136:9.10 Se o Filho do Homem tinha quaisquer dúvidas sobre a sua missão e a natureza dela, quando subiu as colinas depois do seu batismo; nenhuma mais ele mantinha, quando desceu de volta para os seus companheiros, depois dos quarenta dias de isolamento e decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1523.3) 136:9.11 Jesus havia formulado um programa para o estabelecimento do Reino do seu Pai. Ele não cuidará das gratificações físicas do povo. Não negociará o pão com as multidões, como havia visto muito recentemente sendo feito em Roma. Não atrairá a atenção sobre si próprio, fazendo coisas prodigiosas, ainda que os judeus estejam esperando exatamente esse tipo de libertador. Nem procurará ganhar aceitação, para a mensagem espiritual, por meio de uma exibição de autoridade política ou de poder temporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1523.4) 136:9.12 Ao rejeitar esses métodos de enaltecer o Reino vindouro aos olhos dos judeus expectantes, Jesus assegurou-se de que esses mesmos judeus iriam certa e finalmente rejeitar todos os seus clamores de autoridade e de divindade. Mesmo sabendo de tudo isso, Jesus muito ainda fez para prevenir os seus primeiros seguidores de aludir a ele como sendo o Messias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1523.5) 136:9.13 Em toda a sua ministração pública, ele confrontou-se com a necessidade de lidar com três situações constantemente recorrentes: o pedido dos famintos de serem alimentados, a insistência a respeito dos milagres e o pedido final que permitisse aos seus seguidores coroá-lo como rei. Jesus nunca se desviou, contudo, das decisões que tomou durante aqueles dias no seu isolamento nas colinas pereianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. &lt;b&gt;A Sexta Decisão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1523.6) 136:10.1 No último dia desse seu isolamento memorável, antes de partir montanha abaixo para juntar-se a João e aos seus discípulos, o Filho do Homem tomou a sua decisão final. E tal decisão ele comunicou ao Ajustador Personalizado com estas palavras: “E para todas as outras questões, assim como para aquelas já registradas, prometo a ti que estarei submisso à vontade do meu Pai”. E quando assim tinha acabado de falar, tomou o caminho da descida da montanha. E a sua face resplandeceu com a glória da vitória espiritual e do cumprimento moral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9127193980504088843-3352093200419426429?l=jcnavegaland.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/feeds/3352093200419426429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9127193980504088843&amp;postID=3352093200419426429' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/3352093200419426429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9127193980504088843/posts/default/3352093200419426429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jcnavegaland.blogspot.com/2011/05/o-batismo-e-os-quarenta-dias.html' title='O Batismo e os Quarenta Dias'/><author><name>D´Alm</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08014014333391301544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uiMVUjEU9fU/TIWAnvi4FtI/AAAAAAAAAKw/wD3-N2zL3Ew/S220/3a7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LMN_1nuflBw/TcDaBQrEgrI/AAAAAAAAAPg/drymwi5goGI/s72-c/JesusCristoReiDoUniverso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9127193980504088843.post-5264069595087532284</id><published>2011-05-03T21:42:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T21:42:54.052-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Urântia'/><title type='text'>João Batista</title><content type='html'>Documento 135&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lDiH0eHkAXs/TcDYxdIKDWI/AAAAAAAAAPY/J29yhbBAcnA/s1600/1a6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="297" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-lDiH0eHkAXs/TcDYxdIKDWI/AAAAAAAAAPY/J29yhbBAcnA/s400/1a6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(1496.1) 135:0.1 JOÃO Batista nasceu aos 25 de março, do ano 7 a.C., de acordo com a promessa feita por Gabriel a Isabel, em junho do ano anterior. Por cinco meses, Isabel manteve o segredo sobre a visitação de Gabriel; e, quando ela contou ao seu marido, Zacarias, ele ficou muito perturbado e só acreditou na narrativa dela depois de ter tido um sonho inusitado, seis semanas antes do nascimento de João. Excetuando-se a visita de Gabriel a Isabel e o sonho de Zacarias, não houve nada de inusitado ou sobrenatural relacionado ao nascimento de João Batista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1496.2) 135:0.2 Ao oitavo dia, João foi circuncidado segundo o costume judaico. Ele cresceu como uma criança comum, dia a dia e ano a ano, na pequena aldeia conhecida naqueles dias como a Cidade de Judá, localizada a cerca de seis quilômetros a oeste de Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1496.3) 135:0.3 O acontecimento mais notável na primeira infância de João foi a visita, em companhia dos seus pais, a Jesus e à família de Nazaré. Essa visita ocorreu no mês de junho, do primeiro ano a.C., quando ele tinha pouco mais de seis anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1496.4) 135:0.4 Depois do retorno de Nazaré, os pais de João começaram a educação sistemática do garoto. Não havia nenhuma escola de sinagoga nessa pequena aldeia; contudo, sendo um sacerdote, Zacarias era bastante bem instruído e Isabel tinha muito mais instrução do que o comum das mulheres judias; ela pertencia ao sacerdócio, sendo uma descendente das “filhas de Aarão”. Como João era o único filho, eles despendiam uma boa parte do seu tempo com a preparação mental dele e com a sua educação espiritual. Zacarias tinha apenas curtos períodos de serviço no templo em Jerusalém, de modo que se dedicava longamente a educar o seu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1496.5) 135:0.5 Zacarias e Isabel tinham uma pequena fazenda na qual criavam ovelhas. Não chegavam a ganhar a vida com essa terra, mas Zacarias tinha um soldo regular que recebia e que provinha da parte da renda do templo dedicada ao sacerdócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;b&gt;João Torna-se um Nazarita&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1496.6) 135:1.1 Não havia escola em que João pudesse graduar-se na idade de quatorze anos, mas os seus pais haviam escolhido aquele ano como sendo o mais apropriado para que ele fizesse o voto formal de nazarita. E, desse modo, Zacarias e Isabel levaram seu filho a Engedi, à beira do mar Morto. A sede sulina da irmandade nazarita localizava-se ali, nesta o jovem foi devida e solenemente introduzido à vida dentro dessa ordem. Depois dessas cerimônias e de fazer os votos de abstenção de todas as bebidas intoxicantes, de deixar o cabelo crescer e de abster-se de tocar nos mortos, a família rumou para Jerusalém, onde, diante do templo, João completou as oferendas que eram requeridas dos que faziam os votos dos nazaritas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1496.7) 135:1.2 João fez os mesmos votos que tinham sido administrados aos seus ilustres predecessores, Sansão e o profeta Samuel. Um nazarita vitalício era visto como uma personalidade santificada e sagrada. Os judeus encaravam um nazarita quase com o mesmo respeito e a veneração dedicada ao sumo sacerdote, e isso não era de se estranhar já que os nazaritas de consagração vitalícia eram as únicas pessoas, além dos altos sacerdotes, a quem era sempre permitido entrar no local santo, dos santos, de um templo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1497.1) 135:1.3 De Jerusalém, João retornou à sua casa, para cuidar das ovelhas de seu pai e cresceu até virar um homem forte e de caráter nobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1497.2) 135:1.4 Aos dezesseis anos, João, em conseqüência de ter lido sobre Elias, ficou tão fortemente impressionado com o profeta do monte Carmelo, que decidiu adotar a sua maneira de vestir. Daquele dia em diante, João sempre usava uma veste de pele e um cinturão de couro. Aos dezesseis anos, ele tinha mais de um metro e oitenta de altura e estava já quase plenamente desenvolvido. Com os seus grandes cabelos soltos e o seu modo peculiar de vestir-se, ele era de fato um jovem pitoresco. E seus pais esperavam grandes coisas do único filho deles, uma criança prometida e um nazarita para toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;b&gt;A Morte de Zacarias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1497.3) 135:2.1 Após uma doença de muitos meses Zacarias morreu em julho, no ano 12 d.C., quando João tinha um pouco mais de dezoito anos. Essa foi uma época de grande embaraço para João, pois o voto nazarita o proibia de ter contato com os mortos, ainda que da própria família. Embora João estivesse empenhado em cumprir as restrições do seu voto, a respeito da contaminação por meio dos mortos, ele duvidava que tivesse sido totalmente obediente às exigências da ordem nazarita; portanto, depois que o seu pai tinha sido enterrado, ele foi a Jerusalém, onde, no nicho nazarita da praça das mulheres, ele ofereceu os sacrifícios necessários para a sua purificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1497.4) 135:2.2 Em setembro desse ano, Isabel e João fizeram uma viagem a Nazaré para visitar Maria e Jesus. João estava quase se decidindo a começar o trabalho da sua vida, quando foi exortado, não apenas pelas palavras de Jesus mas também pelo seu exemplo, a retornar à sua casa, tomar conta da sua mãe, e esperar pela “chegada da hora do Pai”. Após despedir-se de Jesus e Maria, no fim da agradável visita, João não viu Jesus de novo até o evento do seu batismo no Jordão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1497.5) 135:2.3 João e Isabel retornaram para a sua casa e começaram a fazer planos para o futuro. Posto que João recusou-se a aceitar o soldo de sacerdote que lhe era devido dos fundos do templo, no fim de dois anos eles não tinham como manter até mesmo a própria casa; e então decidiram ir para o sul levando o rebanho de ovelhas. Conseqüentemente, o verão em que João fez vinte anos testemunhou a mudança deles para Hebrom. No chamado “deserto da Judéia”, João guardava as suas ovelhas ao lado de um riacho, que era o afluente de uma corrente maior que chegava ao mar Morto, em Engedi. A colônia de Engedi incluía não apenas os nazaritas por consagração vitalícia ou de duração determinada, mas numerosos outros pastores ascetas que se congregavam nessa região com os seus rebanhos e que se confraternizavam com a irmandade nazarita. Eles mantinham-se com a criação de ovelhas e com as doações que os judeus ricos faziam à ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1497.6) 135:2.4 À medida que o tempo passava, João retornava menos assiduamente a Hebrom, enquanto fazia visitas mais freqüentes a Engedi. Ele era tão inteiramente diferente da maioria de nazaritas que achou muito difícil confraternizar-se plenamente com a irmandade. Todavia, ele gostava muito de Abner, líder e dirigente reconhecido da colônia de Engedi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;b&gt;A Vida de um Pastor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1497.7) 135:3.1 Ao longo do vale desse pequeno riacho, João construiu nada menos do que uma dúzia de abrigos de pedra e de currais noturnos, consistindo de pedras empilhadas, onde ele podia vigiar e guardar os seus rebanhos de ovelhas e cabras. A vida de João como pastor permitia a ele ter uma boa parte do seu tempo para pensar. Conversava muito com Ezda, um jovem órfão de Betezur, a quem ele havia de um certo modo adotado e que cuidava dos rebanhos quando ele fazia as suas viagens a Hebrom, para ver a sua mãe e para vender ovelhas, bem como quando ele ia até Engedi para os serviços do sábado. João e o jovem viviam com muita simplicidade, sobrevivendo da carne, do leite de cabra, de mel silvestre e dos gafanhotos comestíveis daquela região. Essa sua dieta regular era complementada pelas provisões trazidas de Hebrom e de Engedi, de tempos em tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1498.1) 135:3.2 Isabel mantinha João informado sobre os assuntos da Palestina e do mundo; a sua convicção ficava mais e mais profunda, de que a hora aproximava-se rapidamente, em que a velha ordem teria um fim; e de que ele próprio estava para tornar-se o arauto da chegada de uma nova idade, “o Reino do céu”. Esse rude pastor tinha uma grande predileção pelos escritos do profeta Daniel. Lera mil vezes a descrição que Daniel fizera da grande imagem que, segundo Zacarias lhe havia contado, representava a história dos grandes reinos do mundo, começando com a Babilônia e, então, a Pérsia, a Grécia e finalmente Roma. João percebia que Roma era já composta de povos e raças de línguas diferentes, que não poderia jamais se tornar um império fortemente embasado e firmemente consolidado. Ele acreditava que Roma, mesmo então, já estava dividida em Síria, Egito, Palestina e outras províncias. E, então, ele ainda lia: “nos dias desses reis, o Deus dos céus irá estabelecer um Reino que nunca será destruído; e este Reino não será entregue a outro povo, mas partirá em pedaços e consumirá todos os outros reinos e permanecerá para sempre”. “E foram dados a ele o domínio, a glória e um Reino, de tal modo que todos os povos, de todas as nações e línguas, deveriam servir a ele. O seu domínio é um domínio perene, que não passará; e o seu Reino nunca será destruído.” “E o reino, o domínio e a grandeza do Reino sob todos os céus serão dados ao povo dos santos do Altíssimo, cujo reino é um Reino eterno, e todos os domínios servirão e obedecerão a ele.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1498.2) 135:3.3 João nunca foi completamente capaz de elevar-se acima da confusão produzida por aquilo que ele havia escutado dos seus pais a respeito de Jesus e dessas passagens que lera nas escrituras. Em Daniel ele lera: “Eu vi, nas visões noturnas, e eis que alguém como o Filho do Homem veio com as nuvens dos céus, e foram dados a ele o domínio, a glória e um reino”. Mas essas palavras do profeta não se harmonizaram com o que os seus pais haviam ensinado a ele. Nem a sua conversa com Jesus, na época da sua visita quando tinha dezoito anos, correspondia a essas afirmações das escrituras. Apesar dessa confusão, e diante de toda essa perplexidade, a sua mãe assegurou-lhe de que o seu primo distante, Jesus de Nazaré, era o verdadeiro Messias, que tinha vindo para assentar no trono de Davi; e que ele (João) tornar-se-ia o seu arauto avançado e seu principal apoio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1498.3) 135:3.4 De tudo o que ouvira da maldade e do vício de Roma e da devassidão e da esterilidade moral do império, daquilo que ele sabia sobre os atos perversos de Herodes Antipas e dos governadores da Judéia, João estava com a mente pronta a acreditar que o fim dessa época era iminente. Parecia, a esse nobre e rude filho da natureza, que o mundo estava maduro para o fim da idade do homem e para o alvorecer da nova e divina idade — o Reino do céu. Um sentimento cresceu no coração de João, de que seria ele o último dos velhos profetas e o primeiro dos novos. E sentia-se vibrar com o impulso crescente de ir adiante e de proclamar a todos os homens: “Arrependei-vos! Colocai-vos limpos diante de Deus! Estejais prontos para o fim; preparai-vos para o aparecimento de uma ordem nova e eterna de assuntos sobre a terra, o Reino do céu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;b&gt;A Morte de Isabel&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1499.1) 135:4.1 Em 17 de agosto, do ano 22 d.C., quando João tinha vinte e oito anos, sua mãe subitamente faleceu. Os amigos de Isabel, sabendo das restrições nazaritas a respeito do contato com os mortos, ainda que na própria família, fizeram todos os arranjos para o enterro de Isabel, antes de mandarem buscar João. Quando ele recebeu a comunicação da morte da sua mãe, ele ordenou a Ezda que conduzisse os seus rebanhos até Engedi e partiu para Hebrom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1499.2) 135:4.2 Ao retornar a Engedi, após o funeral da sua mãe, entregou os seus rebanhos à confraria e afastou-se do mundo exterior para jejuar e orar. João conhecia apenas os velhos métodos de aproximar-se da divindade; ele conhecia apenas os registros como os de Elias, Samuel e Daniel. Elias era o seu ideal de profeta. Elias havia sido o primeiro dos mestres de Israel a ser considerado um profeta; e João verdadeiramente acreditava que devia ser, ele próprio, o último dessa longa e ilustre linhagem de mensageiros dos céus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1499.3) 135:4.3 Por dois anos e meio, João viveu em Engedi e persuadiu a maioria da confraria de que “o fim da idade estava bem próximo”; de que “o Reino do céu estava para se mostrar”. E todos os primeiros ensinamentos que recebera eram baseados na idéia judaica dominante e no conceito do Messias como o libertador prometido, aquele que livraria a nação judaica da dominação dos seus governantes gentios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1499.4) 135:4.4 Em todo esse período, João leu suficientemente as escrituras sagradas que encontrou na casa dos nazaritas em Engedi. Estava especialmente impressionado com Isaías e com Malaquias, o último dos profetas até aquela época. Leu e releu os cinco últimos capítulos de Isaías, e acreditava nessas profecias. E então ele leria em Malaquias: “Cuidai, Eu vos enviarei Elias, o profeta anterior à vinda do grande e terrível dia do Senhor; e ele fará os corações dos pais irem contra os filhos e os corações dos filhos irem contra os pais, de medo que Eu venha e golpeie a Terra com uma maldição”. E foi unicamente por causa dessa promessa feita em Malaquias, de que Elias iria retornar, que João viu-se impedido de sair pregando sobre o Reino vindouro e de exortar os seus companheiros judeus a fugirem da ira que viria. João estava amadurecido para a proclamação da mensagem do Reino vindouro, mas essa expectativa da vinda de Elias o deteve por dois anos mais. E sabia que ele não era Elias. O que então Malaquias havia querido dizer? A profecia seria literal ou figurada? Como poderia ele saber a verdade? Finalmente ousou pensar que, como o primeiro dos profetas era chamado Elias, então o último deveria ser conhecido, finalmente, pelo mesmo nome. Entretanto ainda tinha dúvidas, dúvidas suficientes para não se permitir jamais vir a chamar a si mesmo de Elias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1499.5) 135:4.5 Foi a influência de Elias que levou João a adotar os seus métodos de ataque direto e áspero aos pecados e vícios dos seus contemporâneos. Ele procurou vestir-se como Elias, e esforçava-se para falar como Elias; em todos os aspectos externos, ele era como o profeta de outrora. Era um filho da natureza e de tal modo robusto e pitoresco, que era um destemido e ousado pregador da retidão. João não era iletrado, conhecia bem as escrituras sagradas judias, mas não tinha cultura. Sabia como pensar claro, possuía um discurso poderoso e era um denunciador inflamado. Dificilmente seria um exemplo para a sua idade, mas constituía-se em uma reprovação eloqüente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1499.6) 135:4.6 Finalmente vislumbrou o método de proclamar a nova era, o Reino de Deus; decidiu que ele era mesmo quem se iria transformar no arauto do Messias; colocou de lado todas as dúvidas e partiu de Engedi, em um dia de março do ano 25 d.C., para começar a sua curta mas brilhante carreira como pregador público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. O Reino de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1500.1) 135:5.1 Para compreender a mensagem dele, dever-se-ia ter em conta o status do povo judeu na época em que João surgiu no cenário da ação. Por quase cem anos todo o Israel tinha estado diante de um impasse; e todos se perdiam na tentativa de explicar a contínua subjugação a soberanos gentios. E não tinha sido ensinado por Moisés que a retidão era sempre recompensada com a prosperidade e o poder? Não era o povo escolhido de Deus? Por que o trono de Davi estava vazio e abandonado? À luz das doutrinas mosaicas e dos preceitos dos profetas, os judeus achavam difícil explicar a longa e continuada desolação nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1500.2) 135:5.2 Cerca de cem anos antes dos dias de Jesus e João, uma nova escola de educadores religiosos surgira na Palestina, a dos apocalípticos. Esses novos educadores desenvolveram um sistema de crença, segundo o qual os sofrimentos e a humilhação dos judeus aconteciam por estarem eles arcando com as conseqüências dos pecados da nação. Eles voltavam às motivações já bem conhecidas, escolhidas para explicar o cativeiro da Babilônia e de outras épocas ainda anteriores. Contudo, assim ensinavam os apocalípticos, Israel deveria retomar a sua coragem; os dias de aflição estavam quase no fim; a lição do povo escolhido de Deus estava para terminar; a paciência de Deus com os gentios estrangeiros estava quase exaurida. O fim do domínio romano era sinônimo de fim da idade e, em um certo sentido, de fim do mundo. Esses novos pregadores apoiavam- se fortemente nas predições de Daniel, e, consistentemente, ensinavam que a criação estava para atingir o seu estágio final; os reinos deste mundo estavam a ponto de tornarem-se o Reino de Deus. Para a mente judaica daqueles dias, esse era o significado daquela frase — o Reino do céu — que está nos ensinamentos tanto de Jesus quanto de João. Para os judeus da Palestina a frase “o Reino do céu” não tinha senão um significado: um estado absolutamente reto, no qual Deus (o Messias) governaria as nações da Terra na perfeição do poder, exatamente como Ele governava nos céus — “Seja feita a Tua vontade, na terra como no céu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1500.3) 135:5.3 Nos dias de João, os judeus perguntavam-se com muita expectativa: “Quando, pois, virá o Reino?” Havia um sentimento geral de que o fim do domínio das nações gentias estava próximo. Havia, presente em todo o mundo judeu, uma esperança viva e uma intensa expectativa de que a consumação do desejo das idades ocorreria durante o período de vida daquela geração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1500.4) 135:5.4 Ainda que os judeus divergissem muito nas suas estimativas quanto à natureza do Reino que estava para vir, todos estavam de acordo na sua crença de que o evento era iminente, palpável mesmo, já batendo à porta. Muitos que liam o Antigo Testamento literalmente aguardavam, com expectativa, por um novo rei na Palestina, por uma nação judaica regenerada, libertada dos seus inimigos e presidida pelo sucessor do rei Davi, o Messias, que iria logo ser reconhecido como o governante, justo e reto, de todo o mundo. Outro grupo de judeus devotos, se bem que menor, sustentava uma visão muito diferente desse Reino de Deus. Ensinavam eles que o Reino que estava para vir não era deste mundo, que o mundo aproximava-se do seu fim certo, e que “um novo céu e uma nova terra” viriam para anunciar o estabelecimento do Reino de Deus; que esse Reino era um domínio perene, que o pecado estava para acabar, e que os cidadãos do novo Reino iriam tornar-se imortais no seu gozo dessa bênção sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1500.5) 135:5.5 Todos concordavam que alguma purgação drástica ou alguma disciplina de purificação fosse necessária para preceder o estabelecimento do novo Reino na Terra. Pelo que os literalistas ensinavam, aconteceria uma guerra mundial, a qual iria destruir a todos aqueles que não acreditassem, enquanto os fiéis seriam levados a uma vitória universal e eterna. Os espiritualistas ensinavam que o Reino seria inaugurado por aquele grande julgamento de Deus, que iria relegar os injustos à sua bem merecida punição de destruição final, ao mesmo tempo em que elevaria os santos crentes do povo escolhido aos assentos elevados de honra e autoridade, com o Filho do Homem, que governaria sobre as nações redimidas em nome de Deus. E esse grupo acreditava até mesmo que muitos gentios devotos poderiam ser admitidos na comunidade do novo Reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1501.1) 135:5.6 Alguns dos judeus apegavam-se à opinião de que fosse possível até mesmo que Deus pudesse estabelecer esse novo Reino por intervenção direta e divina, mas a grande maioria acreditava que Ele iria interpor algum representante intermediário, o Messias. Esse era o único significado possível que o termo Messias poderia ter nas mentes dos judeus da geração de João e Jesus. Messias não poderia possivelmente referir-se a alguém que meramente ensinasse a vontade de Deus ou que proclamasse a necessidade do viver reto. A todas essas pessoas sagradas os judeus davam o título de profetas. O Messias devia ser mais do que um profeta; o Messias devia trazer o estabelecimento do novo reinado, o Reino de Deus. Ninguém que falhasse em fazer isso poderia ser o Messias, no sentido judaico tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1501.2) 135:5.7 Quem poderia ser esse Messias? E novamente os educadores judeus diferiam. Os mais velhos aferravam-se à doutrina do filho de Davi. Os mais jovens ensinavam que, já que o novo Reino era um Reino celeste, o novo governante poderia também ser uma personalidade divina, alguém que estivesse há muito à mão direita de Deus nos céus. E, por estranho que possa parecer, aqueles que concebiam assim o governante do novo Reino, viam-no, não como um Messias humano, não como um mero homem, mas como “o Filho do Homem” — um Filho de Deus — , um Príncipe celeste, há muito esperado para assim assumir o governo feito novo, da Terra. Esse era o pano de fundo religioso, do mundo judaico, quando João entrou em cena proclamando: “Arrependei-vos, pois o Reino do céu está ao alcance das mãos!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1501.3) 135:5.8 Torna-se, portanto, claro que o anúncio feito por João, do Reino que viria, tinha nada menos do que meia dúzia de significações diferentes, nas mentes daqueles que ouviam a sua pregação apaixonada. Entretanto, qualquer que fosse o significado, atribuído às frases que João empregava, cada um desses vários grupos, que esperavam o advento do reino judaico, estava intrigado pelas proclamações desse pregador da retidão e do arrependimento. Sincero e entusiasta e ainda rudemente expedito, que tão solenemente exortava os seus ouvintes a “escapar da ira que está por vir”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. &lt;b&gt;João Começa a Pregar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1501.4) 135:6.1 No início do mês de março, do ano 25 d.C., João viajou pela costa ocidental do mar Morto e rio Jordão acima, do lado oposto de Jericó, na antiga parte rasa sobre a qual Joshua e os filhos de Israel passaram para entrar pela primeira vez na terra prometida; e, atravessando até o outro lado do rio, ele estabeleceu-se próximo da entrada dessa parte rasa e começou a pregar ao povo que atravessava o rio em um sentido e no outro. Esse era o vau mais freqüentado para travessias do Jordão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1501.5) 135:6.2 Para todos aqueles que ouviam João, ficava claro que ele era mais do que um pregador. A grande maioria daqueles que escutavam aquele homem estranho, vindo do deserto da Judéia, partia acreditando que tinha ouvido a voz de um profeta. Não era de se espantar que as almas desses judeus cansados, mas esperançosos, ficassem profundamente excitadas com esse fenômeno. Nunca, em toda a história dos judeus, os filhos devotos de Abraão haviam desejado tanto a “consolação de Israel”, nem tinham, mais ardentemente, antecipado “a restauração do reino”. Em toda a história dos judeus, nunca a mensagem de João, “o Reino do céu está ao alcance das mãos”, teria podido exercer um apelo tão profundo e universal como na época em que ele apareceu, tão misteriosamente, na margem dessa travessia ao sul do Jordão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1502.1) 135:6.3 João era um pastor, como Amós. Vestia-se como o Elias de outrora; e fulminava as suas repreensões e dardejava as suas advertências com o “espírito e o poder de Elias”. Não era de surpreender-se que esse estranho pregador criasse uma forte agitação em toda a Palestina, pois os viajantes levavam até longe as novidades que vinham das suas pregações no Jordão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1502.2) 135:6.4 Havia ainda uma outra característica, nova, no trabalho desse pregador nazarita: Ele batizava todos os seus crentes no Jordão “para a remissão dos seus pecados”. Embora o batismo não fosse uma cerimônia nova entre os judeus, eles nunca tinham visto o batismo ser feito como João o realizava agora. Havia muito que vinha sendo uma prática batizar assim os prosélitos gentios, para admiti- los na comunidade da parte externa da praça do templo, mas nunca tinha sido pedido aos judeus, eles próprios, que se submetessem ao batismo do arrependimento. Apenas de quinze meses foi o período desde a época em que João começara a pregar e a batizar, até sua detenção e a sua prisão, instigadas por Herodes Antipas; mas nesse curto período de tempo ele pôde batizar bem mais de cem mil penitentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1502.3) 135:6.5 João pregou por quatro meses no vau de Betânia, antes de partir para o norte, subindo o Jordão. Dezenas de milhares de ouvintes, alguns apenas curiosos, mas muitos sinceros e sérios, vieram para ouvi-lo de todas as partes da Judéia, da Piréia e de Samaria. Alguns vieram até mesmo da Galiléia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1502.4) 135:6.6 Em maio desse ano, enquanto ele ainda se detinha no vau de Betânia, os sacerdotes e os levitas enviaram uma delegação para inquirir de João se ele pretendia ser o Messias, e com a autoridade de quem ele pregava. A esses inquisidores João respondeu com estas palavras: “Ide e dizei aos vossos senhores que vós escutastes a ‘voz de alguém que grita no deserto’, como anunciou o profeta ao dizer: ‘preparai o caminho do Senhor, fazei uma estrada plana e reta até o nosso Deus. Cada vale deverá ser preenchido, cada monte e colina deverão ser cortados; o chão acidentado deverá tornar-se plano, enquanto os locais encrespados devem tornar-se um vale plano; e toda a carne verá a salvação de Deus’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1502.5) 135:6.7 João era um pregador heróico, mas sem tato. Um dia, quando ele estava pregando e batizando, na margem ocidental do Jordão, um grupo de fariseus e alguns saduceus destacaram-se e apresentaram-se para o batismo. Antes de levá-los até a água, João, dirigindo-se coletivamente a eles, disse: “Quem vos avisou para partir, como víboras diante do fogo, da ira que virá? Eu batizarei a vós, mas vos previno que vos será necessário produzir os frutos do arrependimento sincero, se quiserdes receber a remissão dos vossos pecados. Não é suficiente dizer-me que Abraão é o vosso pai. Eu declaro que, dessas doze pedras aqui diante de vós, Deus pode fazer surgir filhos dignos para Abraão. E, agora mesmo, o machado já está derrubando as árvores, até às suas raízes. Cada árvore que não dá bom fruto está destinada a ser cortada e jogada ao fogo”. (As doze pedras às quais se referia eram as célebres pedras do memorial levantado por Joshua, para comemorar a travessia das “doze tribos” nesse mesmo ponto, quando eles entraram pela primeira vez na terra prometida.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1502.6) 135:6.8 João deu aulas aos seus discípulos; e durante essas aulas ele os instruía sobre os detalhes da nova vida e esforçava-se para responder às suas inúmeras perguntas. Aconselhou aos educadores ensinar sobre o espírito tanto quanto sobre as letras da lei. Ele ensinou os ricos a alimentar os pobres; aos coletores de impostos, ele disse: “Extorquir não mais do que o que vos é devido”. Aos soldados, ele disse: “Não cometais a violência e não arrecadeis nada de modo indevido — contentai-vos com os vossos soldos”. E ao mesmo tempo a todos aconselhava: “preparai-vos para o fim das idades — o Reino do céu está ao alcance das mãos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. &lt;b&gt;A Jornada de João para o Norte&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1503.1) 135:7.1 João ainda tinha idéias confusas sobre o Reino que estava para vir e o seu rei. Quanto mais ele pregava, mais confuso tornava-se; mas essa incerteza intelectual, a respeito da natureza do Reino que viria, em nada diminuía a sua convicção da chegada imediata deste Reino. João podia estar confuso na sua mente, mas nunca em espírito. Não tinha dúvida sobre a vinda do Reino, mas estava longe de ter certeza quanto ao fato de que fosse Jesus ou não o soberano daquele Reino. Enquanto João se atinha à idéia da restauração do trono de Davi, os ensinamentos dos seus pais, de que Jesus, nascido na cidade de Davi, seria o tão esperado libertador, parecia consistente; mas, naqueles momentos em que se inclinava mais para a doutrina de um Reino espiritual e para o fim da idade temporal na Terra, ele ficava em uma dúvida cruel quanto ao papel que Jesus exerceria em tais eventos. Algumas vezes questionava tudo, mas não por muito tempo. Realmente ele gostaria de poder conversar sobre tudo aquilo com o seu primo Jesus, mas isso ia contra o acordo estabelecido entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1503.2) 135:7.2 À medida que João viajara para o norte, mais ele pensava sobre Jesus. Parara em mais de uma dúzia de locais enquanto viajava Jordão acima. E foi no vilarejo de Adão onde primeiro referiu-se a “um outro que está para vir depois de mim”, em resposta à pergunta direta que os seus discípulos fizeram a ele: “Sois vós o Messias?” E ele continuou dizendo: “Depois de mim virá um que é maior do que eu, de cuja sandália não sou digno de afrouxar e desatar as correias. Eu vos batizo com água, mas ele irá batizá-los com o Espírito Santo. E com a sua pá na mão irá cuidadosamente limpar esse chão das ervas daninhas; ele recolherá o trigo no seu celeiro, mas o refugo ele o queimará com o fogo do julgamento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1503.3) 135:7.3 Em resposta às perguntas dos seus discípulos, João continuou a expandir os seus ensinamentos, acrescentando, dia a dia, mais indicações que servissem de ajuda e de conforto se comparadas à ambigüidade da sua mensagem inicial: “Arrependei-vos e sede batizados”. Nessa época, multidões chegavam da Galiléia e de Decápolis. Dezenas de crentes sinceros permaneciam com o seu adorado mestre, dia após dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. &lt;b&gt;O Encontro de Jesus e João&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1503.4) 135:8.1 Em dezembro do ano 25 d.C., quando João chegou à vizinhança de Pela, na sua caminhada Jordão acima, o seu renome havia sido espalhado por toda a Palestina; e o seu trabalho transformara-se no principal assunto da conversa em todas as cidades em torno do lago da Galiléia. Jesus havia falado favoravelmente à mensagem de João, e isso havia levado muitos de Cafarnaum a aderir ao culto do arrependimento e do batismo de João. Tiago e João, os pescadores filhos de Zebedeu, haviam ido até lá em dezembro, pouco depois de João ter assumido a sua postura de pregador, perto de Pela, a fim de se oferecerem para o batismo. Eles iam ver João uma vez por semana e traziam de volta a Jesus notícias frescas e de primeira mão sobre o trabalho do evangelista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1503.5) 135:8.2 Tiago e Judá, irmãos de Jesus, haviam falado em ir até João para o batismo; e agora que Judá tinha vindo a Cafarnaum para os ofícios de sábado, ambos, ele e Tiago, depois de ouvirem o discurso de Jesus na sinagoga, decidiram aconselhar- se com ele a respeito dos seus planos. Isso foi no sábado, à noite, aos 12 de janeiro do ano 26 d.C. Jesus pediu a eles que adiassem a conversa até o dia seguinte, quando ele iria dar-lhes a sua resposta. Jesus dormiu pouquíssimo naquela noite, ficando em comunhão íntima com o Pai nos céus. E preparara tudo para almoçar com os seus irmãos e para aconselhá-los a respeito do batismo de João. Naquela manhã de domingo Jesus estava trabalhando como de costume na marcenaria dos barcos. Tiago e Judá haviam chegado com o almoço e estavam esperando por ele no depósito das madeiras, pois não era ainda a hora da pausa do meio-dia e sabiam que Jesus era muito pontual nessas questões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1504.1) 135:8.3 Pouco antes do descanso do meio-dia, Jesus deixou de lado as suas ferramentas, tirou o seu avental de trabalho e simplesmente anunciou aos três que trabalhavam com ele: “É chegada a minha hora”. Ele foi até os seus irmãos, Tiago e Judá, e repetiu: “A minha hora chegou — vamos até João”. E então eles partiram imediatamente para Pela, comendo o almoço enquanto viajavam. Isso foi no domingo, 13 de janeiro. Eles pararam à noite no vale do Jordão e, no dia seguinte, chegaram no local em que João batizava, por volta do meio-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1504.2) 135:8.4 João mal havia começado a batizar os candidatos do dia. Dezenas de arrependidos estavam na fila, à espera da sua vez, quando Jesus e os seus dois irmãos entraram nessa fila de homens e mulheres sinceros que passaram a crer no Reino que viria, segundo a pregação de João. João tinha perguntado aos filhos de Zebedeu sobre Jesus. E havia ouvido falar sobre as observações de Jesus a respeito da sua pregação, e estava, dia após dia, esperando vê-lo entrar em cena, mas não esperava acolhê-lo na fila dos candidatos ao batismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1504.3) 135:8.5 Absorvido pelos detalhes de um batismo rápido daquele grande número de convertidos, João não levantou os olhos para ver Jesus, até que o Filho do Homem estivesse bem diante dele. Quando João reconheceu Jesus, as cerimônias foram suspensas por um momento, enquanto ele cumprimentava o seu primo na carne e perguntava: “Mas por que vieste até dentro da água para saudar-me?” E Jesus respondeu: “Para submeter-me ao teu batismo”. João replicou: “Mas sou eu que tenho necessidade de ser batizado por ti. Por que vieste até a mim?” E Jesus murmurou a João: “Sê tolerante comigo agora, pois cabe a nós darmos esse exemplo aos meus irmãos que estão aqui comigo, e para que o povo possa saber que é chegada a minha hora”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1504.4) 135:8.6 Havia um tom de autoridade e de ultimato final na voz de Jesus. João estava trêmulo de emoção no momento em que se preparou para batizar Jesus de Nazaré, no Jordão, ao meio-dia daquela segunda-feira, 14 de janeiro, do ano 26 d.C. Assim, João batizou Jesus e seus dois irmãos, Tiago e Judá. E quando João havia já batizado esses três, ele dispensou os outros naquele dia, anunciando que ele iria reassumir os batismos no dia seguinte ao meio-dia. Quando o povo já partia, os quatro homens ainda de pé dentro d’água ouviram um som estranho; e logo surgiu uma aparição momentânea exatamente por sobre a cabeça de Jesus, e eles ouviram uma voz dizendo: “Este é o meu Filho adorado, em quem eu muito me comprazo”. Uma grande mudança produziu-se no semblante de Jesus que os deixou, saindo d’água em silêncio, indo na direção das colinas a leste. E nenhum homem viu Jesus de novo por quarenta dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1504.5) 135:8.7 João seguiu Jesus até uma distância suficiente para contar a ele a história da visita de Gabriel à sua mãe, antes que ambos nascessem, do modo como por tantas vezes ele havia escutado dos lábios da sua mãe. E permitiu a Jesus continuar o seu caminho depois que disse: “Agora sei com certeza que és o Libertador”. Mas Jesus nada respondeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. &lt;b&gt;Os Quarenta Dias de Pregação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1505.1) 135:9.1 Quando João retornou para os seus discípulos (agora havia uns vinte e cinco ou trinta que moravam com ele constantemente), ele os encontrou em uma sincera conferência, conversando sobre o que tinha acabado de acontecer em relação ao batismo de Jesus. E ficaram todos ainda mais atônitos quando João fez-lhes conhecer a história da visita de Gabriel a Maria, antes que Jesus nascesse, e também que Jesus não lhe disse nem uma palavra, mesmo depois que ele lhe tinha contado sobre isso. Naquela tarde, não havendo nenhuma chuva, esse grupo de trinta ou mais pessoas conversou longamente sob a noite estrelada. Perguntavam-se aonde Jesus tinha ido e quando eles o veriam de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1505.2) 135:9.2 Depois da experiência desse dia a pregação de João, havia um novo tom de certeza nas proclamações a respeito do Reino que estava para vir e do Messias aguardado. Foi um período tenso, o daqueles quarenta dias de espera, aguardando pelo retorno de Jesus. João, no entanto, continuou a pregar, com grande força, e os seus discípulos começaram, nessa época, a pregar para as multidões transbordantes que se ajuntavam à volta de João no Jordão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1505.3) 135:9.3 No curso desses quarenta dias de espera, muitos rumores espalharam-se pelo campo, indo mesmo até Tiberíades e Jerusalém. Milhares vinham para ver a nova atração no acampamento de João, reputado como sendo o Messias, mas Jesus não estava lá para ser visto. Quando os discípulos de João afirmaram que o estranho homem de Deus tinha ido para as colinas, muitos duvidaram de toda a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1505.4) 135:9.4 Cerca de três semanas depois que Jesus os havia deixado, uma nova delegação de sacerdotes e de fariseus, vinda de Jerusalém, chegou na cena de Pela. Eles perguntaram diretamente a João se ele era Elias ou o profeta que Moisés prometeu. E quando João disse: “Não sou”, eles atreveram-se a lhe perguntar: “Tu és o Messias?” E João respondeu: “Não sou eu”. E então esses homens de Jerusalém disseram: “Se não és Elias, nem o profeta, nem o Messias, então por que tu batizas o povo e crias todo esse alvoroço?” E João replicou: “Cabe àqueles que me ouviram e que receberam o meu batismo dizer quem eu sou, mas eu vos declaro que, enquanto eu batizo com água, esteve entre nós um que retornará para batizar-vos com o Espírito Santo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1505.5) 135:9.5 Esses quarenta dias foram um período difícil para João e os seus discípulos. Quais deviam ser as relações entre João e Jesus? Uma centena de perguntas veio à discussão. A política e as preferências egoísticas começaram a surgir. Discussões intensas surgiram em torno das várias idéias e conceitos do Messias. Tornar-se-ia ele um líder militar e um rei davídico? Iria ele aniquilar os exércitos romanos, como Joshua fez com os cananeus? Ou viria para estabelecer um Reino espiritual
